COMO TODOS OS ATOS HUMANOS (Entrevista)

Sinopse – “Filha relata ao público o seu crime. Sem tempo definido, sem nada além do aspecto lúdico pautado por uma lógica própria, no espetáculo o realismo fantástico amplia o espaço entre o real e o território abstrato.”

Como Todos os Atos Humanos“, da Cia. do Sopro, é uma peça que fala sobre a naturalização da violência. A experiência de assistir a peça é impactante. Por ficarmos próximos – fisicamente – a atriz, as cenas têm uma carga de intensidade maior. São momentos de questionamentos internos com outros de uma angústia, por nos reconhecermos no que vai sendo mostrado.

Após assistirmos a peça, aproveitamos para conversar (e extravasar e verbalizar o que tínhamos assistido) com Fani Feldman (atriz e dramaturga), Rui Ricardo Dias (diretor) e Plínio Meirelles (assistente de direção). Falamos sobre a violência – o que motivou a criação da peça, as simbologias presentes na montagem, a dicotomia do claro x escuro/ quente x frio, entre outros assuntos.

Como Todos os Atos Humanos
Com Fani Feldman
Teatro do Núcleo Experimental (R. Barra Funda, 637 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 60 minutos
04 a 26/08
Quinta e Sexta – 21h
$40
Classificação 16 anos

Dramaturgia: Fani Feldman
Direção: Rui Ricardo Diaz
Assistência de Direção: Plínio Meirelles
Preparação: Antonio Januzelli
Iluminação: Osvaldo Gazotti
Cenário/Figurino: Daniel Infantini
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio Assessoria de Imprensa
Idealização: Cia. do Sopro
Produção: Quincas

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