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O CAMAREIRO – PALCO E RÁDIO

Ontem, o programa de rádio ” Fim de Expediente – CBN ” – apresentado pelo ator Dan Stulbach, pelo economista Luiz Gustavo Medina e pelo escritor e editor, José Godoy – foi transmitido diretamente do palco do Teatro Porto Seguro.
Os entrevistados foram os atores Tarcísio Meira e Kiko Mascarenhas, que estão em cartaz no mesmo teatro com a peça ” O CAMAREIRO de Ronald Harwood
Depois a noite, ficamos para assistir o espetáculo. Leia a matéria sobre a peça – http://opiniaodepeso.com/2015/08/31/o-camareiro/

Fim de Expediente
Com Dan Stulbach, José Godoy e Luiz Gustavo Medina
Rádio CBN (90,5 FM e 780 AM – SP)
Sexta – 18h às 19h

O Camareiro
Com Tarcísio Meira, Kiko Mascarenhas, Karin Rodrigues, Chris Couto, Karen Coelho, Ravel Cabral e Silvio Matos
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elísios, São Paulo)
Duração 120 minutos
04/09 até 13/12
Estreia 04 de setembro
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 18h
$80 / $100

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“APENAS UMA VEZ – ONCE IN CONCERT”

O espetáculo tem sessões neste final de semana e no próximo. Inspirado no original da Broadway, ” APENAS UMA VEZ – Once In Concert “, fala de coisas na vida que, às vezes, só acontecem apenas uma vez, como encontros e desencontros.
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“Apenas Uma Vez – Once in Concert”
Com Carol Weingrill, Cássio Collares, Fernando Lourenção, Luiz Rodrigues, Marília Nunes Cortes, Mateus Polli, Nina Vettá, Octavio Amado e Rachel Dalessandro
Direção Cênica: Cadu Witter
Direção Musical: Carol Weingrill
Iluminação: Guilherme Trindade
Produção: OPSIS Artes – Mariana Mello e Luiz Rodrigues
Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218 – Consolação, São Paulo)
28 e 29/11 e 05 e 06/12
Sábado – 21h30; Domingo – 21h
$50* ($35** – venda antecipada)
*Ingressos à venda no local apenas com pagamento em dinheiro
** Ingressos antecipados com elenco ou produção do espetáculo, ou pelo e-mail onceinconcert@gmail.com

GRUPO XIX DE TEATRO ENCERRA PROJETO “DOMINGUEIRA 19”

Dia 6 de dezembro, das 14h às 20 horas acontece a última edição da Domingueira 19. O Grupo XIX de Teatro abre o processo de criação da sua nova peça, prevista para estrear em janeiro de 2016, e apresenta espetáculos resultantes dos nossos núcleos de pesquisa coordenados pelos atores do grupo. Toda programação é gratuita e é recomendado fazer reservas pelos telefone (11) 2081-4647.
A programação começa com a performance Ele Quer Um Nome de André Medeiros Martins e Daniel Viana, às 14h; dirigida por Rodolfo Amorim a peça Memórias de Cabeceira tem sessão às 16h; o ensaio aberto de Teorema XXI, do Grupo XIX de Teatro começa às 18h e, para fechar a noite, o espetáculo escrito e dirigido por Ronaldo Serruya, Rútilo Nada, às 20h.
A Domingueira 19, assim como os núcleos de pesquisa fazem parte do projeto Teorema: Sobre Certezas, Hipóteses e Vagalumes, contemplado pela 26º Edição da Lei do Fomento ao Teatro Para a Cidade de São Paulo, que inclui a montagem de espetáculo inédito inspirado na obra Teorema, de Pier Paolo Pasolini, com dramaturgia de Alexandre Dal Farra em colaboração com Grupo XIX de Teatro.
Programação Domingueira 19
Dia 6 de dezembro – Domingo
14h performance Ele quer um Nome com André Medeiros Martins e Daniel Viana
16h Espetáculo Memórias de Cabeceira com o Coletivo Analógico de Teatro
18h Espetáculo Teorema XXI com o Grupo XIX de Teatro
20h Espetáculo Rútilo Nada com direção de Ronaldo Serruya
Sinopses dos espetáculos
Ele Quer Um Nome 5440_ Samuel Kassapian

