“Estrada”

Tiago Barbosa apareceu para o grande público ao protagonizar um dos maiores sucessos da Broadway – ele foi Simba no musical “O Rei Leão”, que esteve em cartaz no Teatro Renault nos anos de 2013 e 2014.
Mas Tiago não parou. Emendou um outro espetáculo da Broadway – “Mudança de Hábito”, onde vive atualmente o capanga atrapalhado T.J.
Agora Tiago vem apresentar ao público o seu lado cantor, com o seu primeiro show solo – “Estrada”, onde reúne suas memórias e sucessos.
E por quantas estradas este menino percorreu para chegar onde chegou. Carioca de São João de Meriti, tem na família a ligação com a música e a arte. Foi preparador vocal do grupo de teatro da ONG “Nós do Morro”, localizada no Morro do Vidigal, de onde saíram grandes atores de sucesso, como ele e Thiago Martins.
Formou-se em Pedagogia e enquanto cursava Fonoaudiologia, precisou parar os estudos para pegar sua “estrada”, que o trouxe à São Paulo. Participou do reality show “Ídolos 2012”, até que chegou sua hora. Na seleção para o musical “O Rei Leão”, a criadora e diretora-geral mundial do musical, Julie Taymor, fez algo inédito nos processos de seleção. Emocionada, ao término do teste de Tiago, ela se levantou e disse em lágrimas, que ele tinha sido escolhido para viver Simba, o personagem título.
E outras estradas se abriram para este menino carioca. Uma delas lhe mostra agora o palco do Bourbon Street, onde Tiago lançará seu primeiro projeto solo – “Estrada”.
Durante o show, Tiago resgata suas raízes e influências musicais, relembrando suas conquistas e mostrando sua trajetória de vida.
Como influência musical, ele cita Chico Buarque, Milton Nascimento, Cazuza, Sandra de Sá, The Carpenters, Luther Vandross e Ray Charles. E ainda promete surpresas. Tiago incluiu no show composições autorais – sendo uma delas feita em parceria com o amigo e colega de palco, César Mello.

ESTRADA-ALTA4“O show Estrada conta sobre a história da minha vida em três momentos diferentes. Ele é a minha evolução, minha descoberta musical, provocada por uma efervescência, uma inquietação desde a infância. Começo com uma música mais reflexiva, que conta um pouco sobre como foi minha infância e como poderia ter sido; Parto da influencia do meu pai, com um pouco de MPB, Samba, e R&B, depois entro em um momento mais clássico, com orquestra, chego até a história do programa Ídolos, que é o momento onde preciso me entender e aceitar como um cantor, até a fase em que descubro o universo do teatro musical e começo a trabalhar para a Disney, chegando até o momento em que estou, de enfim compor o som que realmente gostaria de fazer e que por muito tempo optei por esconder. Isso é a estrada…”, explica Tiago.
Com um clima intimista, influenciado pela estética do universo vintage, e sem abrir mão da modernidade, Tiago é acompanhado por 10 músicos – quarteto de cordas, teclado, guitarra, sopro, bateria, contrabaixo e percussão –, e três backing vocals, que o apoiam na condução de um show inovador, capaz de garantir momentos emocionantes e também dançantes, além de propor ao público uma conexão mais próxima com o astral e a sensibilidade do artista.
Em off – sabemos que o show está recheado de participações especiais de amigos. Posso ouvir um amém, pessoal do “Convento Rainha dos Anjos”? (alusão ao musical “Mudança de Hábito)
Sob a direção e produção de Luísa Cassab, a direção musical e arranjos de Fernando Presta, arranjo de cordas de Fred Silveira, o design de luz de Nils Xuxa Grinstein, e design de som de Fábio Del Mazza, o show “Estrada” estreia em 29 de setembro.
“Long live the King!” (“Longa Vida ao Rei!” – alusão ao musical “O Rei Leão”)
‪#‎TiagoBarbosa‬ ‪#‎Estrada‬ ‪#‎Show‬ ‪#‎Teatro‬ ‪#‎TeatroMusical‬ ‪#‎BourbonStreet‬

(crédito fotos – Luís França)

ESTRADA-ALTA-3

“Estrada”
Com Tiago Barbosa e banda
Bourbon Street (Rua Dos Chanés, 127 – Moema, São Paulo)
29/09
Quarta – 21h30
$65

“Morte Acidental de um Anarquista”

