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“Presente de Vô” (Rio de Janeiro)

Comemorando seus 35 anos, o grupo mineiro Ponto de Partida volta ao Rio junto ao coro Meninos de Araçuaí, do Vale do Jequitinhonha, para apresentar o musical Presente de Vô, com patrocínio do programa Natura Musical. Um espetáculo para toda família, que mescla cirandas guaranis, cantigas africanas, clássicos da música brasileira e batuques aprendidos com avós do Vale do Jequitinhonha. Serão apenas duas apresentações, nos dias 24 e 25 de outubro, sábado, às 20h, domingo, às 17h, no Espaço Tom Jobim.

A história de Presente de Vô se passa no “país secreto onde moram os meninos”. Lá existe a oficina fantástica do velho Cambeva, um restaurador de sonhos e lembranças, onde um Realejo espera ser consertado. Enquanto isso, Temporina, uma doce senhorinha, parte em busca das recordações de sua infância e a pequena Deolinda, a neta do restaurador, ao lado de Tuzébio, seu ajudante desajeitado, tentam descobrir qual é o Presente de Vô que ela ganhará no seu aniversário.

Além da Oficina de Cambeva, o universo fantástico é habitado pelas Sonhambulantes, três divertidas irmãs que sofrem da doença (ou do dom) de viver no sonho; Zalém e Calunga, nativos do Parasempre, andam pelo mundo a recolher e catalogar lembranças e há também a Maria Metade e seus Meninos encantados, que são e sempre serão crianças, pois habitam as histórias.

O repertório tem arranjos assinados pelo grupo Pau Brasil e mistura cirandas guaranis, cantigas de ninar africanas, batuques aprendidos com avós do Vale do Jequitinhonha, aleluias misturadas a vozes indígenas, Tom Jobim, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Milton Nascimento, canções do folclore português – ou recolhidas nas andanças antropológicas de Mário de Andrade – e músicas compostas originalmente para a trilha sonora de uma história fantasiosa que nos faz olhar, com um carinho muito especial, para a nossa herança. A preparação vocal é assinada por Babaya.

A encenação dispensa os grandes cenários, efeitos especiais e maquinarias para dar lugar ao faz de conta. Assim, se constrói basicamente com panos que ora são noivas, arco-íris, recordações e também com singelos elementos de infância. Os figurinos visitaram os baús dos avós para deles acordar rendas, tecidos, crochês e modelagens. A luz dá um tom mágico à obra, nos levando sempre a um lugar onde tudo é possível. Com uma formação de teclado, violão, sopro e bateria, a música é toda executada ao vivo, com arranjos poderosos e uma trilha incidental que deixa tudo muito mais divertido.

Foi assim que o Ponto de Partida e os Meninos de Araçuaí escolheram celebrar 15 anos de sua parceria: entregando às novas e futuras gerações um legado que lhes pertence e determina e que só pode ser passado de avô para neto através de uma trilha invisível que apenas o afeto sabe percorrer… ou a fantasia! As músicas, então, alinhavam uma trama com personagens que vivem situações absurdas e divertidas acerca da perda ou do resgate das lembranças e dos sonhos.

Presente de Vô já se apresentou em São Paulo (Auditório Ibirapuera e SESC Belenzinho), Rio de Janeiro (Espaço Tom Jobim), Curitiba (Guairinha), Belo Horizonte (SESC Palladium e Teatro Bradesco), Porto Alegre (Theatro São Pedro), Juiz de Fora (Cine Theatro Central), Campinas, São João del Rei e Barbacena, onde estreou e seguirá para o Recife (Theatro Santa Izabel), Santos e São Paulo.

A atriz Fernanda Montenegro falou sobre o espetáculo

“Presente de Vô”
Com PONTO DE PARTIDA: Ana Alice Souza | Carolina Damasceno | Érica Elke | João Melo | Júlia Medeiros | Lido Loschi | Pablo Bertola | Renato Neves | Ronaldo Pereira | Soraia Moraes
MENINOS DE ARAÇUAÍ: Alan Coelho | Ângela Ferreira | Charles Soares | Emily Miranda | Felipe Luiz Ferreira | Felix Henrique | João Batista Fernandes Oliveira | Johnny Ferreira | Júnio Alves | Karine Montenegro (interpretando Temporina menina) | Kerliane Pereira | Laynne Barbosa | Luiz Felipe | Luiz Gustavo | Luiza Eugraphio | Marcos Vinicius | Matheus Rodrigues | Michael Douglas | Pitágoras Silveira | Roseane Caldeira | Tamires Fernandes | Thamiris Soares | Thauane Silva | Vitor Manoel | Gleicielle Laurindo | Luna Vaz | Raíssa Moreira | Glaskia Tavares | Gleysla Tavares | Rogaciano Lopes | Educadora: Cleia Celestino
BANDA: Caetano Brasil (sopros) | Felipe Moreira (teclado) | Gladston Vieira (bateria) | Marcos Danilo (violão)
Espaço Tom Jobim (Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro)
Duração 80 minutos
24 e 25/10
Sábado – 20h; Domingo – 17h
$40

