JOÃO E MARIA

A Cia Dos Tantos, comemorando 10 anos, traz aos palco  o espetáculo baseado no contos dos Irmãos Grimm, com um toque de modernidade, sem perder a essência do Clássico… João (Ricardo Aires) e Maria (Isadora Baziloni) que, ao desobedecerem a seus pais, resolvem sair para uma aventura  e vão ao encontro de uma Velha Senhora que eles conheceram na internet, sem saber que trata-se de um Bruxo… E assim acabam presos na Casa feita de Doces.  Com muito medo descobrem o quanto é ruim a desobediência. São obrigados  a comer as guloseimas feitas pelo Bruxo Merdolino (Thiago Tavares), que precisa deles para fazer um ensopado…para manter-se jovem… Além de tudo a mesmo  começa  a fazer  Bulling por serem tão diferentes e inocentes por acreditar nele. Vão descobrir que só existe uma forma de fugir da Bruxa o enfrentando seus medos…

João e Maria
Com Ricardo Aires, Isadora Baziloni e Thiago Tavares
Teatro Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Sábado e Domingo – 15h
Recomendação Livre
$30

AS LÁGRIMAS QUENTES DE AMOR QUE SÓ MEU SECADOR SABE ENXUGAR

Dirigido por Pedro Granato, o espetáculo ‘As Lágrimas Quentes De Amor Que Só Meu Secador Sabe Enxugar’ está em cartaz no Teatro Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi.  A peça volta para São Paulo após uma temporada no Teatro Leblon no Rio de Janeiro, onde a atriz Paula Cohen também gravou a novela “I Love Paraisópolis”. É a terceira temporada paulista da peça sobre uma mulher em transformação.

 A comédia “melodramática” acompanha a viagem de volta de uma mulher após uma separação. Uma atriz em busca de uma personagem, uma pessoa a procura do amor. Com humor e delicadeza, Paula estabelece uma relação íntima com a plateia, mesclando confissões dadas ao secador enquanto encena sua trajetória. Todos os figurinos e cenários da peça surgem de malas e nécessaires, carregadas pela personagem na cena inicial em que ela passa em revista todas suas bagagens na alfândega, quando volta com tudo que tem ao seu país.

 A peça traz encontros e descobertas da protagonista em sua busca pela identidade. Todos os personagens são encarnados com versatilidade por Paula, com rápidas trocas e elementos essenciais manipulados pela atriz. Pedro Granato optou por uma encenação intimista, que traz para o espectador a sensação de uma confissão, dada curiosamente a um secador. A encenação trabalha com uma paleta de cores fortes, que envolvem a trajetória da atriz. Na trilha, cantoras da nova geração amplificam os sentimentos da personagem e abrem múltiplas vozes femininas para construir a identidade da mulher contemporânea.

Pedro Granato e Paula Cohen construíram o texto ao longo de três anos, desde a montagem de “Navalha na Carne” que já percorreu teatros em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Porto Alegre. 

As Lágrimas Quentes de Amor que só meu Secador Sabe Enxugar
Com Paula Cohen
Teatro Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi (Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 80 minutos
02 a 24/04
Sábado – 20h; Domingo – 18h
Recomendação 14 anos
$60
 
Texto: Paula Cohen e Pedro Granato
Direção: Pedro Granato
Luz: Karine Spuri
Som: Bianca Lopresti
Figurinos: Paula Cohen
Cenário: Diego Dac e Pedro Granato
Trilha sonora com músicas de Ana Cañas, Bárbara Eugenia, Letuce e Tulipa, entre outros.
Produção: Victória Martinez
Visagista: Mário Nova
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

BIBI FERREIRA CANTA REPERTÓRIO SINATRA

Vivaz, a artista, que completa 94 anos, em junho, está com a agenda cheia. Apresenta o show Bibi Ferreira Canta Repertório Sinatra no dia 1º de abril, no Teatro Renaissance. As apresentações, que vão até 23 de abril, são parte das comemorações pelos 75 anos de carreira que a artista completa em 2016. Como parte da celebração, em agosto e setembro ela sobe aos palcos de Nova York com o espetáculo 4XBIBI, no qual além de canções interpretadas por Sinatra, canta o repertório de Amália Rodrigues, Carlos Gardel e Edith Piaf. Em novembro, ela retorna a São Paulo com o mesmo espetáculo. Paralelamente, artista lança fotobiografia, site e caixa Box com novo CD.

