O DESPERTAR DA PRIMAVERA

O espetáculo “O Despertar da Primavera”, da Cia. Sentidos de Teatro, estreia em 20 de agosto de 2016 no Teatro Paiol Cultural. A peça ficará em cartaz aos sábados, às 19h30, em curta temporada, até dia 10 de setembro.

Um dos espetáculos mais aclamados de todos os tempos do teatro, “O Despertar da Primavera” foi escrito em 1891 por Frank Wedekind, autor e ator teatral e romancista que foi precursor do movimento expressionista. Considerado um gênio do teatro, Wedekind transforma sua literatura em um território sem leis pré-estabelecidas; ele apresenta desafios para a moralidade e as crenças; e muitas de suas peças apresentam cenas brutais – apresentam uma versão de uma vida ampliada, ilusória, mas reconhecível, conseguindo assim captar seu poder e beleza.

Na releitura da Cia. Sentidos, o espetáculo ganha uma estética singela, que combina elementos do expressionismo com uma trilha sonora rock n’ roll, que mistura canto e dança. O espetáculo é contado por 17 atores, que encenam, dançam e cantam, e por uma banda de cinco músicos, que realizam a música do espetáculo ao vivo.

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SINOPSE

“O Despertar da Primavera” descortina a sociedade da Alemanha no final do século XIX; uma sociedade profundamente enraizada em conceitos e moralidades patriarcais e religiosos. Optando por adotar o ponto de vista das crianças, trata do desabrochar da sexualidade e do fim da inocência da infância. Melchior Gabor é um jovem brilhante e rebelde, que ousa questionar os dogmas vigentes; enquanto que Wendla Bergman é uma menina criada por uma mãe com rígidos princípios morais e religiosos. O encontro dos dois irá provocar a explosão do desejo, da vontade de conhecer o sexo e o amor.

A história deles é acompanhada por outros jovens, como o oprimido e trágico Moritz, melhor amigo de Melchior, ou a bela Ilse, jovem errante que ousou aventurar-se pelo mundo e usufruir da liberdade. Todos eles têm que enfrentar o peso da repressão e do conservadorismo, nos mais diversos estágios da sociedade. Questões como abuso sexual, violência doméstica, gravidez na adolescência, prostituição, suicídio e homossexualidade, entre outros, vêm à tona na vida desses jovens.

Site: www.ciasentidos.com.br

O Despertar da Primavera
Com Jéssica Benite, Diego Santos, Marcelo Cazzelato, Angelo Favero, Larissa Medina, Lucas Furlan, Kevin Pacco, Danielle Carvalho, Giselli Trukiti, Leilane Bertunes, Polyana Porfírio, Rodrigo Odone, Mayumi Honda, Maciel Ferreira, Peter Macuzaya, Rita Mirone e Larissa Leão (swing).
Banda: Dario Ricco, Fabrício Sampaio, Felipe Grazia e Hiago Guirra. Músico swing: Marco De Laet.
Teatro Paiol Cultural (R. Amaral Gurgel, 164 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 120 minutos
20/08 até 10/09
Sábado – 19h30
$40
Classificação 16 anos.
 
Um espetáculo da Cia. Sentidos de Teatro.
Adaptado da obra original de Frank Wedekind.
Texto adaptado por Angelo Favero.
Direção Cênica: Angelo Favero.
Direção Musical de voz: Mayumi Honda.
Direção Musical de banda: Marco De Laet.
Direção de Atores: Rodrigo Odone.
Coreografias: Wellington Al.
Produtor Associado: Gustavo Dittrichi.
Sonorização / Operador de Som: Marco De Laet.
Iluminação / Operador de Luz: Gustavo Dittrichi.
Criação gráfica e Arte: Diego Santos.
Design de site e Divulgação: GDArt.
Produzido por: Lusco-Fusco Produções Artísticas.

 

NOSFERATU

A Cia. Teatral do Subsolo adaptou o clássico filme mudo de horror “Nosferatu“, de F.W. Murnau (1922), transformando-o em peça teatral, apresentada aos sábados de agosto no Cemitério do Araçá.

Na história, Hutter, morador de uma pequena cidade alemã, é um jovem corretor de imóveis que está envolvido na venda de uma casa para o excêntrico conde Orlock, um nobre da longínqua Transilvânia.

Mal sabe que está lidando com um vampiro que espalhará a morte em sua cidadezinha – incluindo Ellen, sua bela esposa.

O espetáculo procura trazer o público para uma atmosfera de sonho, beleza e horror. Para isso, combina a estética expressionista com uma trilha sonora hipnótica.

E ainda, o grupo vende Kit Personalizado da peça (para pagamento em dinheiro e poucas unidades)
Modelo 1 contém: 1 mini caixão + 2 bottons + poster com moldura. (R$ 30)

Modelo 2 contém: 1 mini caixão + 2 bottons + poster plastificado. (R$ 20)

Como a peça é encenada em um ambiente sagrado, algumas normas precisam ser respeitadas.

