LES MISERABLES

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AUDIÇÕES CONTINUAM
A nova montagem do espetáculo “Les Miserables” no Brasil continua a procura de atores para participar do musical.
A próxima audição acontecerá no mês de maio, aqui em São Paulo.
Estão a procura dos seguintes perfis:
Homens e Mulheres – idade entre 17 e 40 anos.
Os interessados devem enviar currículo, foto e link de vídeo cantando (não precisa ser profissional), até o dia 07 de Maio para o email: audicaolesmis01@marcelaaltberg.com.br
Boa sorte!

UMBERTO MAGNANI

ELZA_&_FRED_1_-_DNG_(16812899830)Mais uma despedida no munda das artes. O ator Umberto Magnani faleceu no dia de hoje. O ator passou mal nesta segunda feira, foi internado, mas não reagiu bem a cirurgia.

Seu trabalho atual. era o padre Romão na novela “Velho Chico“.

Umberto, paulista de nascimento, iniciou a carreira no início da década de 60, quando fez a Escola de Artes Dramáticas. Transitou pelo teatro, televisão e cinema. Vencedor dos prêmios, como o Mambembe e Governador do Estado

Seu último trabalho nos palcos foi a peça “Elza e Fred“, com a amiga Suely Franco, onde seu personagem Fred, além de viver o “amor caduco”, reaprende o valor da vida através da convivência com Elza (Suely Franco).

Nosso carinho e respeito por este digno representante das artes brasileiras. Vá em paz!

BODAS DE SANGUE

Bodas de Sangue é uma peça de teatro do espanhol Federico Garcia Lorca, pertencente à trilogia formada por Yerma e A Casa de Bernarda Alba. Foi escrita em 1932 e estreou em Madrid e Buenos Aires em 1933.

A ação acontece numa vila onde vivem a Noiva, que mora com seu Pai, e o Noivo, que tem uma triste vida ao lado de sua desolada Mãe, que perdera filhos e marido em lutas por terra.

No dia das bodas aparece Leonardo, ex-namorado da noiva, que decide seduzi-la e relembra-la do passado. Em meio à cerimônia do casamento, a noiva e Leonardo fogem, e desencadeiam uma série de perseguições pelo deserto espanhol.

Na obra, García Lorca também explora a possibilidade do irreal. A Lua e a Morte ganham vida e, mais que isso, participam do desenrolar da trama, auxiliando a luta ritualística entre o Noivo e Leonardo.

Misturando poesia e realidade, violência e sutilidade, se faz o drama dessa que é uma das mais aclamadas obras de Federico García Lorca –  um espetáculo forte que nos leva à Espanha de 1930 e suas noções de honra e orgulho, onde o recurso do assassinato é parte do quotidiano.

Bodas de Sangue
Com Hellen Kazan, Willian Mello, Rafael Mallagutti, Diego Krausz, Adelita Del Sent, Bruno Akimoto, Bárbara Trabasso, Bruna Izar, Isis Cunha, Cintia Cunha, Nina Vettá, Dan Sinclair, Celo Carvalho, Caio Baldin, Bruno Loschiavo, Ivan Radecki, Denis Yoshio, Juliana Lima, Jessica Menezes, Maira Natássia, Elisa Malta.
Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Perdizes, São Paulo)
Duração 80 minutos
07/05 até 26/06
Sábado – 21h30; Domingo – 19h
$60
Texto: Federico Garcia Lorca
Direção geral, tradução e adaptação: Rafael Mallagutti
Assistência de Direção: Diego Krausz
Produção Companhia London

 

JOGO ABERTO

Três casais se reúnem para mais um jantar entre amigos e a noite garante muitas surpresas, segredos e emoções nesta comédia de Jeff Gould, traduzida e dirigida por Isser Korik. A estreia acontecerá no dia 06 de maio no Teatro Folha.

Jogo Aberto” (It´s Just Sex) é a segunda peça escrita por Jeff Gould, que já teve várias produções bem sucedidas em Los Angeles, com temporadas de longa duração, e versões  em Denver (Colorado), Ontário (Canadá) e Atenas (Grécia). A sua primeira peça “Troubled Waters” também foi bem recebida pela crítica e teve uma temporada de muito sucesso em Studio City, Califórnia.

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A versão brasileira da comédia tem no elenco os atores Ricardo Tozzi, Natallia Rodrigues, Tania Khalill, Alex Gruli, Pedro Henrique Moutinho e Guta Ruiz. Na trama, o que começa como um simples encontro entre amigos, logo se transforma num perigoso jogo de sedução, em que os personagens confessam intimidades e acabam vivendo experiências que vão afetar a ‘estabilidade’ dos casais. Num “Jogo da Verdade Alcoólico”, eles confessam desejos e sentimentos íntimos e  acabam discutindo sobre valores como honestidade e monogamia. O resultado tem efeito cômico, romântico e ao mesmo tempo provocativo.

O diretor Isser Korik comenta sobre a escolha do texto: “Sempre gostei de comédias de situações, de textos em que a força dos acontecimentos é maior que a dos diálogos. Achei o tema muito pertinente e bem tratado. São questões que estão na vida de todos aqueles que vivem um relacionamento de longa duração. Os personagens são muito bem construídos e não há como o público não se identificar com algum deles”.

O ator Ricardo Tozzi faz o personagem Paulo, um executivo de finanças que é flagrado numa traição conjugal pela esposa Evelyn, personagem de Guta Ruiz. Júlia, interpretada por Tania Khalill, é uma massagista sexy que resiste aos avanços sexuais do insaciável marido Milton, personagem de Alex Gruli. Natallia Rodrigues vive a advogada Lilian, uma mulher controladora, casada com o tenso André, um profissional da informática, personagem de Pedro Henrique Moutinho.

O encontro entre as personagens acontece na casa de Paulo e Evelyn, logo após a mulher flagrar Paulo com outra mulher. O jantar, cujo pretexto era comemorar a liberdade alcançada com a viagem dos filhos para um acampamento, acaba se tornando o momento em que todos revelam as angústias de seus casamentos. Eles tentam esconder sentimentos em conversas descontraídas, mas as altas doses de álcool liberam fantasias e segredos inconfessáveis. Quando a “mágica” desaparece os três casais precisam encarar o resultado de suas ações, provocando uma reflexão sobre o amor e o compromisso conjugal.

Em todos os lugares onde foi encenada, a peça recebeu ótimas críticas e foi considerada ruidosamente engraçada, provocante, perspicaz, tocante e, finalmente, edificante. Devido ao seu tema universal, as plateias se identificam com as situações da peça ao verem a si mesmas em cada um dos personagens e casais.

Isser Korik diz que para alcançar o resultado cômico, concentra a atenção em todas as nuances oferecidas pelo texto e no trabalho dos atores. “É uma comédia que depende muito da química dos atores entre si e de um ritmo preciso. É esse resultado que buscamos para garantir o efeito cômico”, diz o diretor.

Jogo Aberto
Com Ricardo Tozzi, Tania Khalill, Natallia Rodrigues, Alex Gruli, Guta Ruiz e Pedro Henrique Moutinho
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis, 618 – Higienópolis, São Paulo)
Duração 90 minutos
06/05 a 31/07
Sexta – 21h30; Sábado – 20h e 22h; Domingo – 20h
Recomendação 14 anos
$30 / $50
 
Dramaturgia – Jeff Gould
Cenografia – Paula de Paoli
Assistente de Cenografia – Clau Carmo
Cenotécnico – Wagner José de Almeida
Serralheria – José da Hora
Figurinos – Luciano Ferrari
Produção de Figurinos – Elen Zamith
Costureira – Maria de Lourdes Oliveira
Fotografia – João Caldas
Coordenação de Produção – Isabel Gomez
Assistente de Produção – Felipe Costa
Estagiários – Gustavo  Thompon e Pedro Pó
Administração – Isabel Gomez e Felipe Costa
Assistentes de Direção – Thiago Ledier e Mariana São João                         
Assessoria Internacional – Claudio Erlichman
Tradução, Iluminação e Direção – Isser Korik
Realização – RDP Marketing Cultural / Conteúdo Teatral

BERTA LORAN: 90 ANOS DE HUMOR

A atriz Berta Loran, que completou no dia 23 de março de 2016 90 anos de idade, lançará seu livro biográfico “BERTA LORAN: 90 Anos de Humor – Uma Homenagem ao Talento de Berta Loran por João Luiz Azevedo” no Theatro NET SP  no dia 05 de maio e no Teatro Bradesco – Minas Tênis Clube no dia 11 de maio 2016. 

