“Irmãos, Irmãos… Negócios à parte”

Estreia em São Paulo, no próximo dia 3 de outubro (sábado) o espetáculo “Irmãos, irmãos… Negócios à parte”, com patrocínio da IHARA, através da Lei Federal de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) e produção da Marolo Produções. A comédia de autoria de Enéas Carlos, conta com direção de Luiz Antônio Pilar e elenco formado pelos irmãos Paulo Guarnieri e Flávio Guarnieri, filhos do ator Gianfrancesco Guarnieri, falecido em 2006. “Irmãos, irmãos…Negócios à parte!” fica em cartaz, no Teatro Gazeta, de 3 de outubro a 8 de novembro.

Esta é a primeira vez que os irmãos voltam a atuar juntos, depois de 16 anos. No espetáculo, ainda haverá uma participação “in memorian”, através de fotografia, de Guarnieri, como pai dos irmãos.

Irmãos, irmãos… Negócios à parte” narra a história de Dárcio (Flávio Guarnieri) e Dilson (Paulo Guarnieri), dois irmãos que, até então, não sabem um da existência do outro. Dilson mora em São Paulo, capital, enquanto Dárcio vive numa fazenda no interior. Os dois só vão descobrir o parentesco quando o pai de ambos morre e deixa em testamento o desejo de ser enterrado na fazenda.

A fim de cumprir o desejo do pai, Dilson parte em direção ao interior. Quando finalmente encontra o irmão e comunica a notícia, uma chuva torrencial os deixa presos enquanto aguardam a chegada do corpo. Durante esse tempo os irmãos convivem com suas diferenças e o desconhecimento mútuo da vida um do outro.

Dilson, executivo da indústria farmacêutica, é o típico “urbanoide”, critica o campo assim que chega e não faz ideia se a melancia nasce em árvore ou no chão. Como um bom executivo da metrópole, totalmente distante da realidade do interior, se acha superior e mais esperto, mas, o que vemos no decorrer da peça é o contrário.

Dárcio, por sua vez, na sua simplicidade do campo não entende como o irmão trabalha na pesquisa e venda de remédios para as pessoas e não admite prática semelhante na lavoura. Dárcio é um caipira que está longe do estereótipo, é um empresário do agronegócio, que tem uma empresa de sucesso, como tantos pelo interior do Brasil. Tem a simplicidade e o acolhimento das pessoas do campo, mas é bem mais esperto que o irmão da cidade imagina. Colocados frente a frente suas contradições se traduzem de forma divertida e os irmãos mostram a distância e falta de informação do homem da cidade em relação ao campo e vice-versa.

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“Irmãos, irmãos…Negócios à parte”
Com Flávio Guarnieri e Paulo Guarnieri
Teatro Gazeta (Av. Paulista, 900 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
03/10 até 08/11
Sábado – 18h; Domingo – 20h
$ 40

“Valham-me Deuses”

Valham-me Deuses, texto inédito de Perito Monteiro, trata da eterna busca pela felicidade. Eduardo Martini e Suzy Rêgo estão no elenco, sob direção de Neyde Veneziano.  

Na peça, Suzy Rêgo é Renilda, uma esteticista, solitária e metódica, que recebe inesperadamente a visita de um homem tímido e estranho. Sua vida organizada muda, então, radicalmente. A paixão despertada pelo desconhecido faz com que ela entre em contato com esoterismos, autoajuda, religiões e tantos outros meios a fim de conseguir rever essa figura que passou a ser o “seu sonho de felicidade”. Sem perceber, ela vai caindo em mãos pouco confiáveis de malandros e trambiqueiros. Todos os personagens que Renilda encontra nessa saga são interpretados por Eduardo Martini. Cansada de tanto gastar seu dinheiro duro de ganhar, ela se transforma e usa o que aprendeu a seu favor, mudando o que diziam ser o seu destino.