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Nosferatu
Com Cia Teatral do Subsolo – Kris Mariano, Danilo Borges, Giuliana Macedo, Laguna Sunrise, José Carvalho
Cemitério do Araçá (Av. Dr. Arnaldo, 666 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 60 minutos
06 a 27/08
Sábado – 20 horas
Entrada gratuita (retirar ingresso com uma hora de antecedência)
Classificação 14 anos.
50 lugares
 
Adaptação e Direção: Danilo Borges
Iluminação e Som: Flávia Borges

O QUE TERÁ ACONTECIDO A BABY JANE?

Quando Eva Wilma e Nicette Bruno subirem ao palco do Teatro Porto Seguro no próximo dia 19 de agosto, uma série de estreias vai acontecer simultaneamente. Mais de cinco décadas após o lançamento cinematográfico, o mítico longa-metragem ‘O Que Terá Acontecido a Baby Jane?’ ganhará uma primeira versão teatral.

A estreia mundial do texto terá a direção da dupla Charles Möeller & Claudio Botelho, que pela primeira vez vai assinar um espetáculo que não é musical. Para completar, a montagem vai trazer o encontro inédito nos palcos das duas atrizes com quase seis décadas de trajetórias marcantes no Teatro Brasileiro.

Eva e Nicette vão interpretar as irmãs Jane e Blanche Hudson, lendárias personagens vividas por Bette Davis e Joan Crawford no cinema. Após ser uma estrela mirim do teatro de vaudeville, Jane Hudson (Eva Wilma) precisou lidar com a decadência de seu prestígio e o posterior sucesso de sua irmã, Blanche (Nicette Bruno), que se transformou em uma estrela do cinema hollywoodiano. Após um trágico e misterioso acidente que encerrou definitivamente a carreira de ambas, elas se encontram confinadas – e abandonadas – em uma mansão, onde dividem um cotidiano recheado de mágoas e ressentimentos.

É o cenário perfeito para o embate entre as irmãs e para uma vingança perversa de Jane, que passara boa parte da vida renegada ao papel de coadjuvante nos filmes da irmã. Disposta a voltar aos palcos, Jane tenta retomar o personagem da infância, passando por cima de tudo para atingir o seu objetivo. ‘Além da rivalidade entre as irmãs e todas as questões que passam por este tema, ‘Baby Jane’ também é sobre o embate entre o teatro de vaudeville e o cinema. A convivência entre os gêneros durou até o cinema se tornar falado, o que levou ao fim do vaudeville’, analisa Charles.

A adaptação teatral embaralha os acontecimentos da vida das irmãs e mistura passado, presente e fantasia em cena. Jane e Blanche serão vividas pelas crianças Sophia Valverde e Duda Matte e também por Rachel Rennhack e Juliana Rolim, na juventude. Licurgo Spínola, Nedira Campos e Teca Pereira completam o elenco. ‘Os tempos são sobrepostos, como na construção dramatúrgica de Nelson Rodrigues em ‘Vestido de Noiva’. A atmosfera é também rodrigueana, mas existe uma inspiração no universo de Tennessee Williams’, completa o diretor.

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Traumas, ressentimentos, solidão e loucura

A fama de ‘O Que Terá Acontecido a Baby Jane?’ rendeu incontáveis histórias e polêmicas de bastidores, que ultrapassaram décadas. Inimigas na vida real, Bette Davis e Joan Crawford protagonizaram uma série de desentendimentos no set, o que ajudou a aquecer ainda mais o clima de rivalidade entre as personagens. Pela primeira vez, as atrizes experimentavam um gênero novo, algo entre o terror psicológico e o suspense, em uma trama repleta de viradas e cenas emblemáticas.

Por algumas questões burocráticas, a adaptação teatral do filme nunca foi adiante. Apaixonados pelo longa-metragem, Charles Möeller & Claudio Botelho tinham um desejo antigo de encenar a história e foram surpreendidos com a notícia de que finalmente a transposição para o palco tinha acabado de ficar pronta. O próprio Henry Farel, autor do romance original que deu origem ao filme, se dedicou a escrever a peça pouco antes de morrer, em 2006. Quase dez anos depois, os direitos foram liberados pela família e cedidos para a Möeller & Botelho.

Os diretores levaram toda a sua equipe criativa dos musicais para o novo projeto, que contará com a cenografia de Rogério Falcão – responsável por todos os trabalhos da dupla desde ‘7 – O Musical’ (2007) –, os figurinos de Carol Lobato, recém-premiada com o Cesgranrio e o Reverência por ‘Kiss me, Kate’, a iluminação de Paulo César Medeiros (Prêmio Reverência por ‘Nine – Um Musical Felliniano’) e a coordenação artística de Tina Salles.

