SESSÃO 80

O ator Diego Montez (“Wicked”), o diretor Marco Okura e o dramaturgo Marcos Ferraz juntaram-se para fazer um trabalho com atores jovens, e música dos anos 80, e o resultado é  a websérie musical “Sessão 80”.

Para tanto, chamaram os amigos e o elenco foi formado. Gabriel Falcão faz o papel de Eric, o mocinho; Lua Blanco, será Alice, a mocinha; Yasmin Gomlevsky, viverá Zô, a chata; Bruno Fraga será Johnny, o que se acha; Malu Rodrigues dará vida a Sara, a popular; Lyv Ziese interpretará Beth, a esquisita; Thadeu Torres, fará o papel de Zé, o amigo pega ninguém; Thati Lopes será a descolada Nanda; Leo Bahia será Batata, o porpeta; e Luana Soares interpretará Paulinha, a irmã pirralha de Eric.

Por enquanto só foi lançado o trailer de divulgação e a página no facebook – Clarear Produções – onde são apresentados os personagens. Ainda não há previsão de quando a “Sessão 80” estará no ar.

A websérie é baseada no espetáculo “A Sessão da Tarde ou Você Não Soube Me Amar“, uma comédia musical de 2006. Conta a história de uma turma de amigos em plenos anos 80. Eric é um rapaz apaixonado que sonha ter uma banda e viver de música.

Além do saudosismo, entram em cena questões ligadas ao universo juvenil de todos os tempos, como primeiro amor, conflitos, diversão, desejos. Tudo embalado em músicas de grupos que fizeram sucesso na década de 80, como Lulu Santos, Blitz, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso e Ultraje a Rigor

O musical foi montagem da Cia. de Teatro Rock, e teve como atores diversos nomes que fazem sucesso até hoje nos palcos, como por exemplo Ivan Parente, Daniela Cury, Marilice Cosenza, Luiz Araújo, Will Anderson e Caio Salay.

MEU MUNDO AMAZÔNIA

Meu Mundo Amazônia” é um musical voltado para o público infantil, com texto de Anderson D´Kássio e Amanda Silva. Os irmãos Anderson D´Kássio e Amanda Silva nasceram e foram criados na cidade de Macapá-AP, na foz do Rio Amazonas, em meio a natureza selvagem e a cultura ribeirinha.
Há 07 anos, Anderson mudou-se para São Paulo em busca de oportunidades no mercado teatral e musical, ofício que já exercia na sua cidade de origem. Em 2015, Amanda chegou na capital paulista e os dois tiveram a ideia de explorar suas aventuras do passado num espetáculo de teatro musical, que dentre tantas possibilidades, traz um texto e canções inéditas criadas pelos irmãos, além de outras que são conhecidas do folclore popular amazônico.
Uma aventura lúdica e sensível, do encontro da cultura da cidade grande com o povo da floresta.

Bonecos
SINOPSE:
Dudu, o menino da cidade, foi passar suas férias na Amazônia e conheceu o menino ribeirinho chamado Mundico. Juntos viveram e aprenderam muitas histórias que agora contam as aventuras para a plateia. Uma viagem pelos mitos, lendas e costumes da Amazônia.

Meu Mundo Amazônia
Com Anderson D´Kássio, Alessandro Fritzen, Alessandra Lyra, Priscila Labronici, Juan Manuel Tellategui, Ariani Rocha e Aline Neves.
Teatro Ressureição (R. dos Jornalistas, 123 – Jabaquara, São Paulo)
Duração 60 minutos
30/07
Sábado – 16h
$40
Classificação Livre
 
Coreografias: Marina Queiroz.
Direção Musical: Leandro Sofia.
Assistente de direção: Priscila Labronici.
Cenografia, Figurinos e Adereços: Equipe D´Kássio Artes e Produções.
Produção Geral: D´Kássio Artes e Produções.
Fotos: Tatiana Lima Fotografia.