Bibi Ferreira Canta Repertório Sinatra reúne composições que se tornaram sucesso na voz do cantor. Estão no set list as músicas preferidas de Bibi: Night And Day (Cole Porter) e Dindi ((A. C. Jobim / Aloisio de Oliveira / Ray Gilbert), All The Way (Sammy Cahn / Jimmy Van Heusen), Fly me To The Moon, Girl From Ipanema (Tom Jobim e Vinícius de Moraes) e Old Man River (Jerome Kern / Oscar Hammerstein II).

O espetáculo abre com a orquestra tocando Strangers In The Night (Bert Kaempfert / Charles Singleton / Eddie Snyder). A única canção do show fora do repertório de Sinatra é  Rock Around The Clock, de Bill Haley.

No palco, ela é acompanhada por orquestra; do seu lado direito está a base, o piano e a bateria; atrás ficam as cordas; e do lado esquerdo,os sopros.  “O show é um bate-papo musical sobre Sinatra. Ao longo da apresentação, Bibi interage com o maestro e diretor musical Flávio Mendes, contando curiosidades sobre as canções”, detalha o empresário que trabalha há 25 anos com Bibi, Nilson Raman, que está no palco como mestre de cerimônias. Ele assina com a artista e Mendes o roteiro do show.

Conhecida pela ousadia, Bibi faz um espetáculo só com músicas interpretadas por  Sinatra. Chamado de “a voz” por sua modulação aveludada, o cantor tinha especial admiração pela bossa nova e gravou composições de Tom Jobim.

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Bibi Ferreira canta Sinatra
Com Bibi Ferreira e orquestra
Teatro Renaissance (Alameda Santos, 2233 – Jardins, São Paulo)
Duração 75 minutos
01 a 23/04
Sexta e Sábado – 22h; Domingo – 20h
Recomendação 14 anos
$140

 

QUE DEUS NOS SACUDA!

A comédia QUE DEUS NOS SACUDA! estreia dia 2 de abril, sábado, às 20h30, no TEATRO SANTO AGOSTINHO. Um espetáculo de cenas curtas de humor e linguagem de Internet, com a rapidez que nossa época exige, que revela situações absurdas, ora cotidianas, ora o total nonsense, o absurdo, destacando o lado patético da sociedade atual.

Que Deus nos Sacuda! surgiu da experiência de cenas feitas para o Canal de Humor do Youtube ‘O QUE TEM PRA HOJE’ com a proposta de sacudir a plateia satirizando desde nossos políticos, passando por personalidades que são vítimas constantes de ‘memes’ de Internet, como uma conhecida chef de cozinha natural, até chegar nele mesmo, o Todo Poderoso, mas sempre com muito humor, um tanto de crítica, uma pitada de acidez e certa leveza. Comportamento, sociedade e política servem de base para a exposição das nossas falhas, tanto como indivíduos, como no coletivo.

“Fui provocado pelos produtores a levar meus textos pro teatro e pensei: a agilidade de um clique permite que, em questão de segundos, uma notícia, uma piada ou mesmo uma injúria ou mentira sejam compartilhadas com milhões de pessoas, sem critério, sem filtro e, assim, tudo acaba sendo influenciado e influenciável. Então, por que não o teatro também ser influenciado pela Internet? Mas, claro, no que ela tem de melhor!”, conta o autor Jean di Barros.

Para Renato Scarpin, que além da direção também assina a autoria de duas das cenas do espetáculo, o projeto pretende levar ao teatro tanto os textos da Internet como o público da Internet, fazendo com que tanto um como o outro saiam da tela do computador. Ele brinca: “No caso dos humanos, que levantem a cabeça e parem, por pelo menos 60 minutos, de olhar pros seus próprios umbigos, ou melhor, smartphones! Mas para poder sacudir é preciso primeiro conquistar e nada melhor do que o humor pra ganhar empatia e novas amizades!”.

“É mais uma entre tantas comédias? Pode até ser que seja, mas garantimos textos ousados e algumas cutucadas na plateia, contamos com curtidas e torcemos para muitos compartilhamentos quem sabe… e aí sim a comédia se estabelece com sua melhor função: fazer rir! E o riso, muitas vezes, é a melhor forma de catarse”, complementa o diretor.

Os atores e também produtores do projeto se associaram para esta montagem movidos pela inspiração do provérbio japonês dos Três Macacos Sábios: “Não escute o mal, não olhe para o mal e não pronuncie o mal”. Scarpin ainda conta: “conversando sobre o momento em que o mundo vive, nos demos conta da importância desse provérbio, do quanto ele é significativo e como tem tudo a ver com o mundo atual das redes sociais, do individualismo e falta de amor. As coisas poderiam ser bem diferentes se seguíssemos essa sabedoria e então fizemos nossa própria adaptação do pensamento: “Se os homens não ouvissem, não olhassem e não falassem o mal alheio, a vida teria mais graça”.

