LES MISERABLES – AUDIÇÕES

O sonho retornará…

O espetáculo “Les Miserables”, que inaugurou a atual era dos musicais no país, quando esteve em cartaz em 2001 no então Teatro Abril, voltará aos palcos brasileiros.

Estão abertas as audições nas cidades do Rio de janeiro e de São Paulo

Os interessados devem comparecer nos locais abaixo, portanto o seguinte material:
– uma canção de musical com partitura não cifrada
– curriculo
– 2 fotos

Datas e locais:
Rio de Janeiro:
Data – 05 de Abril
Endereço – Av. Ministro VIveiros de Castro, 154 – Copacabana
Horário de inscrição – de 09:30h as 10:30h

São Paulo:
Data – 08 de Abril
Endereço – Teatro Cetip, Sala Multiuso: Rua Coropés, 88 Pinheiros
Horário de inscrição- de 9h as 10h

Boa sorte!

 

SALA DOS PROFESSORES

No cenário que dá título à tragicomédia, professores de um colégio particular se refugiam da turba estudantil nos horários de intervalo e trocam impressões sobre suas conturbadas vidas pessoais e sobre os massacrantes desafios impostos na rotina escolar. A revolta contra a falta de reconhecimento e as imposições da Sociedade Mantenedora que administra o colégio são os pretextos para que um jogo de revelações seja deflagrado com desdobramentos trágicos.

Sala dos Professores 2 - DNG

© Joao Caldas Fº

O dramaturgo e ator Leonardo Cortez (indicado ao prêmio Shell de melhor texto em 2013) foi convidado pela companhia em 2012 para escrever um texto especialmente para eles. “O Marcelo Lazzaratto é o meu grande parceiro artístico desde 2008 quando ele dirigiu o meu texto ‘O Rei dos Urubus’. A maneira como ele traduz a minha obra em cena sempre me pareceu ideal e a prova disso é que “Sala dos Professores” é a nosso quarto espetáculo juntos. Sempre fui um professor e a minha pesquisa sobre o tema como autor vinha se desenhando desde 2010, quando desenvolvi a ideia de fazer uma série de televisão sobre o cotidiano dos professores de uma escola particular decadente. Os personagens surgiram a partir da série, mas ao colocá-los na ação dramática, tive em mente os atores da Cia Elevador, o que redefiniu características e imprimiu novas exigências.

Para o diretor Marcelo Lazzaratto esse texto traz um dos temas mais importantes e necessários, talvez o tema fundamental para nossa sociedade: a educação. “Para isso precisávamos de um autor como Leonardo Cortez, cuja maior qualidade está na precisa construção dos diálogos, de ritmo ágil e perspicácia irônica. Todos os objetivos, as circunstâncias, os personagens e suas relações são pouco a pouco desenvolvidos a partir dinâmica contundente estabelecida pelos diálogos, sua dramaturgia é completamente fundada no cotidiano, e por isso ela é cômica e por isso ela é trágica”, conta Lazzaratto.

Na Cia Elevador, a maioria dos atores e o diretor são professores, Leonardo Cortez também é professor além de ator e dramaturgo, sobre a relação entre ser ator e ser professor, o dramaturgo comenta: “Uma ótima aula dada me dá tanto prazer quanto um espetáculo onde eu, como intérprete ou dramaturgo, consegui estabelecer uma comunicação direta com o público. Em ambas as funções existe um componente comovente de entrega e generosidade, além do desejo às vezes utópico de contribuir para a melhoria do mundo através daquilo que é dito para os alunos e para a plateia naquele espaço de tempo. As duas funções são subestimadas no Brasil e professores e atores podem dialogar de maneira fluída intercalando experiências de não reconhecimento e frustração. No entanto, a esperança de dias melhores é algo sempre perene, porque ambas as profissões cobram o entusiasmo e o amor pelo recomeço e pela construção de novos mecanismos que estabeleçam a comunhão”.

