ESPARTANOS

Após sucesso do premiado espetáculo O Alvo,o diretor e dramaturgo Pedro Garrafa estreia nova peça jovem, agora com quatro atores no elenco: Lucas Padovan, Lucas Frizo, Luan Braga e Pedro Dix.

Espetáculo de estreia da Cia 108, Espartanos surgiu da vontade de falar sobre a violência fora do senso comum. “Existe a ideia muito presente de que filmes, séries de TV, livros e, sobretudo os jogos de videogame que abordam situações violentas afloram e incitam a violência dos jovens. Visto sobre outro ponto de vista, essas narrativas não são o princípio, mas sim o resultado de uma ‘cultura da violência’, que alimentamos por milênios em nossa sociedade e a reforçamos todos os dias, muitas vezes sem mesmo perceber”, conta o dramaturgo.

A intenção do novo espetáculo de seu repertório é abrir a questão da cultura da violência além dos games. “É um espetáculo sobre a responsabilidade de se propagar um discurso e um comportamento violento, independente do que se joga, consome ou assiste”, conclui.

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Sinopse

Os quatro personagens de Espartanos têm 15 anos e, além de serem amigos e morarem todos no mesmo condomínio, eles formam um clã vitorioso no jogo de batalhas online no qual são viciados. Eles chegaram às oitavas de final do campeonato nacional, que será disputada em um evento enorme. Mas um vídeo viralizado pela internet, que mostra uma cena real de violência cometida no próprio condomínio em que vivem, acaba entrando na vida desses amigos e mudando o jeito como eles veem a violência no mundo real e virtual.

Ponto de partida

Pedro Garrafa conta que a inspiração para conceber o espetáculo veio de três raízes diferentes: o universo dos games,Whatsapp e a violência propagada entre os jovens a partir dessa ferramenta (tema abordado nos espetáculos O Alvo 1 e 2) e a crescente vontade do jovem de se destacar na sociedade como youtuber.

Os games se tornaram muito populares nos últimos anos gerando clãs especializados de jovens jogadores, como o famoso League of Legends. Ao mesmo tempo que os jogos conectam jovens e adultos de todo o planeta e alimentam uma indústria enorme e muito criativa, paradoxalmente são responsáveis por uma onda gigantesca de casos de dependência crônica dos jogos, levando seus jogadores ao total isolamento do mundo exterior”.

Vício da maioria dos jovens, o Whatsapp propõe uma assustadora liberdade de tráfego de conteúdos violentos como vídeos de linchamentos, mortes e acidentes. Isso exige um rigoroso filtro pessoal. Muitas vezes, sem perceber, o usuário da ferramenta está propagando involuntariamente um discurso no qual ele não acredita, ou não tem a intenção de propagar”.

A última fonte de inspiração, a vontade do jovem de se destacar na sociedade como youtuber, para Pedro Garrafa “na maioria dos casos, é uma sede pelas visualizações, likes e inscritos, que ultrapassa o discurso, caindo no perigoso mundo do qualquer coisa pela audiência.

A linguagem, o jovem e o teatro, por PEDRO GARRAFA

espartanos_lilabatista_0548bDando continuidade na intenção de falar com o público jovem de maneira horizontal (de jovem para jovem) e não de maneira vertical (adulto para o jovem), a linguagem do espetáculo entra no universo de ebulição da testosterona no universo masculino, ganhando a energia hipnótica do adolescente.

Para falar de violência e trazer à cena essa energia, a opção de usar a percussão e principalmente o cajón como elemento constitutivo da cena nos pareceu adequada. Assim, a montagem assumiu um tom rítmico que evoca muitas vezes uma atmosfera tribal, que ao mesmo tempo conversa com o tema do jogo, e cria um paradoxo entre a violência do jogo e das sociedades mais primitivas. A percussão em Espartanos tem como objetivo tornar a violência do tema uma linguagem estética, metafórica, sem trazê-la fisicamente para a ação dramática.

