BEM SERTANEJO, O MUSICAL

Michel Teló poderá ser visto nos palcos a partir de 21 de abril. Até então, nenhuma novidade.

Mas agora, Michel adentra em um novo nicho – o do Teatro Musical.

Bem Sertanejo, o Musical” estreia no Tom Brasil (SP), para contar a história deste ritmo ouvido no país inteiro. A história e direção é de Gustavo Gasparani (“SamBRA – 100 Anos de Samba” e “Gilberto Gil, Aquele Abraço”).

O espetáculo, que tem dois atos e 56 canções, mostra o início da música sertaneja brasileira, em 1910 com Raul Torres, chegando até os dias atuais, com as superproduções artísticas.

Acompanhando o cantor, está o mesmo elenco que trabalhou com o diretor em “Gilberto Gil, Aquele Abraço”: Alan Rocha, Cristiano Gualda, Daniel Carneiro, Gabriel Manita, Jonas Hammar, Luiz Nicolau, Pedro Lima, Rodrigo Lima; mais Sérgio Dalcin (“Nuvem de Lágrimas, o Musical”), Lílian Menezes (“Elis, a Musical”) e a banda de Michel Teló.

No setlist, serão ouvidas músicas de Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo e Zezé Di Camargo e Luciano, além dos artistas da nova geração como Victor e Léo, Jorge e Mateus, Cristiano Araújo, entre outros.

Depois de São Paulo, o espetáculo passará por Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Ribeirão Preto. Para a cidade do Rio de Janeiro, está programada a apresentação do musical no palco do Theatro Municipal do Rio, que receberá pela primeira vez em sua história um espetáculo de música sertaneja.

(fonte: coluna da Adriana Barros – UOL)

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PLAYLIST MUSICAL com KIARA SASSO

Playlist Musical é o novo quadro criado pelos canais Circuito Teatral SP, Opinião de Peso e Perdido in Sampa. Estará no ar, todas as quartas feiras, ao meio dia. Durante a conversa, pedimos para o ator/atriz convidado(a) escolher três canções do Teatro Musical que marcaram sua vida. A 4a e última canção é a que o ator/atriz dedica ao público.

A nossa convidada hoje é a atriz Kiara Sasso (O Palhaço e a Bailarina, O Homem de la Mancha, A Madrinha Embriagada).

As músicas citadas na matéria são:

Um Lar (Home) – A Bela e a Fera – https://goo.gl/h3gSBx
Pense em Mim (Think of Me) – O Fantasma da Ópera – https://goo.gl/FbMQv3
E Tudo ao Vencedor (The Winner Takes It All) – Mamma Mia – https://goo.gl/0FDttr
On My Own (Les Misérables) – https://goo.gl/QNVmPB

 

PETER PAN

 

Para encenar a trama em formato de musical, o diretor Billy Bond seguiu a história original do escritor escocês J.M Berrie, criada em 1904 e publicada pela primeira vez no início do século 20, como peça teatral. Posteriormente, o autor publicaria Peter & Wendy, em 1911. “Assim como Berrie ao escrever queria despertar a imaginação do leitor, procuro provocar a fantasia do público”, conta Billy Bond, informando que sua adaptação é pessoal. “Nosso musical é brasileiro.”

Em sua versão, Billy Bond utiliza influências da cultura pop para aproximar ainda mais o espectador do clássico. Por trás das aventuras vividas na Terra do Nunca há uma história cheia de simbologias: viver eternamente a infância, preservar a inocência e a maneira colorida de se enxergar a vida.

O elenco – formado por 27 artistas que cantam e dançam em diferentes cenários, alternando o uso de mais de 100 figurinos –  foi selecionado em audição que reuniu mais de 600 candidatos. Para interpretar os personagens principais, Peter Pan e Wendy, foram escolhidos, respectivamente, Matheus Ueta (Carrossel e Bom Dia & Cia, do SBT) e Giulia Nassa (The Voice Kids, da Globo, onde cantou com Ivete Sangalo).

Billy é conhecido por incorporar às suas peças elementos que façam com que a plateia tenha a sensação de fazer parte do espetáculo. Nesta produção há forte investimento na interatividade e sofisticação do conto de fadas. Em sua fórmula bem-sucedida (“despojada de qualquer intelectualidade e de fácil leitura pela criança”), Billy moderniza o formato usando efeitos especiais, recursos de raio laser, gelo seco,  projeções em 4D, telões de LED. “Usamos a tecnologia a serviço da história”, diz ele, que mescla cenários reais com virtuais, projetados em LED.

