TAANTEATRO 25 ANOS

A partir do dia 23 de agosto a Taanteatro Companhia fará uma dupla comemoração nos palcos dos Teatros Aliança Francesa e Sérgio Cardoso: os 25 anos da Companhia, fundada em 1991 pela coreografa Maura Baiocchi, e uma homenagem ao 120º aniversário de Antonin Artaud.

Contemplado pela 20ª Edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, TAANTEATRO 25 ANOS é um projeto comemorativo dos 25 anos de pesquisa e criação coreográficas da Taanteatro Companhia e também a documentação-memória de sua resistência no universo da dança brasileira.

Nesses 25 anos, a Companhia encenou 58 espetáculos, foi premiada nas esferas municipal, estadual e federal. Atuou no Japão, na Alemanha, Argentina, França, Inglaterra, Bélgica, EUA, Moçambique e Rússia. Publicou quatro livros sob seu pensamento em dança e suas práticas didáticas e criativas.

O trabalho de formação artística da companhia atrai profissionais e estudantes do Brasil e do exterior tendo como uma de suas vertentes a realização anual da Taanteatro Oficina Residência (TTOR) inaugurada em 2001. O núcleo estável da Taanteatro Companhia é formado por integrantes-fundadores e jovens integrados recentemente.

O projeto TAANTEATRO 25 ANOS reúne, entre seus objetivos, um conjunto de 10 [dez]contaminações nos campos da pesquisa, formação, criação, circulação, reflexão, memória e publicação. Criação e circulação de dois espetáculos inéditos – Artaud, Le Momo e Mil Platôs – e dois estudos solos sob o título Esquizopresenças darão continuidade à investigação na esteira de um pensamento da diferença (Nietzsche, Deleuze e Artaud) e de uma poesia coreográfica da intensidade. Esses processos criativos vêm acompanhados por um conjunto de cursos,palestras e seminários gratuitos e abertos ao público, que aliam formação em dança à reflexão filosófica: Núcleo Taanteatro –  Formação, Pesquisa e Criação (NuTAAN 2016); Butoh Dança Veredas D’Alma (oficina); Intensidade Pura (curso de filosofia deleuziana); Pensamentos em Performance (palestras); Fórum Taanteatro (debates). Além disso, o projeto conta com segmentos de preservação de memória: a organização audiovisual do Acervo Taanteatro e a publicação do livro Taanteatro 25 Anos.

Em seu conjunto, o projeto constitui uma celebração da vitalidade e uma continuação da produção multifacetada da Taanteatro Companhia promovendo, ao mesmo tempo, experiências artísticas singulares, inovadoras e impactantes e o aprofundamento da reflexão estética e sócio-política em torno da dança no Brasil.

Ocupação Artaud

Do dia 23 ao dia 28 de agosto o Teatro Aliança Francesa receberá a Ocupação Artaud da Taanteatro Companhia em homenagem ao 120º aniversário de Antonin Artaud. O evento terá performance, lançamento de livro, palestra e a estreia do espetáculo Artaud, Le Momo com Maura Baiocchi.

Artaud, Le Momo 

A peça apresenta o solo teatro coreográfico baseado em textos da fase final da vida do criador do Teatro da Crueldade inéditos no Brasil – Histoire Vecue d’Artaud Le Momo, Artaud, le Momo Suppôts et Supplications. O espetáculo mescla as linguagens da dança, da poesia, da música e do vídeo.  Seu fio condutor será “o problema da liberdade autêntica”, indissociável, para Artaud, da criação do próprio corpo e da luta contra a institucionalização das formas de vida. Maura Baiocchi trará no corpo, em seu singular processo de “devir dança”, as dimensões específicas da produção artaudiana: as crises do espírito, da cultura e da linguagem.

Na semana seguinte à Ocupação, o espetáculo segue em curta temporada no Teatro Sérgio Cardoso. A estreia internacional do espetáculo será em novembro a convite da Association Rodez Antonin Artaud no Espace Antonin Artaud, da Chapelle Paraire, último edifício remanescente do antigo hospital psiquiátrico onde o poeta ficou internado entre 1943 e 1946.

