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A GAIOLA DAS LOUCAS

A Cia Instável de Teatro traz aos palcos do Teatro Ruth Escobar a sua mais nova produção: “A Gaiola das Loucas“.

A Gaiola das Loucas é uma boate com apresentações de Drag Queen administrada por um casal homossexual, a vedete Zazá e seu marido George. O filho legítimo de George resolve apresentar sua noiva aos seus pais, mas por ela fazer parte de uma familia tradicional, o casal tenta esconder seu estilo de vida, porém a situação complica quando a moça leva o pai, um deputado conservador, para jantar com os novos parentes.

Tente adivinhar quem é mulher e quem é “boneca”.Passe um pouco mais de maquiagem e venha curtir essa loucura musical.

Neste clipe, apresentamos o número “Nós Somos Assim”, que encerra o espetáculo.

A Gaiola das Loucas
Com Alessandro Fritzen, Allan Christos, André Lino, Charles Souza, Faniy Alexsandra, Felipe Ramos, Frankie Roncon Médici, Ismael Resende, Jaqueline Denova, Júlia Rodrigues, Laís de Almeida, Luhara Machado, Natã Queiroz, Pedro Augusto, Pedro Melo, Régis Schazzitt, Roberta Tubandt, Rodrigo Freitas, Sabrina Lee, Talita Hunter, Thiago de Caux, Wilton Leal, Yasmin Lambert
Direção Geral: André Latorre
Teatro Ruth Escobar (Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo)
20/06 até 13/07
Segunda, Terça e Quarta – 20 horas
Entrada gratuita (retirar ingresso com uma hora de antecedência)

ESPARRAMA PELA JANELA

Neste domingo, 24 de julho, o Grupo Esparrama volta a se apresentar com o famoso teatro na janela. A trupe apresenta o seu espetáculo Esparrama pela Janela, que conta a história de um morador do Minhocão, que cansado do caos e barulho da cidade, resolve subverter o ambiente em que vive e transforma tudo em música. A partir desta transformação, um universo mágico se estabelece e é aí que a magia começa!

Um casal de monstros, um seresteiro gigante, uma princesa, um anão dançarino, duas vizinhas fofoqueiras e outros seres divertidíssimos tomam conta deste espaço e dão vida ao famoso teatro na janela, que vem atraindo milhares de pessoas aos finais de semana para o Minhocão, buscando um pouco de arte e cores em meio à cidade cinza.

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Criado em 2012, o Grupo Esparrama, formado por Iarlei Rangel, Kleber Brianez, Ligia Campos, Luciana Gandelini e Rani Guerra, tem como base de sua pesquisa o estudo do palhaço e das estruturas cômicas em suas variadas expressões nas artes cênicas (rua, palco convencional, intervenções, etc.)

Com um publico participativo desde o seu surgimento, o grupo tem em suas redes sociais um ambiente de troca e conversa com seus seguidores, aproximando as pessoas e proporcionando uma vivência para além dos limites de sua janela física. Por isso, em 2016, o grupo resolveu experimentar outra forma de comunicação, através de um canal oficial no youtube.

Em parceria com a produtora Bruta Flor Filmes, o Grupo Esparrama lançou o videoclipe “Bem-te-vi”, gravado com um dos personagens mais carismáticos da janela: A Pomba Cantora, que no espetáculo Minhoca na Cabeça era um dos amigos de Menina, a protagonista do espetáculo.

Agora de volta como teatro na janela, junto com o público, o Grupo Esparrama quer reafirmar a apropriação e utilização desse espaço como um local permanente de convívio com a arte, atuando também como forma de transformação social. “Pretendemos continuar transformando, trocando experiências e acima de tudo crescendo com essa troca! Ouvir, aprender e quem sabe multiplicar ações que modifiquem a vida dos moradores da região para melhor!”, diz Iarlei Rangel, diretor do Grupo Esparrama.

Mais informações e a programação completa, você encontra na página: facebook.com/esparrama

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Esparrama Pela Janela
Com Grupo Esparrama
No Minhocão (Elevado Costa e Silva), altura do número 158 da Avenida Amaral Gurgel, entre as alças de acesso do Metrô Santa Cecília e a Rua da Consolação
Duração 50 minutos
24/07
Domingo – 16h
Recomendação livre
No caso de chuva, o espetáculo não acontece.

IDEM

Inspirado nas histórias reais de diversas jovens que foram sequestradas, o espetáculo Idem, protagonizado pelas atrizes Adriana Cinti, também autora, e Amanda Borges, está em cartaz no TOP Teatro.

A peça mostra a rotina das irmãs Isis e Aline, aprisionadas em um cativeiro por um psicopata. Neste conflito, o amor familiar entre ambas permanecerá em quase todos os momentos. Idem, nos leva a refletir sobre os sentimentos que nos rodeiam e do que somos capazes de fazer para sobrevivermos em situações extremas.