Outro ponto importante da linguagem do espetáculo é a arquitetura cênica em arena. O público assiste de cima a ação, como se fosse condômino do cenário da trama. A proposta é: ao mesmo tempo que o espetáculo provoca o olhar curioso do público acerca da intimidade dessas personagens, ele também se coloca distante da ação e do incomodativo tema. Sendo convidado a uma análise racional do assunto.

Espartanos
Com Lucas Padovan, Lucas Frizo, Luan Braga e Pedro Dix
Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa (Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo)
Duração 70 minutos
19/07 até 31/08
Terça e Quarta – 20h
$20
Classificação 10 anos
Texto e Direção: Pedro Garrafa
Direção Musical: Beto Angerosa
Assistente de Direção: Matheus Heck
Iluminação: Pedro Garrafa e Matheus Heck
Trilha original: Diego Trindade
Produção e comunicação: Elemento Cultural
Direção de Produção: Fernanda Bianco e Guilherme Maturo
Produção Executiva: Renata Nastari
Comunicação Visual: Dave Santos
Fotografia: Lila Batista
Figurinista: Ariana Martinelli
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

O DESPERTAR DA PRIMAVERA

A ER Arte Produções apresenta o resultado do trabalho de pesquisa da turma de Teatro Musical da Escola Edu Rodrigues – a montagem do espetáculo “O Despertar da Primavera“, de Frank Wedekind.

O texto conta a história de dois adolescentes e o despertar de sua sexualidade. Um trabalho ousado em sua descrição dos adolescentes e da autodescoberta. A rebeldia própria dos jovens revelarem-se de modo contundente e poético, criando um drama cheio de ação e surpresas .

A direção optou pelo despojamento sem perder de vista o traço amargo que permeia a obra trágica do autor. O espetáculo aborda temas como abuso sexual,  violência doméstica,  gravidez na adolescência,  drogas,  prostituição,  doenças sexualmente transmissíveis, suicídio, etc.

A peça ficará em cartaz no Teatro Fernando Torres, somente em três apresentações.

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O Despertar da Primavera
Com Alexandre Vieira, André Yamamura, Beatriz Bizzoto, Beatriz Carrera, Bianca Garcia, Bianca Gomes, Camila Mendonça, Carol Garcia, Cris Nunes, Flávio Santos, Fernanda Borges, Gabriel Martins, Gabriella Tavares, Georgia Querido, Ghell Silva, Giovanne de Salvo, Hebert Freitas, Izildo Galindo, Jonatan Nogueira, Lauanna Andrade, Marcia Maria, Mariana Bernardes, Mayara Sanchez, Maycon Turell, Paul Capter, Regina Méli, Rodrygo Bianchi, Tami Pontes e Ygor Sapucaia
Direção Geral: Edu Rodrigues
Adaptação e Direção: Reynaldo Sapucaia
Teatro Fernando Torres
Duração 100 minutos
14 até 28/07
Quinta – 20h30
$60
Classificação 10 anos

A MELANCOLIA DE PANDORA

Uma mulher que deseja apenas saber se suas memórias são reais e a sua jornada para descobrir quem realmente ela é são o mote de A MELANCOLIA DE PANDORA, espetáculo que estreia no dia 15 de julho, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro do Sesc Belenzinho (pré-estreia no dia 14 de julho) e reúne referências e ideias de diversas personagens míticas e arquetípicas personificadas na mente de uma mulher solitária. Com texto e direção de Steven Wasson e colaboração de Corinne Soum, a montagem traz no elenco os atores Bete Coelho, Djin Sganzerla, Ricardo Bittencourt e André Guerreiro Lopes, que assina a codireção e por seis anos foi membro do Theatre de L’Ange Fou em Londres.

O artista norte-americano Steven Wasson e a francesa Corinne Soum foram os últimos assistentes de Etienne Decroux, “pai da mímica moderna”.  Os dois são diretores da companhia teatral Theatre de l’Ange Fou, com mais de 30 anos de existência, e do recém-criado White Church Theatre Project, nos Estados Unidos.

