SÓ MAIS UMA

Dorothy Parker (1893– 1967) foi uma célebre escritora americana famosa por seu senso de humor, perspicácia e sarcasmo – sempre encontrava um comentário ferino a fazer a respeito dos seus contemporâneos. Foi considerada a mais cínica personalidade feminina da Nova York de seu tempo.

As diretoras Einat Falbel e Giseli Ramos e os atores Ângela Fernandes, Camila Ganc, Debora David, Flavia Coelho, Guto Costa, Jaques Bento, Joyce Ophelia Camassuti e Pagan Senior escolheram alguns contos da autora e, a partir dessas obras, os adaptaram para o espetáculo Só Mais Uma, comédia dramática que estreia dia 21 de abril no Teatro Pequeno Ato.

O espetáculo aborda questões clássicas do universo feminino e o papel da mulher na sociedade, tratando com humor e ironia assuntos como a incomunicabilidade, o amor, a solidão e a dependência.

Através das personagens, típicas figuras femininas do século XX, Parker trata de temas universais e de sentimentos atemporais utiliza o humor para mascarar discussões profundas e importantes da mulher, como a dependência em relação ao homem e a insegurança sobre seu papel na sociedade. Seus trabalhos preservam o frescor dos seus temas na atualidade – alguns dos dilemas de suas mulheres são discutidos até hoje.

Seus contos desnudam os pensamentos, desejos e ambições de homens e mulheres em situações cotidianas risíveis, expondo, de forma implacável, suas fraquezas, futilidades, preconceitos e dificuldades em se relacionar verdadeiramente. A mulher, carente e solitária, muitas vezes depende emocionalmente de homens evasivos e fracos”, conta a diretora Einat Falbel.

Sob a fachada da sátira, Parker mascara as imposições sociais que recaem sobre a mulher e deixa transparecer como elas desvirtuam os seus relacionamentos amorosos, suas amizades e sua própria identidade. Acreditamos que essa visão nos ajuda a compreender a formação da mulher e suas relações na atualidade, numa sociedade que ainda discute a independência feminina, a superficialidade das relações afetivas, os estereótipos de gênero, a solidão da vida nas cidades, a incapacidade de amar e tantos outros conflitos humanos”, diz o coletivo de atores e diretoras.

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Sobre Dorothy Parker

Dorothy Parker (1893– 1967) foi uma célebre escritora americana famosa por seu senso de humor, perspicácia e sarcasmo – sempre encontrava um comentário ferino a fazer a respeito dos seus contemporâneos. Foi considerada a mais cínica personalidade feminina da Nova York de seu tempo.

Foi uma autora emblemática da vida literária americana dos anos 20 e 30. Publicou livros de contos e poemas, alguns dos quaisbestsellers nos EUA, além de críticas teatrais e literárias nas revistas mais importantes de sua época, como The New Yorker, Esquire, Vogue e Vanity Fair. Colaborou como dramaturga em cinco peças de teatro, e outros diversos roteiros de cinema, dois dos quais receberam indicações ao Oscar.

Só Mais Uma
Com Ângela Fernandes, Camila Ganc, Debora David, Flavia Coelho, Guto Costa, Jaques Bento, Joyce Ophelia Camassuti, Pagan Senior.
Teatro Pequeno Ato (Rua Dr. Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 80 minutos
21/04 até 17/06
Quinta e Sexta – 21h
Recomendação 12 anos
$40
 
Adaptação coletiva a partir dos contos de Dorothy Parker
Direção: Einat Falbel e Giseli Ramos.
Preparação corporal: Camila Ganc
Coreografia: Camila Ganc e Joyce Ophelia Camassuti.
Coordenação de figurino: Veridiana Toledo.
Trilha sonora original: Rogério Maudonnet.
Cenário: Alex Capelossa.
Fotografia: Zé Aires.
Iluminação: Gabriel Tavares.
Design gráfico: Debora David.
Coordenação de produção: Debora David.
Produção: Ângela Fernandes, Debora David, Einat Falbel, Giseli Ramos, Guto Costa, Joyce Ophelia Camassuti e Paulo Ganc.
Colaboração: Teatro Pequeno Ato, Pedro Granato.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

 

