WICKED – ELENCO REVELADO

Depois de dois meses da T4F Musicais ter revelado que a próxima produção seria o musical da Broadway – Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz, o elenco foi divulgado no dia de hoje.

Os sites especializados já comentavam e o que todos esperavam é a verdade. As atrizes Myra Ruiz e Fabi Bang darão vida às personagens Elphaba e Glinda, respectivamente.

10625086_10208202800372163_6201403805092138934_n

Segue a escalação do elenco do musical

Myra Ruiz – Elphaba
Fabi Bang – Glinda
Sérgio Rufino – Mágico de Oz
Adriana Quadros – Madame Morrible
Jonatas Faro e André Loddi – Fiyero
Giovanna Moreira – Nessarose
Bruno Fraga – Boq
César Mello – Doutor Dillamond / Cover do Mágico de Oz
Talita Real – Stand by Elphaba
Ensemble Feminino – Hellen de Castro, Júlia Duarte, Roberta Jafet, Sara Marques, Vânia Canto, Carolina Franco, Jess Gardolin, Laura Ávila, Sâmella Nathielle
Swing Crossover Feminino – Andrezza Meddeiros
Swing – Fernanda Muniz, Thuany Parente
Ensemble Masculino – Diego Montez, Jessé Scarpellini, Léo Wagner, Matheus Paiva, Rodrigo Negrini, Fábio Lima, Gabriel Malo, Kauê Ribeiro, Lucas Nunes
Swing Crossover Masculino – Guilherme Pereira
Swing Masculino – Cauan Vieira, Sandro Conte
Para saber mais sobre a peça – clique aqui
Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz
Com Myra Ruiz, Fabi Bang, Sérgio Rufino, Adriana Quadros, Jonatas Faro, André Loddi, Giovanna Moreira, Bruno Fraga, César Mello, Talita Real , Hellen de Castro, Júlia Duarte, Roberta Jafet, Sara Marques, Vânia Canto, Carolina Franco, Jess Gardolin, Laura Ávila, Sâmella Nathielle, Andrezza Meddeiros, Fernanda Muniz, Thuany Parente, Diego Montez, Jessé Scarpellini, Léo Wagner, Matheus Paiva, Rodrigo Negrini, Fábio Lima, Gabriel Malo, Kauê Ribeiro, Lucas Nunes, Guilherme Pereira, Cauan Vieira, Sandro Conte
Teatro Renault – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista, São Paulo)
Estreia 04 de março
Duração 150 minutos
Quinta e Sexta – 21h; Sábado – 16h e 21h; Domingo – 15h e 20h
$50 / $280