crédito foto – Samuel Kassapian

Ele quer um Nome
Um é fotógrafo e o Outro é escritor. Ambos ficcionistas. Um transforma histórias em imagens congeladas, enquanto Outro troca causos por contos. Misturando relatos reais com ficcionais, Um e Outro recriam experiências sobre amor, sexo e consequências. Os dois querem confundir, pois nem tudo é o que parece.
Ficha técnica
Com André Medeiros Martins, Daniel Viana e performances convidados. Duração: 180 minutos. Capacidade: 120 lugares. Classificação: Livre. Local: Armazém/Igreja/Escola.
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Memórias de cabeceira
Memórias de Cabeceira
O Coletivo Analógico de Teatro traz para cena o plano da memória dos atores sobre seus avós e constrói um canal que desperta no público lembranças de pessoas amadas, objetos e momentos que pereceram, mas ainda permanecem ocupando o presente em forma de saudade.
 
Memórias de Cabeceira teve início em um dos Núcleos de Pesquisa do Grupo XIX de Teatro na Vila Maria Zélia; com a proposta de criar um retrato/biografia cênica, investigando as memórias e suas distintas manipulações. Após circular pelo Estado de São Paulo, nas cidades de cada avô retratado e na capital com o apoio do ProAc, o Coletivo volta a ocupar o jardim de origem desse trabalho.
 
Ficha técnica:
Direção: Rodolfo Amorim. atores: Bruno Canabarro, Cleuber Gonçalves, Natália Ribeiro e Vinícios Titae. Iluminação: Michel Fogaça. Cenotécnico: Luciano Morgado. Duração: 70 minutos. Classificação: Livre. Capacidade: 36 lugares. Local: Praça da Vila Maria Zélia.
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Teorema XXI
Uma família retorna ao seu antigo lar. Ao buscar encontrar novas possibilidades de existência nesse ambiente antigo, recriam as suas relações e experimentam novas formas de contato. A certa altura, recebem uma visita que já aguardavam, mesmo que não soubessem disso.
A trama se passa na casa onde a família morou há alguns anos e agora voltam sem nenhum motivo aparente. A montagem é encenada na antiga escola das meninas, hoje desativada, localizada dentro da Vila Maria Zélia, um lugar quase sem teto, com as paredes em ruinas, em meio aos escombros.
Ficha técnica:
Criação Grupo XIX de Teatro. Texto: Alexandre Dal Farra. Direção: Luiz Fernando Marques. Elenco: Janaina Leite, Juliana Sanches, Mariza Junqueira, Paulo Celestino, Rodolfo Amorim e Ronaldo Serruya. Atriz convidada para o processo: Emilene Gutierrez. Produção Executiva: Vanessa Candela. Cenografia: Luiz Fernando Marques e Rodolfo Amorim. Figurinos: Juliana Sanches. Contra-regras: Luciano Morgado e Michel Fogaça. Iluminação: Luiz Fernando Marques. Assistência de Produção: Marilia Novaes. Assistência de Figurino e adereços: Gabriela Costa. Assistência de iluminação: Michel Fogaça. Artistas Provocadoras do processo: Eleonora Fabião e Miwa Yanagizawa. Preparação Corporal (parkour): Diogo Granato. Produtor de Conteúdo Midias Sociais: Jonatas Marques. Duração: 65 minutos. Classificação: 18 anos. Capacidade: XX Lugares. Local: Escola da Vila Maria Zélia.
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Rútilo Nada_1519 Camila Bianchi

crédito foto – Camila Bianchi

Rútilo Nada
O espetáculo é livremente inspirado na novela homônima de Hilda Hilst, escrita em 1993. Resultado do núcleo de pesquisa coordenado pelo ator Ronaldo Serruya, a obra é um mergulho na memória de Lucius Kod, personagem que se apaixona pelo namorado da filha. Os deslocamentos das paixões, as linhas tênues entre vida e morte, violência e prazer são exploradas pela escrita caudalosa de uma das maiores escritoras brasileiras.
Ficha Técnica:
Direção e Dramaturgia: Ronaldo Serruya. Assistência de direção: Raquel Schaedler. Elenco: Bruno Canabarro, Bianca Fernandes, Caio Alencar, Carlos Jordão, Gabriel Castro Cavalcante, Gisele Jota, Lilian Wiziack, Lucas Dantas, Marcelo Zorzeto, Marcelo Finimundi, Mariana Câmara, Omar Assais, Raquel Schaedler e Tatiana Ribeiro. Trilha Sonora: Ronaldo Serruya. Vídeo: Marcelo Zorzeto. Duração: 50 minutos. Classificação: 18 anos. Capacidade: 40 Lugares. Local: Armazém.
 