A encenação

Sala dos Professores 2 - DNG

© Joao Caldas Fº

No palco veremos um cenário único, despojado, mas com linhas claras e precisas que revela uma típica sala de professores de uma escola particular. Paredes, piso e objetos serão na verdade lousas verdes. Toda a cenografia será composta por lousas escolares verdes. As cadeiras da sala dos professores também verdes serão o elemento central da encenação pois através de sua manipulação por parte dos atores espaço e tempo serão transformados a cada nova cena promovendo dinâmicas que irão ao encontro do jogo relacional que cresce de intensidade ao longo da peça. Essa visualidade básica abrirá espaço para o trabalho dos atores que serão os responsáveis por revelar o intrincado jogo de relações, em alta-velocidade, proposto pelo texto.

Sala de Dramaturgia Brasileira

Aos domingos, após a peça, o público é convidado a ficar para uma conversa sobre dramaturgia com Leonardo Cortez.

Sala dos Professores
Com Carolina Fabri, Marina Vieira,
Pedro Haddad, Rodrigo Spina,
Wallyson Mota, Laís Marques e Leonardo Cortez.
Espaço Elevador (Rua Treze de Maio, 222 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
11/03 até 29/05 (não haverá espetáculo 21/05)
Sábado – 21h; Domingo – 18h
Recomendação 14 anos
$20
 
Texto inédito: Leonardo Cortez.
Direção: Marcelo Lazzaratto.
Designer Gráfico: Fernando Bergamini.
Trilha Sonora/Sonoplastia/Música Original: Rafael Zenorini.
Figurino e Cenário: Luciana Bueno:
Iluminação: Marcelo Lazzaratto.
Fotos: João Caldas.
Produção: Anayan Moretto.
Assistência de Produção: Verônica Jesus.
Realização: Cia. Elevador de Teatro Panorâmico.
Administração Espaço Elevador: Thaís Rossi.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
 

VERMELHO LABIRINTO

O Sesc Pinheiros recebe a temporada de Vermelho Labirinto, espetáculo com direção e dramaturgia de Pedro Granato e elenco formado pelas atrizes Anna Zêpa e Rita Grillo.

Vermelho Labirinto coloca no palco duas mulheres em momentos diferentes da vida, uma advogada e uma performer. A advogada é casada com um crítico de arte que está em Veneza para entrevistar a artista. Duas personagens em cena que se relacionam com um homem que nunca está no palco.

A trama mistura o universo das artes, ciúme e política, construindo um suspense onde não se sabe onde está a verdade. A dramaturgia de Pedro estabelece um triângulo cheio de desconfianças e suposições, sem jamais dar voz ao personagem masculino.

Para esse projeto, formou-se uma equipe de artistas unidos pela experimentação em distintas linguagens. O músico e cineasta Kiko Dinucci é responsável pela trilha, a artista visual e poeta Sinhá assina a direção de arte e a luz é de Aline Santini – que repete a parceria com Pedro após Até que deus é um ventilador de teto, de Hugo Possolo. Ana Zêpa e Rita Grillo já trabalharam juntas em Ninguém no Plural, espetáculo com trilha de Rômulo Fróes, com texto a partir de contos de Mia Couto.

1458170472613Vermelho Labirinto fala das mulheres contemporâneas. Une o renovado e potente discurso feminista ao universo artístico. Aproxima uma discussão de ciúmes à fronteira entre a verdade e a mentira na política. É pra embaralhar mesmo. Quando uma questão íntima como o aborto se torna alvo de disputas de poder, essa mistura já está feita. Meu interesse é criar um espetáculo que traga para a cena as questões dos dias de hoje, quebrando fronteiras estéticas, para renovar a relação do público com a cena afirma Pedro Granato.

Em Vermelho Labirinto, é possível observar as múltiplas interpretações de um mesmo acontecimento. Duas mulheres que não se conhecem, mas imaginam, projetam e investigam.  Cada uma construindo ao seu modo o que aconteceu. Ou o que elas imaginam que aconteceu. Até o momento em que finalmente se encontram.