O livro é apresentado na forma de uma grande entrevista – perguntas e respostas – da atriz Berta Loran ao jornalista João Luiz Azevedo, contando, de forma coloquial, um pouco da vida, carreira e cotidiano dessa grande atriz.

Sua infância pobre no gueto de Varsóvia e a vinda para o Rio de Janeiro com seus pais, irmãos e tios, seus dois casamentos, seus colegas de profissão, religião, política, teatro, tv, música, cinema, casos pitorescos vividos em família e em cena, enfim, um pouco de tudo.

A trajetória da pequena Basza Ajs, nascida na Varsóvia em 1926, a saída da Polônia, ainda  menina, até a chegada ao Brasil, em 1937, instalando-se na cidade do Rio de Janeiro, onde iniciou sua grandiosa carreira artística, passando pelas principais emissoras de TV até chegar à Rede Globo, onde participou de (quase) todos os programas humorísticos da emissora – de “Bairro Feliz” (1966) a “Zorra Total” (2004) – passando por programas de sucesso como “Balança Mas Não Cai”, “Faça Humor, Não Faça a Guerra”, “Satiricom”, “Planeta dos Homens”, “Viva o Gordo”, “A Escolinha do Professor Raimundo”, “Chico Total” entre tantos outros,  destaque em telenovelas como “Amor com Amor se Paga” de Ivani Ribeiro, “Cama de Gato” e “Cordel Encantado” de Duca Rachid e Thelma Guedes,  seriados como “A Grande Família” e “A Diarista” e minisséries como “Chiquinha Gonzaga” alegrando seu fiel público durante mais de 50 anos.

No livro, Berta fala da família, dos maus-tratos sofridos na Polônia por ser judia, narra sobre os que vieram para o Brasil e dos que ficaram e morreram durante a 2ª Guerra Mundial. Igualmente se refere à escola pública onde estudou, ao início da vida no Teatro Judaico (Teatro Idiche) no Rio de Janeiro, passando por suas temporadas de sucesso em Buenos Aires, em revistas na praça Tiradentes e, por seis anos, em Portugal, ao lado dos grandes nomes do teatro lusitano, da época. Temporadas de sucesso em comedias de George Feydeau, João Bithencourt, Oduvaldo Viana Filho, Leilah Assunção e Mauro Rasi.

Berta Loran declara seu carinho por Bibi Ferreira, sua grande amiga durante o período que trabalharam em Portugal, seu agradecimento ao Boni, que a levou para a Rede Globo em 1966, sua admiração ao Jô Soares com quem trabalhou por 11 anos e Chico Anysio por 14 anos em vários programas de humor.

O prefacio do livro foi escrito pelo autor, ator, diretor e produtor Claudio Botelho, a apresentação (orelha do livro) é assinado pela “diva” Bibi Ferreira e conta ainda com cartum exclusivo e inédito do Ique Woitschach.

O livro conta com perguntas de 70 artistas, jornalistas, produtores culturais, entre eles os atores Stepan Nercessian, Anselmo Vasconcellos, Elisa Lucinda, Aloisio de Abreu e Fernando Eiras, o diretor musical Caíque Botkay, o crítico teatral Rodrigo Monteiro, a cantora Teresa Cristina, o jornalista e crítico musical Mauro Ferreira, o biografo de Cauby Peixoto e Ângela Maria, Rodrigo Faour, o diretor de óperas Fernando Bicudo e depoimentos de 122 colegas da classe artística, jornalistas e familiares, entre eles Boni, Mauricio Sherman, Jô Soares, Ari Fontoura, Ney Latorraca, Fernanda Torres, Fernanda Montenegro, Claudia Raia, Charles Moeller, Cininha De Paula, Renato Aragão, Marcius Melhem, Tom Cavalcante, Luis Gustavo, Claudia Jimenez, Arlete Salles, Rodrigo Sant’Anna,  Débora Bloch, Edson Celulari, Osmar Prado, David Pinheiro, Castrinho, Heloísa Périssé, Tereza Rachel, Dedé Santana, Juca Chaves, Nélson Freitas, Ari Toledo, Rodrigo Fagundes, Orlando Drummond, Antonio Pedro, Emiliano Queiroz, Elke Maravilha, Paulo Silvino, Eliezer Mota, Bemvindo Sequeira, Rogéria, Jane Di Castro, Nizo Neto, Katiuscia Canoro, Murilo Benicio, Claudia Mauro, Gracindo Jr, Cauã Reymond, Solange Couto, Marcos Oliveira as  jornalistas Leda Nagle e Lucia Leme, as autoras de telenovelas Duca Rachid & Thelma Guedes, o bailarino português Carlos Mendonça e a atriz portuguesa Florbela Queiroz, que trabalharam com a Berta, de 1957 a 1963 em Portugal e o ator português e fã Miguel Villa e até a crítica teatral Barbara Heliodora, concedido pouco antes de sua morte.

Nas páginas finais o autor enumera os principais trabalhos da atriz no cinema, televisão e teatro além de apresentar o poema “Ser Atriz” onde a homenageada mostra as dificuldades e prazeres da profissão que escolheu ainda criança.

ALGUNS DEPOIMENTOS

 

 

“Dona de uma capacidade histriônica invejável, ela dança, canta e representa com um desembaraço incrível.” (ARI FONTOURA)

“Berta Loran é sem dúvida uma mulher dos palcos, como se costuma dizer, nasceu pra isso!  É uma grande comediante, que canta, dança… E sozinha num palco é capaz de entreter o público, como se estivesse na sala da sua própria casa.  (ARLETE SALLES)

“Berta Loran é daquelas comediantes que parece ser americana: ela tem o timing de comédia, precisão e ritmo extraordinários.  Ela é uma atriz perfeita sob todos os aspectos”. (BONI)

 

“Berta Loran, linda, maravilhosa, parabéns pelo seus 90 anos, o que eu sei de comedia eu aprendi com você. Quando comecei no “Viva o Gordo”, você era uma das atrizes principais do programa, era uma comediante espetacular, eu achava tanta graça em você que assistia tudo que você fazia.  Eu queria aprender com você.” (CLAUDIA RAIA)

“Para mim Berta, está no panteão onde reinam Lucille Ball, Bob Hope, Martha Raye, Jimmy Durante, Fanny Brice e uma série de outros artistas de origem judaica… um país que tem Dona Berta em seu elenco, tem história, tem estirpe, tem classe!” (CLAUDIO BOTELHO)

“Berta faz parte da nossa vida, faz parte do nosso riso, faz parte da nossa profissão. É tão bonita a sua força.  Eu conheço ela há muitos e ela sempre foi uma mulher muito estruturada, muito elegante, muito cuidada. Vamos aplaudi-la, abraça-la e beijá-la! (FERNANDA MONTENEGRO)

“Tenho o maior orgulho de ter conhecido, convivido e contracenado com a Berta Loran! Fiquei impressionada com seu tempo cômico, com a tranqüilidade com que desenrola a piada, como se ela tivesse vivido aquilo.” (HELOISA PÉRISSÉ).