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A MELANCOLIA DE PANDORA é uma peça de teatro de movimento absurda, cheia de ironia, drama e humor, pontuada por um texto poético. A montagem reúne três companhias distintas – Theatre de L’Ange Fou e as brasileiras BR116 e Lusco-Fusco – com o intuito de unir forças e talentos, além de contar com ideias, referências e influências oferecidas pelas singulares características artísticas de cada uma. A ideia de juntar as três companhias partiu da atriz Bete Coelho, que viu a oportunidade de potencializar o encontro com um espetáculo visual e com uma camada contemporânea, além de atravessar temáticas e dialogar com o trabalho dos três grupos.

O anjo Pandora

Para Steven Wasson A MELANCOLIA DE PANDORA apresenta referências a diversos personagens da literatura clássica, além de buscar inspirações nas tragédias, nos contos fantásticos e seus mitos. No início do século 20, o Doutor Rudolph Ahriman (André Guerreiro Lopes) ergue-se solitário no panteão dos “Deuses Alienistas”, explorando o submundo da psique humana. Imaginando-se como um “libertador” da mente humana, Doktor Ahriman é conhecido por sua teoria da “re-personificação” e destruição dos mitos como um calmante psicológico para o homem mitologicamente perturbado. “O maior inimigo pessoal de Ahriman é Deus e ele acredita que Deus o teme, por isso coloca em seu caminho obstáculos e mitos, recusando a se apresentar ao grande e misterioso Doutor. Para Ahriman, este Deus é um charlatão, uma não existência, um mito, uma doença”, explica o autor e diretor.

A paciente atual do Doutor Ahriman é uma mulher sem nome, sofrendo, ele pensa, de uma imaginação excessivamente ativa. Conduzida por um anjo, chamado Pandora (Djin Sganzerla), a mulher tenta reconstruir seus estilhaços de memória, já que passou a maior parte de sua vida na cama, com medo de sair dos limites de seu quarto. Ela se lembra vagamente de uma época em que amava um jovem rapaz, que a amava também, mas que foi perdido para sempre em alguma guerra esquecida. Para o Doutor, a mulher está perdida na Terra da Melancolia, desejando apenas saber se suas memórias são reais e, portanto, saber quem é.

A saga para responder à pergunta “Quem sou eu?” vai levar a mulher por uma jornada de descoberta de quem ela é ou quem não é. “A terapia do Doutor vai conduzi-la através da busca por seu amor perdido, atravessando cenas de amor jovial, festas, infernos administrativos, burocracia, guerra, perda, morte e transfiguração. Enquanto as memórias da mulher se revelam e desdobram, o confronto final do Doutor com seu arqui-inimigo Deus se aproxima, ou assim ele pensa”, conta a atriz Bete Coelho, que interpreta essa misteriosa mulher.

A figura “chapliniana” do mordomo Max (Ricardo Bittencourt), fiel escudeiro do Doutor Ahriman, fecha o rol de personagens. O serviçal, alter ego de Ahriman, está disposto a assumir todos os personagens necessários para a pesquisa do Doutor, mas ele se apaixona facilmente e acredita em finais felizes.

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Ilusão de Ótica

Com cenografia de Steven Wasson e Beto Mainieri, adereços de George Silveira e figurinos de Cássio Brasil, A MELANCOLIA DE PANDORA tem uma estrutura toda criada para provocar efeitos de ilusão de ótica no público.

Gregory Slivar concebeu a paisagem sonora, dando um ar misterioso para a trilha, que varia de uma leveza quase infantil a uma atmosfera mais escura e assustadora. Os sons se misturam com vozes, sussurros, corvos grasnando, o chilrear dos pássaros matinais, o vento, chuva, trovões, sons de guerra, portas rangendo, passos, cavalos a galope, risos e o ritmo incessante de uma máquina de impressão.

Elemento importante na encenação, as vídeo-projeções criadas pelo artista Gabriel Fernandes, integrante da Companhia BR116, transforma o placo em um quadro onírico e muitas vezes sombrio, como um filme noir, e exterioriza para todos os seus cantos o que se passa na intrigante mente dos personagens, fazendo um retrato psicológico da ação.