Vermelho Labirinto
Com Anna Zêpa e Rita Grillo.
SESC Pinheiros (Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 70 minutos
17/03 até 16/04
Quinta, Sexta e Sábado – 20h30
Recomendação 14 anos
$25 / $7,50 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes)
 
Direção e Dramaturgia: Pedro Granato.
Assistência de direção: Camille Bonnenfant 
Cenário e figurino:Sinhá. 
Iluminação: Aline Santini. 
Trilha Sonora: Kiko Dinucci.
Produção Executiva: Isabela Tortato
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

AS SOMBRAS DE DOM CASMURRO

As Sombras de Dom Casmurro” é um recorte do clássico de Machado de Assis feito por Toni Brandão (escritor premiado pelo APCA, Mambembe e Coca-Cola), que só utilizou trechos do próprio livro para compor essa versão teatral em forma de um monólogo.

Dirigido por Débora Dubois (“Lampião e Lancelote”, “Rita Lee Mora ao Lado”) e interpretado por Marcos Damigo(“Lampião e Lancelote”, “Deus é um DJ” e “Insensato Coração” – Rede Globo), que completa este ano vinte anos de carreira. A trilha sonora original foi composta por Gustavo Kurlat (responsável pela trilha de “O Menino e o Mundo” – concorrente ao Oscar de Melhor Animação em 2016).

O espetáculo oferece novas possibilidades de olhar para um dos maiores clássicos da nossa literatura, reavivando seu interesse. Segundo Brandão, “Extraímos do livro seus conflitos mais importantes e demos a eles a potência da palavra encarnada e viva, despertando o interesse para a literatura brasileira e atraindo um público ávido por cultura e entretenimento de qualidade. Além do enorme poder de alcance junto ao público jovem.

O figurino, assinado por Alexandre Herchcovitch e desenvolvido nas gravações do seu novo reality show “Corre e Costura” (estreia em março no canal Fox Live), retrata a origem aristocrática do personagem, um proprietário de casas e bens, da esposa e da própria história narrada. Ao mesmo tempo, aproxima a obra dos tempos atuais, questionando o quanto se ultrapassaram as condições sociais e históricas que permitiram a criação de uma das mais conhecidas tragédias da literatura brasileira.

Casmurro - Matheus Heck e Dave Santos (9)A opção pelo monólogo reforça o recurso utilizado pelo autor do romance, de apresentar apenas o ponto de vista do narrador. Machado de Assis foi o primeiro escritor brasileiro a se valer desse procedimento, considerado avançado inclusive para a época em que foi publicado pela primeira vez em 1900.

A história mostra Dom Casmurro que revisita o lugar onde estão guardadas suas memórias, uma espécie de sótão na casa antiga: em cena estão apenas uma mesa, duas cadeiras e alguns objetos. Ele conversa com as pessoas que participaram de sua vida, lembra diálogos que já repassou incontáveis vezes dentro da própria cabeça e divide com o público – as “inquietas sombras” que o visitam – o desenrolar dos fatos que o levaram a concluir que sua esposa, Capitu, o traiu com seu melhor amigo, Escobar, que seria o verdadeiro pai de seu filho, Ezequiel.

As Sombras de Dom Casmurro
Com Marcos Damigo
Teatro Livraria da Vila – Shopping JK Iguatemi (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 75 minutos
07 a 29/05
Sábado – 20h; Domingo – 18h
Recomendação 12 anos
$60
Obra de Machado de Assis
Direção: Débora Dubois
Adaptação: Toni Brandão
Assistência de Direção: Luis Felipe Corrêa
Luz: Wagner Pinto
Figurino: Alexandre Herchcovitch
Cenário: Duda Huck e Márcio Macena
Trilho sonora original: Gustavo Kurlat
Pesquisa literária: Gilberto Martins
Fotografia: Matheus Heck e Dave Santos – Elemento Cultural
Direção de Produção: Fernanda Bianco e Guilherme Maturo – Elemento Cultural
Produção Executiva: Renata Nastari – Elemento Cultural
Comunicação: Dave Santos – Elemento Cultural
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

O DEUS DA CIDADE

Em “O deus da cidade” gêneros tradicionais como circo-teatro, o teatro de revista e o espetáculo de variedades inspiram a criação de uma série de cenas independentes, que se aproximam por procurarem refletir sobre grandes impasses do nosso tempo.