Trabalhar com a diretora Neyde Veneziano é um desejo antigo de Martini, a encenadora trouxe ao espetáculo uma atmosfera de sonho, misturando realismo e devaneios, tudo no ritmo frenético que acompanha a vida da personagem Renilda. A trilha sonora de Ricardo Severo, especialmente composta para o espetáculo, traz um tema central, o tema de Renilda, que se desdobra em diferentes estilos para contar as mais diversas aventuras vividas por ela. O cenário deClaudio Carpenter e Eduardo Martini é versátil, simbolizando a casa e o consultório de Renilda e ao mesmo tempo com elementos que entram e saem de cena, que constroem o universo das ruas e feiras.

“Valham-me Deuses é um espetáculo que fala de sonho e auto- conhecimento, uma peça sobre a busca da felicidade, mas ao mesmo tempo repleta de humor e comédia, elementos essenciais da vida”, comenta o ator Eduardo Martini.

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“Valham-me Deuses”
Com Suzy Rêgo e Eduardo Martini
Teatro União Cultural (R. Mario Amaral, 209 – Paraíso, São Paulo)
Duração 90 minutos
30/09 até 03/12
Quarta e Quinta – 21h
$20

Peter Pan, o Musical (Fotos)

Primeiro espetáculo musical infantil da London Company!
Todas as crianças crescem, menos uma. Peter Pan é um menino especial que visita a família Darling para ouvir as histórias que são contadas para as crianças pela irmã mais velha, Wendy. Juntos, Peter, Wendy e as crianças embarcam em uma aventura na Terra do Nunca, onde encontrarão fadas e seres encantados, terão que lutar contra piratas e ajudar crianças perdidas a encontrar suas histórias.
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Peter Pan, o Musical
Com London Company – Sandro Conte, Rafael Mallagutti, Clarissa Marinho, Maria Isabel Nobre, Giovanni Baroni, Cayke Scalioni, Carolina Fernandes, Monica Michelle, Juliana Shiroyama, Jeferson Kucioyada, Gustavo Della, Julio Aracack, Filipe Azeredo, Mateus Polli, Bruno Albuquerque, Dan Sinclair, Fernando Alberti, Anthony Vargas, Mayara Garcia
Teatro Ruth Escobar (Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo)
Setembro a Novembro
Duração 65 minutos
Sábado e Domingo – 16h
$50

A Lenda do Vale da Lua (Fotos)

Dirigida por Wilma de Souza, A Lenda do Vale da Lua é uma grande festa, que com muita poesia, música cantada e tocada ao vivo, adereços e bonecos envolve os jovens atores Sabrina Petraglia, Jacqueline Sato, Daniel Granieri e Vitor Placca, o ator e músico Cristiano Meirelles e a plateia, em uma grande brincadeira de contar histórias.

Os jovens atores Sabrina Petraglia, Jacqueline Sato, Daniel Granieri e Vitor Placca começam o espetáculo na plateia, desenhando, aceitando a sugestão da música que está sendo cantada no palco, pelo músico e ator Cristiano Meirelles que é um personagem que no espetáculo representa a cultura popular, as brincadeiras, as cores, a dança e a música. Ele se comunica com a plateia com o intuito de capturar pessoas para o seu mundo colorido e cheio de histórias. A forma utilizada por ele é o som. No momento em que os quatro jovens atores são atraídos para o palco a história começa.

 O palco se transforma em grande festejo para os jovens atores criarem em cena aberta a história de Jorge e Suzana, que moravam no Vale da Lua e tinhas dois filhos:  Carlos e Lúcia.  Numa noite em que as crianças olhavam o céu e viram uma estrela cadente, elas tiveram uma grande ideia. Inventaram um boizinho para brincar, dançar e encantar oVale da Lua. Mas a brincadeira foi parar na cidade grande e para trazer o boizinho de volta, foi preciso contar com a ajuda das lendas.