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O Que Terá Acontecido a Baby Jane?
Com Eva Wilma, Nicette Bruno, Licurgo Spínola, Nedira Campos, Teca Pereira, Rachel Rennhack, Juliana Rolim, Sophia Valverde e Duda Matte
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 90 minutos
15/02 até 30/03
Quarta e Quinta – 21h
$40/$60
Classificação 14 anos
Autor: HENRY FAREL
Adaptação: CHARLES MÖELLER
Tradução: CLAUDIO BOTELHO
Direção: CHARLES MÖELLER & CLAUDIO BOTELHO
Cenografia: ROGÉRIO FALCÃO
Figurinos: CAROL LOBATO
Iluminação: PAULO CÉSAR MEDEIROS
Visagismo: BETO CARRAMANHOS
Design de som: ADEMIR MORAES JR.
Coordenação Artística: TINA SALLES
Direção de Produção: BEATRIZ BRAGA
Produção Executiva: EDSON LOPES
Realização: MÖELLER & BOTELHO
Assessoria de Imprensa: FACTORIA COMUNICAÇÃO

EU NÃO SOU DA SUA RUA

Matheus Braga. Um ator de 14 anos de idade e dez de profissão. Você já o viu nos palcos nos musicais “Miss Saigon“, “O Rei e Eu“, “Evita“, “Um Violinista no Telhado” e “O Rei Leão“. Ou no DVD de 30 anos de carreira do cantor sertanejo Daniel, onde Matheus interpretava Daniel na infância. Fora os trabalhos publicitários, locuções e dublagens.

Agora Matheus está com um projeto de financiamento coletivo no Catarse, para poder lançar o seu primeiro CD. O álbum já tem a primeira faixa gravada – “Eu Não Sou da Sua Rua”.

O trabalho, que vai do samba, passando pelo sertanejo, até o pop contemporâneo. Matheus é acompanhado com as participações de Arnaldo Antunes, Branco MelloLucila Novaes, André Abujamra, Verônica Ferriani e Fernando Salem.

Para ajudar na gravação do CD, o link é https://www.catarse.me/matheusbraga

Quer conhecer mais sobre o trabalho, clique na página oficial de Matheus Braga.

 

THE ROCKY HORROR SHOW

É hora de fazer novamente o “TimeWarp“.

Charles Möeller e Claudio Botelho vão dirigir a nova montagem de “The Rocky Horror Show“, o musical de Richard O’Brien (música, enredo e composições), que estreou no teatro em 1973, e fez sucesso mundial com o lançamento do filme “The Rocky Horror Picture Show” (1975). O musical é uma homenagem aos filmes B de ficção científica e horror da década de 1930 até o início dos anos 70.

(clipe da versão ao vivo de The Rocky Horror Picture Show” que será apresentada pelo canal americano FOX).

A história gira em torno de um jovem casal de noivos cujo carro quebra durante uma tempestade perto de um castelo onde eles procuram um telefone para pedir ajuda. O castelo é ocupado por estranhos com trajes elaborados que estão a celebrar uma convenção anual. Eles descobrem que o chefe da casa é Frank N. Furter, um cientista louco que, na verdade, é um travesti alienígena que cria um homem musculoso em seu laboratório. O casal é seduzido separadamente pelo cientista e, posteriormente, liberado pelos servos.

Quem viverá o dr Frank N. Furter nesta nova montagem será o ator Marcelo Médici.

Primeira Montagem no Brasil

O país recebeu a primeira montagem do musical no mesmo ano em que foi lançado o filme. A direção ficou a cargo do ator e diretor Rubens Corrêa. Estreou no Teatro da Praia, no Rio de Janeiro em 1975.

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Os papéis principais ficaram com Wolf Maia (Brad Majors), Diana Strella (Janet Weiss), Eduardo Conde (Frank N. Furter), Nildo Parente (o narrador) e Lucélia Santos (Baleira). Contou ainda com a participação do cantor Tom Zé, como o mordomo macabro Riff Raff. Acácio Gonçalves viveu o monstro, Rocky.

Os músicos Jorge Mautner, Zé Rodrix e Kao Rossman foram responsáveis pela versão em português das músicas. Quer ouvir como foram as versões das músicas da primeira montagem brasileira? Neste site – Rocky Music, The Musical World of Rocky Horror – você tem acesso a esta e outras gravações feitas nas montagens mundiais.

…ATÉ COZINHA

Sabia que você pode acompanhar o trabalho de Jaqueline Brambilla e Luciana Pandolfo também no youtube.? Afinal, além de atuarem, cantarem, dançarem, tocarem vários instrumentos, elas até cozinham?

Sim, este é o nome do canal das duas artistas – “… Até Cozinha

A ideia surgiu porque ambas gostam de cozinhar e resolveram criar um programa para poderem ensinar receitas que gostam de fazer. Além de mostrarem o modo de preparo, também  cantam, conversam e dançam. Tudo temperado com muito humor e amor (não é o que faz a receita ficar mais gostosa?)

O vídeo que postamos é o do terceiro programa, onde elas receberam seu primeiro convidado, o ator Leo Bahia (“Chacrinha, o Musical”, “Gabriela, um Musical”). Ele ensinou como fazer o “Bolo Bahia” (um bolo de pão de ló com cobertura de marshmallow, recheado com brigadeiro e morangos).