ENGOLIR A ESCURIDÃO

A leitura de Suíte número 1, do dramaturgo francês Philippe Minyana, que já ganhou uma montagem nacional pela Cia Brasileira de Teatro, foi o ponto de partida que inspirou Roberto Alvim na criação do texto de ENGOLIR A ESCURIDÃO, espetáculo que tem estreia no dia 21 de abril, quinta, às 21 horas, no Club Noir. A montagem mostra a dificuldade que temos de lidar com o luto e com as mais diversas formas de perda.
O elenco é formado por 11 atores descobertos por Roberto Alvim e Juliana Galdino em suas oficinas de interpretação. “Nas oficinas que fazemos no Club Noir, sempre surgem atores com quem temos desejo de vir a trabalhar profissionalmente. Recentemente, tivemos a sorte de encontrar uma turma altamente comprometida com o teatro como arte, com a sensibilidade e a excelência técnica necessárias para estar em cena”, afirma Alvim.
Um escritor em conflito
A leitura de Suíte número 1 inspirou o autor e diretor a criar um texto novo. “A obra de Minyana disparou em mim alguns temas, sobretudo ligados ao luto, às perdas que sofremos ao longo da vida e à dificuldade que temos de seguir em frente e nos reestruturarmos. ENGOLIR A ESCURIDÃO conta a história de um escritor que entra em colapso e que não consegue mais escrever depois que sua casa é invadida e vandalizada por uma bando de crianças. A casa é uma metáfora do modo como organizamos nossas vidas, e as crianças são uma metáfora da morte e do caos imprevisível que sempre vai surgir quando menos esperamos.
Alvim conta que o espetáculo segue a linguagem cênica criada pelo Club Noir, com sua atmosfera crepuscular e delirante. O luto abordado na peça não diz respeito somente à morte, mas também à perda de uma rotina estável e à necessidade de se começar de novo. “Vivemos essa instabilidade: quando nos acostumamos com uma situação, algo acontece: uma demissão, uma separação, uma doença, uma mudança… Aí precisamos lidar com este novo estado de coisas e recomeçar”, afirma.
Toda essa história é contada com o auxílio da trilha sonora composta por Vladimir Safatle especialmente para o espetáculo. Essa é a segunda vez que a dupla trabalha no teatro: Safatle também compôs a trilha de Caesar – Como Construir um Império, que foi executada ao vivo pelo próprio filósofo ao piano.
Engolir a Escuridão
Com Angelo de Carvalho, Caio Brandão, Cláudio Nunes, Fernanda Degolin, Leonardo Cônego, Marjorie Gerardi, Nathalia Manocchio, Neriane Libardi, Renata Bortoleto, Thaís Carvalho e Valentina Safatle.
Club Noir (Rua Augusta, 331 – Consolação, São Paulo)
Duração 45 minutos
21/04 até 13/05
Quinta e Sexta – 21h
Recomendação 16 anos
$20
 
Direção, texto, iluminação e cenografia – Roberto Alvim. 
Figurinos – Juliana Galdino. 
Trilha Sonora Original – Vladimir Safatle. 
Assistente de Direção – Erica Kou. 
Programação Visual – Felipe Uchôa. 
Fotos– Gabriel Bicho. 
Produção – Club Noir. 
Assessoria de Imprensa – Nossa Senhora da Pauta

