“120 Dias de Sodoma”

A companhia teatral “Os Satyros” apresenta três de suas peças que fazem parte da Tetralogia Libertina – “Juliette”, “A Filosofia na Alcova” e “Os 120 Dias de Sodoma”. São baseadas na obra do Marquês de Sade.
O Marquês de Sade é um nome singular na história da literatura universal. Aliada a uma biografia cheia de peripécias, vivida em plena Revolução Francesa, sua obra suscitou debates intelectuais acirrados durante os séculos. Proibido em seu tempo, a publicação de suas obras era realizada de forma clandestina e causavam grande interesse
Sua obra mais notável foi marcada pelo tom pornográfico em que o sexo e a filosofia materialista eram apresentados simultaneamente, retratando a decadência dos costumes vigentes na França da sua época, deformadas pelas descrições patológicas da corrupção moral e de perversões sexuais.
Muito além do neologismo “sadismo”, tão utilizado pela psicanálise, sua obra também inspirou artistas como os do movimento Surrealista, Artaud, Buñuel, entre outros. Pensadores como Lacan e Sartre mergulharam na sua obra para poder compreender a essência humana, tanto em sua moralidade quanto nos mecanismos que nos movem.

“Os 120 Dias de Sodoma”

“Os 120 Dias de Sodoma” é um clássico da literatura mundial e um dos mais polêmicos de sempre. Foi escrito em trinta e sete dias – ou mais precisamente, em trinta e sete noites-, entre os dias 22 de outubro e 25 de novembro de 1785, quando Sade tinha 45 anos.
Nessa época, ele se encontrava preso em uma cela da Bastilha, uma das prisões na qual viveu e que marcaram quase a metade de sua vida. Com recursos limitados, teve que escrever o manuscrito em letra miúda, em um rolo de papel de 12 metros de comprimento. Considerado um livro de difícil leitura, a ação do romance é situada algumas décadas antes da Revolução Francesa.
Para a montagem do grupo “Os Satyros”, a ação foi transposta para um Brasil do passado. Quatro poderosos libertinos iniciam um grande deboche em um castelo isolado nas montanhas. Suas vítimas, alguns dos mais belos jovens do país seqüestrados para a satisfação de seus prazeres, não tem o direito à palavra.
120 dias de festividades libertinas, vivendo as maiores orgias ao utilizar os corpos de suas vítimas para as maiores depravações. O espetáculo trata de questões filosóficas e políticas colocadas pela obra sadeana, em um contexto brasileiro de corrupção e decadência das instituições sociais.
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(crédito fotos – Andre Stefano)

Andre Stefano - 120 Dias (32)

“120 Dias de Sodoma”
Com Alex de Félix, André Luiz, Daiane Brito, Débora Cruz, Diego Ribeiro, Evandro Roque, Felipe Souza, Fernando Soares, Flávio Sales, Hanna Perez, Hugo Godinho, Júlia Innocencio, Lucas Allmeida, Lucas Cavallaro, Marcelo Thomaz, Marcelo Vinci, Rhafael de Oliveira, Sabrina Denobile, Tássia Dur e Tom Garcia.
Estação Satyros (Praça Roosevelt, 134 – Consolação, São Paulo)
Duração 95 minutos
03/09 até 29/11
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 24h
$40

Conheça o grupo em http://www.satyros.com.br

“A Filosofia Na Alcova”

A companhia teatral “Os Satyros” apresenta três de suas peças que fazem parte da Tetralogia Libertina – “Juliette”, “A Filosofia na Alcova” e “Os 120 Dias de Sodoma”. São baseadas na obra do Marquês de Sade.
O Marquês de Sade é um nome singular na história da literatura universal. Aliada a uma biografia cheia de peripécias, vivida em plena Revolução Francesa, sua obra suscitou debates intelectuais acirrados durante os séculos. Proibido em seu tempo, a publicação de suas obras era realizada de forma clandestina e causavam grande interesse
Sua obra mais notável foi marcada pelo tom pornográfico em que o sexo e a filosofia materialista eram apresentados simultaneamente, retratando a decadência dos costumes vigentes na França da sua época, deformadas pelas descrições patológicas da corrupção moral e de perversões sexuais.
Muito além do neologismo “sadismo”, tão utilizado pela psicanálise, sua obra também inspirou artistas como os do movimento Surrealista, Artaud, Buñuel, entre outros. Pensadores como Lacan e Sartre mergulharam na sua obra para poder compreender a essência humana, tanto em sua moralidade quanto nos mecanismos que nos movem

