CABARÉ LITERÓTICO MUSICADO

Dirigido por Lígia Pereira, em uma ambientação que remete aos antigos cabarés, quatro experientes atrizes, Cleide Queiroz, Maria do Carmo Soares, Salete Fracarolli e Jô Rodrigues e o músico Cervolo Augusto no piano retomam poemas eróticos e luxuriosos de autores renomados, desde os gregos até os do século XX. Autores como Goethe, Guillaume Apollinaire, La fountaine, Gregório de Matos e John Donne fazem parte do repertório. A direção musical do espetáculo é assinada por Tato Fischer. A estreia acontece dia 6 de abril, quarta –feira às 21h no teatro da SP Escola de Teatro.

Dando representação a uma das mais importantes formas da experiência humana – o amor –, sempre de maneira divertida, ora encenando, ora cantando e dançando, buscam deleitar o público com o prazer de falar a respeito de coisas que ninguém ignora.

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Cabaré Literótico Musicado
Com Cleide Queiroz, Jô Rodrigues, Maria do Carmo Soares e Salete Fracarolli
SP Escola de Teatro (Praça Roosevelt, 210 – Centro, São Paulo)
Duração 60 minutos
06/04 até 12/05
Quarta e Quinta – 21h
Recomendação 16 anos
$30
 
Concepção e Seleção Poética: Maria do Carmo Soares
Direção Artística: Lígia Pereira
Direção e Composição Musical: Tato Fischer
Cenários: Lígia Pereira
Figurinos: As Tias
Adereços: Cleide Queiroz
Produção Executiva: Marcos Thadeus
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

 

CADA UM TEM O ANJO QUE MERECE

Oswaldo e Quitéria formam um casal que vive às turras. Desempregado há anos e sofrendo pressão da esposa, o atrapalhado Oswaldo só se mete em confusão.

De surpresa, recebem a visita de um Anjo, que vem com a missão de refazer o amor do casal, tão desgastado pelo tempo. O Anjo é confundido com um bandido, com um vizinho, com um pregador religioso mas consegue provar ao confuso casal que realmente é um enviado de Deus.

Depois de conseguir provar a sua identidade o Anjo começa a criar situações inusitadas para fazer aflorar o sentimento entre o casal e provar que o Amor existe.

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Cada Um Tem o Anjo Que Merece
Com Viviane Araujo, Eduardo Martini e Pedro Fabrini
Teatro Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 70 minutos
08 a 29/04
Sexta – 21h30
Recomendação 12 anos
$60
 
Figurinos e design Gráfico: Adriana Hitomi.
Fotos: Claudia Martini
Direção de Produção: Bira Saide.
Administração: Valdir Arcanjo
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Texto: Pedro Fabrini.
Direção geral : Eduardo Martini

 

QUEM TEM MEDO DE ITÁLIA FAUSTA

Em 1979, Miguel Magno e Ricardo de Almeida apresentaram ao público o despretensioso espetáculo “Quem tem medo de Itália Fausta“, que surpreendeu com um estrondoso sucesso que marcou o início do chamado “teatro besteirol“.

A peça se tornou um “cult” na época, por fazer uma tradução cômica e sofisticada de gêneros que fizeram parte da história do teatro como a comédia de costumes, o vaudeville, o melodrama e o teatro de revista.

Queremos divertir o público em uma produção de qualidade. A nova geração precisa conhecer esta pérola do Teatro“, afirma o ator Eduardo Martini que ganhou do amigo, o saudosos Miguel Magno todos os personagens interpretados originalmente por ele.

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Quem Tem Medo de Itália Fausta
Com Eduardo Martini, Ailton Guedes, Raquel Araujo
Teatro Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 80 minutos
05 a 27/04
Terça e Quarta – 21h
Recomendação 12 anos
$50
 
Texto: Miguel Magno e Ricardo de  Almeida.
Direção: Eduardo Martini.
Figurinos e Design gráfico: Adriana Hitomi.
Iluminação: Gyba Filiputti.
Direção Geral: Eduardo Martini

 

ATÉ QUE O CASAMENTO NOS SEPARE

Viviane Araújo e Eduardo Martini são Otávio e Maria Eduarda, um casal que com a maior sinceridade abre sua vida, expõe sua intimidade cheia de situações engraçadas. O texto é de Eduardo Martini e Cris Nicolotti.