O espetáculo que marca a estreia do ator Lucas Romano, como diretor, discute as relações entre os seres humanos no cotidiano, quando somos colocados à prova por fatos adversos a nossa realidade e vontade, ao nosso caráter e como lidar com o imprevisto.

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Para a realização desse trabalho as atrizes Adriana Cinti e Amanda Borges, viajaram até Holanda e Berlin, para conhecer um pouco mais sobre a história de pessoas que ficaram submetidas aos aprisionamentos da segunda guerra mundial e foram submetidas à diversas situações adversas e de extrema violência, como acontece na história de Idem.

Como experiência de campo, visitaram: Memorial do Holocausto, Topografia do Terror e o Campo de Concentração de Sachsenhausen, em Oranienburg, com o intuito de recolher materiais, fotos e dados que envolve o maior cárcere privado que houve na história.

A produção cenográfica para a peça Idem tem como referência o mundo sombrio e estático de um cativeiro.

 

Idem
Com Adriana Cinti e Amanda Borges
Top Teatro (Rua Rui Barbosa 201 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 60 minutos
17até 26/06
Sexta e Sábado – 21h
Domingo – 19h
06 a 28/07
Quarta e Quinta – 21h
$40
Recomendação 14 anos
 
Texto: Adriana Cinti
Direção: Lucas Romano
Diretor de Produção: Lucas Garcia.
Assistente de Direção: Thais Belchior e Bruna Iksilara
Assistente de Produção: Victor Hugo
Preparador Vocal: Gabriel Furlan.
Iluminador: Marcel
Figurino: Amanda Borges.
Cenografia: Alício Silva
Trilha sonora: Artur Tiski.
Designer gráfico: José Carlos Venâncio Jr.
Operação de Luz: Victor Hugo
Operador de Som: Lucas Magni
Fotos: Jo Capusso
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

TRÓILO E CRÉSSIDA

A peça foi pensada não apenas pelo ineditismo da obra no Brasil, mas também sobre seu caráter político e fomentador de uma discussão ampla sobre os temas ligados à ética em todas suas instâncias. A grande crítica Bárbara Heliodora dizia que “Tróilo e Créssida” é a peça que mais tem a ver com o nosso Brasil, justamente por tratar dessa temática da ausência da moral e da ética em vigor naqueles que detém o poder. É Uma peça sobre ética, politica, poder, conspiração, traição e corrupção.

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Tróilo e Créssida é uma obra considerada “comédia conflito” de autoria de William Shakespeare. Acredita-se ter sido escrita por volta de 1602, pouco depois de completar Hamlet.

O trabalho da Cia da Matilde está baseado na possibilidade de abordar essa história como uma grande metáfora circense. Quase não há personagens fixos, os atores se revezam em diversas atividades e contam a história a partir de cenas, imagens e músicas interpretadas por todos. A peça apresenta uma linguagem inspirada em máscaras (principalmente a de bufão) porque os personagens são identidades “notórias” que permeiam a história da humanidade e podem facilmente ser encontradas hoje em nosso país.

Para a diretora Bete Dorgam Shakespeare é sempre um grande desafio porque os textos são fantásticos e a questão é como entender, escavar as camadas e trazê-las à cena sem perder sua potência e beleza. “Tróilo e Créssida é um texto complexo, uma comédia irônica e amarga que não poupa a guerra, o amor, a fama, a ilusão da imagem, do poder. Assustadoramente moderna, talvez o grande desafio seja dialogar com essa desilusão sobre todas as instituições e a própria condição humana sem perder a perspectiva de uma sempre possível luz no fim do túnel”, comenta a diretora.

Como parte das comemorações dos 400 anos da morte de Shakespeare, em abril A Cia da Matilde também organizou encontros gratuitos entre profissionais do teatro para discutir sobre o autor. Os encontros aconteceram no Universo Cultural da Matilde (sede Cia da Matilde).

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Sinopse

Durante a guerra de Troia, Tróilo, um dos filhos do rei Príamo, está apaixonado por Créssida, filha do sacerdote Calcas, que passou para o lado dos gregos após profetizar a derrota de Troia, sendo, portanto, considerado traidor. Tróilo conta com a ajuda de Pândaro, tio de Créssida, para aproximar – se dela. Créssida também está interessada por Tróilo, mas finge indiferença como forma de se proteger. Em meio à guerra, disputas de poder e paixões essa história de amor e paixão se desenrola mostrando personagens e episódios conhecidos da guerra de Tróia.