“A Filosofia na Alcova”

Dolmancé e Madame de Saint´Ange, dois dos personagens mais libertinos da história da literatura universal são os protagonistas desse texto, escrito originalmente pelo marquês de Sade, em que é apresentada a educação sexual de uma jovem virgem, com aulas práticas e teóricas de libertinagem.
Após o período de aprendizado, a mãe da jovem chega ao palácio dos libertinos para tentar resgatá-la, quando então é confrontada pelos mentores da jovem e por ela mesma.
“A Filosofia na Alcova” é um romance publicado clandestinamente em 1795, protoganizado por uma das personagens mais emblemáticas da obra de Sade: uma jovem pura e ingénua que acaba envolvida em aventuras de depravação e em crimes sexuais.
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(crédito fotos – Andre Stefano)

Andre Stefano- A Filosofia na Alcova (1)

“A Filosofia Na Alcova”
Com Bel Friósi, Felipe Moretti, Henrique Mello, Hugo Godinho, Phedra de Córdoba, Suzana Muniz e Stephane Souza.
Estação Satyros (Praça Roosevelt, 134 – Consolação, São Paulo)
Duração 60 minutos
05/07 até 01/11
Sexta – 24h; Domingo – 19h
$40

Conheça o grupo em http://www.satyros.com.br

“Juliette”

A companhia teatral “Os Satyros” apresenta três de suas peças que fazem parte da Tetralogia Libertina – “Juliette”, “A Filosofia na Alcova” e “Os 120 Dias de Sodoma”. São baseadas na obra do Marquês de Sade.
O Marquês de Sade é um nome singular na história da literatura universal. Aliada a uma biografia cheia de peripécias, vivida em plena Revolução Francesa, sua obra suscitou debates intelectuais acirrados durante os séculos. Proibido em seu tempo, a publicação de suas obras era realizada de forma clandestina e causavam grande interesse
Sua obra mais notável foi marcada pelo tom pornográfico em que o sexo e a filosofia materialista eram apresentados simultaneamente, retratando a decadência dos costumes vigentes na França da sua época, deformadas pelas descrições patológicas da corrupção moral e de perversões sexuais.
Muito além do neologismo “sadismo”, tão utilizado pela psicanálise, sua obra também inspirou artistas como os do movimento Surrealista, Artaud, Buñuel, entre outros. Pensadores como Lacan e Sartre mergulharam na sua obra para poder compreender a essência humana, tanto em sua moralidade quanto nos mecanismos que nos movem.

“Juliette”

Considerada uma das personagens femininas mais polêmicas da história da literatura, a obra foi publicada sob anonimato entre 1797 e 1801 em seis volumes. Esta obra correspondia originalmente à segunda parte de La Nouvelle Justine (1797).
A Juliette do título é a irmã de Justine, uma heroína libertina que vive aventuras as mais variadas, ostentando uma vida bem sucedida, ao contrário da sua virtuosa e desafortunada irmã Justine. Embora seja criada num convento, Juliette é corrompida desde os 13 anos e embarca numa aventura que inclui praticamente todos os tipos de depravação física e moral. A corrupção, as orgias, as traições e assassinatos cometidos por Juliette durante suas aventuras se inserem em um pensamento libertino complexo e bastante desenvolvido durante toda a obra. Considerada uma obra fulcral dentro da trajetória de Sade, “Juliette” pode dialogar perfeitamente com o momento atual brasileiro, onde a crise das instituições e da moral nos leva a um confronto com contornos ainda a serem definidos.
A montagem dos Satyros pretende realizar uma abordagem não cronológica da vida de Juliette, com o debate dos textos filosóficos que rondam o romance de Sade, trazendo à tona os aspectos mais corrosivos de sua abordagem da humanidade, discutindo o papel da mulher na sociedade contemporânea.
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(crédito fotos – Andre Stefano)

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“Juliette”
Com Billy Eustáquio, Cristian Silva, Daiane Brito, Débora Cruz, Diego Ribeiro, Eric Barros, Evandro Roque, Fernando Soares, Flavio Sales, Hanna Perez, Janaína Arruda, Lenin Cattai, Lucas Allmeida, Marcelo Thomaz, Ren’Art, Sabrina Denobile, Silvio Eduardo e Stephane Sousa.
Estação Satyros (Praça Franklin Roosevelt, 222 – Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
17/04 até 01/11
Sábado e Domingo – 21h
$40