A irreverente comédia de Dario Fo, prêmio Nobel de Literatura em 1997 e um dos dramaturgos mais importantes da atualidade, estreia no Teatro Porto Seguro com apresentações às quartas e quintas.
Um louco cuja doença é interpretar pessoas reais é detido por falsa identidade. Na delegacia, se passa por um falso juiz na investigação do misterioso caso do anarquista. A polícia afirma que ele teria se jogado pela janela do quarto andar. A imprensa e a população acreditam que foi jogado. O que teria acontecido realmente? O louco vai enganando um a um, assume várias identidades e, brincando com o que é ou não é real, desmonta o poder e acaba descobrindo a verdade de todos nós.
Fo partiu de um caso verídico, o “suicídio” de um anarquista em Milão em dezembro de 1969. Sua engenhosidade, sua capacidade de escrever diálogos cortantes, de criar tipos diversos dentro de uma mesma peça, representados por um mesmo ator, aliado a um profundo senso cômico, dão dimensão universal ao texto. É sua peça mais conhecida, montada no mundo inteiro. Recentemente em Londres, foi montada com referências ao caso Jean Charles.
“É impressionante como Morte Acidental ainda é atual, 45 anos depois de escrita. É como se ele estivesse falando dos dias hoje, principalmente no Brasil. Em chave de farsa Dario Fo, nos brinda com um texto brilhante. O que fizemos foi tirar as referências que só faziam sentido para os italianos e a realidade em que viviam nos anos setenta. A fábula, a história na nossa montagem esta intacta. O próprio Fo a cada remontagem da peça fazia modificações.” diz Hugo Coelho diretor da peça.
O personagem do Louco (Dan Stulbach), vê representar um juiz como ponto alto de sua “carreira”, pois já se passou por médico cirurgião, psiquiatra, bispo e engenheiro naval, entre outros. Na delegacia, preso pelo Comissário (Fernando Sampaio) encontra os responsáveis pela investigação, o Delegado (Henrique Stroeter) e o Secretário de Segurança (Riba Carlovich). Depois a imprensa aparece, através da Jornalista (Maira Chasseraux). Todos, menos o Louco, inspirados em personagens reais.
Henrique e Dan escolheram este texto para sua parceria cênica, motivados pela “diversão total e pela inteligência do Dario” como diz Dan e “pelo prazer de representar um clássico cômico popular e atual” como diz Henrique (que diz ter sido a montagem de Antônio Fagundes em 1985 a responsável pela sua escolha em ser ator. Dan não viu a montagem) ”’é uma alegria total interpretar este personagem. um desafio diferente de tudo que já fiz”, diz Dan.
Baseado em fatos reais, a comédia mais famosa de Dario Fo, Prêmio Nobel de Literatura de 1997, diverte e esclarece, aprofunda e critica a vida e a nossa sociedade.
‪#‎Teatro‬ ‪#‎TeatroMusical‬ ‪#‎VáAoTeatro‬ ‪#‎OpiniãoDePeso‬‪#‎MorteAcidentalDeUmAnarquista‬ ‪#‎TeatroPortoSeguro‬

(crédito fotos – João Caldas Filho)

“Morte Acidental de um Anarquista”
Com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Fernando Sampaio, Maíra Chasseraux e participação em cena de Rodrigo Bella Dona como “O Guarda”.
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elísios – São Paulo)
Duração 80 minutos
23/09 até 10/12
Quarta e Quinta – 21h
$40 / $50

“Como é que pode?”

O humorista Gabriel Louchard estreia o espetáculo “Como é que pode?”, no dia 3 de outubro no Teatro Folha. Ele é dirigido por Leandro Hassum que une stand up, esquetes cômicos, vídeos e números de mágica.
Em cena Gabriel Louchard apresenta esquetes que brincam com situações cotidianas. A plateia é convidada a participar das cenas e de truques de mágica, sempre aliados ao bom-humor do texto. “A participação da plateia ocorre de forma espontânea e natural. Isso deixa o show muito mais quente e próximo ao público”, explica Gabriel.
Versátil, Gabriel Louchard explora suas habilidades de comediante, mágico, ator e autor –o texto do espetáculo foi escrito por ele em parceria com Mauricio Rizzo, roteirista de “A Grande Família”.
Logo na abertura do show, um vídeo com depoimentos de Patrícia Pillar, Bruno Gagliasso e Thiago Lacerda falam de forma divertida sobre o humorista,“o maior artista do mundo”.
Há dois anos em cartaz, o espetáculo cumpriu temporadas de sucesso de público e de crítica, e foi visto por mais de 100 mil espectadores.
‪#‎ComoÉQuePode‬ ‪#‎GabrielLouchard‬ ‪#‎Teatro‬ ‪#‎TeatroMusical‬‪#‎VáAoTeatro‬ ‪#‎OpiniãoDePeso‬ ‪#‎StandUp‬ ‪#‎TeatroFolha‬‪#‎ConteúdoTeatral‬

“Como é que pode?”
Com Gabriel Louchard
Teatro Folha (Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 – Consolação, São Paulo)
Duração: 60 minutos
03/10 até 28/11
Sábado – 23h59
$40 / $50