CINDERELLA DE RODGERS E HAMMERSTEIN

O SHOW

Ano que vem você verá uma nova versão da história da Gata Borralheira. A partir de 26 de fevereiro (previsto), a Fábula Entretenimento trará para o palco do Teatro Alfa, “Cinderella, o Musical” de Rodgers (música) e Hammerstein (letras). A história é baseada no conto francês “Cendrillon, ou La Petite Pantoufle de Verre“, escrita por Charles Perrault.
Cinderella de Rodgers & Hammerstein” foi escrito para a rede de televisão norte americana CBS, estrelado por Julie Andrews, em 31 de março de 1957. Nos palcos, teve a sua estreia em 18 de dezembro de 1958 no London Coliseum (Inglaterra).
Depois da primeira versão televisiva, houve outras versões com artistas de renome como Eartha Kitt e Dick Van Patten. Em 1997, a Walt Disney Produções lançou um remake com a atriz e cantora Brandy fazendo o papel de Ella. Esta versão teve uma importância também por mostrar uma diversidade: a família real era composta por uma mãe afro-americana, um pai caucasiano, um príncipe asiático-americano e a Cinderella era vivida por uma atriz afro-americana.
O show foi atualizado em 2013 com um novo libreto escrito por Douglas Carter Beane, o mesmo de “Mudança de Hábito” (Sister Act) e “Xanadu“.