Os quatro jovens atores se revezam para interpretar os quatro personagens da história (pai, mãe, Lúcia e Carlos), além das figuras que vão surgindo na narrativa, como o Astronauta, Mateus e Bastião, o Doutor, Dona Lua e a Ema. Para tanto se utilizam de objetos e adereços que vão encontrando pelo palco. “Dentre os objetos utilizados pelos personagens, existem alguns bem cotidianos, como vassouras, guarda-chuvas, cestos e meias, a ideia é que a criança possa levar para casa algumas sugestões para criar  o seu próprio Vale da Lua”, comenta a diretora Wilma de Souza.

O músico paraibano Chico César compôs 10 canções especialmente para o espetáculo, que tem 13 músicas ao todo, outras duas compostas pelo diretor musical da peça, Tato Fischer, e um rap criado pelos atores, junto com Tato. As canções são interpretadas ao vivo pelos atores e tocadas e cantadas por Cristiano Meirelles com sanfona, violão, flauta e muita percussão.

 Realizado pelas produtoras Barros + Barros Produções, Tiarajú Produções Artísticas e Culturais e Brancalyone Produções A Lenda do Vale da Lua ainda conta com cenário, figurinos, e adereços de Márcio Vinícius, iluminação de Wagner Freire e coreografias de Gal Spitzer.
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“A Lenda do Vale da Lua”
Com Sabrina Petraglia, Jacqueline Sato, Daniel Granieri, Vitor Placca e Cristiano Meirelles (ator/músico)
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 55 minutos
10/10 até 13/12
Sábado e Domingo – 15h
$30 / $40

Ensemble Studio Marconi Araújo

No dia 21 de outubro, houve a apresentação do Ensemble Studio Marconi Araújo no Teatro das Artes, do Shopping Eldorado (SP).
A ideia do maestro Marconi Araújo de montar o Ensemble foi de fomentar a cultura vocal na cidade de São Paulo.
O que se viu naquela noite foi algo inacreditável. Imagina juntar uma quantidade de vozes (nas suas várias classificações e extensões vocais) e apresentarem músicas que foram do pop, passando pela lírica e sacra, contornando o rock e chegando nos musicais.
Escrever é pouco, não tem como transmitir a experiência vivida nesta noite única.
Parabéns a todos, primeiramente ao maestro Marconi Araújo, por este presente dado ao público de amigos e fãs. Que venham muito mais apresentações.
Fizemos um clip de algumas músicas que foram apresentadas naquela inesquecível noite.

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(crédito filmagem – Opinião de Peso e Thiago Mota)
Link vídeo no youtube – https://www.youtube.com/watch?v=J9ekho7Dnss

Diretor Geral: Maestro Marconi Araújo
Produção Geral: Fábio Hecker
Diretor Administrativo: Alessandro Kosta
Pianista: Fausto Ito
Stage Manager: Andrezza Medeiros
Produtora Executiva Associada: Cris Caner
Ensaiadores: Adriano Disidney, Alexandra Liambos, Bruna Pimentel, & Gabriel Calixto
Assistente de Produção: Gustavo Althman
Design de Luz e Som: Marconi Araujo
Identidade Visual: Adriano DiSidney
Visagismo: Marconi Araujo
Chefe das Camareiras: Silvana Rodrigues
Fotografia: Helena Mello
Video: Denny Naka
Apoio: Maestro Entretenimento
Assessoria de Imprensa: Nina Vettá
Realização Hecker Produções. Art. Ltda.
Promoção: Guia do Ator & A Broadway é Aqui

Vídeo

“Presente de Vô” (Rio de Janeiro)

Comemorando seus 35 anos, o grupo mineiro Ponto de Partida volta ao Rio junto ao coro Meninos de Araçuaí, do Vale do Jequitinhonha, para apresentar o musical Presente de Vô, com patrocínio do programa Natura Musical. Um espetáculo para toda família, que mescla cirandas guaranis, cantigas africanas, clássicos da música brasileira e batuques aprendidos com avós do Vale do Jequitinhonha. Serão apenas duas apresentações, nos dias 24 e 25 de outubro, sábado, às 20h, domingo, às 17h, no Espaço Tom Jobim.

