DE CIMA DO MUNDO EU VI O TEMPO

A Banda Mais Bonita da Cidade faz o show de lançamento do CD De Cima do Mundo eu Vi o Tempo, terceiro disco de estúdio do quinteto curitibano formado por Uyara Torrente (voz), Luís Bourscheidt (bateria), Marano (baixo), Vinícius Nisi (teclados) e Thiago Ramalho (guitarra).

A proposta sonora do terceiro álbum de estúdio traz influências de percussões indígenas, com letras que propõe uma reflexão sobre a passagem de tempo, a existência, as relações humanas e suas consequências. No repertório, as novas Inverno (Alexandre França), Ela e o Dela (Ian Ramil),Souvenir (Ian Ramil), A Pé (Thiago Ramalho), Trovoa (Maurício Pereira), A Geada (Alexandre França e Octávio Camargo), Bandarra (Tibério Azul), A Dois (Los Porongas)e Tempo (Versos Que Compomos Na Estrada). Os hits da carreira, como Oração, Uma Atriz e Canção Pra Não Voltar também estão no set list.

Formada em 2009, em Curitiba, Banda Mais Bonita da Cidade ganhou projeção nacional pela viralização do vídeo Oração. O grupo gravou o disco A Banda Mais Bonita da Cidade  (2011), o EP Canções Que Vão Morrer No Ar (2012), o disco O Mais Feliz da Vida  (2013), o DVD Ao Vivo no Cine Jóia (2016) e agora seu terceiro disco de estúdio: De Cima do Mundo Eu Vi o Tempo (2017).

De Cima do Mundo eu Vi o Tempo
Com A Banda Mais Bonita da Cidade
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
29/08
Terça – 21h
$80/$120
Classificação Livre

SILVA CANTA MARISA

O cantor, multi-instrumentista e produtor Silva, de Vitória-ES, apresenta as canções do álbum Silva Canta Marisa (2016), com interpretações de músicas de Marisa Monte.

O disco é uma leitura do artista para o repertório da cantora, com arranjos inéditos que trazem o eletrônico-pop-minimalista do capixaba.

Canções consagradas de Marisa, como Ainda Lembro, Infinito Particular e O Bonde do Dom, estão garantidas no show, ao lado de Noturna (Nada de Novo na Noite), parceria entre os artistas.

Silva Canta Marisa
Com Silva
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
22/08
Terça – 21h
$60/$80
Classificação Livre

OLHAR AO VIVO

Virginie Boutaud (vocais), Alec Haiat (guitarra), Yann Laouenan (teclados), Xavier Leblanc (baixo) e Dany Roland (bateria) estão de volta para comemorar 30 anos de carreira da Banda Metrô com o show Olhar Ao Vivo.

Em 2016, a Metrô lançou uma edição comemorativa dos trinta anos de Olhar, álbum de estreia da banda, de onde saíram hits como Beat Acelerado, Johnny Love e Sândalo de Dândi. Além do disco original remasterizado, o álbum conta com remixes e versões alternativas. Há também um CD bônus ao vivo, gravado durante a turnê pelo Brasil na década de 1980.

Olhar Ao Vivo
Com Banda Metrô
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 90 minutos
15/08
Terça – 21h
$60/$80
Classificação Livre

NAS TRILHAS SONORAS

Felipe Mafra interpreta canções que fizeram sucesso nas telas dos cinemas com Pretty Woman, do filme Uma Linda Mulher, Maniac, do filme Flash Dance e Falling Slowly, tema do aclamado musical Once vencedor do Oscar de Melhor Canção e sucesso na Broadway – canção que fará em dueto Bruna Guerin. O cantor promete outra participação surpresa.

Felipe retrata na escolha das canções, como num filme, a sua própria trajetória artística que começou quando era diretor de arte, em Cannes, onde montou uma banda de Rock. Em 2009, compôs a canção Capricho do Destino como música-tema do programa Temporada de Moda Capricho, exibido pelo canal Boomerang.

Lançou três álbuns autorais, o mais recente Beat Sem Fim, de 2015. Atuou nos espetáculos Rocky Horror Show, de Moeller e Botelho (2017), como a personagem que dá nome à peça e no drama as 33 Variações de Beethoven, dirigido por Wolf Maya.