O TESTE DE TURING

Será que a tecnologia irá evoluir tanto a ponto de não mais reconhecermos a diferença entre um ser humano e um computador? Investigar isso e outros aspectos da inteligência artificial é um dos objetivos de O Teste de Turing, segundo espetáculo da programação da Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do Centro Cultural São Paulo, que estreia no dia 15 de julho, sexta-feira, às 21 horas. Com direção de Eric Lenate e um elenco formado por Maria Manoella, Rodrigo Fregnan, Jorge Emil e Felipe Ramos, o texto é assinado por Paulo Santoro.
Paulo escreveu O TESTE DE TURING em 2004, mas só agora o texto ganha os palcos. “Para mim, esse é o maior mérito do edital da Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do Centro Cultural São Paulo: dar voz  e iniciativa aos autores. É mais comum, recebermos propostas de produtores e produzirmos algo em cima disso. Se tivéssemos mais prêmios como esse, poderíamos ter mais autonomia para dizer aquilo que queremos e da maneira que queremos”, explica.
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A mente humana como objeto de estudo
Apesar de O TESTE DE TURING falar sobre inteligência artificial, o objeto de estudo de Paulo Santoro foi o funcionamento da mente humana. “Essa é uma obra de ficção científica que se passa em um futuro indeterminado. Eu utilizo o conceito de inteligência artificial como espelho para revelar as limitações da própria consciência humana. Minha ideia é que o público reflita como o desenvolvimento da inteligência artificial pode, em um certo futuro, significar um desafio ao modo como o homem se vê e às suas crenças mais profundas”, afirma Santoro.
A história se passa em uma empresa de tecnologia que afirma ter construído uma máquina capaz de simular por completo a consciência e o comportamento dos seres humanos. Para comprovar essa proeza, a empresa precisa fazer com que seu equipamento seja aprovado no famoso teste de Turing – que testa a capacidade de uma máquina exibir comportamento inteligente equivalente a um ser humano, ou indistinguível deste. Três diferentes profissionais (um linguista, um programador e um matemático) são chamados para pôr esse teste em prática. O que eles não sabem é que, como se fossem eles as verdadeiras máquinas, todas as suas atitudes já foram previstas bem antes.
Eric Lenate, que conhece Paulo Santoro desde a época do CPT, onde ambos se formaram sob a batuta de Antunes Filho, diz que o ponto que mais lhe atraiu no projeto foi a possibilidade de falar sobre a questão da tecnologia e vigilância. “Essa foi uma das questões que mais me chamaram atenção. Há tempos venho pensando que somos constantemente vigiados e observados. Isso já foi tratado por George Orwell há algum tempo, mas sempre me interessei pela questão do poder relacionado a isso. Quem diz para essas pessoas que elas podem nos observar e o que de nossa rotina pode ser observado? Quem dá a esses observadores o poder e autorização para tal? Paulo traz um pouco dessa reflexão e esse texto acaba mostrando que esse tipo de questionamento pode ser levantado imediatamente”, reflete o diretor.
Além do tema, Lenate explica também que a maneira como Paulo construiu o texto o deixou atraído pelo projeto. “Ele esgota os temas com os quais trabalha de tal maneira que isso acaba se refletindo nos personagens, que aparentam uma exaustão mental em cena. Isso dá muita riqueza e singularidade a sua dramaturgia”, diz.
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Futurista
O tom futurista também será proposto nos elementos do cenário. Lenate aposta num ambiente que leva o público para um laboratório. Cores claras dão uma ideia de assepsia. Um piso em formato quadrado, na cor branca, circunscrevendo a área de ação e um único objeto no palco, que funcionará como um computador com o qual um dos personagens conversa. A iluminação, assinada por Aline Santini (indicada no último Prêmio Shell), complementa o caráter asséptico da cena, bem como contribui para criar nuances, com cores e filtros, que contribuirão para o clima de suspense da encenação.
Um elemento muito forte presente na dramaturgia é a informação de que todos em cena, especialmente os entrevistadores, estão sendo observados por câmeras espalhadas por toda parte e suas imagens sendo gravadas. Para reforçar essa vigilância, Lenate fará forte uso de projeções. “A ideia é emprestar ao público a perspectiva do olhar da pessoa que observa os entrevistadores”, detalha. Os figurinos devem acompanhar a mesma linha de composição da cenografia: peças sóbrias e assépticas, que denotam seriedade e requinte.
O Teste de Turing
Com Jorge Emil, Rodrigo Fregnan, Felipe Ramos e Maria Manoella.
Participação em vozes – Hélio Cícero, Martina Gallarza e Fernando Gimenes.
Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho (Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo)
Duração 70 minutos
15/07 até 07/08
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 20h
$10
Classificação 14 anos
 