A história de Presente de Vô se passa no “país secreto onde moram os meninos”. Lá existe a oficina fantástica do velho Cambeva, um restaurador de sonhos e lembranças, onde um Realejo espera ser consertado. Enquanto isso, Temporina, uma doce senhorinha, parte em busca das recordações de sua infância e a pequena Deolinda, a neta do restaurador, ao lado de Tuzébio, seu ajudante desajeitado, tentam descobrir qual é o Presente de Vô que ela ganhará no seu aniversário.

Além da Oficina de Cambeva, o universo fantástico é habitado pelas Sonhambulantes, três divertidas irmãs que sofrem da doença (ou do dom) de viver no sonho; Zalém e Calunga, nativos do Parasempre, andam pelo mundo a recolher e catalogar lembranças e há também a Maria Metade e seus Meninos encantados, que são e sempre serão crianças, pois habitam as histórias.

O repertório tem arranjos assinados pelo grupo Pau Brasil e mistura cirandas guaranis, cantigas de ninar africanas, batuques aprendidos com avós do Vale do Jequitinhonha, aleluias misturadas a vozes indígenas, Tom Jobim, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Milton Nascimento, canções do folclore português – ou recolhidas nas andanças antropológicas de Mário de Andrade – e músicas compostas originalmente para a trilha sonora de uma história fantasiosa que nos faz olhar, com um carinho muito especial, para a nossa herança. A preparação vocal é assinada por Babaya.

A encenação dispensa os grandes cenários, efeitos especiais e maquinarias para dar lugar ao faz de conta. Assim, se constrói basicamente com panos que ora são noivas, arco-íris, recordações e também com singelos elementos de infância. Os figurinos visitaram os baús dos avós para deles acordar rendas, tecidos, crochês e modelagens. A luz dá um tom mágico à obra, nos levando sempre a um lugar onde tudo é possível. Com uma formação de teclado, violão, sopro e bateria, a música é toda executada ao vivo, com arranjos poderosos e uma trilha incidental que deixa tudo muito mais divertido.

Foi assim que o Ponto de Partida e os Meninos de Araçuaí escolheram celebrar 15 anos de sua parceria: entregando às novas e futuras gerações um legado que lhes pertence e determina e que só pode ser passado de avô para neto através de uma trilha invisível que apenas o afeto sabe percorrer… ou a fantasia! As músicas, então, alinhavam uma trama com personagens que vivem situações absurdas e divertidas acerca da perda ou do resgate das lembranças e dos sonhos.

Presente de Vô já se apresentou em São Paulo (Auditório Ibirapuera e SESC Belenzinho), Rio de Janeiro (Espaço Tom Jobim), Curitiba (Guairinha), Belo Horizonte (SESC Palladium e Teatro Bradesco), Porto Alegre (Theatro São Pedro), Juiz de Fora (Cine Theatro Central), Campinas, São João del Rei e Barbacena, onde estreou e seguirá para o Recife (Theatro Santa Izabel), Santos e São Paulo.

