BROADWISH

No ano em que a Congregação Israelita Paulista (CIP) completa oito décadas de muita história e dedicação a comunidade judaica e a sociedade brasileira, o cantor e ator Daniel Boaventura, acompanhado de convidados especiais, realiza um show comemorativo beneficente em prol de suas obras sociais.

O evento, que leva o nome de “Broadwish – Do Shtetl a Broadway” e tem roteiro e direção assinados por Claudio Erlichman e Rubens Ewald Filho ‐ que será também o Apresentador da noite –, fará uma inspiradora viagem por mais de 50 anos de história dos grandes clássicos da Broadway, evidenciando a marcante influência judaica na musica popular norte americana, que colaborou para o surgimento de um novo gênero artístico, através das canções compostas por filhos de imigrantes judeus, como Irving Berlin, George & Ira Gershwin, Stephen Sondheim, Barbra Streisand, Stephen Schwartz, Oscar Hammerstein II, Mel Brooks, entre outros.

O espetáculo mostra que a Broadway provou ser um território fértil para artistas judeus, e destaca assim a transformação de um olhar fresco, acadêmico e erudito em atitudes culturais e estilos musicais que se espalharam pelo mundo desde o século XX, transitando entre a jornada coletiva de coros de sinagoga e hotspots do Harlem; o teatro iídiche e os musicais; o klezmer o ragtime; o jazz sinfônico e o swing – por todo o caminho desde o Bowery, daí para o Tin Pan Alley, depois à Broadway e chegando enfim à Hollywood.

Comemorar os 80 anos da CIP e poder conduzir esta grande noite é uma honra. A celebração, que será basicamente musical, resgatará parte de uma trajetória de sucesso, homenageando assim a colônia judaica ao relembrar sua importância para o teatro musical que tanto amamos e que atualmente faz muito sucesso no Brasil. Nem todo mundo se dá conta de que os maiores sucessos foram criados por artistas, músicos e compositores judeus, que emigraram para os EUA e trouxeram essa herança musical na bagagem, construindo assim as bases para o que hoje é a musical comedy, o teatro musical da Broadway, partindo da valsa para o vaudeville, os teatros em forma de revista, chegando ao que conhecemos hoje, conta Rubens Ewald.

Para o setlist do show, composto por 22 canções executadas por uma orquestra de 16 músicos sob a batuta do Maestro Natan Badue, que assina a direção musical, não faltarão sucessos de clássicos musicais como A Noviça Rebelde, Hello, Doly!, South Pacific, O Mágico de Oz, Nice Work If You Can Get It, Cantando Na Chuva, Les Misérables, José e seu Manto, além de hits da Disney como A Bela e a Fera, Piccochio, Aladdin, A Pequena Sereia, Mary Poppins, e tantos outros.

Realizado pela Congregação Israelita Paulista e com a produção da Marcenaria de Cultura, o espetáculo “Broadwish” acontece dia 29 de junho, quarta‐feira, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo. O evento, que é aberto ao público, tem ingressos já à venda, que serão inteiramente revertidos aos projetos sociais da entidade.

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Sobre a Congregação Israelita Paulista e seus 80 anos

Há 80 anos, um grupo de judeus alemães vindos de uma Europa hostil fundou a Congregação Israelita Paulista. Em seus primeiros anos de existência, a CIP dedicou-se ao acolhimento destes imigrantes, que chegavam ao Brasil trazendo incertezas em sua bagagem.

Com o tempo, a comunidade se fortaleceu e se transformou em um centro comunitário, religioso, cultural, social e beneficente de referência na cidade de São Paulo, e a maior comunidade liberal da América Latina.

Por essa razão, a CIP possui um departamento de Ação Social com o intuito de manter as suas tradições e valores. A área desenvolve projetos para a Terceira Idade com palestras sobre qualidade de vida, curso para cuidadores de idosos, curso de informática, de convivência para evitar assim o isolamento social.

Desenvolve ainda a Central de Orientação ao Trabalho, que realiza cursos de capacitação e coaching de carreira, além da Bolsa de Empregos, que promove a aproximação entre candidatos e empregadores.

O Lar das Crianças da CIP, fundado em 1937, inicialmente para acolher os filhos dos imigrantes, subsiste a 79 anos, atendendo hoje aproximadamente 400 crianças com alto grau de vulnerabilidade, de 04 anos de idade até o seu encaminhamento profissional, oferecendo alimentação, assistência completa para a sua formação e formação profissional.

Para este evento especial, que celebra seus 80 anos de história, a CIP disponibilizará ingressos para instituições sociais assistirem ao evento, como o projeto Guri, Unibes, Lar das Crianças da CIP e Missão Paz.

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Broadwish
Com Daniel Boaventura
Participações Especiais: Alê Edelstein, Avi Bursztain, Clara Verdier e Ilana Schonenberg Bolognese
Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo)
29/06
Quarta – 21h
$50/$250
Canal de venda: Telefone: 2808-6258 ou via E-Mail: 80anos@cip.org.br
 
Direção: Claudio Erlichman e Rubens Ewald Filho
Roteiro: Claudio Erlichman e Rubens Ewald Filho
Direção Musical: Natan Badue
Apresentação: Rubens Ewald Filho
Produção: Marcenaria de Cultura ‐ Marllos Silva e José Vinícius Toro
Realização: Congregação Israelita Paulista (CIP)
Assessoria de Imprensa: Grazy Pisacane

 

A ÚLTIMA DANÇA

Simone Adolphine Weil (1909 – 1943) foi uma escritora e filósofa francesa, que se tornou operária para escrever sobre o cotidiano dentro das fábricas. Natalia Gonsales leva ao teatro os escritos desta francesa, que narram sua vida na fábrica e resistência às guerras e à força. A encenação foi toda construída a partir de seus relatos e cartas. A Última Dança está em cartaz no Viga Espaço Cênico.

O dramaturgo, diretor, coordenador do Núcleo de Dramaturgia do SESI, César Baptista é o responsável pela dramaturgia e adaptação do diário de Simone para o teatro.  Em cena a atriz e algumas máquinas de linha de produção – que fazem parte do cenário assinado pelo cenógrafo, ator e diretor Flávio Tolezani.

A trilha é composta por ruídos das correias e barulhos de macetadas. Outras manifestações sonoras do ambiente fabril são transformadas em músicas compostas pelo premiado compositor Daniel Maia. A luz desenhada por Igor Sane é responsável pela atmosfera dura e fria de uma fábrica e pela mudança de temperatura ambiente que os operários eram/são submetidos (“o frio vivido pelos operários era capaz de paralisar os movimentos, enquanto que o calor era opressivo” – Simone Weil).

Como é possível essa mulher com mãos pequenas demais para o corpo ter se transformado em operária? Através dessa vivência, Simone deixou uma espécie de diário relatando o seu dia a dia numa fábrica: a fome, o calor do forno, as labaredas, o barulho terrível da caldeiraria, os acidentes, as doenças, as ordens, o medo, o ritmo crescente do trabalho, o esgotamento, o envelhecimento, a infelicidade, o emburramento. Segundo Simone, a ordem imposta pela força exige que seja preciso calar e obedecer fazendo com que o pensamento se dobre sobre si. As greves, os pensamentos retraídos, o cansaço, a tragédia grega no cotidiano do povo, o esmagamento da minoria, as relações de força na história que geram a opressão até os dias de hoje são temas que ela pensou, escreveu de maneira audaz e que são abordados nessa encenação”, comenta Natalia Gonsales.

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A ÚLTIMA DANÇA por Por Natália Gonsales

Dedico este espetáculo ao meu irmão Marco Antonio Gonsales. Um homem de coragem, capaz de seguir caminhos diferentes da grande massa, capaz de “GRITAR” e de aguentar o barulho provocado, capaz de catar os cacos de vidro que estouram para colar novamente.