A produção bem-cuidada das cenas reúne trajes inspirados na cultura asteca para o figurino dos índios. Já as roupas dos piratas (“sujos e malvados”) têm inspiração no século 18, no Renascentismo, com casacões de botão dourado. “Como o Teatro Bradesco é grandioso, o figurino tem de estar muito presente para aparecer, até maquiagem precisa ser exagerada”, diz Carlos Gardin.

A iluminação tem o propósito de dar volume à cena. A luz acompanha as cores do painel de LED e, junto com o cenário 4D, cria uma ambientação lúdica. No palco, uma composição física completa, com objetos cênicos, o cenário projetado no painel.

Sobre Peter Pan

Peter Pan conta a história de um garoto que se recusa a crescer. Peter e a fada Sininho levam seus amigos Wendy, João e Miguel para conhecer o lugar em que vivem, a Terra do Nunca, onde o tempo não passa. Uma sucessão de aventuras espera a turma. Eles vão se deparar com um navio pirata e ter que enfrentar o temível Capitão Gancho, conhecer a aldeia dos índios e os meninos perdidos. Uma história cheia de emoções e mensagens.

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Peter Pan
Com Matheus Ueta, Giulia Nassa, Maria Clara Rossi, Álvaro de Padua, Fabio Galvão, Tirzi Oliveira, Marcio Yaccof, Ítalo Rodrigues, Larissa Porrino, Beatricce Stoll, Diego Fecini, Marco Antonelli, Newton Yamassaki, Paula Canterini, Queren Simplicio, Sidney Simplicio, Gabriela Sega, Gui Zoboli, Gabriel Santana, Tayanne Zandonato, Paula Perillo, Carla Reis, Mayla Betti, Anton Uzhyk, Mateus Bertolli, William Santana, Uriel Trindade.
Teatro Bradesco – Bourbon Shopping (Rua Palestra Itália, nº 500 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 110 minutos
01 a 16/04
Sábado e Domingo – 15h
Sessões extras 09 e 16/04 – 11h
$50/$150
Classificação livre
 
Figurinista: Carlos Alberto Gardin.
Realização: Anna Cristina Cafaro Driscoll, Benedita Calistro, Hilda de Oliveira.
Adereços de figurinos e próteses: Sílvio Galvão.
Assistência em figurinos com leds: Paulo Mendes de Oliveira.
Makes e caracterização: Chris Mourelhe , Carlos Alberto Gardin.
Perucas e postiços: Wellington Fontinelli, Emily Garcia.
Cenários: Silvio Galvão, Billy Bond.
Adaptação: Billy Bond , Lilio Alonso.
Diretor geral de dramaturgia: Billy Bond,  Andrew Mettine .
Direção de Cena: Marcio Yacoff.
Coreografia: Italo Rodrigues , Paula Perillo .
Direção Musical: Bond , Villa.
Designer de som: Paul Gregor Tancrew.
Designer de luz:  Paul Stewart .
Efeitos especiais: Gabriele Fantine.
Filmes e animações: George Feller, Lucas Médici.
Mappings: Nicolas Duce. Fotos: Chico Audi.
Direção de Produção: Andréa Oliveira.
Direção geral e direção de arte: Billy Bond.
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação

 

 

DAS RUAS, UM ORFEU DE MOCHILA – O MUSICAL (CROWDFUNDING)

A Tô Em Outra Cia. de Teatro está lançando a campanha Das ruas, um Orfeu de Mochila – O Musical, um projeto de crowdfunding para angariar fundos para a produção do espetáculo autoral Das Ruas: Um Orfeu de Mochila. A arrecadação ocorrerá pela plataforma Kickante. O objetivo é conseguir R$ 20 mil até 5 de maio.

O grupo Tô Em Outra surgiu em 2012 a partir do programa Vizinho Legal, projeto social da Roche Brasil na comunidade do Jaguaré, na zona oeste de São Paulo. A companhia que hoje conta com 12 integrantes é um núcleo de pesquisas e desenvolvimento de atores.

O próprio espetáculo Das Ruas, Um Orfeu de Mochila foi apresentado entre 2012 e 2014 em comunidades carentes e no interior do Estado de São Paulo. Além do apoio do projeto Vizinho Legal, durante estes anos a peça teve o patrocínio do Programa Aprendiz Comgás (PAC), iniciativa da Companhia de Gás de São Paulo em parceria com a Associação Cidade Escola Aprendiz.

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O espetáculo é uma releitura urbana do mito de Orfeu e tem como cenário uma periferia da cidade de São Paulo. A peça aborda temas como a descoberta do amor, o início da vida profissional e as relações que os jovens das comunidades carentes estabelecem com o tráfico de drogas, com o poder público e com a imprensa.