A atriz Fernanda Montenegro falou sobre o espetáculo

“Presente de Vô”
Com PONTO DE PARTIDA: Ana Alice Souza | Carolina Damasceno | Érica Elke | João Melo | Júlia Medeiros | Lido Loschi | Pablo Bertola | Renato Neves | Ronaldo Pereira | Soraia Moraes
MENINOS DE ARAÇUAÍ: Alan Coelho | Ângela Ferreira | Charles Soares | Emily Miranda | Felipe Luiz Ferreira | Felix Henrique | João Batista Fernandes Oliveira | Johnny Ferreira | Júnio Alves | Karine Montenegro (interpretando Temporina menina) | Kerliane Pereira | Laynne Barbosa | Luiz Felipe | Luiz Gustavo | Luiza Eugraphio | Marcos Vinicius | Matheus Rodrigues | Michael Douglas | Pitágoras Silveira | Roseane Caldeira | Tamires Fernandes | Thamiris Soares | Thauane Silva | Vitor Manoel | Gleicielle Laurindo | Luna Vaz | Raíssa Moreira | Glaskia Tavares | Gleysla Tavares | Rogaciano Lopes | Educadora: Cleia Celestino
BANDA: Caetano Brasil (sopros) | Felipe Moreira (teclado) | Gladston Vieira (bateria) | Marcos Danilo (violão)
Espaço Tom Jobim (Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro)
Duração 80 minutos
24 e 25/10
Sábado – 20h; Domingo – 17h
$40

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(crédito foto – Guto Muniz

“O Primeiro Musical A Gente Nunca Esquece”

Pipoca na panela começa a arrebentar / pipoca com sal, que sede que dá…
Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim…
Pensou cerveja pediu: Brahma Chopp, Brahma Chopp…
Me dá, me dá, me dá / Me dá Danoninho, Danoninho já…

Com certeza, você já cantarolou estes jingles. Estes e diversos outros comerciais são os protagonistas da nova produção da Aventura Entretenimento, “O primeiro musical a gente nunca esquece”, que estreia dia 29 de outubro, quinta-feira, às 21 horas, no Theatro NET SP.

O espetáculo se conecta aos espectadores através da emoção ao relembrar grandes clássicos do teatro musical, como Mágico de Oz e Noviça Rebelde, e 30 jingles nacionais inesquecíveis, que chegam aos palcos em forma de arte e se destacam como conteúdo cultural brasileiro.

A solução para a criação de um espetáculo que mesclasse a criação publicitária com o teatro musical foi da agência CUBOCC. “Somos o terceiro país em produção de musicais no mundo e a propaganda é um dos conteúdos mais consumidos pelo brasileiro. A ideia dessa produção é estimular o setor da indústria criativa, aproximando a larga produção de musicais do país às marcas anunciantes e agências. Nada melhor do que unir essas duas pontas em uma história inédita contada com dramaturgia e música”, comenta Luiz Calainho, sócio-diretor da Aventura Entretenimento, ao lado de Aniela Jordan e Fernando Campos.

O primeiro musical - Foto Julia Torres
Um dos nomes mais importantes da publicidade, Washington Olivetto assina a consultoria criativa do espetáculo, que leva no título uma homenagem a uma de suas criações mais premiadas e lembradas da história, a propaganda da Valisère ‘O primeiro sutiã a gente nunca esquece’, lançada em 1987. Grande admirador do teatro musical, Olivetto é um dos maiores nomes da propaganda nacional e vencedor de mais de 50 Leões no Festival de Publicidade de Cannes.

Escrito e dirigido por Rodrigo Nogueira (Rock in Rio, o musical e Chacrinha, o musical), ‘O primeiro musical a gente nunca esquece’ conta a história de um casal formado por um publicitário viciado em televisão e uma dona de casa sonhadora, apaixonada por musicais. São diversas marcas lembradas nessa trajetória como: Brahma, Guaraná Antarctica, Cremogema, Estrela, Bamerindus, Honda e Pão de Açucar. “Sempre fui uma criança obcecada por televisão e tenho lembranças com a maior parte dos jingles que aparecem na peça. Escrever esse musical foi muito interessante, pois ele veio crescendo ao longo do caminho.”, comenta Rodrigo Nogueira, autor e diretor do espetáculo.