Dramaturgia – Paulo Santoro.
Direção, cenografia e adereços – Eric Lenate.
Figurinos e adereços – Rosângela Ribeiro.
Iluminação e adereços – Aline Santini.
Videografia – Laerte Késsimos e Eric Lenate.
Trilha sonora, sonoplastia e engenharia de som – L.P. Daniel.
Assistência de direção – Felipe Ramos.
Assistência de Cenografia e direção de palco – Saulo Santos.
Projeto Gráfico – Laerte Késsimos.
Fotos de cena e registro documental – Leekyung Kim.
Direção de produção – Ricardo Grasson e Fernando Fado.
Produção executiva – Eric Lenate. 
Assistência de Produção – Ricardo Corrêa.
Assistentes Administrativos – Olivia Maciel e Felipe Costa.
Assessoria de Imprensa – Nossa Senhora da Pauta.
Produção – Gelatina Cultural.
Idealização – Sociedade Líquida.
Realização – Centro Cultural São Paulo.

TEOREMA 21

Teorema 21, com dramaturgia de Alexandre Dal Farra (Prêmio Shell de Melhor autor em 2012 pela peça Mateus, 10 e indicado ao Prêmio APCA em 2014) foi livremente inspirada na obra Teorema, do italiano Pier Paolo Pasolini (1922-1975). A direção é de Luiz Fernando Marquese Janaina Leite.

A peça gira em torno de uma família que retorna ao seu antigo lar. Ao buscar novas possibilidades de existência nesse ambiente antigo, recriam as suas relações e experimentam novas formas de contato. O núcleo familiar é constituído por um patriarca, a mãe, o filho e a filha. Vive na casa, ainda, a criada Emília. Tudo parece estável. Mais do que isso, estagnado. A chegada de um estrangeiro ameaça transformar a estrutura dessa família.

A trama se passa na casa onde a família morou há alguns anos e agora volta sem nenhum motivo aparente. A montagem é encenada ao entardecer na antiga escola de meninas, hoje desativada, localizada dentro da Vila Maria Zélia, um lugar quase sem teto, com as paredes em ruinas, em meio aos escombros. Ao entrar no espaço e ocupar as cadeiras giratórias dispostas aleatoriamente, o público é inserido na sala de estar e pode girar as cadeiras para escolher o melhor ângulo para cada cena.

O cineasta, escritor e poeta Pasolini é considerado um artista visionário e fazia duras críticas ao consumismo. Em 2015, muitas homenagens foram feitas pelos 40 anos de sua morte.

Teorema 21
Com Bruna Betito, Emilene Gutierrez, Janaina Leite, Juliana Sanches, Paulo Arcuri, Rodolfo Amorim e Ronaldo Serruya.
Vila Maria Zélia (Rua Mário Costa, 13 – Belém, São Paulo)
Duração 75 minutos
19/11 até 11/12
Sábado e Domingo – 18h
Grátis (reservas: http://www.sympla.com.br/grupoxixdeteatro. Retirada de ingressos com 1 hora de antecedência)
Classificação 18 anos
Realização Grupo XIX de Teatro.
Dramaturgia Alexandre Dal Farra.
Direção Luiz Fernando Marques e Janaina Leite.
Produção Executiva Vanessa Candela.
Cenografia Luiz Fernando Marques e Rodolfo Amorim.
Figurinos Juliana Sanches.
Vídeo Luiz Fernando Marques.
Contra-regra Luciano Morgado.
Preparação Corporal (parkour) Diogo Granato.
Assistência de Figurino e adereços Gabriela Costa.
Assistência de Produção Marilia Novaes.
Provocadores do processo Eleonora Fabião, Marcelo Caetano, Miwa Yanagizawa, Luis Fuganti e Bruno Jorge.
Participação no processo Mariza Junqueira.
Arte Gráfica, fotos e mídias Sociais Jonatas Marques.
Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli

HYSTERIA

Hysteria foi a primeira peça montada pelo grupo e estreou em 2001. Ganhou 5 prêmios, incluindo o de revelação teatral pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), além de ter sido indicada para o Prêmio Shell de Teatro.