O Deus da cidade foto ligia jardim ALTA27_Este novo projeto da cia. Os Fofos Encenam propõe a verticalização da estética circense por meio da inclusão de uma temática de maior cunho social, utilizando como primeira inspiração o material artístico do dramaturgo alemão Bertolt Brecht e do Teatro de Revista, para depois criar uma dramaturgia inédita, junto com o dramaturgo Cássio Pires. “Brecht serviu bem à primeira etapa de trabalho. Quando a companhia se aproximou dele, foi para buscar certos mecanismos de linguagem que permitem lidar com contradições sociais. Depois desse momento, começamos a fazer tentativas a partir de nossas perspectivas, de nossas perguntas sobre o mundo em seu atual estágio de desenvolvimento. Então, nesse sentido, Brecht foi um ponto de partida, não exatamente um ponto de chegada”, comenta o dramaturgo.

Em 2012 / 2013, por meio da Lei de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, Os Fofos realizaram o projeto Baú da Arethuzza que se propôs a investigar o desenvolvimento da teatralidade existente sob as lonas de circo na primeira metade do século XX, período que consolidou o circo-teatro como gênero teatral. O projeto realizou a montagem de 5 peças do acervo do Circo Teatro Arethuzza. Recebeu a indicação do Prêmio Shell de Teatro na categoria Inovação e ganhou o Prêmio APCA na categoria especial.

O Deus da cidade foto ligia jardim ALTA22Se no Baú o interesse era estético (pesquisar a evolução da teatralidade circense), neste novo projeto Os Fofos visam a elaboração dos discursos que interessam ao grupo. Refletir sobre o lugar que o teatro ocupa na configuração cultural e sociopolítica da atualidade e articular o discurso, sem deixar de promover o diálogo com o público. “A dramaturgia que surge daí tem um pouco a cara de um balaio, de uma junção de um tanto de questões que foram surgindo e se transformando em cena. É revisteira no sentido de fazer uma revisão de grandes temas do nosso tempo, de falar sobre uma série de coisas ao mesmo tempo. Tem a ver com circo-teatro por procurar reinventar tipos, por operar em uma perspectiva textual que é não-psicológica. Acima de tudo, o texto tem a ver com o enfrentamento de questões políticas que não podem ser postas de lado. Por outro lado, o texto não gera uma mensagem. Ele partilha um monte de perguntas, sem se preocupar com colocar uma delas no centro”, completa Cássio Pires.

Essa necessidade surge a partir dos desafios encontrados pelos Fofos: a manutenção do grupo e a própria existência enquanto companhia de teatro e espaço cultural (no início de 2014 o Espaço dos Fofos, assim como diversos coletivos teatrais da cidade de São Paulo, sofreram as consequências da especulação imobiliária e por pouco não fechou as portas).

O Deus da Cidade
Com Carlos Ataide, Cris Rocha, Eduardo Reyes, Erica Montanheiro, Katia Daher, Marcelo Andrade, Rafaela Penteado, Simone Evaristo, Silvia Poggetti e Zé Valdir.
Espaço dos Fofos (Rua Adoniran Barbosa, 151 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 100 minutos
18/03 até 22/05
Sexta, Sábado e Segunda – 21h; Domingo – 19h
Recomendação 16 anos
$20
Dramaturgia: Cássio Pires
Direção: Fernando Neves.
Direção musical e pianista: Fernando Esteves.
Cenografia: Fernando Neves, Marcelo Andrade e Zé Valdir.
Iluminação:Eduardo Reyes.
Figurino: Carol Badra e Leopoldo Pacheco.
Fotografia: Ligia Jardim.
Direção de produção: Eduardo Reyes.
Produção: Os Fofos Encenam – Cooperativa Paulista de Teatro.
Realização: Programa Municipal de Fomento ao Teatro – Prefeitura de São Paulo – Secretaria de Cultura

 

 

A BRAVA

A cidade de Cachoeira Paulista recebe o espetáculo teatral A Brava, da Brava Companhia, dias 1º e 2 de abril, com sessões sexta-feira, às 18h e sábado, às 17h, na Praça Prado Filho.

