LUZ NEGRA

A Cia. Pessoal do Faroeste encerra a terceira temporada de “Luz Negra” no dia 26 de abril.  O espetáculo musical foi escrito por Paulo Faria e encerra a trilogia iniciada em 2012 com Cine Camaleão e no ano seguinte, em 2013, Homem Não Entra sobre temas relacionados à cidade de São Paulo, em especial a Região da Luz, a Boca do Lixo, onde a Cia Faroeste está instalada a uma década e meia. É também o espetáculo que reafirma a parceria entre a Cia e atriz Mel Lisboa na reconstrução da história da Região da Luz.

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“Luz Negra” é um espetáculo musical, com nove partituras inéditas, sobre a região da Luz e a Frente Negra Brasileira em São Paulo nos anos 1930. O movimento Frente Negra foi criado em 1932 e revela várias facetas da participação dos negros no contexto político, cultural e social da época. Com a instauração da ditadura do “Estado Novo” no dia 10 de novembro de 1937, a Frente Negra Brasileira, assim como todas as demais organizações políticas, foi extinta. Este será o dia em que se passa a peça que inicia após o crime do castelinho da Rua Apa retratado no espetáculo Cine Camaleão da Cia.

O projeto também se estenderá ao cinema e trechos do filme de ficção “Luz Negra” (primeiro longa ficcional da Cia) dialogará com a dramaturgia. As personagens são inspiradas em figuras históricas deste movimento como Luiz Gama (a peça prestará uma homenagem ao abolicionista), Abdias Nascimento (criou o Teatro Experimental do Negro, que completa no dia 13 de outubro, 70 anos) e ao nascimento do sambista da Glete Geraldo Filme, além de personagens do cinema da Boca como a vilã Vanda Marquetti que será interpretada pela atriz Marisa Junqueira – única personagem que diferentemente dos outros usará peruca loira e figurino branco.

14287395Uma associação de comunicação (rádio, jornal, escola e recreativo) nos anos 30 será o cenário onde se dará a trama.  O samba será o tema musical da peça com composições inéditas e interpretações ao vivo. Os negros farão parte do núcleo de uma elite intelectual paulistana e os brancos da marginalia social, desenvolvendo uma dramaturgia em que os primeiros serão protagonistas desta história.  Recuperando assim a imagem do negro no topo de uma pirâmide social deste período, e como o final da década de trinta ceifou a possibilidade da acessibilidade do negro no Brasil de hoje e suas consequências na distribuição de renda, assim como sua permanência marginal na geografia urbana, social e econômica da cidade de São Paulo.

Outro ponto tratado no espetáculo será o cinema. Nesta década de 1930 as distribuidoras de filmes internacionais começam a ocupar a Rua do Triunfo, que viria a se tornar entre as décadas de 1950 e 1970 a maior produção de cinema do Brasil, quando neste período os cineastas e produtoras se mudam também para região da Boca do Lixo. O filme que foi produzido em setembro dialogará com o espetáculo. Para esta montagem o Pessoal do Faroeste convidou atores negros com experiência na pesquisa da cultura negra no Brasil, para somar, trocar experiências e saberes – integrando assim o elenco da montagem.

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Luz Negra
Com Clency Santana, Cloddoaldo Dias, David Guimarães, Flávio Rodrigues, Leona Jhovs, Maria Junqueira, Melvin Santhana, Raphael Garcia, Thais Dias e William Simplicio.
Sede Luz do Faroeste (Rua do Triunfo, 301 – Luz, São Paulo)
Duração 75 minutos
18/01 até 26/04
Segunda e Terça – 21h
Recomendação 14 anos
Ingressos: No sistema Pague Quanto Puder (Quem chegar uma hora antes define quanto quer pagar depois de ter visto a peça)
 