A Melancolia de Pandora
Com Bete Coelho, Djin Sganzerla, André Guerreiro Lopes e Ricardo Bittencourt
Sesc Belenzinho
Duração 70 minutos
15/07 até 07/08
Quinta, Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 18h
$40 / $12 (trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes)
Classificação 10 anos
 
Dramaturgia – Steven Wasson com colaboração de Corinne Soum.
Tradução – Marcos Renaux.
Concepção e Direção – Steven Wasson.
Codireção – André Guerreiro Lopes.
Direção de Imagens – Gabriel Fernandes.
Figurinos – Cássio Brasil.
Cenografia – Steven Wasson e Beto Mainieri.
Adereços – George Silveira.
Iluminação – Wagner Antonio.
Direção de Cena – Rafael Bicudo.
Direção Musical – Gregory Slivar.
Direção de Produção – Fá Almeida.
Produção – Diorama Produções & Eventos.
Realização – Sesc São Paulo.
Assessoria de Imprensa – Nossa Senhora da Pauta

TRUPE DUNAVÔ NO FESTIVAL RISADARIA KIDS

A partir do dia 06 de julho, a Trupe Dunavô, formada por Renato Ribeiro, Gis Pereira, Vinicius Ramos e Gabi Zanola, inicia sua participação na edição 2016, do famoso Festival Risadaria Kids.

Com apresentações de dois de seus espetáculos (É mesmo uma Palhaçada e O Livro do Mundo Inteiro) a trupe convida a população para se aproximar do universo do palhaço e passa por importantes pontos da cidade de São Paulo, como: Shopping SP Market, Tietê Plaza Shopping e a Livraria Cultura dos shoppings Iguatemi, Villa Lobos e Conjunto Nacional.

A temporada da Trupe no Risadaria começa com “O Livro do Mundo Inteiro”, um grande livro enigmático trazido por palhaços que buscam a contribuição do público para sua escrita. O grupo parte com a missão de colher histórias para a finalização desse livro misterioso, que será guardado e reaberto daqui milhares de anos.

Os palhaços se aproximam dos indivíduos que se mostram abertos ao jogo e os instigam a embarcar em uma grande experiência de aproximação, redescobrimento e muitas gargalhadas! Aqueles que aceitam o convite passam por um momento de registros de memórias antigas e recentes, em um encontro simples, porém verdadeiro, sem preconceitos e sem julgamentos.

Em meio à rotina por vezes tão estressante, os palhaços convidam o público a brincar e criar um momento único, dando um pause da fita corrida do cotidiano, contemplando aquele instante.

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Faz parte ainda do repertório da Trupe Dunavô no festival, o espetáculo “É mesmo uma Palhaçada”, recentemente apresentado em diversas cidades e espaços de São Paulo, que vem conquistando o público por onde passa, apresentando às crianças números de palhaços de circo tradicionais e proporcionando aos adultos um momento de lembranças de vivências da infância.

O espetáculo “É mesmo uma Palhaçada”, traz a divertida história de três palhaços, que chegam para se apresentar e descobrem que estão no lugar errado. Em meio a essa grande confusão, os palhaços tentam consertar a situação, disfarçar o ocorrido e entreter os espectadores com suas ideias mirabolantes, porém muito atrapalhadas.

Através de suas maravilhosas habilidades, eles provocam inúmeras situações inusitadas, mas as coisas não acontecem como o esperado e é aí que a brincadeira começa. Com números clássicos de palhaçaria circense, mesclado às cenas de autoria do grupo, brincando entre o novo e o já consagrado pelos mestres do picadeiro, a trupe diverte o público e garante boas risadas.

Com o espetáculo “É mesmo uma palhaçada” a Trupe DuNavô  se apropria da linguagem circense em seu caráter lúdico estimulando a imaginação dos espectadores – sejam eles crianças ou adultos – de forma acolhedora e generosa, sem a mínima distinção. Dessa forma, promovem um verdadeiro resgate da memória do circo, valorizando a cultura popular, relembrando clássicos e convidando o público a reviver os grandes e tradicionais circos do passado.