O espetáculo inspirado na história de Joana d’Arc propõe uma reflexão sobre objetivos, rumos e opções, e a nossa postura frente às consequências destas preferências.

Na peça, o grupo utiliza o humor e a música para transformar a trajetória dessa importante personagem da história da França em metáfora sobre as escolhas feitas na vida. A saga da heroína francesa é mostrada de forma épica, valendo-se de recursos como a música, a interação com a plateia, e as referências da cultura popular e da cultura pop agregadas a situações cênicas que exploram o drama e um humor anárquico, construindo assim paralelos com os dias de hoje.

“A história de Joana foi usada simbolicamente, e transportada para os dias atuais no contexto brasileiro. Trazemos ao espetáculo a nossa cultura popular, as músicas tradicionais e os cantos de orixás, mas também as influências externas do pop-rock, e do ap, por exemplo”, conta Fábio Resende, diretor da peça.

As “vozes” ouvidas por Joana tornam-se símbolos que podem ser interpretados como a crença em objetivos ou a ousadia de trilhar caminhos contrários a padrões preestabelecidos pela sociedade.

A Brava_1713 crédito Fábio Hirata

A Brava
Com Rafaela Carneiro, Fábio Resende, Mário Rodrigues e Ademir de Almeida
Praça Prado Filho (
Duração 90 minutos
01 e 02/04
Sexta – 18h; Sábado – 17h
Recomendação 12 anos
Entrada gratuita
 
Direção: Fábio Resende.
Projeto de Cenário: Mundano.
Confecção de Cenário: Márcio Rodrigues.
Criação e Confecção de Figurino: Ligia Passos e Karla Maria Passos.
Produção: Kátia Alves.

 

PROHIBITUM – OU FAÇA O QUE DIGO, NÃO FAÇA O QUE FAÇO

12795392_974045546011819_5022836619823757481_nO espetáculo teatral do grupo 50 e 4 “Prohibitum – Ou faça o que digo, não faça o que faço” é inspirado em Medida por Medida, de William Shakespeare.

“O livro gira toda em torno dos conceitos de justiça e corrupção, equidade e abuso do poder, castidade e volúpia, ou seja, de sentimentos conflitantes que não raro ocorrem num mesmo personagem. (…) Que mensagem Shakespeare estaria nos transmitindo com sua peça, se é que havia outra intenção além de criar um texto para ser representado e lhe proporcionar algum pecúlio? Estaria Shakespeare zombando da justiça dos nobres e poderosos, expondo-lhes a fraqueza de julgamento diante de seu poder de condenação?”, segundo Ivo Barroso na apresentação do livro, editado pela L&PM Pocket.

A comédia original, datada de 1.603 ou 1.604, tem momentos de intenso drama. Por discutir temas como o poder público e sua relação com a justiça, corrupção, valores sociais e pessoais,  o grupo fez uma aproximação com o que passa no nosso país nos dias de hoje.

Prohibitum – Ou Faça o Que Digo, Não Faça o Que Faço
Com Caroline do Amaral, Daniele Máximo, Denise Hygino, Dominique Maffei, Flávio Trevisan, Hayanne Oliveira, Larissa Cattelani, Rafael Nestardo, Raffael Santos, Vitor Cogo e Wallace Borges.
Teatro Timochenco Wehbi – Fundação das Arte (Rua Visconde de Inhaúma, 730 – São Caetano do Sul, São Paulo)
Duração 180 minutos (com intervalo)
19/03 até 05/05
Sábado – 20h; Domingo – 19h
Recomendação 16 anos
$20
Informações: (11) 4239-2020 – teatro@fascs.com.br

Texto: Juliano Marceano
Supervisão de texto e Letras Originais: Celso Correia Lopes
Direção: Celso Correia Lopes
Direção Musical e composições originais: Reinaldo Sanches
Musicos: Reinaldo Sanches, Mica Matos, Rayra Maciel
Preparação de Ator: Célia Luca
Preparação Corporal: Edson Calheiros
Cenário e figurinos: Mariana Chiarello
Iluminação: Sérgio de Azevedo