Dramaturgia e direção artística: Paulo Faria
1º Assistência de direção: Cleber Cajun
2º Assistência de direção (oficina de direção): Conrado Dess
Composição musical: Letras de Paulo Faria e música de Melvin Santhana, Thais Dias, William Simplício e elenco
Direção Musical e arranjos: Felipe Roseno e Michi Ruzitschka
Direção de vídeo: Dário José
Cenário: Marcos Freitas e Paulo Faria
Assistência de cenário: Cleber Cajun e David Guimarães
Cenotecnia: Marcos Freitas
Figurinos: Thais Dias e Paulo Faria
Assistência de figurino: Marilea Aguiar
Costureira: Elza Dias
Camareira: Luzia Sotero da Silva
Luvas e toca da atriz Mel Lisboa/Marisa Junqueira: À dor amores
Peruca: Lully Hair
Visagismo: Evandro Angelo  – CKamura
Luz: Beto Magnani
Operador de luz: Flavio Pontes
Operador de vídeo: Eduardo Marinho
Assistência elétrica: Flávio Pontes e Paulo Meirelles
Preparação Percussiva: Jorge Peña
Preparação e regência vocal: Bel Borges
Preparação física: Érika Moura
Capoeira: Pedro Peu e Dalua
Coreografia: Verônica Santos e Paulo Faria
Criação de logo: Cleber Cajun
Arte gráfica: Lucas Lander
Coordenação de Produção: Priscila Machado
Assistência de produção: David Guimarães e Leona Jhovs
Direção de produção: Gabriela Caetano
Produtor Executivo: Robson Figueiredo
Assistência de produção executiva: Adriano Mota
Assistência de produção administrativa: Lydia Arruda
Fotografias: Bob Sousa e Lenise Pinheiro
Assessoria de imprensa: Adriana Monteiro – Oficio das Letras
 
Cena de filme: “Faroeste na Rua Apa” do “Cine Camaleão”.
Atores: Beto Magnani, Juliana Fagundes, Lorena Mesquita e Roberto Leite
 
Realização Pessoal do Faroeste 
Patrocínio Apoio: Programa Municipal de Fomento ao Teatro – Secretaria Municipal de Cultura

 

IGNORÂNCIA

Os mineiros do Quatroloscinco – Teatro do Comum comemoram seu 8º aniversário com o público de São Paulo e estreiam a sua mais nova montagem IGNORÂNCIA no dia 22 de abril, sexta-feira, às 21 horas, na Funarte.

Em IGNORÂNCIA – quinto espetáculo do grupo mineiro – dois atores constroem diversas situações, ligadas por um jogo com trinta cadeiras de madeira espalhadas pelo palco. As cenas, ora ironicamente cômicas, ora dramáticas, criam reações contrastantes frente à ignorância humana e a obsessão pelo progresso civilizatório.

A montagem estreou em outubro de 2015 em Belo Horizonte e desde então já foram três temporadas na capital mineira. As seis cenas do espetáculo trazem a ignorância representada de várias maneiras. Marcos Coletta conta que o grupo procurava algo com tema bem atual e que fizesse um diálogo com a atualidade brasileira. “O discurso de Ignorância se propõe político, porém poroso, vacilante, na fuga dos discursos prontos e das verdades proclamadas pelo senso comum, abordando o estado da ignorância em diversas cores e espectros. No texto, propõe-se um diálogo com o mundo de hoje, permeado por interlocuções sociais, políticas e artísticas que, por certo, denunciam o quanto nossa humanidade está escapando de nossas mãos, enquanto assistimos impassíveis”, explica o dramaturgo e diretor.

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Ignorância

Fronteira e limite

O processo de criação de IGNORÂNCIA começou em maio de 2015, a partir do desejo do coletivo de se fazer um espetáculo com menos atores em cena e em menos tempo. Um mergulho intenso e sucinto em um tema concreto e cotidiano. As primeiras ideias surgiram sobre os conceitos de fronteira e limite, quando começou a se agravar a crise de refugiados na Europa. Foi então que se chegou à palavra-chave ignorância, que passou, então, a guiar o trabalho.

Para Coletta, muito do processo da montagem reflete as transformações ocorridas no teatro mineiro nesses últimos oito anos. “O teatro de grupo ganhou um novo fôlego, com o surgimento e fortalecimento de importantes coletivos, a colaboração entre artistas de diferentes grupos e áreas se tornou ainda mais importante, em um contexto em que a independência é tantas vezes mais que uma opção, e a criação autoral, especialmente no que diz respeito à dramaturgia, viveu uma verdadeira revolução”, diz ele.

IGNORÂNCIA é um espetáculo concebido e produzido sem nenhuma forma de patrocínio. Totalmente independente, o que não é novidade na trajetória do Quatroloscinco, a montagem contou com a colaboração de vários parceiros, muitos deles inéditos. Entre os artistas que trabalham com o grupo pela primeira vez estão, o iluminador Rodrigo Marçal, a bailarina Rosa Antuña, a pesquisadora vocal Ana Hadad, a figurinista Lira Ribas e o músico Barulhista. O grupo repete as parcerias com o cenógrafo Ed Andrade, agora com o reforço de Cristiano Cezarino, e com os designers Filipe Costa e João Emediato, da Lampejo.

Workshop gratuito

Além da nova montagem, o grupo irá fazer em São Paulo um workshop gratuito para replicar seus conceitos de criação. Em Dramaturgias do Comum, 20 participantes, terão acesso aos métodos básicos da concepção dramatúrgica do coletivo. O workshop – que acontece de 30 de abril a 8 de maio, sábados e domingos, das 16 às 19 horas – é destinado a artistas, estudantes, pesquisadores, professores de teatro, dramaturgos e criadores cênicos em geral. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail contato@quatroloscinco.com com envio de dados pessoais e minicurrículo.

Ignorância
Com Rejane Faria e Italo Laureano.
Funarte – Sala Carlos Miranda (Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 65 minutos
22/04 até 08/05
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 20h
Recomendação 14 anos
$20
 
Texto e Direção – Marcos Coletta e Assis Benevenuto.
Orientação Vocal – Ana Hadad.
Orientação Corporal – Rosa Antuña.
Cenografia – Eduardo Andrade e Cristiano Cezarino.
Figurino – Lira Ribas.
Iluminação – Rodrigo Marçal.
Trilha Sonora Original – Barulhista.
Observadores de Criação – Eid Ribeiro, Graziella Medrado, Paulo André, Sara Rojo e Vinícius Souza.
Projeto Gráfico – Filipe Costa e JM
Emediato – Lampejo.
Fotografia de Divulgação – Felipe Messias.
Fotografia de Cena – Guto Muniz – Foco in Cena.
Vídeo – Janaína Patrocínio – JPZ Comunicação.
Produção – Maria Mourão.
Realização – Quatroloscinco – Teatro do Comum.
Assessoria de Imprensa – Nossa Senhora da Pauta

REFUGO URBANO

A Trupe Dunavô, formada por Renato Ribeiro, Gis Pereira e Gabi Zanola, se apresenta no próximo final de semana em São Paulo. Desta vez, o público terá oportunidade de assistir e conhecer o espetáculo Refugo Urbano, que recentemente foi vencedor de um dos principais prêmios de teatro da América Latina e vem arrebatando o público por onde passa! A apresentação, que faz parte da programação do Circuito São Paulo de Cultura, organizado pela Secretaria Municipal de Cultura, acontece no dia 17 de abril, na Biblioteca Pública Viriato Corrêa, às 14h00, e a entrada é gratuita.

O grupo tem em seu histórico uma aclamada temporada no Centro Cultural São Paulo no ano de 2015, quando surpreendeu a todos com a delicada fábula chamada Refugo Urbano, que obteve enorme sucesso de público, esgotando ingressos na Sala Jardel Filho (a maior do Centro Cultural São Paulo, com cerca de 320 lugares). Nessa temporada de estreia, atraiu também os olhares da crítica especializada, recebendo duas indicações para o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, nas categorias Melhor Atriz (Gabi Zanola) e Prêmio Sustentabilidade, categoria com a qual foi premiado. Em uma votação especial, organizada para escolher os melhores do ano, o espetáculo foi ainda eleito pelos leitores do Guia Folha como Melhor Espetáculo Infantil do Ano de 2015.

“Refugo Urbano”, conta a história de dois palhaços vindos de universos particulares e completamente distintos, que a partir de um encontro improvável, passam a conviver e lidar com suas diferenças. Pamplona é uma catadora de lixo e Claudius, um lixeiro. Eles se encontram em um beco esquecido da cidade, e passam a ter um divertido convívio em meio ao improvável. Com brincadeiras circenses, corpo cômico, malabarismo e o divertido jogo do palhaço, a Trupe DuNavô diverte e surpreende o público com uma possível história de amor.

O espetáculo traz para o palco o resultado dos experimentos anteriores da trupe, pesquisando a máscara do palhaço e realizando intervenções urbanas, onde entraram em contato com a realidade das ruas do centro de São Paulo e de algumas periferias. Dessa forma, a Trupe aprofunda suas pesquisas em torno do tema do refugo urbano, colocando sobre essa realidade outra perspectiva, explorando o que há de mágico na fria e crua realidade de quem vive à margem na sociedade.

Quem explica essa experiência é Gis Pereira, uma das integrantes da Trupe: “Queríamos trazer muitas das experiências e histórias com as quais estivemos em contato durante a nossa jornada de intervenções urbanas pelas ruas de São Paulo. Um dos nossos objetivos era tratar do que é invisível na cidade e expor um universo com o qual ampliamos a nossa pesquisa e para o qual levamos a linguagem do palhaço. Pretendíamos, também, expor o amor, o encantamento, os conflitos, as decepções, as diferenças entre os indivíduos e uma série de outros sentimentos.

Mais informações na página da Trupe Dunavô no facebook> www.facebook.com/DuNavo

Refugo Urbano
Com Renato Ribeiro, Gis Pereira e Gabi Zanola
Biblioteca Pública Viriato Corrêa (R. Sena Madureira, 298 – Vila Mariana, São Paulo)
Duração 50 minutos
17/04
Domingo – 14h
Recomendação Livre
Entrada Gratuita

 

 

GATA EM TELHADO DE ZINCO QUENTE

A montagem do grupo TAPA, do texto de Tennessee Williams,  estreia no dia 5 de maio no Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo, e depois deve percorrer outros teatros do Banco do Brasil.

A peça narra a celebração do aniversário de 65 anos do rico patriarca de uma família sulista americana. Num dia de calor intenso, a ambição por sua herança vai gerando conflitos de forma inesperada e implacável. As relações mais íntimas vão sendo  dissecadas e expostas de forma devastadora, numa explosão de revelações pessoais e familiares.

A região onde se passa a ação tem passado escravagista.  “Esta família de latifundiários mimados e sem  valores culturais permanece presa aos preconceitos e à juventude”, fala Eduardo Tolentino sobre os personagens deste texto ainda atual e que ainda espelha nossa sociedade.

Vencedora do Prêmio Pulitzer em 1955, o texto de Tennessee Williams foi adaptado para o cinema em 1958. O filme foi indicado a seis Oscars, incluindo Melhor filme, Melhor Ator (Paul Newman) e Melhor Atriz (Elizabeth Taylor), no papel agora interpretado por Barbara Paz.

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A montagem

O movimento para a montagem de “Gata em Telhado de Zinco Quente” teve início durante a série de estudos sobre os textos curtos de Tennessee Williams, promovidos pelo Grupo Tapa. As necessárias adaptações geraram novas traduções, que foram comandadas pela pesquisadora teatral, professora universitária e tradutora Maria Sílvia Betti. Este material foi editado pela  É Realizações, que chega agora ao 4º volume da série com a tradução assinada por Augusto Cesar para o clássico  “Gata em Telhado de Zinco Quente”.

O elenco é formado por atores familiares ao Tapa e traz de volta a atriz Noemi Marinho, que não atuava com o Grupo desde os anos 90.

A consultora de moda Gloria Kalil assina um figurino para teatro pela primeira vez. ”Optamos por não datar esta montagem, mas queria que as roupas tivessem um toque dos anos 50, pano de fundo do texto original. Por isso procurei por alguém que, mais que figurinista, entendesse de estilo” fala o diretor sobre a escolha.

Gata em Telhado de Zinco Quente
Com André Garolli, Augusto Zacchi, Bárbara Paz, Fernanda Viacava, Noemi Marinho e Zécarlos Machado
Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo)
Duração 120 minutos
05/05 até 26/06
Quarta, Quinta, Sexta e Sábado – 20h; Domingo – 19h
Recomendação: 14 anos
$ 20
 
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Autor: Tennessee Williams
Tradução: Augusto Cesar
Diretor: Eduardo Tolentino de Araujo
Figurino: Gloria Kalil
Iluminação: Nelson Ferreira
Fotos: Ronaldo Gutierrez
Assessoria de imprensa: Flavia Fusco Comunicação
Assistente de Produção: Ariel Cannal
Produção Executiva: Paloma Galasso
Produção Geral: Cesar Baccan / Baccan Produções
Idealização e produção geral: Grupo TAPA
 
Traslado gratuito
Transporte gratuito até as proximidades do CCBB – embarque e desembarque na Rua Santo Amaro, 272, e na Rua da Quitanda, próximo ao CCBB. No trajeto de volta, tem parada no Metrô República.

 

MUSICAL CARTOLA – O MUNDO É UM MOINHO

Musical Cartola – O Mundo é um Moinho, estreia no mesmo ano em que se comemora os “Cem Anos de Samba”, não poderia ser diferente uma vez que ele foi fundador de uma das mais antigas e certamente a mais popular Escola de Samba, A G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira.

O espetáculo narra vida e obra do Ícone popular, a pesquisa para realizar este espetáculo é de Nilcemar Nogueira, neta do Cartola e diretora do Museu do Samba no Rio de Janeiro.

O Samba que nasceu e se desenvolveu nas comunidades negras e durante anos foi rejeitado pela elite branca, recebeu em 2007 o “Registro imaterial”, das matrizes do samba carioca – (samba de terreiro, partido-alto e samba-enredo) – pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Livro de Registro das Formas de Expressão.

Para comemorar os 100 anos do samba, Jô Santana e o Museu do Samba já deram início ao projeto Musical Cartola – O Mundo é um Moinho, espetáculo que ficará em cartaz inicialmente por dois meses e tem sua estreia programada para setembro deste ano no teatro Sérgio Cardoso, no próximo ano o espetáculo segue temporada no Rio de Janeiro.

O musical, com direção e encenação de Roberto Lage, dramaturgia de Artur Xexéo e Direção Musical de Rildo Horavai contar a trajetória de um dos maiores nomes do samba, semanalmente serão convidados cantores de renome nacional para participações especiais. Cartola, responsável pelo Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo fundou a Estação Primeira de Mangueira em 1928, foi cantor e compositor até o fim de sua vida, em 1980.

Para formação do elenco, serão realizadas audições no mês de maio com divulgação da convocatória em todo o território nacional, com a intenção de dar oportunidade e revelar novos talentos (atores/atrizes) negros que comporão a quase totalidade do conjunto de intérpretes. Interessados encaminhar material (currículo/release e fotos) para: producao

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Gestão Cultural: Correia Cultural facebook.com/correiacultural

Produção: Fato Produções