LEVANTE

No próximo dia 19 de abril, terça, às 21 horas, o Club Noir recebe a estreia de LEVANTE, peça com direção de Roberto Alvim e texto de Daniel Graziane. Com elenco formado por 10 jovens atores, que Alvim e Juliana Galdino descobriram em suas oficinas de interpretação, além de outros que já integram a Cia Club Noir, o espetáculo fala sobre os desdobramentos políticos de nossa atual revolução tecnológica, sendo focado no universo dos hackers.
Alvim, que foi professor de Daniel Graziane na primeira turma de dramaturgia da SP Escola de Teatro, explica que há tempos tinha vontade de trabalhar com o ex-aluno. A atualidade do texto e o seu teor político despertaram a vontade de Alvim montar LEVANTE: “As peças do Club Noir têm abordado duas linhas principais: ou temáticas eminentemente políticas, que abordem questões contemporâneas emergenciais; ou o campo do delírio, das pulsões inconscientes. O texto de Graziane se insere na linha radicalmente política: trata-se de algo inédito na dramaturgia mundial, haja vista abordar um fenômeno completamente novo, o do poder político das redes sociais. Ele mostra como a tecnologia proporciona caminhos para uma revolução política, algo que vem acontecendo em todo o mundo nos últimos anos”, explica o diretor.
O atual vazamento de informações denominado Escândalo Panamá Papers mostra como a internet pode deixar presidentes, primeiros ministros e outros chefes de estado em situação vulnerável. Tempos em que qualquer pessoa pode, de seu quarto numa periferia de um país subdesenvolvido, detonar crises sem precedentes.
Olhar para o novo
O texto, como explica Alvim, faz alusão às manifestações que aconteceram em 2013, mas também faz uma gênese de uma série de revoluções da história moderna. “O espetáculo mostra como toda a revolta contra sistemas corrompidos pode eclodir do campo virtual e tomar as ruas no mundo real”.
No elenco, Roberto Alvim traz nomes como Diego Machado, Arthur Rangel, Érika Kou, que já fizeram outros trabalhos com ele no Club Noir, além de novos atores que o diretor descobriu recentemente. “Nos cursos que fazemos no Club Noir, sempre descobrimos alguns profissionais que se destacam dos demais, e temos aproveitado esses talentos dentro das nossas peças”, conta. A estética do espetáculo segue a assinatura de Roberto Alvim em suas últimas montagens.
Daniel Graziane foi aluno no Núcleo de Dramaturgia SESI-Britsh Council, do qual Roberto Alvim foi professor, e teve seu texto, Fogo Azul de Um Minuto, selecionado pelo programa para ganhar uma montagem, dirigida por Zé Henrique de Paula. O autor também foi um dos vencedores do Prêmio Funarte de Dramaturgia, em 2014.
Na ocasião, Marici Salomão, que foi jurada do prêmio Shell de Teatro, elogiou o texto pela coragem no campo da construção e pelo hibridismo de linguagem. Segunda ela, “Daniel Graziane é um autor obstinado, que não tem medo de se arriscar como inventor“.

 

Levante
Com Arthur Rangel, Diego Machado, Érica Kou, Maria Alarza, Camilla Flores, Adrianno Rodrigues, Douglas de Abreu, Andrea Boller, Vinícius Tardelli, Yukio Vidal.
Club Noir (Rua Augusta, 331 – Consolação, São Paulo)
Duração 45 minutos
19/04 até 11/05
Terça e Quarta – 21h
Recomendação 16 anos
$20
 
Texto – Daniel Graziane.
Direção, iluminação e cenografia – Roberto Alvim.
Figurinos – Juliana Galdino.
Trilha Sonora Original – Club Noir.
Assistente de Direção – Steffi Braucks.
Programação Visual – Felipe Uchoa.
Fotos – Giovanna Costa.
Produção – Club Noir.
Assessoria de Imprensa – Nossa Senhora da Pauta

CANTOS DE COXIA E RIBALTA

A Cia. de Teatro Lusco-Fusco, com 10 anos de existência, acaba de lançar campanha de financiamento coletivo através do Kickante para o seu novo espetáculo, “Cantos de Coxia e Ribalta”, um musical inédito, 100% autoral, assinado por Alef Barros e Gustavo Dittrichi.

É possível para qualquer pessoa contribuir, com valores a partir de R$ 10,00 (através de cartão de crédito, transferência bancária, boleto, parcelado em seis vezes e mais). Também é possível para empresas investirem como patrocinadores. Quem investe no espetáculo, além de contribuir para fomentar a cultura e a arte, terá seu nome vinculado à divulgação do espetáculo e têm contrapartidas; divididas em recompensas que vão de ingressos VIP e kits com produtos do espetáculo à espaços publicitários.

Para contribuir e conhecer as vantagens que quem contribui tem, acesse: http://www.kickante.com.br/campanhas/cantos-de-coxia-e-ribalta

Apesar de já existir por 10 anos, a Cia. Lusco-Fusco é independente. Os artistas produzem tudo com muito suor, dedicação e, até hoje, sem qualquer financiamento externo; apenas muito amor pelo ofício do Teatro. Conheça o trabalho da Cia. em www.teatroluscofusco.com

O valor a ser arrecadado servirá para a construção do espetáculo: cenografia, figurinos e investimento em equipamento técnico.

SOBRE O ESPETÁCULO:

Cantos de Coxia e Ribalta é um espetáculo de teatro musical da Cia. de Teatro Lusco-Fusco, a estrear em São Paulo no segundo semestre de 2016, criado a partir do estudo de três vertentes artísticas: os personagens-tipos da commedia dell’arte, os ritmos musicais brasileiros e o teatro narrativo brasileiro; combinando esta nova abordagem com a bagagem de pesquisa cênica que a Cia. Lusco-Fusco já carrega; teatro e música (ou, teatro musical).