Além deste trabalho, a Trupe tem em seu histórico uma aclamada temporada no Centro Cultural São Paulo em 2015, quando surpreendeu a todos com uma delicada fábula chamada Refugo Urbano, que arrebatou o público, esgotando ingressos na Sala Jardel Filho (a maior do CCSP, com cerca de 320 lugares). Nessa temporada de estreia de seu primeiro espetáculo autoral, atraiu também os olhares da crítica especializada, recebendo duas indicações para o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, nas categorias Melhor Atriz (Gabi Zanola) e Prêmio Sustentabilidade, categoria com a qual foi premiado. Em uma votação especial, organizada para escolher os melhores do ano, o espetáculo foi ainda eleito pelos leitores do Guia Folha como Melhor Espetáculo Infantil do Ano de 2015.

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A Trupe Dunavô tem como base de sua pesquisa a linguagem do palhaço. Durante sua trajetória, com seus três projetos (Refugo Urbano, É mesmo uma Palhaçada e O Livro do Mundo Inteiro), o grupo vem realizando experimentos, fazendo referência à memória do circo e levando a linguagem do palhaço para espaços fora do convencional.

O nome DuNavô significa “por favor” em “criancês”: “Porque criança e palhaço também são aqueles que erram e muitas vezes trocam as palavras, então escolhemos esse nome para nos aproximarmos do respeitável publico, sem forçar nada, só se houver uma permissão, então… DuNavô a gente pode se apresentar?”, explica Gabi Zanola.

Facebook – www.facebook.com/DuNavo

Instagram – www.instagram.com/trupedunavo

Festival Risadaria Kids
Com Trupe Dunavô
Duração 50 minutos
12 a 31/07
Entrada gratuita
Classificação livre
 
O Livro do Mundo Inteiro“:
 
12/07- 16H00 – SHOPPING SP MARKET
25/07- 16H00 – TIETE PLAZA SHOPPING
27/07- 16H00 – SHOPPING SP MARKET
30/07- 11H00 – LIVRARIA CULTURA CONJ. NACIONAL
30/07- 16H00 – LIVRARIA CULTURA SHOPPING IGUATEMI
 
É mesmo uma Palhaçada
 
13/07- 16H00 – SHOPPING SP MARKET
15/07- 16H00 – TIETE PLAZA SHOPPING
28/07- 16H00 – TIETE PLAZA SHOPPING
29/07- 16H00 – SHOPPING SP MARKET
31/07- 16H00 – LIVRARIA CULTURA SHOP. VILLA LOBOS

 

CINDERELA PERVERTIDA

O autor de “Cinderela Pervertida”, nasceu em uma cidade do interior de Pernambuco, e lá viveu sua infância perto de um prostíbulo/ quengal e de lá surgiu a inspiração para adaptar essa fábula para o mundo real. “Cinderela” é um dos contos de fada mais populares da humanidade. Sua origem tem diferentes versões. A versão mais conhecida é a do escritor francês Charles Perrault, de 1697, baseada num conto italiano popular chamado La Gatta Cenerentola (“A gata borralheira”).

De forma divertida, leve e descontraída Rodolfo Alex Galvão, consegue que a plateia se identifique com a trajetória da atrapalhada “Cinderela Pervertida”, e de risada dá vida difícil dessa jovem, e de todas dificuldades que tem que se sujeitar, para alcançar o que tanto almeja. Que não é mais se casar com o personagem do Príncipe Encantado, como na história original; mas sim, se tornar a nova quenga/ prostituta do Cabaré que ele e Maria Jacutinga possuem na trama.

Assim, muitas surpresas e confusões acontecem nesse universo de valores invertidos e pervertidos. Mas, afinal, será que “Cinderela Pervertida” será a nova quenga do famoso cabaré da cidade? Vale a pena conferir essa comédia, e descobrir que fim essa história vai dar!