Conheça mais o grupo em http://www.satyros.com.br

“Lisbela e o Prisioneiro, o Musical” – Turnê Nacional

“Lisbela e o Prisioneiro, o Musical” – sucesso em São Paulo e no Rio de Janeiro, com mais de 25 mil espectadores, realizará turnê por Curitiba, Joinville e Uberlândia nos meses de setembro e outubro de 2015.
O texto original do pernambucano Osman Lins, escrito em 1964 que já foi filme e especial de TV, foi adaptado para os palcos pelas mãos da escritora Francisca Braga que apresentará ao público um universo musical circense, repleto de criatividade e imaginação.
Na trama Leléu é um artista mambembe que chega na cidade de Vitória de Santo Antão com seu circo, após se engraçar com a mulher de um matador de aluguel, o vilão Vela de Libra . Na cidade Leléu conhece Lisbela que está de casamento marcado com Douglas, porém ambos se apaixonam, tornando-se prisioneiros deste amor.
O elenco composto por 08 atores, 08 músicos e 03 acrobatas circenses apresentarão diversos números de circo como trapézio, lyra, tecido acrobático, corda indiana, malabares, clown, mágica e acrobacias de solo coordenados pelo artista circense Roger Pendezza que optou por uma concepção baseada no artista mambembe brasileiro. Além disso o espetáculo ainda tem coreografias de ballet, forró, samba, roller dance e ballet contemporâneo, idealizadas por Ligia.
Na parte musical o público se deliciará com canções de grandes nomes da nossa música como Zé Ramalho, Pixinguinha, Dominguinhos, Filipe Catto, Caetano Veloso, João Pernambuco entre outros com os arranjos do maestro e diretor musical Dyonisio Moreno que arranjou as músicas regionais dando uma levada pop rock, mesclando instrumentos regionais com eletrônicos.
A criação do espaço cênico foi inspirada nos circos itinerantes do século passado que eram totalmente móveis permitindo diversas combinações cenográficas durante a peça, como uma grande caixa surpresa. Já os figurinos foram pensados como uma atualização dos tipos clássicos do circo teatro, com o cômico, a trapezista, o apresentador entre outros, só que em um novo desenho, de acordo com as personagens e aproveitando materiais essencialmente brasileiros: rendas, cordas e bordados. Essa criação foi feita pelo premiado cenógrafo e figurinista Kleber Montanheiro.
Todo trabalho dessa grande produção é coordenado pelos diretores Dan Rosseto e Ligia Paula Machado e pela supervisora artística Francisca Braga.

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“Lisbela e o Prisioneiro, o Musical”
Com Luiz Araújo, Ligia Paula Machado, Beto Marden, Luccas Garcia, Millene Ramalho, Nill de Pádua, Fernando Prata, Dan Rosseto, Jonatan Motta, Milene Vianna, Roger Pedenzza, Tarik Henrique e Lucas Garavatti
Duração 105 minutos

Curitiba (PR)
Teatro Postivo -Grande Auditório (Rua Prof Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Curitiba)
20/09
Domingo – 19h30
$52 / $84

Joinville (SC)
Teatro CNEC (Av Getúlio Vargas, 1266, anexo ao Colégio Elias Moreira, Anita Garibaldi, Joinville)
27/09
Domingo – 19h30
$60 / $80

Uberlândia (MG)
Teatro Municipal de Uberlândia (Av. Governador Rondon Pacheco, 7070. – Uberlândia)
02 e 03/10
Sexta e Sábado – 21h
$80

“Apenas um (re)trato de família”

A peça “Apenas um (re)trato de família”, do Núcleo Descerimonioso de Teatro, está em cartaz no Viga Espaço Cênico, todas as sextas, às 21 horas.
A peça é uma criação coletiva que partiu das histórias de família dos atores em busca de uma nova perspectiva sobre os próprios pais.
Seguindo por uma pesquisa sobre o teatro documental, o espetáculo foi selecionado em 2015 para o Núcleo de Direção da Escola Livre de Teatro – ELT, com orientação de Luiz Fernando Marques (Lubi).
O Núcleo Descerimonioso de Teatro é um grupo que ainda está no início de sua trajetória e é importante para nós poder abrir o diálogo com pessoas que possam contribuir com a reflexão sobre o nosso trabalho e pesquisa.
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FOTO CARTAZ