O NOVO REI DE BELELÉU

Em 2014 a Cia. Ouro Velho estreou sua primeira montagem com o espetáculo “O Lugar de Onde se Vê” , que se propunha a apresentar o universo teatral para as crianças, revelando seus princípios básicos – como a importância da imaginação e da brincadeira infantil – e introduzindo personagens clássicos da dramaturgia mundial como Hamlet, Cyrano de Bergerac e Arlequim. Obteve com esse trabalho diversas críticas positivas, nas revistas Crescer e 03 estrelas da Veja SP.
A Cia. prepara agora a estreia de sua nova peça “O Novo Rei de Beleléu” que nasce, trilhando caminhos parecidos. Desta vez, busca na cultura popular brasileira reafirmar a importância da Arte em nosso dia-a-dia. Baseada no universo dos folguedos populares – como a Folia de Reis e o Boi-Bumbá – a fábula de Lara Hassum e Paulo Marcos propõe uma reflexão sobre o lugar da Arte e dos sonhos em um mundo cada vez mais gerido por valores duvidosos, como a ganância, a intolerância e a indiferença.
Em termos dramatúrgicos, “O Novo Rei de Beleléu” pode ser classificado como um Auto Pastoril moderno. A trama revela pastores, reis magos, cortejos, a estrela guia e, por fim, o nascimento de um bebê. Trata-se, portanto, de uma representação típica do mito da Natividade. Por se tratar do elemento central da fábula, a encenação foi buscar referências a esse mito na cultura popular brasileira, adentrando o universo dos folguedos tradicionais, como as diversas formas de Reisados, Bois Bumbá, Festas do Divino e manifestações relacionadas como o Coco, a Ciranda, o Maracatu e o Repente, além de algumas formas estéticas já reelaboradas, como o Movimento Armorial.
Desse modo, a criação musical e coreográfica do espetáculo baseia-se diretamente nesses ritmos e danças tradicionais, executados ao vivo pelo próprio elenco. A ambientação cênica e a caracterização de personagens, com figurinos, adereços e maquiagens, remetem à arte da xilogravura e às capas do cordel, tão valorizadas pelo Movimento Armorial.
A história da peça conta que as coisas não vão nada bem no Reino de Beleléu. O Velho Rei morreu e uma terrível epidemia de Tanto-Faz atingiu a população. Os únicos que podem salvar a pátria são os poucos Sonhos que restaram, mas para isso eles precisam encontrar aquele que está predestinado a ser o Novo Rei de Beleléu.
 936_817804868345644_4947382079036066009_n
O Novo Rei de Beleléu
Com Aline Gonçalves, Tássia Melo, Lara Lassum, Aline Penteado, Taís Luna e Danilla Figueiredo
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (Rua Rui Barbosa 153 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
16/01 até 21/02
(Apresentação extra no dia 25 de janeiro às 16h. Não haverá apresentação no carnaval dias 06 e 07 de fevereiro.)
Sábado e Domingo – 16h
Recomendação livre
$20
Dramaturgia: Lara Hassum e Paulo Marcos
Direção geral e musical: Paulo Marcos
Preparação Corporal: Lu Carion
Figurino, adereços e maquiagem: Mônica Sanches
Iluminação: Carlos Gaúcho
Danças Brasileira: Erika Coracini
Percussão: Rômulo Nardes
Coordenação de marketing: Marcel Soares e Taís Luna
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

DIGA QUE VOCÊ JÁ ME ESQUECEU

Inspirado no universo do dramaturgo Nelson Rodrigues (1912-1980), estreia no dia 20 de janeiro no Teatro Augusta o espetáculo Diga que Você já me Esqueceu, com texto e direção de Dan Rosseto.
A tragicomédia apresenta temas comuns à obra de Nelson Rodrigues. Em cenas realistas, os personagens lidam com situações em que devem explorar suas motivações, fantasias, desejos secretos e a autopunição.
Durante a apresentação o público passeia, dentro de um contexto artístico com capacidade total de catarse, por sensações provocadas intencionalmente pelos atores o que torna possível motivar, podar, punir, seduzir, fantasiar, chocar e fazer refletir.
A peça repousa sobre a palavra, trabalhada dramaticamente e resulta em uma poesia e a fragilidade que se funde com o poético.
Para dar um ar mais realista o cenário e figurino, foram trazidos para os anos de 1950, época em que a peça se passa, assim como a trilha sonora.
A peça fala da chegada do dia do casamento de Silvio e Lúcia, um casal unido pela família que guarda em ambos os lados muitos segredos que estão à beira de serem revelados no dia desta cerimônia, marcada para a tarde num belo jardim. O que era para ser uma feliz comemoração desfia em sua trama acontecimentos do passado que trazem as personagens até a sombria tarde de hoje, onde um temporal assinala tragédias e confissões.
FOTO 01
 
Diga Que Você Já Me Esqueceu
Com Adriano Toloza, Ângela Figueiredo, Luciana Garcia, Pedro Bosnich, Renata Maia, Thalyta Medeiros, Thais Boneville, Tiago Pessoa
Teatro Augusta – Sala Paulo Goulart (Rua Augusta 943 – Consolação, São Paulo
Duração 70 minutos
20/01 até 31/03
Recomendação: 16 anos
$40
 