 

Cinderela Pervertida
Com Anny Hipólito, Felipe Zatara, Joice Tavares, Lauanna Andrade, Regina Hennies, Victor Damaso.
Teatro União Cultural (Rua Mário Amaral, 209 – Paraíso, São Paulo)
12/06 até 31/07
Domingo – 18h
$50
Classificação 14 anos
 
Autor: Rodolfo Alex Galvão
Direção: Edgar Benitez
Cenografia e figurino: Angela Schoendorfer
Arranjos Musicais: Lucas Brolese
Operação de Som: Lívia Cardoso
Criação e operação luz: Renato Hermeto
Fotos: Kalinka Maki
Arte Gráfica: Fábio Corrêa
Direção de produção: Edgar Benitez
Produção Executiva: Joice Tavares e Regina Hennies
Assistente de Produção: Theodoro Becker
Apoios e parcerias: Grupo Teatral Corrente, Trevo – Trade & Service
Assessoria de Imprensa: Orpheu Assessoria e Produtora Cultural

FRENCH KISS

Após apresentação nos palcos do Rio de Janeiro, “French Kiss” desembarca neste mês para uma série de três apresentações no Auditório do MASP. O show é uma comemoração aos 10 anos de carreira da atriz, cantora e bailarina Renata Ricci.

French Kiss” é um cabaré-show no qual Renata conta, através das canções, a história da busca de um amor perdido. Roteiro e supervisão cênica ficaram por conta da atriz, que interpreta no show desde antigas chansongs, como “Ne me Quitte Pas”, de Jacques Brel, e “C’est si Bon“, de Yves Montand.

No repertório Renata ainda apresenta versões em francês para canções de Chico Buarque (“Tatuagem”), Bob Marley (“Is This Love”) e Prince (“Kiss”), dentre outras, assinadas pelo músico e artista plástico Edgar Duvivier especialmente para o espetáculo, gravado em DVD durante sua passagem pelo Rio de Janeiro, em maio deste ano. O projeto deve chegar às lojas até o fim do ano.

São 10 anos de carreira, eu precisava comemorar com um evento que não fosse um show nem tampouco uma peça, então decidi juntar os dois e criei um espetáculo interativo, no qual canto, conto a história e deixo o público livre para entendê-la do jeito que quiser”, declara a atriz, grávida de sete meses.

Com um piano e uma percussão como acompanhamento, “French Kiss” é também a primeira incursão da cantora pelo processo de patrocínio coletivo. A campanha no site Kickante, aberta a partir desta segunda-feira, viabilizará a temporada no teatro localizado dentro do Museu de Arte de São Paulo. O link para ajudar é http://www.kickante.com.br/campanhas/french-kiss-em-sampa

Sobre Renata Ricci

Renata começou nos palcos em 2006, quando atuou no musical “Sweet Charity“, de Charles Möeller e Claudio Botelho, com Cláudia Raia e Marcelo Médici; e no mesmo ano, na novela “Páginas da Vida“, de Manoel Carlos (Rede Globo).

Entre 2008 e 2009, compôs o elenco das novelas “Amigas e Rivais” e “Revelação”, ambas do SBT. Em paralelo, estrelou montagens como “Avenida Q”, “Gypsy”, “As Bruxas de Eastwick” e “Como Vencer na Vida sem Fazer Força”, da dupla Möeller & Botelho, “Pequeno Dicionário Amoroso”, de Jorge Fernando, e “Apartamento 171”, de Eri Johnson.

Compôs também o elenco do filme “Minha Mãe é uma Peça”, de Paulo Gustavo, e da novela “Boogie Oogie” (Rede Globo), de Rui Vilhena. Renata está no ar na trupe do novo “Zorra”, com direção de Marcius Melhem e Maurício Farias.

French Kiss
Com Renata Ricci
MASP – Auditório (Av. Paulista, 1578 – Cerqueira César, São Paulo)
14 a 28/07
Quinta – 20h
$60