DOMINGUEIRA 19
Com performance e peças de teatro
Vila Maria Zélia (Rua Mário Costa, 13 – Vila Maria Zélia, São Paulo)
6/12
Domingo – 14h às 20h
Ingresso gratuito (informações e reservas (11) 2081-4647 – de terça a sexta-feira das 14 às 18h
Acesso para deficientes físicos
Estacionamento gratuito.

TEATRO APCD RECEBE PROJETOS PARA PROGRAMAÇÃO DO PRIMEIRO SEMESTRE

 

Com o objetivo de formação de plateia e programação musical e teatral permanente, fora do centro de São Paulo, o Teatro APCD, localizado na zona Norte, em Santana, está aberto ao envio de propostas de apresentações de teatro adulto e infantil e shows musicais para temporada no primeiro semestre de 2016. Os projetos devem ser encaminhados, até o dia 31 de janeiro, para o e-mail programacao.teatro@apcdcentral.com.br.

Este ano, o espaço, que se tornou referência na região por apresentar espetáculos de comédia, peças infantis e shows musicais, recebeu 30 mil espectadores. A programação de 2016 começa a partir de 20 de fevereiro e segue até julho, quando será recebido o Festival de Humor Risadaria; depois volta de agosto a novembro.  Durante os dias de semana, à tarde, o teatro recebe o Projeto Escola, parceria com a Diverte Cultural e Cia. dos Ícones, que reúne alunos da rede pública e particular. 

“Por causa das dimensões do APCD, 800 lugares, buscamos espetáculos que se comuniquem com o maior número de espectadores possível. O público de teatro de bairro gosta de espetáculos de comédias e musicais. Buscamos atender a sua preferência, sempre com foco na qualidade”, fala o responsável pela programação do teatro, Geondes Antonio.

Com projeto arquitetônico de Heitor Coltro, o Teatro APCD se destaca pelo fácil acesso (100 m do metrô Tietê). Funciona no interior da Associação Paulista dos Cirurgiões Dentistas (hoje com 103 anos e mais de 40 mil associados).

 

Teatro APCD.
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana (próximo ao metrô Tietê).
Capacidade: 800 lugares.
Bilheteria: Quarta a sábado, das 15h às 22h; domingo, das 15h às 20h. http://www.compreingressos.com / Telefone: (11) 2223-2424.

LUZ NEGRA

A Cia. Pessoal do Faroeste estreia a segunda temporada de “Luz Negra” em 30 de novembro, segunda-feira, às 21h.  O espetáculo musical foi escrito por Paulo Faria e encerra a trilogia iniciada em 2012 com Cine Camaleão e no ano seguinte, em 2013, Homem Não Entra sobre temas relacionados à cidade de São Paulo, em especial a Região da Luz, a Boca do Lixo, onde a Cia Faroeste está instalada a uma década e meia. É também o espetáculo que reafirma a parceria entre a Cia e atriz Mel Lisboa na reconstrução da história da Região da Luz.

“Luz Negra” é um espetáculo musical, com nove partituras inéditas, sobre a região da Luz e a Frente Negra Brasileira em São Paulo nos anos 1930. O movimento Frente Negra foi criado em 1932 e revela várias facetas da participação dos negros no contexto político, cultural e social da época. Com a instauração da ditadura do “Estado Novo” no dia 10 de novembro de 1937, a Frente Negra Brasileira, assim como todas as demais organizações políticas, foi extinta. Este será o dia em que se passa a peça que inicia após o crime do castelinho da Rua Apa retratado no espetáculo Cine Camaleão da Cia.

O projeto também se estenderá ao cinema e trechos do filme de ficção “Luz Negra” (primeiro longa ficcional da Cia) dialogará com a dramaturgia. As personagens são inspiradas em figuras históricas deste movimento como Luiz Gama (a peça prestará uma homenagem ao abolicionista), Abdias Nascimento (criou o Teatro Experimental do Negro, que completa no dia 13 de outubro, 70 anos) e ao nascimento do sambista da Glete Geraldo Filme, além de personagens do cinema da Boca como a vilã Vanda Marquetti que será interpretada pela atriz Mel Lisboa – única personagem que diferentemente dos outros usará peruca loira e figurino branco.