“Apenas um (re)trato de família”
Com Caio Freire, Elaine Lopes e Gabriela Nunes Barbosa.
Criação coletiva Núcleo Descerimonioso de Teatro
Direção: Mario Spatizziani
Orientação: Luiz Fernando Marques (Lubi)
Viga Espaço Cênico (R. Capote Valente, 1323 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 70 minutos
04 até 25/09
Sexta – 21 horas
$30

“Canção dos Direitos da Criança”

“Canção dos Direitos da Criança” é um clássico do musical infantil brasileiro, espetáculo de Toquinho e Elifas Andreato que tem canções compostas para a Declaração Universal dos Direitos da Criança. Para encenar a obra, foi convidada a diretora Carla Candiotto, que tem nome associado às mais importantes e premiadas produções do teatro infantil.
A ambientação remete à era vitoriana, em meio à Revolução Industrial. Engrenagens, polias e chaminés complementam o cenário de um mundo que começa a ser regido pelas máquinas e onde as crianças são obrigadas a trabalhar mais do que gente grande.
No desenrolar da história, a cenografia se desdobra e revela também objetos circenses e coloridos, e personagens característicos como o leão, o elefante e a bailarina, elementos que levam o público a um verdadeiro conto de fadas.
Para a diretora, um dos desafios de seu trabalho foi criar um espetáculo sobre os direitos das crianças sem ser didática. A estratégia foi mesclar o período histórico do começo da Revolução Industrial com a linguagem clownesca.
Os personagens das crianças, todos com trejeitos e personalidade, geram uma simpatia quase imediata com o público. “As crianças acabam se identificando com os personagens”, conta Carla. Os ensaios contaram com a participação crítica de Inácio e Regina, filhos de Carla Candiotto e Carol Badra, respectivamente.
A montagem tem o estilo característico de Carla Candiotto (criadora da premiada Cia Le Plat du Jour, ao lado de Alexandra Golik) – rápidas movimentações, corre-corre, cenas limpas e bem desenhadas, ação concentrada em um personagem para facilitar o entendimento dos pequenos, luta e bordões que marcam cada tipo.
Já Toquinho, além das canções feitas para um público adulto, também tem uma obra vasta e importante dedicada às crianças. Os trabalhos do violonista, cantor e compositor voltados ao público infantil foram criados a partir da década de 80, quando Vinicius de Moraes pediu ao parceiro que musicasse seus poemas do livro Arca de Noé. Resultaram desse trabalho os discos Arca de Noé 1 e Arca de Noé 2, lançados pela gravadora
Ariola, em 1980 e 1981, respectivamente. Em 1983, veio Casa de Brinquedos, onde os brinquedos ganham vida, e viram personagens que falam por meio de seus intérpretes. A Bicicleta é Simone, O Robô é o Tom Zé, O Aviãozinho é o próprio Toquinho. Chico Buarque, Paulinho Boca de Cantor, Carlinhos Vergueiro, Baby Consuelo, Cláudio Nucci e Roupa Nova também participam.

Declaração dos Direitos da Criança e do Adolescente

1. Todas as crianças são iguais e têm os mesmo direitos, não importa sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.
2. Todas as crianças devem ser protegidas pela família, pela sociedade e pelo Estado, para que possa se desenvolver física e intelectualmente.
3. Todas as crianças têm direito a um nome e a uma nacionalidade.
4. Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico, antes e depois do seu nascimento. Esse direito também se aplica à sua mãe.
5. As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.
6. Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.
7. Todas as crianças têm direito à educação gratuita e ao lazer.
8. Todas as crianças têm direito de ser socorrida em primeiro lugar em caso de acidentes ou catástrofes.
9. Todas as crianças devem ser protegidas contra o abandono e a exploração no trabalho.
10. Todas as crianças têm o direito de crescer em ambiente de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.

(crédito fotos – João Caldas)

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“Canção dos Direitos da Criança”
Com Carol Badra, Fabiano Medeiros, Igor Miranda, Bernardo Berro, Carolina Rocha, Lucas Cândido, Rennata Airoldi e Thiago Ledier
Teatro Frei Caneca (Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 596 – Consolação, São Paulo)
Duração 60 minutos
12/09 até 01/11
Sábado e Domingo – 16 horas
$60