O espetáculo é todo concebido pelos produtores, que deram identidade à cenografia e figurinos de uma forma bem simples, fazendo-os servir ao espetáculo. Puffs são movimentados pelos próprios atores a cada cena compondo os objetos necessários pra situação, assim como diversos adereços são colocados em cima de um figurino base, de acordo com cada uma das vinte cenas curtas do espetáculo. A sonoplastia, assinada pelo diretor, desenha o roteiro da peça, colorindo, junto à iluminação de Rodrigo de Souza, as nuances e amarrações de uma cena pra outra e, principalmente, variações de clima.

QUE DEUS NOS SACUDA! - Andresa Gavioli, Mauro Pucca, Maritta Cury e Renato ScarpinQue Deus Nos Sacuda!
Com Andresa Gavioli, Maritta Cury, Mauro Pucca e Zé Alberto Martins.
Teatro Santo Agostinho (Rua Apeninos, 118 – Vergueiro, São Paulo)
Duração 60 minutos
02/04 até 25/06
Sábado – 20h30
$50
Classificação 14 anos
Texto: Jean di Barros.
Direção: Renato Scarpin.

OS SOBREVIVENTES

Contemporâneos da mesma escola de teatro em São Paulo, o Teatro Escola Célia Helena, Carolina VictorFernando Vilela contam a história do casal que durante luta contra a ditadura acaba por se unir de uma forma extremamente sensível, mas com a abertura democrática encontram um vazio. A estreia acontece dia 16 de abril, sábado, às 21h, no Viga Espaço Cênico.  No elenco, os atores Adriano Vilas Bôas e Claudia Garcia

“Essa obra coloca-nos frente a questões como a frustração e a dificuldade de se admitir um fracasso. Fala de como sobreviver diante de uma realidade tão diferente daquilo que foi desejado, sonhado, como lidar com a impotência frente ao sistema social e como recuperar a fé novamente”, comenta o co-diretor Fernando Vilela. 

image001Sobre a encenação

Os diretores buscaram uma construção mais simbólica para esta montagem, diferente do que é apontado no texto original– o retrato de um apartamento, a presença das mobílias, os copos, os cigarros. As duas personagens encontram-se em lugar-nenhum, podendo estarem no mar, em um apartamento, em uma arena. O cenário é composto por uma plataforma, uma espécie de ringue no centro do palco. Os dois estão vestidos iguais, com muitas camadas de roupas sobrepostas. As cores do espetáculo variam entre preto e azul petróleo. Os diretores assinam o cenário e o figurino, a luz é assinada por Jeff Campos e a trilha por Pedro Augusto Monteiro.

Os Sobreviventes
Com Adriano Vilas Bôas e Claudia Garcia
Viga Espaço Cênico – sala Piscina (Rua Capote Valente, 1323 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 50 minutos
16/04 até 08/05
Sábado – 21h; Domingo – 19h
Recomendação 14 anos
$30
 
Autor: Caio Fernando Abreu
Direção: Carolina Victor e Fernando Vilela
Cenário: Mateus Fiorentino
Figurino: Duda Viana e Suellen Souza
Iluminação: Jeff Campos
Trilha Sonora Original: Pedro Augusto Monteiro
Produção: Contorno Produções Artísticas
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Fotografia: Jenniré Navaréz

 

4o EDITAL DO PRÊMIO ZÉ RENATO

 

A Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e o Programa Municipal de Fomento ao Teatro convidam a todos para o lançamento do 4o edital do Prêmio Zé Renato – que subsidiará a produção de espetáculos inéditos e circulação de espetáculos já estreados – e o lançamento do livro Diálogos Teatrais, que registra encontros com companhias atuantes de São Paulo.

O evento acontece no dia 29 de março, terça-feira, às 19h, no Centro Cultural São Paulo – Espaço das Missões. MPB, samba e samba rock do Dj Digão, a percussão afro-brasileira com samba de roda, maracatu e samba de coco do É Di Santo recebem o público.