E na arte? Quando optamos por ela, não estamos seguindo um caminho diferente? Acredito que a resposta deveria ser sim, porém nem sempre é. O homem, o artista deveria ter o sentimento da apropriação: “Nada mais forte para o homem que a necessidade de se apropriar pelo pensamento. Uma cozinheira diz: minha cozinha.” Palavras de Simone Weil. E um ator? Não deveria se apropriar do espaço, ou seja, do teatro? Porém, muitas vezes somos vistos apenas como uma unidade de força de trabalho, sem voz e que esta ali apenas para executar: “Cale-se. Você é apenas uma atriz.”

Porém, nessa minha pequena trajetória artística, me senti muitas vezes calada, onde o pensamento morre, o corpo se curva ao poder, ao dinheiro e principalmente ao sistema. Acredito que somos educados a esperar, receber ordens, calar, executar. Aguentar tudo em silêncio. Mas se escolhemos viver não podemos ter medo do grito. Nesse caso, o que diferencia um artista de um operário que não sabe o que produz, logo não tem o sentimento de ter produzido algo? E os outros? Que não necessariamente são artistas ou operários/trabalhadores, mas que se curvam aos valores impostos pela sociedade capazes de levar ao aprisionamento e a cegueira.

E assim, o calar me conduziu ao grito. Um grito parecido com o grito do meu irmão. E desse encontro, fui presenteada por ele com os relatos da Filósofa Simone Weil. Relatos dela nas fábricas, quando essa mulher abdicou de uma vida farta para viver entre os operários. E através da experiência ela vivenciou uma realidade dura e aceitou as marcas da escravidão.

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A Última Dança
Com Natalia Gonsales
Viga Espaço Cênico – Sala Viga (Rua Capote Valente, 1323 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 60 minutos
13/06 até15/08
Segunda – 21h
$30
Recomendação 12 anos
 
Concepção e Atuação: Natalia Gonsales.
Encenação: Natalia Gonsales, César Baptista, Fernanda Bueno e Janaína Suaudeau.
Provocadores: César Baptista e Janaína Suaudeau.
Criação Dramatúrgica: César Baptista.
Direção de Movimento e Coreografia: Fernanda Bueno.
Composição Sonora: Daniel Maia.
Iluminação: Igor Sane.
Cenário: Flávio Tolezani.
Figurino: Natália Gonsales.
Designer Gráfico: Murilo Thaveira.
Fotografia: Flávio Tolezani.
Produção Executiva: Anna Zêpa.
Direção de Produção: Natalia Gonsales
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

SHOWCASE TEATRO MUSICAL

O Sesi Vila Leopoldina tem o Curso Técnico de Teatro Musical, em parceria com o Atelier de Cultura.
Os alunos apresentaram o Showcase do Teatro Musical, uma espécie de Trabalho de Conclusão de Curso, onde cada estudante – com apoio dos colegas, professores e coordenação – mostrou um número criado e desenvolvido por ele.
Fomos assistir a apresentação da turma da manhã e conversar com alguns alunos e coordenadores para saber sobre o curso e o Showcase.
Estes são os futuros artistas que em breve estarão nos palcos do Teatro brasileiro! (alguns já estão atuando profissionalmente)
Desejamos uma carreira promissora. Talento e formação vocês têm!

Showcase Teatro Musical – SESI-SP
Com Abner Depret, Allan Zancanella, Andrey Alfaia, Ariane Camargo, Caio Bichaff, Caio Zalc, Cássio Collares, Daniel Suleiman, David Anderson, Érica Correia, Fábio Galvão, Fernanda Brito, Hícaro Nicolai, J.P. Estevem, Jaqueline Brambilla, João Felipe, Larissa Cardoso, Lia Canineu, Luana Bichiqui, Lucas Cândido, Marcos Rinaldi, Natalia Capucim, Nathália Alfieri, Newton Saiki, Renato Caetano, Shayene Freitas, Tiago Prates, Vanessa Mello, Viviany Olivier, Waldírio Castro
Sesi Vila Leopoldina
20 a 23/06
 