O texto foi escrito por Andreza Rodrigues e Thuane Campos, integrantes da Tô Em Outra, com supervisão de Liana Ferraz, Doutora em Artes da Cena pela Universidade de Campinas (Unicamp). Ela também é professora da Graduação e Coordenadora do curso de Pós-Graduação em Interpretação para Musical da Escola Superior de Artes Célia Helena.

Os interessados em contribuir com a campanha podem acompanhar e saber mais sobre o dia a dia de ensaios da Tô Em Outra Cia. de Teatro no Facebook oficial do grupo: https://www.facebook.com/toemoutraciaoficial/.

Sobre a Tô Em Outra Cia. de Teatro

O grupo de teatro surgiu em 2012 a partir de um projeto social da Roche Brasil na comunidade do Jaguaré, na zona oeste da cidade de São Paulo. A companhia independente também já produziu espetáculos como Um tempo para o infinito (de Andreza Rodrigues e Thuane Campo), Cérebro à vinagrete (de Hugo Possolo) e Filosofia da Revolução (de Marcelo Romagnoli).

– Link para doações:
https://www.kickante.com.br/campanhas/das-ruas-um-orfeu-de-mochila-o-musical

11 SELVAGENS

Com direção e dramaturgia de Pedro Granato, o espetáculo 11 SELVAGENS estreia dia 24 de março, sexta-feira, às 21h, no Pequeno Ato. A peça reúne onze atores em situações onde as pessoas perdem o controle. No elenco, Anna Galli, Bianca Lopresti, Gabriel Gualtieri, Isabella Melo, Jonatan Justolin, Gustavo Bricks, Mariana Marinho, Mariana Beda, Rafael Carvalho, Renan Botelho e Vítor diCastro.

O trabalho foi criado ao longo do ano de 2016 a partir de experiências e observações do grupo de atores. São cenas do cotidiano em que explode um impulso descontrolado. Da violência à sensualidade, do absurdo ao trivial, são onze quadros interligados como uma camada de sociabilidade que pode rapidamente ser rompida em nossos dias.

O ponto de partida para o espetáculo é a tensão crescente no país em 2016. Foi um processo colaborativo, em que os atores trouxeram histórias vividas por eles ou relatos de conhecidos. A chave para a interpretação é realista em situações que tem um desenvolvimento absurdo, levando para um lugar muito inesperado. A peça retrata o universo desses atores e busca uma universalidade pelo caminho da identificação”, explica Pedro Granato.

O público acompanha tudo de perto, em arena, próximo. Em algumas cenas, é como se a plateia estivesse na mesma situação dos atores. Em outras é cúmplice e voyer, já que as cenas passeiam pelos diferentes lados da arena colocando atores e público lado-a-lado. “O jogo com o espaço cênico tem um aspecto imersivo de colocar o espectador na situação em que os atores estão trazendo. É a sensação de que tudo poderia acontecer com qualquer pessoa ali presente”, fala Granato.

Cada cena é levada ao paroxismo e quando parece não haver mais para onde ir, a música toma o ambiente e os atores extravasam em coreografias. É um trabalho visceral, que busca intensificar o conflito de cada cena. Histórias em que a plateia se identifica, músicas contemporâneas, tudo está equalizado para dialogar profundamente com a geração atual. “São fragmentos que formam um conjunto em que se observa essa polaridade e explosão que a gente percebe nas relações hoje em dia”.

O trabalho é hiper-realista, com o público próximo, como em um close detalhado de cada cena. Sua estrutura fragmentada em quadros permite que cada um faz sentido isolado, mas sua conexão permite diferentes interpretações. O figurino e a luz se baseiam em elementos minimalistas que são reconstruídos para cada cena. A intervenção musical dá agilidade à narrativa e permite uma explosão estética para além da verossimilhança.

O diretor Pedro Granato e o Pequeno Ato, juntamente com um grupo de novos atores dão prosseguimento à pesquisa estética que gerou o premiado espetáculo jovem Fortes Batidas – Prêmio APCA de Melhor Espetáculo em Espaço não Convencional, Prêmio Especial por Experimentação de Linguagem no Prêmio São Paulo e Prêmio Zé Renato para circulação.

A ideia é trabalhar com temas atuais e atores jovens explorando diferentes formas de incluir a plateia na cena, de forma que o espectador se sinta impulsionado a interferir ou tomar um partido na situação que se apresenta diante dela”, explica o diretor.

