FORTES BATIDAS

Fortes Batidas ganhou os prêmios APCA de “Melhor Espetáculo em Espaço não Convencional” e o “Prêmio Especial” do Prêmio São Paulo pela experimentação de linguagem.No espetáculo, o público participa da festa e acompanha todo desenrolar da trama na pista, ao lado dos atores.

A peça foi um grande sucesso de público com apresentações lotadas no Centro Cultural São Paulo – onde esgotou todas as sessões no imediato momento em que a bilheteria abriu, com filas que chegaram a começar 5 horas antes do espetáculo – e depois no Pequeno Ato onde a pista continuou sempre lotada, atingindo cada vez mais pessoas. Na Virada Cultural, a peça lotou o histórico palco do teatro do SESC Pompeia envolvendo centenas de pessoas. Fez ainda apresentações disputadas no interior e destaque no FIT de São José do Rio Preto. Em 2016 começou com temporada no SESC Santo Amaro e apresentações no Circuito SP de Cultura.

Com direção e dramaturgia de Pedro Granato, o espetáculo promove uma noite em que o público participa da festa e acompanha todo desenrolar da trama na pista, ao lado dos atores.

Em cena 15 jovens atores que foram escolhidos entre 135 inscritos através de um amplo processo de seleção. A equipe de criação também envolve novos dramaturgos e diretores que contribuíram ativamente na construção de um retrato vibrante dessa atual geração de 20 e poucos anos.

A peça acompanha a noite vivida por cada um desses 15 jovens, cruzando desejos e entrando em conflitos embalados pelas “fortes batidas” da música. Na balada eles tentam driblar a solidão com bebida, música alta e a busca por novos relacionamentos.

Amigos que apostam quem consegue ficar com mais meninas, um casal testando o relacionamento aberto e a dificuldade de um rapaz tímido ficar com alguém do mesmo sexo pela primeira vez. A explosiva mistura dos desejos de personagens em busca de sua identidade constrói uma rede de conflitos que envolve a plateia. Na trilha, músicas que agitam as pistas da cidade de artistas como Daft Punk se misturam à clássicos que embalaram gerações de artistas como David Bowie e DepecheMode. Um repertório de qualidade que cumpre a função de conduzir as cenas, que se alternam na pista de dança.

O público vive uma experiência que desenha um retrato pulsante dessa geração e coloca no foco questões importantes para toda a sociedade. A homofobia e intolerância sexual estão no centro do alvo dessas “Fortes Batidas”.

Os ambientes da balada são divididos em variados níveis de plataformas que possibilitam a visibilidade para a plateia. Mas isso não impede que atores dancem ao lado público e se relacionem com ele criando uma experiência ativa, em que o espectador não “assiste” o espetáculo,  está imerso nele.

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Abaixo, segue a nossa “Opinião”

“Você já pensou em ir a uma festa, estar no meio da pista de dança e acompanhar todo o desenrolar da trama de um espetáculo teatral, ao lado dos atores?

É isso o que a peça “Fortes Batidas” propõe .

A peça acompanha a noite vivida por 15 jovens, cruzando desejos e entrando em conflitos embalados pelas “fortes batidas” da música. Na balada eles tentam driblar a solidão com bebida, música alta e a busca por novos relacionamentos.

Amigos que apostam quem consegue ficar com mais meninas, um casal testando o relacionamento aberto e a dificuldade de um rapaz tímido ficar com alguém do mesmo sexo pela primeira vez.

Na trilha, músicas que agitam as pistas da cidade de artistas como Daft Punk se misturam à clássicos que embalaram gerações de artistas como David Bowie e Depeche Mode. Um repertório de qualidade que cumpre a função de conduzir as cenas, que se alternam na pista de dança.

E no meio disso tudo, o público vai poder viver uma experiência única. A balada se transforma em um jogo aberto, onde o espectador faz escolhas, para onde mover-se, seleciona suas imagens, constrói sua experiência e estabelece a sua relação com o que se passa.

Para quem é adulto, parece uma volta aos tempos de juventude, com sensações já vividas nas várias baladas frequentadas.

Para quem é da mesma faixa etária dos atores, é uma maneira de se ver e analisar os vários “tipos”, com os quais eles frequentam e dividem o mesmo espaço.”

Fortes Batidas
Com Ariel Rodrigues, Bárbara Sagarbi, Beatriz Silvei­ra, Bianca Lopresti, Eduardo Scudeler, Felipe Aidar, Fernando Vilela, Gabriela Andrade, Ga­briela Gama, Gal Goldwaser, Inês Bushatsky, Ingrid Man­tovan, Laura Vicente, Lucas Oranmian, Mateus Fávero, Mateus Menonie, Maurício Ma­chado
Teatro Pequeno Ato (Rua Dr. Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 60 minutos
26/11
Sábado – 21h
$40
Classificação 16 anos
Direção e dramaturgia: Pedro Granato.
Cenário: Diego Dac
Assistente de direção e Iluminação: Gabriel Tavares
DJ: Pedro Augusto Monteiro
Coreógrafa: Inês Bushatsky
Assistentes de dramaturgia: Manuela Pereira e Natália Xavier
Figurino: Bárbara Sgarbi e Jade Marinera
Produção: Victoria Martinez
Assistente de Produção: Jessica Rodrigues
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

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