Uma associação de comunicação (rádio, jornal, escola e recreativo) nos anos 30 será o cenário onde se dará a trama.  O samba será o tema musical da peça com composições inéditas e interpretações ao vivo. Os negros farão parte do núcleo de uma elite intelectual paulistana e os brancos da marginalia social, desenvolvendo uma dramaturgia em que os primeiros serão protagonistas desta história.  Recuperando assim a imagem do negro no topo de uma pirâmide social deste período, e como o final da década de trinta ceifou a possibilidade da acessibilidade do negro no Brasil de hoje e suas consequências na distribuição de renda, assim como sua permanência marginal na geografia urbana, social e econômica da cidade de São Paulo.

Outro ponto tratado no espetáculo será o cinema. Nesta década de 1930 as distribuidoras de filmes internacionais começam a ocupar a Rua do Triunfo, que viria a se tornar entre as décadas de 1950 e 1970 a maior produção de cinema do Brasil, quando neste período os cineastas e produtoras se mudam também para região da Boca do Lixo. O filme que foi produzido em setembro dialogará com o espetáculo. Para esta montagem o Pessoal do Faroeste convidou atores negros com experiência na pesquisa da cultura negra no Brasil, para somar, trocar experiências e saberes – integrando assim o elenco da montagem. Mel Lisboa será a única atriz da Cia que fecha uma trilogia sobre a Boca do Lixo, envolvendo “Cine Camaleão” e “Homem Não Entra”.

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Luz Negra
Com Clency Santana, Cloddoaldo Dias, David Guimarães, Flávio Rodrigues, Leona Jhovs, Mel Lisboa, Melvin Santhana, Raphael Garcia, Thais Dias, William Simplicio
Sede Luz do Faroeste (Rua do Triunfo, 301 – Luz, São Paulo)
Duração 75 minutos
20/11 até 15/12 e 18/01 até 26/04/2016
Segunda e Terça – 21h
Contribuição Voluntária (Quem chegar uma hora antes define quanto quer pagar depois de ter visto a peça)
Antecipados ou reserva por R$ 40,00
Dramaturgia e direção artística: Paulo Faria
1º Assistência de direção: Cleber Cajun
2º Assistência de direção (oficina de direção): Conrado Dess
Composição musical: Letras de Paulo Faria e música de Melvin Santhana, Thais Dias, William Simplício e elenco
Direção Musical e arranjos: Felipe Roseno e Michi Ruzitschka
Direção de vídeo: Dário José
Cenário: Marcos Freitas e Paulo Faria
Assistência de cenário: Cleber Cajun e David Guimarães
Cenotecnia: Marcos Freitas
Figurinos: Thais Dias e Paulo Faria
Assistência de figurino: Marilea Aguiar
Costureira: Elza Dias
Camareira: Luzia Sotero da Silva
Luvas e toca da atriz Mel Lisboa: À dor amores
Peruca: Lully Hair
Visagismo: Evandro Angelo – CKamura
Luz: Beto Magnani
Assistência de luz: Flávio Pontes, José Henrique Terezan e Michele Bezerra
Assistência elétrica: Flávio Pontes e Paulo Meirelles
Preparação Percussiva: Jorge Peña
Preparação e regência vocal: Bel Borges
Preparação física: Érika Moura
Capoeira: Pedro Peu e Dalua
Coreografia: Verônica Santos e Paulo Faria
Criação de logo: Cleber Cajun
Arte gráfica: Lucas Lander
Coordenação de Produção: Priscila Machado
Assistência de produção: David Guimarães e Leona Jhovs
Produção Executiva: Elaine Bortolanza
Assistência de produção executiva: Adriano Mota
Assistência de produção administrativa: Lydia Arruda
Fotografia: Bob Sousa e Lenise Pinheiro
Assessoria de imprensa: Adriana Monteiro – Oficio das Letras

TEMPO NORTE EXTREMO

Tempo Norte Extremo” é uma peça documentário que narra episódios da guerra que o jornalista Lúcio Flávio Pinto, paraense, trava na maior fronteira de recursos do planeta, em busca de um produto que nela é raro: a verdade.

Na Amazônia, o jornalista, com mais de 50 anos de profissão, mantém há 30 o Jornal Pessoal, um tablóide com tiragem quinzenal de 2.000 exemplares, e que não aceita anúncios e vive exclusivamente da venda avulsa nas bancas de revistas.