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Até que o Casamento nos Separe
Com Viviane Araújo e Eduardo Martini.
Teatro Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 80 minutos
09 a 30/04
Sábado – 21h
Recomendação 12 anos
$70
 
Direção: Eduardo Martini.
Textos: Eduardo Martini e Cris Nicolotti
Fotos: Claudia Martini
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

O FILHO DA MÃE

Com direção de Eduardo Martini e texto de Regiana Antonini, O Filho da Mãe busca na comédia e na sátira do estereótipo das mães, uma forma de abordar temas como paixão, carinho e relações familiares. No elenco, Eduardo Martini e Bruno Lopes.

A história se passa em um apartamento e gira em torno da convivência de uma mãe divorciada com seu filho. A trama mostra de forma bem-humorada os conflitos e dramas nas mais diversas situações vividas entre Valentina (Eduardo Martini) e Fernando (Bruno Lopes).

Enquanto Valentina é uma publicitária bem-sucedida profissionalmente, mas completamente desmiolada e apaixonada pelo filho, Fernando é um recém- formado roteirista, que está indo para Nova York estudar cinema contra a vontade da mãe.

O Filho da Mãe não possui um enredo linear. Em quatro momentos diferentes, o texto joga com flashbacks que mostram essa relação de mãe e filho, revelando acontecimentos passados da vida dos dois. 

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O Filho da Mãe
Com Eduardo Martini e Bruno Lopes
Teatro Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 90 minutos
01/04 até 01/05
Domingo – 19h
Recomendação 12 anos
$60
 
Texto – Regiana Antonini
Luz- Gyba Filiputi
Trilha Sonora – Sergio Luis
Figurinos – Adriana Hitomi
Cenário – Eduardo Martini
Assessoria de Imprensa – Pombo Correio

 

PLAYGROUND

Rajiv Joseph, finalista do prêmio Pulitzer de 2010, conta nessa peça a história de um amor pouco convencional vivido por Daniel e Karina que se conhecem na infância e, entre idas e vindas, chegam à maturidade. Com importantes nomes do cenário teatral paulistano, a equipe artística é composta por Cássio Brasil assinando cenário e figurino, iluminação deAline Santini, trilha sonora de Gregory Slivar e no elenco os atores Mateus Monteiro e Lara Hassum.

 Essa é a primeira vez que um texto de Rajiv é montado no Brasil.

Sinopse

O primeiro encontro de Daniel e Karina acontece aos oito anos de idade na enfermaria da escola em que estudam. Ela sente dores no estômago e ele acabou de cair de bicicleta de cima do telhado. O que parecia pouco provável a princípio, acontece: já no final da primeira cena a amizade é selada com uma bela e sincera demonstração de empatia.

 Essa história é contada no decorrer de trinta anos de forma fragmentada. As cenas se passam em intervalos de ora quinze anos para frente e ora dez anos para trás na vida dos protagonistas. Enquanto os anos passam, a amizade dos dois aumenta e, cena a cena, o espectador pode enxergar o rumo que essa relação toma e o vínculo profundo que se estabelece entre feridas no corpo e na alma dos personagens.  

 Entre encontros e desencontros, os amigos se distanciam chegando a ficar anos sem se encontrar, mas seus caminhos voltam a se cruzar, sempre em momentos que englobam acidentes graves ou até a morte. Nesta dramaturgia impactante, o público se depara com um humor afiado que, magistralmente, propõe uma percepção ainda mais afiada sobre a condição humana.

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Playground
Com Lara Hassum e Mateus Monteiro
Viga Espaço Cênico – Sala Viga (Rua Capote Valente, 1232, Pinheiros, São Paulo)
Duração 80 minutos
08/04 até 29/05
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 19h
Recomendação 12 anos
$40
Texto: Rajiv Joseph.
Direção: Marco Antônio Pâmio.
Assistente de Direção: Gonzaga Pedrosa.
Cenário e Figurino: Cassio Brasil.
Assistente de Figurino: Júnior Santana.
Iluminação: Aline Santini.
Trilha Sonora: Gregory Slivar.
Produção Executiva: Larissa Barbosa.
Direção de Produção: André Canto.
Produtores Associados: Lara Hasum e Mateus Monteiro.
Produção: Canto Produções.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

NO CORAÇÃO DAS MÁQUINAS

No Coração das Máquinas foi criado a partir da ocupação e depois autogestão por empregados na fábrica de relógios LIP, que funcionou por dois anos sob o controle dos próprios trabalhadores nos anos 70, na França.