Nas Trilhas Sonoras
Com Felipe Mafra
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 60 minutos
08/08
Terça – 21h
$40
Classificação livre

TÉRMINO DO AMOR

Primeira direção da atriz franco-brasileira Janaína Suaudeau, TÉRMINO DO AMOR é uma peça sobre o fim de um relacionamento, tema bastante abordado e profundamente retratado em diversas obras. Neste espetáculo, que reestreia dia 5 de julho, quarta-feira, às 20 horas, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, o diferencial é a forma como o tema é apresentado. O autor Pascal Rambert propõe um embate entre duas pessoas, um combate verbal entre o casal que está se separando.

Escrito para os atores franceses Audrey Bonnet e Stanislas Nordey, os personagens, por opção do autor, possuem os mesmos nomes dos atores. Nesta versão, traduzida (com colaboração de Clara Carvalho) e dirigida por Janaína Suaudeau, os atores são Carolina Fabri e Gabriel Miziara e, portanto, aqui os personagens se chamam Carol e Gabi. A montagem também conta com intermediação musical dramatúrgica (Drumaturgy) de Vinicius Calderoni.

A peça ganhou o grande Prêmio CNT (Centro Nacional de Teatro) de literatura dramática francesa em 2012, um ano depois de ter estreado com muito sucesso no festival de Avignon. TÉRMINO DO AMOR já foi traduzida para 20 línguas em cinco anos e esta é sua primeira montagem no Brasil

O que mais me tocou quando eu li Clôture de l’amour pela primeira vez foi a poesia do Pascal Rambert. Neste texto, ele descreve o final de um relacionamento sob dois pontos de vista, sob uma verdadeira dialética. E ele o faz de forma inusitada, em versos livres e muito ritmados, como uma partitura de música”, comenta a diretora e idealizadora do projeto Janaína Suaudeau, que teve a ideia de incluir uma bateria na encenação.

Bateria em cena

TÉRMINO DO AMOR, como o título indica é o fim de uma relação amorosa. Um embate verborrágico e físico; ele começa, eu queria te ver pra te dizer que acabou, ela escuta. Segundo round começa, ela responde, você acabou?, agora é a vez dele escutar. Pascal Rambert propõe um canto à separação, onde as palavras batem, repercutem e muitas vezes morrem.

O cenário assinado por Ulisses Cohn traz três praticáveis, como se fossem três passarelas e cada uma delas é habitada por um ator. Desta forma, Carol fica de frente para a plataforma do Gabi e ao fundo, no terceiro praticável está uma bateria tocada pelo músico Pedro Gondom – que acompanha e impulsiona os personagens o tempo todo, como num repente. “O maior desafio para a encenação foi trabalhar o ritmo da fala e da escuta durante esses dois rounds tão distintos” completa a encenadora.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Término do Amor
Com Carolina Fabri, Gabriel Miziara e Pedro Gongom (bateria).
Oficina Cultural Oswald de Andrade (Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo)
Duração 90 minutos
05/07 até 30/08
Quarta e Quinta – 20h
(não haverá apresentação 24/08)
Entrada gratuita (ingressos distribuídos uma hora antes)
Classificação 14 anos

 

 

PLAYLIST MUSICAL com VINICIUS TEIXEIRA

O convidado desta vez é o ator Vinicius Teixeira.

Vinicius falou sobre o seu início de carreira; os estudos na UNIRIO, onde realizou os primeiros trabalhos – “Spamalot” e “The Book of Mormon“; o trabalho na televisão e em Gabriela, um Musical.

O quadro é uma parceria entre Circuito Teatral SP, Opinião de Peso e Perdido in Sampa.

As canções escolhidas são:

Olhe sempre o lado bom de viver (Spamalot) – https://youtu.be/NRnVrc_QOro
Sangrando (Gonzagão, a Lenda) – https://youtu.be/ZxNt8bvZ-SQ
Gota D’Água (Gota D’Água)
Doce Travesti (Rocky Horror Show) – https://youtu.be/FNioDnGd9kw

CARMEN

A peça foi idealizada por Natalia Gonsales e Flávio Tolezani, responsáveis pela produtora cultural Bem Casado Produções Artísticas. Juntos decidiram montar esse clássico que relata a história de uma das personagens mais conhecidas mundialmente.

De fato, a cigana não demorou a passar das páginas aos palcos e destes, às telas. No cinema, diversos diretores assinaram adaptações próprias da história, entre eles se destacam Chaplin, Peter Brook, Lubitsch, Saura e Godard. Mas o sucesso da narrativa teve o seu preço. A figura esquiva e inconstante criada por Mérimée foi perdendo espaço para uma “femme fatale”.