Tanto o argumento (texto) quanto as músicas são originais, e inéditos. O argumento (escrito por Gustavo Dittrichi) buscou livre inspiração na obra de Luis Alberto de Abreu; em especial no texto “O Auto da Paixão e da Alegria”. A linguagem cênica tem inspiração no musical “Godspell“, de Stephen Schwartz e John-Michael Tebelak. Já a música (escrita por Alef Barros, e em parte composta por ele) buscou referências na obra musical de Chico Buarque; nas composições de Baden Powell com Toquinho, em especial nos seus estudos e releituras dos cantos de terreiro e umbanda; e na bossa-nova em geral. Os arranjos musicais e composições gerais são de Marco De Laet. Os arranjos vocais são de Carine Desiderá.

O elenco é composto pelos atores André Sakajiri, Beatriz Santiago Príncipe, Carine Desiderá, Carol Silveira, Gustavo Dittrichi, Karine Luiz, Marco De Laet e Pedro Aldozza e pelos músicos Dario Ricco e Luiz Locci.

 

CIA. DE TEATRO LUSCO-FUSCO

Desde 2005 – 10 anos.

Site oficial | Facebook | Twitter | Youtube | Instagram

E-mail: contato@teatroluscofusco.com | Tel.: (11) 99270-4747

DIREÇÃO: Gustavo Dittrichi – gustavo@teatroluscofusco.com

PRODUÇÃO: Marco De Laet – marco@teatroluscofusco.com

MULTIVERSOS

O Theatro NET São Paulo, na Vila Olímpia, recebe Leoni no dia 18 de abril, segunda-feira, às 21h,para apresentação de show Multiversos.

Multiversos é o novo show de Leoni, acompanhado apenas pelo seu violão. Como o nome sugere, a poesia é a viga mestre do espetáculo. Foi a partir de letras e poemas que “se conectavam” que o repertório foi sendo tecido.

Muitas canções receberam novo arranjo para voltar aos palcos. Como novidade o compositor apresenta uma parceria inédita com Cazuza chamada “Tocha acesa” e versões de alguns de seus ídolos, como Bob Dylan e Radiohead.

Covers (Legião Urbana e Paralamas do Sucesso, por exemplo) e poemas são misturados às canções de Leoni em blocos, colagens e mash-ups para explorar claros e escuros emocionais, passando por temas variados como amizade, compaixão, cura, envelhecimento, busca filosófica, depressão, superação alegria de viver e amor, claro. Multiversos celebra a poesia e a música que, além de entreter, são capazes de criar universos alternativos indispensáveis em tempos de neocaretismo.

Multiversos
Com Leoni
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 90 minutos
18/04
Segunda – 21h
Recomendação 12 anos
$80 / $120
 
Assessoria de Imprensa: ArtePlural Comunicação

 

 

AMADORES

Como podemos trazer para o reino da representação indivíduos e corpos que muitas vezes são excluídos dessa possibilidade? Como podemos usar o acontecimento teatral e seus recursos – suas convenções, códigos, locais, gêneros e profissionais – a fim de readequar sua moldura, ou seja, aumentar o perímetro do que pode ou não ser colocado num palco? E ainda: como podemos repensar o palco como um meio democrático, ao alcance de todos aqueles atraídos pela efemeridade da cena?

Amadores é um espetáculo teatral resultante da atual pesquisa da Cia. Hiato. Atores profissionais e artistas amadores de diversas áreas (selecionados através de anúncios em jornal ou oficinas públicas) se encontram em cena. O que começou como uma entrevista, em que cada um deles exibiu suas especialidades e seus “objetos de arte” chega ao palco como um compartilhamento de experiências pessoais que questionam nossa relação com a arte e como nosso desejo por ela pode revelar nossa história, nossos desejos e nossas falhas ­ a desesperança, o anseio pelo outro, a falta de pertencimento.

O espetáculo é um relato poético, mas também um manifesto artístico. Uma galeria de retratos vivos. Um passeio por histórias e contextos que poderiam nos separar, mas que se aproximam em cena. Um evento que almeja o estabelecimento (ainda que só poético, porque tão distante da experiência real) de um palco sem divisões.