A peça é inspirada em dois livros do Lúcio, o “Jornalismo na Linha de Tiro” – primeiro ato, e o pequeno livro, “A eternidade no riso e na música da menina do lago grande” – segundo ato, que narra uma série de experiência que enfrentou ao descobrir o mal de Alzheimer, que avançou sobre a sua mãe por seis anos, até levá-la a morte.

O autor da peça “Tempo Norte Extremo”, e também ator neste espetáculo, é irmão mais novo do jornalista Lúcio Flávio Pinto. Lúcio trabalhou no final dos anos de 1960 e inicio dos 1970 no jornal Estado de São Paulo, e depois ao retornar pra Amazônia, foi corresponde por 20 anos. Até romper em 1988 com toda a grande mídia para fazer o Jornal Pessoal.

A peça dividida em 2 pequenos atos, se passa numa sala de ensaio onde o dramaturgo tenta desenvolver o roteiro para um workshop, dialogando com recursos multimídia e performance. Na primeira parte, o dramaturgo-ator está diante da dificuldade em encontrar uma forma, um recorte para colocar em cena a polêmica e multifacetada vida do jornalista, passando em revista a vida pública do jornalista, a sua saga e os 33 processos que ele sofre hoje por publicar os artigos que tratam da Amazônia, e em sua defesa. A segunda parte, Paulo divide a cena com a atriz Neuza Velasco, para tratar do Alzheimer.

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Tempo Norte Extremo
Com Neuza Velasco e Paulo Faria
Sede Luz do Faroeste (Rua do Triunfo, 305 – República, São Paulo)
Duração 60 minutos
11/11 até 18/12
Quarta a Sexta – 21h; Sábado – 21h30; Domingo – 18h
Contribuição Voluntária (pague o quanto puder)
Realização Pessoal do Faroeste
Direção: Edgar Castro
Autor: Paulo Faria
Figurino: Paulo Faria
Cenografia: Marcos Freitas e Paulo Faria
Vídeo: Dário José
Luz: Rodrigo Reis e Edgar Castro
Assistente de Direção e Operação Multimídia: David Guimarães
Assessoria de Imprensa: Adriana Monteiro – Artes e Ofícios

ROTEIRIZADOS

A peça é a mais nova produção da dupla de diretores Tiago Pessoa e André di Paulo, que pretendem repetir o sucesso que fizeram em “Abandonados por você” (de Pablo Diego) e “O Buraco é Mais Embaixo” (de Júlio Rocha). Agora com textos do americano Mark Harvey Levine, eles discutem a possibilidade de reescrever a vida a todo momento.
O entediado casal Elaine (Renata Maia) e Simon (Tiago Garcia) desperta numa manhã qualquer com um roteiro de cinema em sua mesinha de cabeceira e percebe que as suas próprias vidas estão retratadas no papel. Perplexos com a idéia de terem uma rotina monótona, eles descobrem no texto que uma folha azul (uma folha de reposição) pode ser colocada na história, e que eles podem viver as maiores loucuras que imaginarem a partir destas substituições. A partir desta oportunidade, Elaine e Simon descobrem novas vidas onde são pessoas completamente diferentes, interpretados pelos atores Paulo Tardivo, Luciana Garcia, Tiago Luchi e Gabriela Zenaro.
A peça de texto ágil e cômico convida os espectadores a uma reflexão curiosa sobre a rotina em noites de quartas e quintas às 21hrs, na Sala Paulo Goulart do Teatro Augusta.
Roteirizados
Com Paulo Tardivo, Luciana Garcia, Gabriela Zenaro, Tiago Luchi, Tiago Garcia e Renata Maia
Teatro Augusta – Sala Paulo Goulart (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 60 minutos
28/10 até 10/12
Quarta e Quinta – 21h
$40
 
Texto: Mark Harvey Levine
Tradução: Luciana Garcia
Direção: Tiago Pessoa e André di Paulo
Cenografia: Claudecir Tardivo
Iluminação: Jonas Ribeiro
Figurinos: Luciana Garcia
Trilha Sonora: Regina Chioccarello e Danrley Calabrezi
Assessoria de Imprensa: Fábio Camara
Design Gráfico: Durval Sproesser
Produção: Paulo Tardivo
Co-produção: Harsea Teatro
Realização: Pessoa Produções