Diretor Geral: Rogério Matias
Assistente de Direção: Marcos Rinaldi
Preparação de Ator: Haydée Figueiredo
Atuando na Canção: Beatriz Lucci
Preparação Vocal: Amélia Gumes, Leonardo Neiva e Sandro Sabbas
Desenho de Luz: Rogério Matias
Operação de Luz: Marcos Carreira, Siluci Pereira, Newton Saiki e Dídio Gonçalves
Sonoplastia: Gustavo Mazzei
Pianista: Rodrigo Hyppolito
Operadores Técnicos do Teatro: Marcos Carreira e Sidnei Pereira
Coreografias número grupo: Zeca Rodrigues e André Satos
Coordenação Geral: Christina Trevisan e Vivian Albuquerque
Supervisor Geral: Cleto Baccic

 

OS DOIS E AQUELE MURO

Quando escreveu esta peça, o autor convidou Francisco Medeiros para uma primeira leitura encenada. Em seguida, o texto foi publicado e depois de alguns anos ganhou o edital do Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo – 3ª edição – 2015. Os Dois e Aquele Muro está em cartaz no Espaço dos Fofos. Em cena, os atores Plínio Soares e Luciano Gatti.

No espetáculo dois homens – Lucio e Jonas – marcam um encontro virtualmente e se veem pela primeira vez em um pub. Depois de alguns drinks e conversa, dirigem-se à casa de Lúcio onde o jogo de sedução e poder começa a ficar mais radical. Dois homens solitários, dois universos tristes em busca de algo se jogam em uma noite de caça.

Em Os Dois e Aquele Muro Francisco Medeiros optou por uma linguagem não realista em que a escritura cênica se organiza partindo de uma relação de paralelismo entre ações verbais e ações físicas. O percurso descrito pela obra se inicia num espaço público e se transfere para um espaço privado, que por sua vez vai ganhando uma dimensão íntima crescente.

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Para o diretor “o encontro entre duas pessoas no mundo de hoje ocorre com muita frequência no território da disputa de poder. É cada vez mais comum vermos que nós, da espécie humana, buscamos o sentido do encontro na necessidade de submeter, subjugar, vencer: uma guerra, um jogo implacável, em que há quase sempre só duas opções: viver ou morrer, ganhar ou perder”.

Os Dois e Aquele Muro mescla de maneira intrigante drama, comédia, suspense, numa sucessão não linear de cenas breves e de variadas pulsações. Imersos na incessante luta pelo poder, nem por isso os dois deixam de experimentar o sabor do afeto, da solidariedade, da ferina ironia, do respeito pelas diferenças, mesmo vivendo as dificuldades ou mesmo as impossibilidades de degustar estas dimensões que também fazem parte da aventura de estar vivo.

Os Dois e Aquele Muro
Com Luciano Gatti e Plínio Soares
Espaço dos Fofos (Rua Adoniran Barbosa, 151 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
13/06 até 03/08
Segunda, Terça e Quarta – 21h
$30
Grátis para professores e alunos da rede municipal de ensino.
Recomendação 16 anos
 
Texto: Ed Anderson.
Direção: Francisco Medeiros.
Assistência de direção e trilha sonora: Aline Meyer.
Cenografia: Heron Medeiros.
Figurinos: Marichilene Artisevskis.
Iluminação: Domingos Quintiliano.
Preparação corporal: Bruna Longo.
Direção de produção: Maurício Inafre.
Produção executiva: Ana Elisa Mattos.
Assistência de Produção: Murilo Carvalho.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

O HOMEM DO DESTINO

A peça se passa em um único ato e tem como pano de fundo um incidente histórico, a batalha de Lodi, na Itália em 1796. A comédia produzida pelo Círculo de Atores tem quatro personagens: Napoleão (Sergio Mastropasqua), A Dama Misteriosa (Patricia Pichamone), o Estalajadeiro (Luti Angelelli) e o Tenente (Guilherme Gorski e Thiago Ledier).