Direção, coreografia, performance e figurino: Maura Baiocchi
Dramaturgia: Maura Baiocchi, Wolfgang Pannek
Composição musical: Gustavo Lemos
Iluminação: Eduardo Alves
Vídeo: Paula Alves, Roque Onofre Fraticelli, Bruna de Araujo
Cenografia: Wolfgang Pannek

Taanteatro: [Des]Construção e Esquizopresença 

Fundada em 1991, na cidade de São Paulo, a Taanteatro Companhia é reconhecida nacionalmente pela qualidade singular e marcante de seus trabalhos, que envolvem processos criativos, reflexivos e didáticos no campo das artes performáticas. Maura Baiocchi concebeu a dinâmica taanteatro, uma investigação da linguagem cênico-corporal a partir do princípio tensão. Taanteatro: [Des]Construção e Esquizopresença apresenta dois temas: um método de criação performática e uma nova noção de presença cênica fundada no entrecruzamento dos pensamentos de Friedrich Nietzsche, Antonin Artaud e Gilles Deleuze. Amplamente ilustrado, o livro complementa as dimensões conceituais expostas em Taanteatro: Teatro Coreográfico de Tensões (2007) e expande o compartilhamento minucioso de processos criativos iniciado com Taanteatro: Rito de Passagem (2011) e Taanteatro: MAE: Mandala de Energia Corporal (2013).

O lançamento de Taanteatro: [Des]Construção e Esquizopresença é precedido pela palestra Artaud: sopro e vibração, do filósofo e professor da PUC São Paulo Peter Pál Pelbart.

Organizadores: Wolfgang Pannek e Maura Baiocchi.

Colaboradores: Alda Maria Abreu, Célia Musilli, Luiz B. L. Orlandi, Natalia Barrionuevo, Rodrigo Marcó del Pont.

Editora: Transcultura

A Face Humana

Performance dos participantes do Núcleo Taanteatro: Formação, Pequisa e Criação 2016 (NuTAAN 2016) baseado em textos e desenhos de Antonin Artaud. Realizado em parceria com a SP Escola de Teatro, a formação extensa e especializada do NuTAAN (promovido pela Taanteatro desde 2004) fomenta a pesquisa e a inventividade de profissionais e estudantes das artes performáticas através da dinâmica taanteatro. Aplicando as técnicas criativas do taanteatro (teatro coreográfico de tensões), A Face Humana é uma composição coreográfica que aborda a autodeterminação poética do corpo humano.

Coordenação e concepção: Wolfgang Pannek

Assistentes de coordenação: Isa Gouvea, Mônica Cristina

Supervisão: Maura Baiocchi

Elenco: Aminah Haman, Camila Bosso, Clara Laurentiis, Gabriela Pas, Fernanda Preta, Hozana Ferreira, Janina Arnaud, Luciana Hoppe, Priscilla Carbone, Priscila Florido, Simone Xavier, Yasmin Ribeiro, Junior Lima, Andrés Barrera, Felipe Longo, Guilherme Fernandes, Gustavo Braunstein, Jonathan Mendes, Lucas Lopes, Raffab Ajá, Ricardo Januário, Ronaldo Záphas, Thiago Abel, Wallace Ruy.

Maiores informações no site do Taanteatro 

Serviço Aliança Francesa:
Teatro Aliança Francesa (Rua General Jardim, 182 – Vila Buarque, São Paulo)
 
A Face Humana – performance do Núcleo Taanteatro: Formação Pesquisa Criação (NuTAAN) 2016 sob coordenação de Wolfgang Pannek
23/08
Terça – 20h30
Gratuito
 
Artaud: sopro e vibração – palestra do filósofo e professor da PUC São Paulo Peter Pál Pelbart.
25/08
Quinta – 20h30
Gratuito
 
Taanteatro: [Des]Construção e Esquizopresença – o lançamento do livro organizado por Wolfgang Pannek e Maura Baiocchi.
25/08
Quinta – 21h30
Gratuito
 
Artaud, Le Momo
Duração 75 minutos
26 a 28/08
Sexta e Sábado – 20h30; Domingo – 19h
$20
Classificação 12 anos
 
Serviço Sérgio Cardoso:
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (Rua Rui Barbosa 153 – Bela Vista, são Paulo)
Artaud, Le Momo
Duração 75 minutos
01 até 04/09
Quinta e Sexta – 20h; Sábado – 10h; Domingo – 19h
$20
Classificação 12 anos

 

A CONFISSÃO DE LEONTINA

Principal escritora brasileira viva, Lygia Fagundes Telles, terá a partir do dia 05 de agosto, o seu conto A Confissão de Leontina, adaptado para os palcos. Protagonizado pelo ator Márcio Trinchinatto, com direção de Kléber Montanheiro, a peça fará temporada no Teatro Viradalata até dia 30 de setembro.

Imortal da Academia Brasileira de Letras, ganhadora do Prêmio Jabuti em 1973 e Prêmio Camões em 2005, Lygia Fagundes Telles está indicada ao Prêmio Nobel de Literatura deste ano (2016). O resultado será divulgado no mês de outubro, na Suécia.

A Confissão de Leontina é um conto no qual sua protagonista suplica por outra chance social. Faz uma retrospectiva de sua vida, de seus momentos de felicidade, de amores, das traições, dos instantes de solidão e das desilusões.

Reconhecendo-se mais uma habitante da grande cidade, sujeita às injustiças da vida, Leontina reconstitui o seu percurso, desde os tempos de infância em que vivia numa pacata povoação –Olho d’Água. Uma infância árdua e pobre que a obrigou a trabalhar desde pequena, mas mais feliz do que os tempos que se seguiriam.

A autora busca, esteticamente, desnaturalizar o preconceito enraizado na sociedade, em que os mais fracos sofrem as consequências do dominador. Do início até o fim do conto ela faz súplicas, por isso que esse corpo se enquadra no conceito de Foucault de “corpo supliciado”.

Uma das grandes marcas da obra de Lygia Fagundes Telles está presente na peça que é a sua preocupação com as questões políticas e sociais de seu país, e ouvir a dor de Leontina passa a ser metáfora da dor e da beleza de ser brasileiro.

O diretor Kléber Montanheiro trabalhará com poucos itens de cenário e adereço, porém todos se transformando e tendo várias funções, brincando com o que nada é o que parece realmente.

A-Confissao-de-Leontina-foto-de-divulgacao-Joao-Caldas-890x395

A Confissão de Leontina
Com Márcio Trinchinatto
Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Perdizes, São Paulo)
Duração 75 minutos
05/08 até 30/09
Sexta – 21h
$40
Classificação 10 anos
 
Texto: Lygia Fagundes Telles
Direção, cenário e figurino: Kléber Montanheiro
Iluminação: Rodrigo Oliveira
Produção: Jefferson Calli
Fotos e programação visual: Victor Iemini
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

A VOZ E A MÁQUINA

 

Reverenciada como uma artista à frente de seu tempo, Elza Soares, acompanhada pelos DJs Ricardo Muralha e Bruno Queiroz, une sua voz inconfundível ao ritmo do samba, do jazz e das batidas eletrônicas no show “A Voz e a Máquina“.

No repertório, canções como Cálice (Chico Buarque), Brasil (Cazuza) e Chega de Saudade (Tom Jobim/Vinícius de Moraes), além de A Carne,Pressentimento, Volta Por Cima e os seus mais recentes sucessos do premiadíssimo CD A Mulher do Fim do Mundo, como Maria da Vila Matilde, Mulher do Fim do Mundo, Firmeza e Luz Vermelha.

A Voz e a Máquina
Com Elza Soares
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 90 minutos
13/09
Terça – 21h
$100/$150
Classificação 14 anos

GRANDE AMOR

 

Grande Amor é o segundo álbum do cantor, compositor, músico e produtor paulistano Daniel Salve. Produzido pelo próprio Daniel e Rique Azevedo, o disco apresenta 12 músicas inéditas como a Jornada do Louco, Babel, Fronteira Sem Limites, Pégaso, entre outras.

A partir da influência pop dos anos 80 e 90 e das suas experiências teatrais, a proposta é valorizar a mensagem de cada canção. Daniel Salve integra a sonoridade pop de seu novo disco à teatralidade das letras, transformando o show Grande Amor em uma experiência performática.

Daniel Salve começou a carreira profissional ainda na adolescência como performer e participou de muitas produções teatrais e musicais, dentre elas a ópera rock Rent e o musical Cazas De Cazuza. Lançou seu primeiro disco autoral, Psychotropic, em 2009.

Grande Amor
Com Daniel Salve
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
06/09
Terça – 21h
$40/$60
Classificação livre

LA ESTUPIDEZ – PORQUE O SER HUMANO SEMPRE CONSEGUE SE SUPERAR

 

Comédia do premiado argentino Rafael Spregelburd, com direção de Otávio Martins traz no elenco Marcello Airoldi, Lucas Salles, Juliana Araripe, Cris Wersom e Thiago Adorno.

A trama se passa no deserto de Las Vegas, em 1980. Cinco grupos diferentes de pessoas planejam ficar ricos, quando um telefonema faz seus destinos se cruzarem. Em cinco quartos de motel de beira de estrada, cinco pessoas estão atrás de um cheque de um milhão de dólares.