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11 Selvagens
Com Anna Galli, Bianca Lopresti, Gabriel Gualtieri, Isabella Melo, Jonatan Justolin, Gustavo Bricks, Mariana Marinho, Mariana Beda, Rafael Carvalho, Renan Botelho e Vítor di Castro.
Teatro Pequeno Ato (Rua Doutor Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 70 minutos
24/03 até 06/05
Sexta – 21h; Sábado – 19h
$40
Classificação 16 anos
 
Direção e Dramaturgia: Pedro Granato.
Iluminação e assistência de direção: Gabriel Tavares.
Coreografia: Inês Bushatsky.
Produção: Victoria Martinez e Jéssica Rodrigues (Contorno).
Realização: Pequeno Ato.
Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli

RETRATOS E CANÇÕES

Todos os diálogos de Retratos & Canções, sem exceções, foram extraídos de canções populares e contam a história do reencontro do caminhoneiro Tadeu e da tímida Carol. Na trama, o caminhoneiro Tadeu já teve mulheres do tipo atrevida, acanhada, vivida, mas nenhuma delas lhe fez tão feliz como a suburbana Carol. A moça é uma ingênua secretária que atende ao pedido do seu grande amor e comparece ao programa de encontros do apresentador Arlindo Orlando.

A retomada do casal provoca o ciúme do hipocondríaco Marvin e da cabeleireira Diana. Os personagens de Retratos & Canções, muitas vezes vistos como estereótipos, interagem com a memória afetiva do espectador e suprimem preconceitos nesta divertida e nostálgica história de amor.

Retratos e Canções
Com Bruno Ospedal, Carla Vazquez, Félix Graça, Márcio Cardoso e Tuti Müller
Teatro Augusta – Sala Paulo Goulart (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 60 minutos
01/04 até 28/05
Sábado – 20h; Domingo – 18h
$50
Classificação 12 anos
Texto e Direção: Renato Andrade
Assistente de Direção: Rafael Imbroisi
Direção de Arte: Cristiano Panzarin
Visagismo: Dicko Lorenzo
Figurino: Bia Miranda
Trilha Sonora: Renato Andrade
Designer: Thiago Sak
Fotos: Allan Bravos
Direção Executiva: Waldir Terence
Direção de Produção: Waldir Terence e Renato Andrade
Realização: Terence Produções Artísticas e Sintética Teatro, Cinema e TV

EU NUNCA

O Teatro Raul Cortez recebe a peça adolescente ‘Eu Nunca’, que conta a história de três jovens com vidas extremamente opostas. No espetáculo, eles convivem e dividem as suas intimidades, sempre trazendo à tona as questões mais urgentes da juventude moderna.

No elenco e direção estão nomes já conhecidos pelo grande público. Júlio Oliveira é o diretor e também atua no espetáculo. O ator possui larga experiência na área artística e seu último trabalho na televisão foi em ‘Os Dez Mandamentos’, da TV Record. O ator, cantor e dublador Nicholas Torres interpretou o ‘Jaime’ na novela ‘Carrossel’ e na série ‘Patrulha Salvadora’ do SBT. Já a atriz Gabriela Gama começou sua carreira no palco aos 15 anos e possui mais de 30 peças em seu currículo, incluindo ‘Fortes Batidas’ – vencedor do Prêmio APCA como melhor espetáculo e o prêmio especial Femsa Coca-Cola por experimentação de linguagem.

A peça foi montada a partir de um conjunto de textos, depoimentos e pesquisas, escritos de forma coletiva. O texto possui uma linguagem descolada e aborda situações realistas a cada cena, sempre quebrando os clichês já apresentados em outros espetáculos do gênero.

O objetivo é fazer com que o jovem possa repensar o lugar em que se encontra atualmente, a partir de reflexões e críticas, e através das narrativas de vida dos personagens, que buscam transmitir um retrato dos principais problemas que afetam a juventude de hoje. A peça fica em cartaz até 26 de março, com apresentações às sextas às 21h, sábados às 20h e domingos às 19h.

 

Eu Nunca
Com Júlio Oliveira, Nicholas Torres e Gabriela Gama.
Teatro Raul Cortez (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 80 minutos
10 a 26/03
Sexta – 21h; Sábado – 20h e Domingo – 19h
$40
Classificação 14 anos
 
Direção: Júlio Oliveira
Dramaturgia: Criação Coletiva
Fotografia: Adriano Duarte
Produção Executiva: Aryane Faria & tOn Miranda
Direção de Produção: Bia Ramsthaler & tOn Miranda
Assessoria de Imprensa: Sanseverino Comunicação
Produção e Realização: Júlio Oliveira e Diversão & Arte