O texto escrito em 1897, foi publicado ao lado de outras obras de grande importância do autor como O Homem e as Armas (1898) e Cândida (1898),  num volume chamado ironicamente de PEÇAS AGRADÁVEIS.

Com tradução de Fernando Paz, cenários e figurinos de Chris Aizner, iluminação de Nelson Ferreira e música de Atílio Marsiglia e Raphael Lupo, a peça tem a direção de uma cineasta.

A ideia de ter a cineasta Caroline Fioratti como diretora convidada cumpre um dos objetivos do Círculo de Atores que é abrir espaço para novos criadores, tradutores, autores e diretores, evitando a assim a centralização, através da colaboração com profissionais originários de outras áreas afins, como cinema, literatura e artes plásticas. “Desejamos desta maneira compartilhar experiências profissionais – intensas e reveladoras – priorizando sempre o trabalho do ator e a comunicação com o espectador” comenta o ator Sergio Mastropasqua.

Desde que acompanhei os estudos e atuei numa curta temporada no Rio de janeiro na montagem de Major Bárbara, pelo Grupo TAPA em 2002, Bernard Shaw passou a ser para mim uma referência como dramaturgo. Na sequência tive a sorte de ser convidada para atuar em Cândida, do mesmo autor. Lá, contracenando novamente com Sergio Mastropasqua, ele me apresentou essa pequena joia que é O Homem do Destino. Passados sete anos conseguimos viabilizar esta experiência desafiadora que é entrar no universo cômico, sutil, inteligente e contraditório de Shaw”, diz a atriz Patricia Pichamone.

O HOMEM DO DESTINO 16 Sergio Mastropasqua, Patricia Pichamone, Guilherme Gosrski e Luti Angelelli,  foto Ronaldo Gutierrezjpg

Sinopse

Itália, ano de 1796. Dois dias após a vitória francesa sobre os austríacos na batalha de Lodi, Napoleão encontra-se numa bucólica pousada italiana –  que em nada lembra os horrores da guerra –  aguardando suas correspondências de trabalho. Chega então seu tenente informando-o que fora roubado por um rapaz bastante intrigante e sedutor. Durante a manifestação de indignação do general, surge uma mulher sem nome, também hóspede, a Dama Misteriosa.

Com a entrada do elemento feminino, inicia-se um dos maiores “tour de force” de toda a obra do dramaturgo, crítico, pensador político e polemista irlandês, Bernard Shaw. Cartada a cartada, se estabelece assim uma forte ação mental e o embate entre dois grandes estrategistas. Napoleão, alimentado por suas qualidades no campo de batalha, se propõe a provar que não há nada que não possa ser dominado pela força. No entanto, a Dama Misteriosa, vira constantemente o jogo, provando que algo no mundo deve ser preservado, mesmo com a guerra constantemente colocando-o de cabeça para baixo. 

 

O Homem do Destino
Com Sergio Mastropasqua, Patricia Pichamone, Luti Angelelli, Guilherme Gorski, Thiago Ledier
Teatro Aliança Francesa (Rua General Jardim, 182 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 75 minutos
17/06 até 07/08
Quinta, Sexta e Sábado – 20h30; Domingo – 19h
$50
Recomendação 14 anos
 
Importante: No dia 14 de julho, quinta-feira, apresentação comemorativa e gratuita (Data Nacional Francesa). Não haverá espetáculo nos dias 15,16 e 17 de julho.
 
Texto de Bernard Shaw.
Diretora convidada: Caroline Fioratti
Tradução: Fernando Paz
Cenários e figurinos: Chris Aizner 
Iluminação: Nelson Ferreira
Movimentos e Fotografia: Ronaldo Gutierrez 
Vídeos: Gabarito Produções 
Voz em off: Fernão Lacerda
Design: Laerte Késsimos
Trilha composta: Atílio Marsiglia e Raphael Lupo
Montagem e operação: Nicolas Sanches
Divulgação: Pombo Correio
Produção Executiva: Priscilla Oliva
Produção: Patricia Pichamone e Sergio Mastropasqua
Criação do Círculo de Atores (SP)