“Grande  atriz,  comediante perfeita, que sabe nos fazer rir ,que nos

“Eu amo você. Você é um luxo! A Berta Loran é dona de uma escola, de uma maneira de representar que só ela tem! O tempo, o time! Ela tem uma qualidade de uma atriz que eu acho impressionante, que além do talento que é muito importante, ela é generosa!” (NEY LATORRACA)

“Eu via Berta sempre trabalhando e tornei-me sua fã; ela é extraordinária, um gênio na arte que faz. Além de ser um talento extraordinário, tem coração, alma, pegada; eu sou apaixonada por ela. Eu tenho 36 pneus e todos arriados por ela. Berta é uma pessoa que pega a alma das coisas e transforma em humor, o que é genial.” (ELKE MARAVILHA)

 

 

Grande Atriz, uma mulher especial, única. Lembro dela sempre com seu humor inteligente, sua voz forte, suas pernas perfeitas. Seus personagens cômicos eram únicos, uma composição cuidadosa, suas pausas precisas, e o rosto impávido, um humor cínico, adorável. (STELLA FREITAS)

Berta Loran: 90 anos de Humor
João Luiz Azevedo, jornalista e produtor cultural; autor do livro e produtor do projeto;
Angela Zaremba, fotógrafa;
Dan Strougo, curador e produtor de arte da exposição no Oi Casa Grande/RJ;
Teca Nicolau, curadora da exposição que ocupa a Sala Carlos Couto / Teatro Municipal de Niterói do dia 29/03 a 29/05;
Pedro Cadore, Roteirista e Diretor do filme em homenagem a atriz.
Preço do Livro: R$ 50,00
 
Theatro Net SP – Shopping Vila Olímpia (R. Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
05/05
Quinta – 16 horas
 
Teatro Bradesco – Minas Tênis Clube (Rua da Bahia 2244 – Lourdes, Belo Horizonte – MG)
11/05
Quarta – 18 horas

A BELA E A FERA

Uma adaptação de Tina Mendes sobre o apaixonante conto de fadas francês escrito por Jeanne-Marie LePrince de Beaumont.

Em uma pequena aldeia da França, Bela, uma jovem inteligente e sonhadora é considerada estranha por todos, e seu pai Maurice, um inventor que é visto como um louco. Ela é cortejada por Gaston, o bonitão da aldeia que quer casar com ela. Mas apesar de todas as jovens da aldeia o achar um homem bonito, Bela não o aceita, pois vê nele uma pessoa exibida e arrogante.

Quando o pai de Bela vai para o concurso de Lyon demonstrar sua nova invenção, ele acaba se perdendo na floresta e é atacado por lobos. Desesperado, Maurice procura abrigo em um castelo, mas acaba se tornando prisioneiro da Fera, o senhor do castelo, que na verdade é um príncipe que foi amaldiçoado por uma feiticeira quando negou abrigo a ela.

Quando Bela sente que algo aconteceu ao seu pai vai à sua procura. Ela chega ao castelo e lá faz um acordo com a Fera: se seu pai fosse libertado ela ficaria no castelo para sempre. A Fera concorda e todos os “moradores” do castelo, que também foram transformados em objetos falantes, sentem que esta pode ser a chance do feitiço ser quebrado. Mas isto só acontecerá se a Fera aprender a amar e ser amado.

O que parecia impossível, enfim acontece. Bela consegue enxergar além das aparências e o ensina o verdadeiro significado do amor.

BF 2016

A Bela e a Fera
Com Andresa Gavioli, Mauro Pucca, Aguiberto Santos, Erika Farias, Fernanda Gavioli, Guilherme Costenaro, Maritta Cury, Zé Alberto Martins e Wellington Firmino.
Teatro das Artes – Shopping Eldorado (Avenida Rebouças, 3970 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 60 minutos
30/04 até 26/06
Sábado e Domingo – 16h
 Recomendação livre
$60
 
Adaptação: Tina Mendes
Direção: Andresa Gavioli
Assistente de Direção: Guilherme Costenaro
Diretor de Produção: Mauro Pucca
Assistente de Produção: Fernanda Gavioli
Figurinos: Cidah Corrêa e Arlete Castro
Cenografia: Rafael Junqueira e Daniel Amaral
Iluminação: Rodrigo Souza
Sonoplastia: Sérgio Luís
Arte Visual: Vicente Queiróz
Realização: OSCARDEPAU Produções Artísticas