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(crédito foto – Guto Muniz

“O Primeiro Musical A Gente Nunca Esquece”

Pipoca na panela começa a arrebentar / pipoca com sal, que sede que dá…
Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim…
Pensou cerveja pediu: Brahma Chopp, Brahma Chopp…
Me dá, me dá, me dá / Me dá Danoninho, Danoninho já…

Com certeza, você já cantarolou estes jingles. Estes e diversos outros comerciais são os protagonistas da nova produção da Aventura Entretenimento, “O primeiro musical a gente nunca esquece”, que estreia dia 29 de outubro, quinta-feira, às 21 horas, no Theatro NET SP.

O espetáculo se conecta aos espectadores através da emoção ao relembrar grandes clássicos do teatro musical, como Mágico de Oz e Noviça Rebelde, e 30 jingles nacionais inesquecíveis, que chegam aos palcos em forma de arte e se destacam como conteúdo cultural brasileiro.

A solução para a criação de um espetáculo que mesclasse a criação publicitária com o teatro musical foi da agência CUBOCC. “Somos o terceiro país em produção de musicais no mundo e a propaganda é um dos conteúdos mais consumidos pelo brasileiro. A ideia dessa produção é estimular o setor da indústria criativa, aproximando a larga produção de musicais do país às marcas anunciantes e agências. Nada melhor do que unir essas duas pontas em uma história inédita contada com dramaturgia e música”, comenta Luiz Calainho, sócio-diretor da Aventura Entretenimento, ao lado de Aniela Jordan e Fernando Campos.

O primeiro musical - Foto Julia Torres
Um dos nomes mais importantes da publicidade, Washington Olivetto assina a consultoria criativa do espetáculo, que leva no título uma homenagem a uma de suas criações mais premiadas e lembradas da história, a propaganda da Valisère ‘O primeiro sutiã a gente nunca esquece’, lançada em 1987. Grande admirador do teatro musical, Olivetto é um dos maiores nomes da propaganda nacional e vencedor de mais de 50 Leões no Festival de Publicidade de Cannes.

Escrito e dirigido por Rodrigo Nogueira (Rock in Rio, o musical e Chacrinha, o musical), ‘O primeiro musical a gente nunca esquece’ conta a história de um casal formado por um publicitário viciado em televisão e uma dona de casa sonhadora, apaixonada por musicais. São diversas marcas lembradas nessa trajetória como: Brahma, Guaraná Antarctica, Cremogema, Estrela, Bamerindus, Honda e Pão de Açucar. “Sempre fui uma criança obcecada por televisão e tenho lembranças com a maior parte dos jingles que aparecem na peça. Escrever esse musical foi muito interessante, pois ele veio crescendo ao longo do caminho.”, comenta Rodrigo Nogueira, autor e diretor do espetáculo.

Um dos destaques dessa produção é a mistura das canções. A trilha sonora é composta por três tipos: grandes clássicos de musicais, como Mágico de Oz, Noviça Rebelde e Sweet Charity; inéditas – três novas músicas feitas pelo Rodrigo Nogueira; e jingles históricos. Tudo devidamente comandado pelo compositor e pianista Tony Lucchesi, que assina a direção musical. Também fazem parte da equipe criativa Rodrigo Negri e Priscilla Mota (Coreografia), Jackson Tinoco (Cenografia), Paula Acioly (Figurinista), Adriana Ortiz (Iluminação), Carlos Esteves (Sound Designer) e Marcela Altberg (Produção de elenco). ‘O primeiro musical a gente nunca esquece’ é apresentado pelo Ministério da Cultura e Grupo Bradesco Seguros e tem a Avianca como transportadora oficial. O primeiro musical - Dora e Franco - Foto Julia Torres“O primeiro musical a gente nunca esquece” é um espetáculo tratado com muito humor e ironia. O texto de Rodrigo Nogueira conta a história de Dora (Amanda Acosta) e Franco (Marcelo Varzea), um casal em crise, com quase vinte anos de casamento. Ele é um executivo, dono de uma grande agência de publicidade, viciado em propaganda, e ela uma exemplar dona de casa, viciada em musicais. Perto de completarem 20 anos de casados, a relação está desgastada e Franco já não dispensa a mesma atenção à Dora. A vida dele é do trabalho para frente da TV, enquanto Dora vive em um mundo de fantasias sempre pensando nos grandes musicais de que gosta tanto. Vivem em mundos distintos. Dora, cada vez sentindo um vazio maior dentro de si, tem uma grande amiga e vizinha, a Madalena (Bia Montez), mulher mais velha que vive com seu neto Leonardo (Hugo Kerth. Franco, que mal percebe que tem um problema em casa, tem em Eliseo (Reiner Tenente), seu sócio, um grande amigo.
No dia de comemorar o aniversário de 20 anos de casados Dora prepara uma noite romântica, porém Franco se esquece da data. Em um surto explosivo, Dora destrói a televisão do marido. Um choque! Ela entra em uma grave crise depressiva e passa a não escutar mais o que falam. Ou melhor: Só escuta quando cantam.