Shakespeare – Projeto 39

O PROJETO – A ideia de encenar todas as 39 obras de Shakespeare nasceu em 2011 durante a montagem do espetáculo ‘A Tempestade’. “Lançar um olhar latino sobre essa produção é estimular que as pessoas daqui possam se juntar e desenvolver ações sobre o trabalho dele”, diz o presidente da Cia da Matilde, Erike Busoni que hoje capitania o projeto. Em 2013, foi dado início às produções com a montagem de “Ricardo III”, tendo no elenco Mayara Magri (como Rainha Elizabeth) e Chico Carvalho (como Ricardo III, vencendo o Prêmio Shell de melhor ator). Em 2014, Kleber Montanheiro dirigiu “Os Dois Cavalheiros de Verona”, imprimindo um caráter nômade dos artistas da época e inspirado na comédia Dell’ Arte e pelo teatro popular, o espetáculo esteve em cartaz em 2015 no Teatro João Caetano e no Espaço da Cia da Revista e ganhou o prêmio de melhor espetáculo, melhor atriz e ator coadjuvante, melhor ator, melhor maquiagem e prêmio especial no 17º Festival Nacional de Teatro de Guaçuí, ES. O projeto é da Cia. da Matilde com co-produção da SE4 produções.

Tróilo e Créssida
Com Beto Dessordi, Caco Mattos, Caio Merseguel, Cristiano Carvalho, Erike Busoni, Isis Valente, Letícia Martin, Magali Costa, Marcelo Guedes, Rafael Senatore, Rodrigo Scarpelli,  Walmir Bess.
Teatro João Caetano (R. Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino, São Paulo)
Duração 110 minutos
05 a 28/08
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$20
Recomendação 12 anos
Direção: Bete Dorgam
Adaptação de texto: Bete Dorgam  e Lécio Rabello
Direção Musical: Rafael Senatore
Figurino: Claudia Schapira
Cenário: Marcos Thadeu e Karina Diglio (Palhassada Atelie)
Iluminação: Yuri Cumer
Produção: Adryela Rodrigues e Erike Busoni.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

VERMELHO LABIRINTO

Espetáculo com direção e dramaturgia de Pedro Granato e elenco formado pelas atrizes Anna Zêpa e Rita Grillo,Vermelho Labirinto coloca em cena os conflitos contemporâneos, misturando política, artes e relações íntimas. No palco duas mulheres em momentos diferentes da vida, uma advogada e uma performer. A advogada é casada com um crítico de arte que está em Veneza para entrevistar a artista. Duas personagens em cena que se relacionam com um homem que nunca está no palco.

A trama constrói um suspense onde não se sabe onde está a verdade. A dramaturgia de Pedro estabelece um triângulo cheio de desconfianças e suposições, sem jamais dar voz ao personagem masculino.

IMG_2724Para esse projeto, formou-se uma equipe de artistas unidos pela experimentação em distintas linguagens. O músico e cineasta Kiko Dinucci é responsável pela trilha, a artista visual e poeta Sinhá assina a direção de arte e a luz é de Aline Santini – que repete a parceria com Pedro após Até que deus é um ventilador de teto, de Hugo Possolo. Ana Zêpa e Rita Grillo já trabalharam juntas em Ninguém no Plural, espetáculo com trilha de Rômulo Fróes, com texto a partir de contos de Mia Couto.

A temporada de estreia foi de uma metalinguagem absoluta. Falamos de como não se pode tornar uma cor um instrumento de ódio político na semana em que pessoas estavam apanhando na rua por usar vermelho. A peça estreou no dia que saíram os grampos envolvendo o governo e eles transformaram a relação da plateia com os diversos grampos que fazem parte da dramaturgia. Vimos artistas todas de vermelho indo protestar em Brasília e uma advogada vociferando de ódio, assim como os personagens. Os limites entre o palco e a realidade ficaram borrados. Tudo isso em uma peça que discute a relação entre verdade e mentira, sobre o ato de interpretar.” afirma Pedro Granato.

Em Vermelho Labirinto, é possível observar as múltiplas interpretações de um mesmo acontecimento. Duas mulheres que não se conhecem, mas imaginam, projetam e investigam.  Cada uma construindo ao seu modo o que aconteceu. Ou o que elas imaginam que aconteceu. Até o momento em que finalmente se encontram.

Nessa temporada, Pedro Granato vai lançar o livro com o texto da peça.

Vermelho Labirinto
Com Anna Zêpa e Rita Grillo
Duração 70 minutos
Inbox Cultural (Rua Teodoro Sampaio 2355 – Pinheiros, São Paulo)
11/06 até 17/07
Sábado – 21h; Domingo – 19h30
$30
Recomendação 14 anos
 
Direção e Dramaturgia: Pedro Granato.
Assistência de direção: Camille Bonnenfant.
Cenário e figurino: Sinhá.
Iluminação: Aline Santini.
Trilha Sonora: Kiko Dinucci.
Produção Executiva: Isabela Tortato.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio