“Aqui Estamos Com Milhares de Cães Vindos do Mar”

A Cia Os Barulhentos volta em cartaz com o espetáculo “Aqui Estamos Com Milhares de Cães Vindos do Mar”, uma coletâneas de peças curtas de Matéi Visniec.
O texto retrata o deserto contemporâneo existente nas relações humanas: seja em aspectos da vida privada, como um casal revendo seu relacionamento após uma relação sexual, seja em aspectos políticos, como uma mãe que deseja atravessar certa fronteira com seu filho e é impedida por não ter um documento válido.
Composta de 15 peças curtas divididas em 3 eixos (fronteiras, agorafobia e deserto), a coletânea é uma obra de caráter aberto (o próprio autor, em nota introdutória, afirma que não há ordem estabelecida para montagem).
Para este trabalho, o diretor optou por misturar as peças, elas começam e são interrompidas por outras que depois saem de cena para que as primeiras se finalizem, um ir e vir de personagens solitários, que vivem abismos nas mais variadas formas de relações (estado X cidadão, marido X mulher, indivíduo X sociedade etc.).
Tons de cinza, branco e preto cobrem todo o palco, o cenário, os atores e os figurinos, uma completa ausência de cores invade a vida dos personagens e do espectador. A cenografia, apesar dos tons, traz elementos realistas para compor as mais variadas atmosferas apresentadas no texto, como o quarto de um casal, uma lanchonete, entre outros. “Visniec valoriza o teatro enquanto arte viva, dando ao encenador a liberdade para imprimir seus questionamentos e identidade à apresentação.”, comemora o diretor, Rodrigo Spina.
Apesar dos temas abordados, o texto de Visniec não é desprovido de expedientes poéticos, tampouco de humor, nele se evidenciam as influências do autor, por exemplo, o absurdo de Ionesco – sua maior referência. “Mais do que bradar propostas e soluções às inquietações de nossa sociedade fluídica, o grupo quer colocar esses questionamentos no espectador, e encerrar a encenação não com uma retumbante celebração da capacidade de superação, mas com um instigante silêncio.”, explica Rodrigo.
Ter vivido sob um regime autoritário influenciou definitivamente a obra de Visniec, sendo constante o tema da inadequação do ser humano ante a máquina estatal. Para além disso, porém, o autor não restringe esse conflito ao jugo ditatorial, demonstrando, por meio de um texto ao mesmo tempo lírico e ácido, que a democracia também pode tolher a humanidade do indivíduo, apenas o fazendo de forma mais sutil. “Vivendo em São Paulo, uma cidade com mais de 20 milhões de habitantes, não é difícil perceber que a solidão e a esquizofrenia parecem crescer exponencialmente”, comenta o diretor Rodrigo Spina.
A peça tem duas indicações ao Prêmio APCA 2015 – melhor espetáculo e melhor direção.
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“Aqui Estamos Com Milhares de Cães Vindos do Mar”
Com Os Barulhentos (Cadu Cardoso, Clara Rocha, Domitila Gonzalez, Gustavo Pompiani, Lia Maria, Lucas Horita, Lucas Paranhos, Marina Campanatti, Murilo Zibetti, Pedro Camilo)
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 – Aclimação, São Paulo)
Duração 110 min
11/09 até 25/10
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 20h.
$20

“Suburbano Coração”

“Suburbano Coração”, texto de Naum Alves de Souza, estreia dia 11 de setembro no Teatro Cacilda Becker, com elenco composto por Aldine Muller, Luiza Jorge, Luciana Azevedo, Claudinei Brandão e Fernando Fecchio e direção de Nelson Baskerville.
Pedras no caminho e escolhas duvidosas confundem a trajetória de Lovemar, moça do subúrbio, que procura uma grande paixão incansavelmente. Ao lado de duas amigas extravagantes, ela se aventura em busca do homem ideal. E entre um erro aqui e um quase acerto ali, ela não desiste do sonho de encontrar o amor perfeito igual aos filmes românticos do cinema. E na espera, Lovemar vive alegrias e tragédias, embaladas na canção de Chico Buarque.
“Como bom brasileiro e excepcional dramaturgo, nesta comédia, mesclada de lirismo e humor ácido, Naum dota seus personagens de intensa maledicência, inveja e defeitos completamente humanos para contar a história de Lovemar”, conta Luiza Jorge, que além da protagonista, é idealizadora e produtora do espetáculo – ao lado de Fábio Santana.
“Quase caí na tentação de atualizar o texto que tem o rádio como seu interlocutor – companheiro das famílias e promotor de encontros amorosos -, mas resisti. As redes sociais e aplicativos promotores de encontros fazem exatamente o mesmo papel do rádio de antigamente, o que nos faz pensar que as formas mudam, as mídias progridem, mas a alma humana sempre estará em busca daquele que aplacará a solidão de nossos corações”, diz o diretor Nelson Baskerville.
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(crédito fotos – Lígia Jardim)

“Suburbano Coração”
Com Aldine Muller, Luiza Jorge, Luciana Azevedo, Claudinei Brandão e Fernando Fecchio
Teatro Cacilda Becker (Rua Tito, 295 – Vila Romana – São Paulo)
Duração 80 min
11/09 até 01/11
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$20

“Cachorro Urubu”

O Núcleo Tumulto de Investigação Cênica estendeu a temporada de “Cachorro Urubu” até o dia 30 de agosto
O trama da peça fala sobre futebol, violência, política e religião articulados a partir do encontro de dois personagens com trajetórias e visões de mundo distintas, mas um objetivo comum.

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São apenas 30 lugares por sessão e a procura tem sido grande.
É necessário reservar ingresso pelo e-mail nucleotumulto@gmail.com
Oferecem transporte de ida e volta, com ponto de encontro no Metrô Carandiru, sempre meia hora antes do espetáculo.
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“Cachorro Urubu”
Com Núcleo Tumulto! – Bruno Carboni, Camila Damasceno, Cristiano Alfer, Daniele Aoki, Devão Sousa, Flávio Morbach Portella, Gustavo Braunstein, Pablo Callazans Dos Reis e Rodrigo Mazzoni
Centro Cultural Casarão da Vila Guilherme (Praça Oscar da Silva, 111. Vila Guilherme, São Paulo)
Duração
22/08 até 30/08
Sábado – 20h; Domingo – 19h
Entrada: pague quanto puder.
Oferecem transporte de ida e volta, com ponto de encontro no Metrô Carandiru, sempre meia hora antes do espetáculo.
Pede-se que usem sapatos confortáveis para acompanhar a encenação.

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“Ãrrã”

“Ãrrã” é o novo espetáculo de Vinícius Calderoni, estreia 17 de setembro no SESC Belenzinho com Luciana Paes e Thiago Amaral no elenco
Luciana e Thiago interpretam múltiplos personagens, que promovem saltos no tempo e no espaço: dos espectadores que assistem um concerto para violoncelo solo pode-se saltar para um casal em seu primeiro encontro na mesa de um bar; de lá, para uma aldeia na África onde uma menina sofre o ritual de mutilação genital caminhando sem escalas para o pronunciamento de um presidente da República; entre muitas outras situações.
Permeando toda a dramaturgia do espetáculo está à investigação sobre encontros radicais de alteridade, sobre diferentes papéis que o outro, este desconhecido, pode assumir numa relação interpessoal: objeto de desejo, de curiosidade, de rivalidade, de estranhamento.
Neste novo espetáculo, Vinicius aprofunda a pesquisa acerca das vozes que povoam nossa cabeça, e que correm em paralelo à dimensão objetiva dos fatos, que já estava apontada em Não nem nada. “Gosto de investigar na minha escrita, coisas que não sejam da jurisdição imediata da dramaturgia. Essa noção de que nem sempre o pensamento está no mesmo lugar em que estamos fisicamente, e que isso pode ser material para uma cena: bem, isso me interessa muito.”, finaliza.
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“Ãrrã”
Com Thiago Amaral e Luciana Paes
SESC Belenzinho – Sala de Espetáculos II (Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo )
Duração 60 min
17/09 até 11/10
Quinta, Sexta e Sábado – 21h30; Domingo – 18h30
$20

Oficina Ponto de Fuga
Com Vinícius Calderoni
SESC Belenzinho – Sala de Espetáculos II (Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo )
01 e 02/10
Quinta e Sexta – 14h até 18h
Público: interessados em artes cênicas, atores, estudantes e pesquisadores.
Inscrições até 24/09 por meio de envio de currículo para o e-mail pontodefuga@belenzinho.sescsp.org.br. Os selecionados serão avisados por e-mail até 29/09.
Vagas: 15
Classificação etária: 16 anos
Grátis

”Amor, Humor, o Resto é Bobagem”

A comédia de situações e relacionamentos “Amor, Humor, o Resto é Bobagem”, estreia dia 2 de setembro no Teatro Folha, com elenco formado por Tina Kara, Mônica Carvalho, Janaína Jacobina e Sandro Pedroso.
O espetáculo retrata o cotidiano de quatro amigos solteiros e independentes que moram no mesmo apartamento e tentam encontrar um real sentido para suas vidas.
“Eu sempre fazia reuniões com minhas amigas em casa. Um bate-papo onde cada uma falava dos seus problemas. Certo dia falei para mim mesma que escreveria uma peça com nossas histórias. E o resultado foi ‘Amor, Humor, o Resto é Bobagem’”, explica Mônica Carvalho, autora do texto do espetáculo.
Na história, dois artistas plásticos, Mariana e Tadeu, às vésperas de uma grande vernissage internacional, dividem o mesmo teto com a socialite Nicole, falida em razão de seu recente divórcio com um mega milionário, e com a atriz Laura Leslie que, cansada de fracassar, considera duas formas de mudar sua vida: cometendo suicídio ou participando de um reality show.
“A principal temática é a busca pelo amor. Optei pela humanização das personagens e seus conflitos na procura por diferentes formas de amor, o que por si já é um desejo tão obsessivo que gera naturalmente o humor. O fio condutor que liga as personagens é a amizade”, afirma o diretor Ricardo Rizzo.
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(crédito foto – Marco Máximo / crédito filme – Rodrigo Fonseca)

”Amor, Humor, o Resto é Bobagem”
Com Tina Kara, Mônica Carvalho, Janaína Jacobina e Sandro Pedroso
Teatro Folha (Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 – Higienópolis, São Paulo
Duração: 65 min
02/09 até 12/11
Quarta e Quinta – 21h
$40 / $50

50 ANOS DE “TEATRO DO SESI”

O Teatro Popular do SESI SP foi uma companhia de teatro popular brasileira, que existiu entre os anos de 1962 a 1993.
Proposta, organizada e dirigida por Osmar Rodrigues Cruz, era inicialmente um teatro experimental e teve como objetivo levar o Teatro, gratuitamente, para os trabalhadores das indústrias paulistanas, seguindo o exemplo do Théatre National Populaire do diretor francês Jean Vilar (a mais longeva companhia de teatro popular no mundo).
No seu início, a companhia paulistana apresentava seus espetáculos no Bom Retiro, no Teatro da Associação Israelita do Brasil. A partir de 1977, mudou-se para o novo prédio da FIESP, na Avenida Paulista, 1.313.
Em 1992, com a aposentadoria de Osmar, a sala de de espetáculos recebeu o nome da companhia que abrigou; encerrando ao mesmo tempo, as atividades do Teatro Popular do SESI como companhia permanente de teatro popular.
A partir de então, o palco passou a receber várias atividades artísticas, como peças de teatro, apresentações de dança e de música popular e clássica, além de ser também um lugar para palestras.
Mais de 8 milhões de espectadores passaram pelo Teatro do Sesi-SP em seus 50 anos de atividades. Foram apresentadas aproximadamente cerca de cem montagens, sendo que a cada semestre era produzida uma peça adulta e outra infantil.
Nos últimos três anos, o Teatro do SESI levou para o público dois musicais estilo Broadway, também gratuitamente: “A Madrinha Embriagada” e “O Homem de La Mancha”.
E agora, para continuar as comemorações dos seus 50 anos de existência, foram programadas 6 espetáculos que foram sucesso de público e de crítica nos últimos dez anos. As apresentações vão até dezembro.
Na categoria adulto, serão reapresentadas “L’ Illustre Molière” (2012; “Lampião e Lancelote” (2013); e “Mistero Buffo” (2012); Os infantis são “Quem Tem Medo de Curupira?” (2010); “O Gigante Egoísta” (2013) e “Amado (2012).

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L’Illustre Molière (2012)
15/8 até 13/9
Quinta, Sexta e Sábado – 20h30; Domingo – 19h30
Duração 90 min

Lampião e Lancelote (2013)
13/11 até 20/12
Sexta – 11h; Sábado e Domingo – 15h30.
Duração 60 min

Mistero Buffo (2012)
21/11 até 20/12
Quinta, Sexta e Sábado – 20h; Domingo – 19h
Duração 75 min

Quem Tem Medo de Curupira? (2010)
14/8 até 13/9
Sexta – 11h; Sábado e Domingo – 15h30
Duração 90 min

O Gigante Egoísta (2013)
16/10 até 8/11
Sexta – 11h; Sábado e Domingo – 15h30
Duração 50 min

Amado (2012)
17/10 até 15/11
Quinta, Sexta e Sábado – 20h; Domingo – 19h
Duração 75 min

Teatro do Sesi (Avenida Paulista, 1.313 – Cerqueira César, São Paulo)