Depois do “Projeto Ficção”, em que o depoimento biográfico é um meio de questionar própria teatralidade, a Cia Hiato retorna à cena paulista com uma nova abordagem: deixa de lado o depoimento pessoal para olhar o outro, aquele que normalmente é excluído do palco ou que só aparece nele como representação ou discurso.

No palco, estes indivíduos são portadores de um discurso pessoal que os revela também socialmente: seja pela marginalização por questões raciais, de gênero ou sexualidade; seja por uma exclusão de classe (e, logo, geográfica, na cidade de São Paulo) ou por contextos culturais diversos. O trabalho, porém, não corre o risco de ser interpretado apenas sob um prisma social. Antes, o que se vê em cena é uma espécie de diálogo cênico que remove (ou, pelo menos, confronta) as distinções entre artistas e artesãos, profissionais e amadores, cena e política.

Não se trata apenas de colocar em cena pessoas cuja relação com a experiência artística é secundária ou cuja qualidade técnica é limitada, mas sim dar voz àqueles que são marginalizados da artes (como público ou como profissionais). É também a possibilidade de colocar em cena pessoas para quem o palco é o seu trabalho e aqueles a quem o palco nunca foi “permitido”.

SINOPSE

Um anúncio de jornal convida pessoas que se definam como “amadores” para uma seleção de elenco. No mesmo palco, artistas amadores e profissionais se encontram. A nova criação da Cia Hiato – o espetáculo AMADORES – volta-se às experiências teatrais mais comuns (o evento comemorativo, a festa, a apresentação amadora de fim de ano, o exercício) e as subverte, colocando-as num espaço de artes, para refletir sobre nossa relação com a arte e como o nosso desejo por ela revela nossas histórias pessoais, superações e falhas.

Amadores
Com Aline Filócomo, Chicão Paraizo, Dalva Cardoso, Dom Lino,
Fabi de Farias, Fernanda Stefanski, Giovanni Barontini, Márcia Nishitani, Maria Amélia Farah, Maurício Oliveira, Nairim Bernardo,
Nsona Kiaku Arão Isidoro Jorge, Oswaldo Righi, Paula Picarelli,
Roberto Alves, Ronaldo de Morais, Rose Sforcin, Thiago Amaral
SESC Consolação (Rua Dr Vila Nova, 245 – Consolação, São Paulo)
Duração 80 minutos
29/04 até 29/05
Quinta, Sexta e Sábado – 21h; Domingo e Feriado – 18h
Recomendação 16 anos
$40
 
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Crédito foto : Ligia Jardim

 

 

 

 

“O QUE É O TEATRO MUSICAL”

O livro “O Que É O Teatro Musical” trata da história do Teatro Musical desde os primórdios até 2015, como foco na origem, influência, principais artistas da Broadway, West End, Brasil.
A obra conta com a gentil participação de artistas, diretores, coreógrafos, produtores relevantes do cenário de musicais no Brasil que contribuem com informações sobre o Teatro Musical, Teatro Musicado e  Teatro de Revista. Assim como, o livro contém livre traduções e referências bibliográficas de obras internacionais que somam para a compreensão do tema.
A publicação vem como contribuição à referencia bibliográfica em língua portuguesa, já que a grande maioria das obras estão em inglês, espanhol, italiano, francês, alemão dentre outros idiomas.
A artista e escritora Suellen Ogando tem 16 anos de carreira artística e há anos pesquisa o Teatro Musical  tentando democratizar o acesso e propagar ao máximo este gênero. Ela fez vários show com o nome Hollywood on Broadway, levando os musicais em vários eventos.  E junto ao SBT são pioneiros na exibição de Teatro Musical na  Tv Aberta no país. Pela primeira vez no Brasil, números de Teatro Musical foram exibidos, graças aos produtores, diretores do SBT que compraram a ideia. Ela venceu o reality show Máquina da Fama,  como Velma de Chicago com o número “All That Jazz”,  em 2014, foco nos musicais da Broadway. E desde então, se apresentou como Carmen Miranda em “As Cantoras do Rádio”  foco e homenagem Era do Rádio- Teatro de Revista no Brasil, em 2014. Em 2015, com reprise em 2016 como Mary Poppins em “Supercalifragilisticexpialidocious”, foco nos musicais  londrinos de West End.
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Lançamento do Livro “O Que É O Teatro Musical”
autoria Suellen Ogando
16/05
Segunda – 17h às 20h
Studio Marconi Araújo (Rua Alabastro, 527 – Aclimação, São Paulo)