Um dos destaques dessa produção é a mistura das canções. A trilha sonora é composta por três tipos: grandes clássicos de musicais, como Mágico de Oz, Noviça Rebelde e Sweet Charity; inéditas – três novas músicas feitas pelo Rodrigo Nogueira; e jingles históricos. Tudo devidamente comandado pelo compositor e pianista Tony Lucchesi, que assina a direção musical. Também fazem parte da equipe criativa Rodrigo Negri e Priscilla Mota (Coreografia), Jackson Tinoco (Cenografia), Paula Acioly (Figurinista), Adriana Ortiz (Iluminação), Carlos Esteves (Sound Designer) e Marcela Altberg (Produção de elenco). ‘O primeiro musical a gente nunca esquece’ é apresentado pelo Ministério da Cultura e Grupo Bradesco Seguros e tem a Avianca como transportadora oficial. O primeiro musical - Dora e Franco - Foto Julia Torres“O primeiro musical a gente nunca esquece” é um espetáculo tratado com muito humor e ironia. O texto de Rodrigo Nogueira conta a história de Dora (Amanda Acosta) e Franco (Marcelo Varzea), um casal em crise, com quase vinte anos de casamento. Ele é um executivo, dono de uma grande agência de publicidade, viciado em propaganda, e ela uma exemplar dona de casa, viciada em musicais. Perto de completarem 20 anos de casados, a relação está desgastada e Franco já não dispensa a mesma atenção à Dora. A vida dele é do trabalho para frente da TV, enquanto Dora vive em um mundo de fantasias sempre pensando nos grandes musicais de que gosta tanto. Vivem em mundos distintos. Dora, cada vez sentindo um vazio maior dentro de si, tem uma grande amiga e vizinha, a Madalena (Bia Montez), mulher mais velha que vive com seu neto Leonardo (Hugo Kerth. Franco, que mal percebe que tem um problema em casa, tem em Eliseo (Reiner Tenente), seu sócio, um grande amigo.
No dia de comemorar o aniversário de 20 anos de casados Dora prepara uma noite romântica, porém Franco se esquece da data. Em um surto explosivo, Dora destrói a televisão do marido. Um choque! Ela entra em uma grave crise depressiva e passa a não escutar mais o que falam. Ou melhor: Só escuta quando cantam.

‘O primeiro musical a gente nunca esquece’ é a segunda produção da série de espetáculos da Aventura Entretenimento, ‘Uma nova aventura brasileira’, que consiste em quatro montagens que envolvem elementos muito valorizados pelo público nacional: TV, cultura, POP e música. A nova série surgiu após o grande sucesso da trilogia ‘Uma aventura brasileira’, que levou mais de 600 mil pessoas ao teatro para assistir aos espetáculos Elis, A musical, Se Eu Fosse Você, o musical e Chacrinha, o musical, entre 2014 e 2015. ‘Uma nova aventura brasileira’ promete, mais uma vez, revolucionar o conceito de musicais com os espetáculos: SamBRA, O primeiro musical a gente nunca esquece, Garota de Ipanema, o musical e Vamp.

A nova série contribui para o crescimento dos musicais nacionais genuínos, depois do sucesso alcançado por adaptações de clássicos da Broadway no país. “Estamos fazendo história no teatro musical. No Brasil, há uma capacidade criativa gigante. O que falta é uma boa gestão. E a Aventura, assim como outras grandes empresas, tem procurado implementar a gestão de alto nível”, celebra Luiz Calainho, empresário, sócio da Aventura Entretenimento.

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“O Primeiro Musical A Gente Nunca Esquece”
Com Marcelo Varzea, Amanda Acosta, Bia Montez, Reiner Tenente, Hugo Kerth, Marcelo Ferrari, Lucas Nunes, Junior Zagotto, Pedro Arrais, Leilane Teles, Thais Piza, Debora Polistchuck e Carol Botelho.
Theatro NET SP (Rua Olimpíadas, 360 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 100 minutos
29/10 até 20/12
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 21h30 e Domingo – 20h
$50 / $150