Texto e direção: Dan Rosseto
Assistente de direção: Arno Afonso
Produção: Fabio Camara
Cenário: Alcides Peixe
Figurino: Danielli Guerreiro
Fotos: Raquel Pinheiro
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Realização: Applauzo Produções, Harsea Teatro, Lugibi Produções Artísitcas, Pessoa Produções

NOSSA CLASSE

A companhia teatral do Núcleo Experimental está com um projeto no Catarse para remontarem o drama musical ” Nossa Classe ” agora em 2016!
A peça foi montada em 2013, quando ficou em cartaz por três meses, e foi indicada ao Prêmio APCA – Melhor Direção para Zé Henrique de Paula.
A equipe criativa é a mesma de ” Urinal O Musical ” – direção: Zé Henrique de Paula, direção musical: Fernanda Maia, luz cinematográfica: Fran Barros, produção: Cláudia Miranda.
A história é sobre uma classe composta por 5 judeus e 5 cristãos. O público acompanha esses 10 colegas ao longo de 16 anos e como suas relações vão sendo transformadas por motivos alheios às suas vontades, como a identidade nacional vai sendo destruída aos poucos ao longo de sucessivas invasões e as perigosas consequências de ódios irracionais que acabam por desencadear nesses indivíduos o pior que existe no ser humano, levando os que eram antes amigos e colegas a se tornarem inimigos de forma trágica.
“Nossa Classe” é algo ensurdecedor e belo para quem vê. O destino de seus dez personagens, no início pontuado com momentos de alegria e inocência infantis, desconstrói-se aos poucos, imprimindo ao público a realidade cruel do esperado “grande futuro”.
1935476_547460312095491_8950263626870254597_n
A peça emociona pelo tema, e também pela presença marcante do canto como elemento estrutural. O autor pontua as cenas com poemas de Marcin Wicha, escritor polonês de livros infantis. Estes textos são cantados pelos atores. Para esta montagem, a diretora musical Fernanda Maia compôs uma trilha original. Transformou em música as métricas dissonantes de Wicha. Seguindo as tradições de músicas eslava e judaica, Fernanda usou instrumentações típicas das Klezmer bands – violino, clarineta e acordeão – fazendo com que os atores cantem as doze canções ao vivo.
Inspirado no livro Vizinhos, de Jan T. Gross, obra lançada em 2001, Slobodzianek retrata em sua peça um acontecimento real: o massacre ocorrido na cidade polonesa de Jedwabne. Em 10 de julho de 1941, poucas semanas depois que o exército de Hitler inicia seu avanço em direção ao leste da Polônia, toda a população de origem judaica da cidade foi dizimada. A controvérsia persiste até hoje: quem resistiu ao massacre?
A peça chamou a atenção do diretor Zé Henrique de Paula, que já tratou desse assunto em As Troianas – Vozes da Guerra, por ser um libelo contra a intolerância e a violência. “Em época de Marcos Felicianos, dentistas queimados vivos e estupros em lotações, acredito que o teatro tem o dever de refletir sobre os descaminhos que a nossa sociedade pode trilhar no futuro próximo. O medo e o terror são capazes de desencadear o que há de pior no ser humano”, reflete o diretor.
Hoje, dois anos depois da primeira temporada, somam-se cotidianamente ao nosso imaginário coletivo, inúmeros outros exemplos de intolerância, desamor e barbáries perpetrados entre cidadãos do Brasil e do mundo em nome de Deus ou em nome de qualquer outra coisa. O ódio tem raízes e assombra em efeito dominó. Debruçar-se sobre esses nós com o desejo de iluminá-los para sermos coletivamente capazes de desatá-los é a grande ambição de “Nossa Classe”
A previsão para o ensaio é agora nestes dois primeiros meses do ano, com estreia para 4 de março e ficarem em cartaz até o dia 1 de maio.

Se você ficou interessado – e puder contribuir – acessa o link – https://www.catarse.me/nossaclasse2016