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OS PERSONAGENS DA HISTÓRIA

Ella (Cinderella) (Bianca Tadini) – uma jovem com o coração mais gentil do reino, que sonha em poder deixar suas tarefas intermináveis, para poder conhecer o mundo.
Madame (Totia Meirelles) – madrasta de Ella, preocupada somente com sua riqueza e com a felicidade de suas filhas.
Príncipe Topher (Bruno Narchi) – príncipe do reino, mas que precisa de motivação para desenvolver todo o seu potencial.
Lord Sebastian (Carlos Capelleti) – conselheiro do príncipe Topher, que quer protegê-lo a todo custo, inclusive escondendo o que está acontecendo no reino.
Lord Pinkleton (Tiago Barbosa) – ajudante de Sebastian e o arauto para todos os eventos e comunicados importantes.
Marie (Sabrina Korgut) – uma pobre senhora, que num passe de mágica transforma-se na Fada Madrinha de Ella.
Jean-Michel (Bruno Sigrist) – idealista radical que tem muitas ideias de como melhorar o reino. Está apaixonado por Gabrielle.
Gabrielle (Giulia Nadruz) – começa a história como irmã adotiva egoísta de Ella, mas que ao passar do tempo, vira sua amiga, ainda mais quando revela que abandonaria toda sua riqueza para ficar com Jean-Michel.
Charlotte (Raquel Antunes) – outra irmã de Ella, a quem trata mais cruelmente. Mas ela não sabe ser diferente, ainda mais porque só se preocupa consigo mesma.
Ensemble – Diego Luri, Fabio Saltini, Fernando Palazza, Ivanna Domenyco, Laura Visconti, Letícia Mamede, Lia Canineu, Luana Bichiqui, Marcelo Vasquez, Naomy Schölling, Nick Vila Maior, Philipe Azevedo, Talitha Pereira, Thati Abra e Willian Sancar.
A versão e tradução da obra para o Brasil será feita pela atriz e cantora, e agora versionista e tradutora, Kiara Sasso.
A HISTÓRIA
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ATO 1
Em um floresta num reino distante, vivia uma jovem chamada Ella, com sua madrasta Madame e suas duas filhas, Gabrielle e Charlotte. Enquanto faz suas tarefas domésticas, Ella deseja que o mundo seja tão bonito quanto parece.
Em outro canto do reino, o príncipe Topher está tendo dificuldades em encontrar o seu propósito de vida, mesmo que em breve seja o novo Rei.
Depois de derrotar um gigante, Topher se depara com Ella a frente de sua casa. Ele a elogia, depois de testemunhar sua bondade para com uma pobre senhora, chamada Marie.
Príncipe Topher e seu conselheiro Sebastian voltam para o palácio, bem no momento em que um idealista radical Jean-Michel chega ao reino, compartilhando seus ideais sobre os problemas entre os ricos e os pobres.
Madame e suas filhas ao retornarem das compras, encontram-se com Jean Michel. Este oferece um livro para Gabrielle, a quem ele ama, mas Madame rejeita-o rapidamente. Então Jean Michel oferece o livro para Ella, que através de suas páginas, sonha com um mundo melhor além das suas tarefas domésticas.
Enquanto isso, é anunciado no palácio que acontecerá um baile em homenagem ao aniversário de 21 anos do Príncipe Topher, e que servirá também para ele encontrar uma esposa.
A alta sociedade do reino se anima com o anúncio. Simultaneamente, Jean-Michel realiza seus comícios para que a população pobre faça algo, afinal a hora da mudança chegou. Enquanto todos se preparam para o baile, Marie fica resmungando algo sem sentido para si mesma.
O conselheiro Sebastian visita a casa de Madame para discutir os planos do casamento entre Gabrielle e o príncipe Topher. Logo após a saída de Sebastian, Jean-Michel traz flores para Gabrielle, mas é expulso por Madame.
Depois que Madame e suas filhas partem para o baile, Marie se revela para Ella como sendo sua fada madrinha. Ela transforma os farrapos que Ella veste em um lindo vestido de gala, com direito a sapatos de vidro e animais transformados em atendentes reais, com uma carruagem feita de uma abóbora.
Ella chega ao baile, e sem ser reconhecida, participa de um jogo real chamado “Ridículo”, onde os participantes tem que trocar insultos e reclamações. Ela joga contra Madame, mas ao invés de insultá-la, Ella só lhe tece elogios, o que deixa a todos os participantes confusos com este conceito de bondade.
Príncipe Topher se apaixona por esta bela estranha. Quando estão para se beijar, o relógio soa as 12 badaladas. Antes de ir embora, Ella diz ao príncipe Topher que as pessoas do reino estão sofrendo com a pobreza e que ele deve fazer algo. Sai correndo, mas deixa um sapato de vidro para trás.
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ATO 2
Enquanto o príncipe Topher e seus guardas reais buscam pela dona do sapato de vidro, Charlotte lamenta que ninguém a quer.
Quando Madame e suas filhas voltam para casa, ouvem Ella descrever como teria sido o baile. Madame, Gabrielle e Charlotte se juntam a Ella e todas sonham como seria bom encontrar um amor verdadeiro.
Depois que Madame e Charlotte vão se deitar, Gabrielle e Ella conversam e trocam confidências. Ella diz que era ela a garota no baile por quem Topher se apaixonou, e Gabrielle diz que ama Jean-Michel.
No castelo, o príncipe Topher está mal humorado por não ter encontrado sua pretendente e decide que fará um banquete para encontrá-la. A notícia se espalha e todas as mulheres da sociedade do reino se preparam para o novo evento real.
Gabrielle finge que está doente para que possa se encontrar com Jean-Michel e empresta um de seus vestidos para que Ella possa usar no banquete.
Madame e Charlotte partem para o castelo. Nesse meio tempo, Jean-Michel chega para se encontrar com Gabrielle, mas são surpreendidos com o súbito retorno de Madame. Ela expulsa Gabrielle de casa e rasga o vestido que sua filha emprestou para Ella.
Marie visita Ella e a encoraja em acreditar em si mesma. Transforma o vestido rasgado em um novo traje de gala e a manda para o banquete.
Ao encontrar o príncipe Topher, Ella o avisa dizendo que a população pobre do reino está se encaminhando para o castelo para protestar.
Quando os moradores chegam, Topher tocado por suas reclamações, decide que fará uma eleição para eleger o primeiro-ministro do reino.
Topher e Ella se questionam se estão apaixonados apenas pela aparência, até que o relógio soa novamente as 12 badaladas. Ella foge novamente do castelo.
No dia seguinte, Lord Pinketon anuncia para todos a eleição para o novo cargo de Primeiro Ministro e que estão a procura da moça que tocou o coração do príncipe.
Ella aparece no castelo, em seu estado normal, com suas roupas esfarrapadas, e o príncipe Topher permite que ela também calce o sapato de vidro que foi deixado no baile. Ele fica em êxtase quando percebe que encontrou o seu amor e se declara a Ella.
E, claro, todo mundo vive feliz para sempre!
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OS AUTORES
Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II, além de autores do “Cinderella de Rodgers & Hammerstein”, criaram também 11 musicais e receberam 35 Tony Awards, 15 Oscars, 2 prêmios Pullitzer, 2 Grammy Awards e 2 Emmy Awards.
Suas produções das décadas de 40 e 50 são descritas como a “era do ouro” do teatro musical.
O primeiro trabalho da dupla foi o musical “Oklahoma!“, em 1943. Depois vieram “Carousel“, “South Pacific“, “O Rei e Eu” e “A Noviça Rebelde“, entre outros. Para o cinema, criaram o filme “Feira de Ilusões” (1943) e para a televisão, “Cinderella“.
Rodgers & Hammerstein tem um tino nato para integrar o dialógo com a música para contar suas histórias. Histórias estas que além de entreter com humor, mas também de desafiar o racismo, o sexismo e a separação das classes sociais.
Pelo seu trabalho, são considerados pela revista norte-americana “Time” como um dos 20 artistas mais influentes do século XX.
Agora é esperar pelo dia 3 de março, quando ao soar das doze badaladas, dará início ao baile real. Não se atrasem!
Em breve, maiores notícias sobre o elenco e o musical, aqui no Opinião de Peso.

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