‘O primeiro musical a gente nunca esquece’ é a segunda produção da série de espetáculos da Aventura Entretenimento, ‘Uma nova aventura brasileira’, que consiste em quatro montagens que envolvem elementos muito valorizados pelo público nacional: TV, cultura, POP e música. A nova série surgiu após o grande sucesso da trilogia ‘Uma aventura brasileira’, que levou mais de 600 mil pessoas ao teatro para assistir aos espetáculos Elis, A musical, Se Eu Fosse Você, o musical e Chacrinha, o musical, entre 2014 e 2015. ‘Uma nova aventura brasileira’ promete, mais uma vez, revolucionar o conceito de musicais com os espetáculos: SamBRA, O primeiro musical a gente nunca esquece, Garota de Ipanema, o musical e Vamp.

A nova série contribui para o crescimento dos musicais nacionais genuínos, depois do sucesso alcançado por adaptações de clássicos da Broadway no país. “Estamos fazendo história no teatro musical. No Brasil, há uma capacidade criativa gigante. O que falta é uma boa gestão. E a Aventura, assim como outras grandes empresas, tem procurado implementar a gestão de alto nível”, celebra Luiz Calainho, empresário, sócio da Aventura Entretenimento.

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“O Primeiro Musical A Gente Nunca Esquece”
Com Marcelo Varzea, Amanda Acosta, Bia Montez, Reiner Tenente, Hugo Kerth, Marcelo Ferrari, Lucas Nunes, Junior Zagotto, Pedro Arrais, Leilane Teles, Thais Piza, Debora Polistchuck e Carol Botelho.
Theatro NET SP (Rua Olimpíadas, 360 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 100 minutos
29/10 até 20/12
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 21h30 e Domingo – 20h
$50 / $150

“A Reação”

O que faz com que sejamos o que somos e nos apaixonemos por alguém? É possível desencadear uma paixão entre duas pessoas? Até que ponto somos meras marionetes fisiológicas tentando ser autoras de suas vidas? Pode existir um Viagra do amor?

Na Grécia antiga, Hipócrates, o pai da medicina, foi o primeiro a postular que os estados de espírito e as doenças da alma seriam, na verdade, condições fisiológicas geradas por “humores” ou fluidos corporais, como a “bile negra”, que gerava a melancolia. Os herdeiros contemporâneos dos “humores” de Hipócrates são os neurotransmissores, responsáveis por nossas alegrias, tristezas, empenhos e paixões. É através dos neurotransmissores que a psiquiatria e a neurologia tentam mapear os comportamentos e reações humanas.

Dois jovens voluntários aceitam participar de uma pesquisa com remédios antidepressivos, supervisionados pelos renomados psiquiatras, a Dra. Lorna e o Dr. Thomas. A estudante de psicologia Connie e o jovem sedutor Tristan vivenciam assim a dúvida sobre a autenticidade de suas paixões e sofrem com a imprevisibilidade do amor, numa montanha russa de sensações.

A trama desenrola de maneira eletrizante e dinâmica discutindo de maneira divertida e inteligente um dos assuntos mais polêmicos da atualidade: a depressão, suas causas e as conseqüências da medicação a curto ou longo prazo.

Além de divertir, entreter e contar uma história de amor, a peça reflete sobre uma questão muito importante e difícil nos dias de hoje que é a depressão como diagnóstico. Questiona também os limites da medicina e os polêmicos caminhos da indústria farmacêutica. Trazer este assunto de forma aberta, divertida, tendo o amor como pano de fundo, proporciona um debate mais do que necessário nos dias de hoje.

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“A Reação”
Com André Bankoff, Isabella Lemos, Kadi Moreno e Rubens Caribé
Teatro VIVO (Av. Dr. Chucri Zaidan, 860 – Morumbi, São Paulo)
Duração 90 minutos
16/10 até 20/12
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 18h
$30 / $40