Este projeto tem como objetivo a montagem do espetáculo, o resgate dos principais personagens criados por Mérimée para que o público volte a se intrigar e querer decifrá-los. E assim, basear-se na literatura de Prosper Mérimé e também permitirá que a construção cênica explore a cultura cigana numa linguagem contemporânea.”, conta Natalia Gonsales.

Com intuito de unir o teatro, a dança e a música num único espetáculo, os movimentos e as coreografias são dirigidos pela bailarina do Balé da Cidade Fernanda Bueno. Nelson Baskerville assina a direção geral do espetáculo.

O público conhecerá o mundo fascinante e perigoso da boêmia que se opõe às normas burguesas, já que a sua figura foi deformada da original, principalmente na ópera e no ballet, tornando-a assim familiar, o que não deixa de ser uma situação insólita para quem, como ela, sempre se recusou terminantemente a constituir um laço familiar. Uma mulher que não teme a morte, fascinada pelo risco e capaz de prever o seu trágico destino.

Admiração, pulsão, curiosidade, interesse pela cultura cigana e pela personagem Carmen foram fundamentais para essa iniciativa artística. O desejo impulsionou a ideia e a vontade de levar essa personagem, carregada de uma forte personalidade e de uma trágica história, ao teatro. Uma dramaturgia clássica merece ser conhecida, visitada, discutida e revistada. Pois, quando são vivenciadas de fato, mais se revelam novas, inesperadas e inéditas. Toda releitura de um clássico é uma leitura de descoberta como a primeira. Um clássico é uma história que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer e que, por isso, atravessa o tempo e atualiza questões verdadeiramente fundamentais à existência, ao expandir, de maneira contínua, a percepção da realidade daqueles que, com ele, entram em contato.

Porém, a dinâmica da dramaturgia criada por Luiz Farina, a partir da obra do Mérimée, não admite apenas uma interpretação. Carmen, também como narradora, relata os acontecimentos que levarà sua tragédia. “E assim, a montagem tem como intuito não apenas encenar essa história, mas oferecer ao público elementos conflitantes e contraditórios de uma mesma realidade contados por duas pessoas com pontos de vista divergentes e que são surpreendidas pelo desejo e pela paixão”, comenta Flávio Tolezani.

Uma história contada e recontada nas mais variadas formas e gêneros. Carmen surgiu como romance em 1845 e já foi filme, ópera e novela nas mãos de grandes mestres. Para Nelson Baskerville, a pergunta recorrente que todos se fazem ao remontar a peça é: por que fazê-la? “Para mim, porque pessoas continuam morrendo por isso e precisamos recontar a história até que não sobre nenhuma gota de dor”.

Na atual encenação elementos clássicos como a dança flamenca, os costumes ciganos, a tauromaquia, entre outros, são resignificados ao som de guitarras distorcidas, microfones e coreografias para que não reste dúvida de que se repetem as histórias tristes de amor e paixões destruidoras. “O ponto de vista que nos interessa é o de Carmen, a mulher assassinada, dentro de uma sociedade que pouco mudou de comportamento ao longo dos séculos, que aceitou brandamente crimes famosos cometidos contra mulheres como os de Doca Street, Lindomar Castilho e mais recentemente de Bruno, o goleiro. Crimes muitas vezes justificados pela população pelo comportamento lascivo das vítimas, como se isso não fosse aceito em situações invertidas relativas ao comportamento masculino. O homem pode. A mulher não. Nessa encenação Carmen morre não porque seu comportamento justifique qualquer tipo de punição, mas porque José é um homem, como tanto outros, doente como a sociedade que o criou”, completa Nelson Baskerville.

SINOPSE
Carmen e José vivem uma trágica paixão. Na trama, ele narra o seu amor por Carmen e o motivo que o levou a prisão. Já ela, através da obliquidade dos olhos, narra o seu ponto de vista em relação à história.

Carmen 3 - Foto de Ronaldo Gutierrez - com Flávio Tolezani e Natália Gonsales

Carmen
Com Natalia Gonsales, Flávio Tolezani e Vitor Vieira.
Teatro Aliança Francesa (Rua Gen. Jardim, 182 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 60 minutos
30/06 até 20/08
Sexta e Sábado – 20h30; Domingo – 19h
$50
Classificação 12 anos