A história se passa no final do século 19, nas dependências de um hospício feminino. Cinco personagens internadas como histéricas revelam seus desvios e contradições – reflexos diretos de uma sociedade em transição, na qual os valores burgueses tentavam adequar a mulher a um novo pacto social.

Cenicamente, abdica-se do palco e dos recursos de sonoplastia e iluminação, optando-se por um espaço não convencional, onde a plateia masculina é separada da feminina que é convidada a interagir com as atrizes. Esta interação, aliada a textos previamente elaborados, gera uma dramaturgia híbrida e única a cada apresentação.

Hysteria_7504 crédito Jonatas Marques

O espetáculo soma mais de 350 apresentações em mais de 80 cidades brasileiras e 14 cidades no exterior. Em 2005, o grupo cumpriu uma temporada de dois meses em 8 cidades francesas por ocasião do Ano do Brasil na França. Mais tarde, em 2008, embarcou para a Inglaterra, apresentando-se em Londres e Manchester a convite do Barbican Center e do Contact Theatre. Em 2009, participou do projeto Palco Giratório do SESC, realizando apresentações em 58 cidades das 5 regiões do Brasil.

Hysteria
Com Evelyn Klein, Mara Helleno, Janaina Leite, Juliana Sanches e Tatiana Caltabiano
Vila Maria Zélia (Rua Mário Costa, 13 – Belém, São Paulo)
Duração 70 minutos
10 a 31/07
Domingo – 16h
$40
Classificação 14 anos
 
Direção: Luiz Fernando Marques.
Criação, pesquisa de texto e figurinos: Grupo XIX de Teatro.
Produção Executiva: Vanessa Candela.
Produção: Grupo XIX de Teatro.
Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli

30 ANOS IN CONCERT

 

O tenor Jorge Durian comemora 30 anos de carreira e divide o palco com convidados especiais como Helder Moreira (interprete do ElvisPresley), Maestro Rogério Martins (tributo a Elton John), Hey Jude (tributo aos Beatles), U2 One Love (tributo do U2), Bee Gees A Live (tributo ao Bee Gees), o violinista Thiago Cossa e a cantora lírica Giovanna Maira.

Jorge Durian é um dos mais conhecidos cantores de ópera do Brasil, e integra a quinta geração de tenores na família. O artista iniciou sua carreira em 1991, quando cantou o sucesso Caruso durante um show do tenor Luciano Pavarotti, no Estádio do Pacaembu. Em 2002, recebeu o convite do autor de novelas Benedito Rui Barbosa para gravar o tema de abertura da novela Esperança, da Rede Globo. Desde então, realizou diversas apresentações pelo Brasil e Europa.

30 Anos in Concert
Com Jorge Durian
Participação especial: Bee Gees Alive, Maestro Rogério Martins, Tributo aos Beatles, Tributo ao U2, Helder Moreira, Thiago Cossa e Giovanna Maira. 
Teatro Porto Seguro
Duração 120 minutos
30/08
Terça – 21h
$100/$170
Classificação livre

MÚSICA DIVERTIDA BRASILEIRA

O show marca o lançamento do CD Música Divertida Brasileira, projeto que começou em 2014 com apresentações por todo país. Cantor, compositor, apresentador e humorista Rafael Cortez e a banda Pedra Letícia resgatam as músicas mais engraçadas da MPB, mapeadas entre os anos 1920 e 1980 e apresentam novas versões, dançantes e populares.

Com criação e direção do próprio Cortez, o espetáculo mescla música e stand-up, com Rafael Cortez e o humorista Fabiano Cambota (vocalista e líder da Pedra Letícia) dividindo os microfones e as piadas. O repertório vai de marchinhas de carnaval, Luiz Gonzaga, Sidnei Magal, Adoniram Barbosa a canções dos Trabalhões.

Música Divertida Brasileira
Com Rafael Cortez & Banda Pedra Letícia
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 90 minutos
23/08
Terça – 21h
$40/$60
Classificação 12 anos