Entre os convidados, estão confirmadas o secretário Municipal de Cultura de São Paulo Nabil Bonduki e os atores Edgar Castro, Evil Rebouças, Fábio Resende, Luiz Fernando Marques, Maria Lúcia Pupo, Paulo Faria e Sidney Santiago. Também confirmaram artistas de grupos como Cia, Velha Cia, Pavanelli, Capulanas Arte Negra, Os Crespos, Cooperativa de Teatro, Grupo Bolinho, Cia. São Jorge, Estopô Balaio, Balagan, Caixa de Imagens, Núcleo Experimental, Núcleo Macabeia, Os Fofos Encenam, Teatro do Incêncio, Quizumba, Redimunho Teatral e Antropofágica.

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>> Sobre a publicação:
O livro Diálogos Teatrais reproduz o conteúdo dos encontros promovidos pela Secretaria Municipal de Cultura entre 2013 e 2015 pelo projeto#existediálogoemSP, ainda vigente. Criado pelo então secretário de cultura Juca Ferreira, a ideia é propor uma escuta permanente com fazedores de cultura da cidade. O livro é dividido em cinco partes, cada uma delas correspondente a um dos diálogos sediados na Galeria Olido. A ação tem sempre vista à formação de público e a ideia é que o material possa ser fruído por fazedores de teatro de todo o Brasil.

Foram abordados temas relevantes do meio artístico, como o teatro negro, a relação do artista com a cidade e a importância de uma sede para as companhias. Os participantes dos encontros foram os grupos Cia. dos Inventivos, Cia. Os Filhos de Olorum, Os Crespos, Capulanas Cia. de Arte Negra, Coletivo Negro, Teatro Documentário, Cia. São Jorge de Variedades, Grupo Bolinho, Pessoal do Faroeste, Companhia Humbalada de Teatro, Pombas Urbanas, Grupo XIX de Teatro, Cia. Artehúmus de Teatro, Trupe Sinhá Zózima, Brava Companhia e Cia. Livre.

>> Sobre o Prêmio Zé Renato:
Criado em 2014, chega à sua quarta edição com perspectivas de sucesso e apoio ao teatro da capital paulista. O prêmio homenageia o diretor teatral paulistano José Renato Pécora (1926 – 2011). Ator formado na primeira turma da Escola de Arte Dramática (EAD), dramaturgo e diretor, idealizador e fundador do Teatro de Arena, dirigiu a montagem de Eles Não Usam Black-tie na ditadura militar.

O valor do edital é de R$ 4 milhões que são distribuídos para os para arcar com custos da produção, realização e circulação dos espetáculos. Há duas edições do Prêmio Zé Renato por ano. A cada uma, o número de inscritos tem aumentado expressivamente.

Na primeira edição houve 317 inscrições (24 contemplados). Na segunda, 355 (24 selecionados). A terceira, 371 (23 escolhidos). Alguns dos espetáculos contemplados pelo prêmio foram Urinal – O Musical (direção de Zé Henrique de Paula) Consertando Frank (direção de Marco Antônio Pâmio), A Máquina Tchekhov (direção de Clara Carvalho e Denise Weinberge) e Potestad (com Celso Frateschi), Pagliacci (Cia La Mínima) e Janelas do Esparrama (Grupo Esparrama).

PASSA LÁ EM CASA

Contemplada pelo PROAC Festivais de Artes I, a Mostra de teatro em residências do Paraisópolis é idealizada pelas companhias: Cia Em Cena Ser, Companhia Teatral Paraisópolis e Grupo Nós Mosaico. São realizadas apresentações de peças curtas em residências de Paraisópolis, para moradores e seus convidados.

O público local das artes cênicas realizará um intercâmbio entre artistas de teatro do bairro e de outras regiões da cidade, amadores e profissionais, proporcionando uma troca de experiências artísticas e humanas.

São 16 espetáculos, 32 casas participantes e um total de 48 apresentações, incluindo uma finalização no CEU Paraisópolis. Cada peça é apresentada em duas casas, além de participar do encontro no CEU. Entre os espetáculos terão peças curtas, esquetes de palhaço, contação de histórias e intervenções.

A mostra acontece sempre aos domingos, o período de realização é de 14 de fevereiro à 20 de março nas casas. E no CEU, com todas as apresentações são abertas ao público, nos dias 3 e 10 de abril, das 15h às 19h30.

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Passa Lá em Casa
Com Cia Em Cena Ser, Companhia Teatral Paraisópolis e Grupo Nós Mosaico
CEU Paraisópolis (Rua Doutor José Augusto De Souza E Silva, s/n – Jardim Parque Morumbi, São Paulo)
03 até 10/04
Domingo – 15h às 19h30
Recomendação Livre
Entrada gratuita
Informações 3501 5660