A peça revive a primeira noite de ocupação da fábrica do ponto de vista de sete funcionárias. Durante esta noite resistindo ao cerco da polícia e lutando por seus empregos, essas mulheres, tão diferentes entre si, vão descobrir as dificuldades e a força de viver uma utopia coletiva.

O co–autor Marcos Arzua faz um paralelo contemporâneo sobre o texto:“Podemos lembrar dos valentes e engajados secundaristas que lideraram ocupações de escolas estaduais paulistanas como resposta à política repressiva de forças reacionárias mal disfarçadas, capazes até de espancar brutalmente estudantes e outros manifestantes em passeatas totalmente legítimas. Esses jovens viveram plenamente a mobilização em suas unidades, mas atuaram em rede também, e de forma certeira.

O cenário de Amanda Vieira e Ding Musa sugere o depósito de uma fábrica, com suas caixas de material estocado e suas luminárias fabris. A iluminação é feita por diversas fontes de luz, como velas, lanternas e luminárias manipuladas pelas atrizes durante a atuação.  “Aproximamos desta forma o aparato cênico da atuação, ajudando a criar a sensação de que o público encontra-se confinado junto com essas mulheres. O som, invocando constantemente o cerco da polícia do lado de fora, nos lembra a todo instante a sensação de perigo e anormalidade”. Completa a diretora.

A peça também traz interlúdios de teatro de sombras: tratam-se dos sonhos das operárias em seus breves períodos de sono durante esta agitada noite de ocupação. Daniel Maia é responsável pela música original, os figurinos foram criados por Valentina Soares e Alex Casimiro, o vídeo é assinado por Amandine Goisbault e o Coletivo Ocupe a Cidade a cuidou de parte gráfica do espetáculo, Amanda Vieira assina a direção de arte do espetáculo e Malu Bazan a preparação do elenco.

O espetáculo fala de uma busca por relações horizontais, e a equipe do espetáculo buscou esta horizontalidade também durante o processo de criação. “Sim, nosso processo de criação é exaustivamente democrático! rs. Claro que temos papéis diferentes, mas a criação é profundamente coletiva. As atrizes, principalmente as que estão há mais tempo no projeto, são responsáveis pela concepção de seus próprios personagens. Nós trazíamos alimento de pesquisa sobre o tema e eu assoprava as fagulhas criativas pertinentes que via surgir. Escrevi o texto muito em cima das improvisações das atrizes. Em seguida, eu e Marcos Arzua acrescentamos temas e informações que faltavam para amarrar o conjunto e contextualizar melhor a peça em seu ambiente econômico, político e histórico. Outros parceiros preciosos chegaram nessa etapa final da criação e todos acabam contribuindo para pensar o projeto como um todo, o que é muito gratificante e dá sentido as palavras que são ditas em cena”, comenta Rita Carelli.

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No Coração das Máquinas
Com Anna Zêpa, Janaína Suaudeau, Manuela Afonso, Nicole Cordery, Renata Roberta, Samya Enes, Thaia Perez.Música original: Daniel Maia.
 
Oficina Cultural Oswald De Andrade (Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo)
Duração 60 minutos
15/04 até 07/05
Quinta, Sexta e Sábado – 20h
Recomendação 12 anos
Entrada gratuita (Retirar o ingresso 30 minutos antes do espetáculo na bilheteria.
 
Casa do Povo (Rua Três Rios, 252 – Bom Retiro, São Paulo)
11/05 até 29/06
Quarta – Horário a definir
 
Texto: Rita Carelli em colaboração com Marcos Arzua e elenco.
Direção: Rita Carelli.
Assistente de direção: Amanda Vieira.
Preparação de elenco: Malú Bazán.
Direção de produção: André Canto.
Realização: Canto Produções.