Enquanto isso, um cientista negocia a venda de uma fórmula matemática com o segredo do Apocalipse; dois golpistas querem vender uma pintura antiga roubada antes que ela se deteriore; a máfia siciliana fabrica uma nova estrela pop; um grupo de jovens tenta dar golpes em cassinos e um ator canalha quer se livrar da própria irmã.

download

La Estupidez – Porque o Ser Humano Sempre Consegue se Superar
Com Marcello Airoldi, Lucas Salles, Juliana Araripe, Cris Wersom e Thiago Adorno
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 90 minutos
28/09 até 27/10
Quarta e Quinta – 21h
$40/$60
Classificação 14 anos
Texto: Rafael Spregelburd
Direção: Otávio Martins
Tradução: Mário Viana | Nicole Cordery | Otávio Martins
Adaptação: Otávio Martins
Assistente Direção: Marcos Damigo
Cenografia: Salvador Cordaro
Figurino: Nicole Nativa e Agnaldo Santos
Música Original: Ricardo Severo
Iluminação: Matheus Macedo
Fotografia: Salvador Cordaro
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Direção Produção: Ed Júlio
Produção Administrativa: Frann Ferraretto
Produção Técnica: Will Siqueira
Financeiro: Laís Campos
Mídias Digitais: Aline Moreira
Operador de Luz e Som: Matheus Macedo
Secretaria de Produção: Silvana Santos
Contabilidade: Brimac/Onix-Contabilidade
Realização: Baobá Produções Artísticas

PALAVRA CANTADA 20 ANOS

 

Sandra Peres e Paulo Tatit apresentam seu novo show Palavra Cantada ­ 20 Anos, recheado de brincadeiras e canções para crianças e acompanhantes. A dupla faz uma retomada de sua trajetória apresentando as principais canções produzidas ao longo dessas duas décadas, como os hits Sopa, Bolacha de Água e Sal e Vem Dançar com a Gente, além de algumas músicas inéditas.

Sandra Peres (voz e piano) e Paulo Tatit (voz, violão e baixo) envolvem os fãs em uma grande festa com muita dança e interação. No palco, estão ainda os músicos e brincantes Daniel Ayres (baixo e percussão), Julia Pittier (voz e percussão), Michele Abu (bateria) e Wem (guitarra).

Palavra Cantada ­ 20 Anos
Com Sandra Peres e Paulo Tatit
Músicos: Daniel Ayres (baixo e percussão), Julia Pittier (voz e percussão), Michele Abu (bateria) e Wem (guitarra)
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 70 minutos
03 a 25/09
Sábado e Domingo – 11h e 15h
$50/$100
Classificação livre

JOGO ABERTO

Três casais se reúnem para mais um jantar entre amigos e a noite garante muitas surpresas, segredos e emoções na comédia “Jogo Aberto”, de Jeff Gould, traduzida e dirigida por Isser Korik. A temporada foi prorrogada até 25 de setembro no Teatro Folha.

A versão brasileira da comédia “Jogo Aberto” (It’s Just Sex) tem no elenco os atores André Bankoff, Samara Felippo, Natallia Rodrigues, Eduardo Leão, Pedro Henrique Moutinho e Nina Morena.

Na trama, o que começa como um simples encontro entre amigos, logo se transforma num perigoso jogo de sedução, em que os personagens confessam intimidades e acabam vivendo experiências que vão afetar a ‘estabilidade’ dos casais. Num “Jogo da Verdade Alcoólico”, eles confessam desejos e sentimentos íntimos e  acabam discutindo sobre valores como honestidade e monogamia. O resultado tem efeito cômico, romântico e ao mesmo tempo provocativo.

O diretor Isser Korik comenta sobre a escolha do texto: “Sempre gostei de comédias de situações, de textos em que a força dos acontecimentos é maior que a dos diálogos. Achei o tema muito pertinente e bem tratado. São questões que estão na vida de todos aqueles que vivem um relacionamento de longa duração. Os personagens são muito bem construídos e não há como o público não se identificar com algum deles”.

Foto_Joao_Caldas_F_182602_press_1

O ator André Bankoff faz o personagem Paulo, um executivo de finanças que é flagrado numa traição conjugal pela esposa Evelyn, personagem de Nina Morena. Júlia, interpretada por Samara Felippo, é uma massagista sexy que resiste aos avanços sexuais do insaciável marido Milton, personagem de Eduardo Leão. Natallia Rodrigues vive a advogada Lilian, uma mulher controladora, casada com o tenso André, um profissional da informática, personagem de Pedro Henrique Moutinho.

O encontro entre as personagens acontece na casa de Paulo e Evelyn, logo após a mulher flagrar Paulo com outra mulher. O jantar, cujo pretexto era comemorar a liberdade alcançada com a viagem dos filhos para um acampamento, acaba se tornando o momento em que todos revelam as angústias de seus casamentos. Eles tentam esconder sentimentos em conversas descontraídas, mas as altas doses de álcool liberam fantasias e segredos inconfessáveis. Quando a “mágica” desaparece os três casais precisam encarar o resultado de suas ações, provocando uma reflexão sobre o amor e o compromisso conjugal.

Em todos os lugares onde foi encenada, a peça recebeu ótimas críticas e foi considerada ruidosamente engraçada, provocante, perspicaz, tocante e, finalmente, edificante. Devido ao seu tema universal, as plateias se identificam com as situações da peça ao verem a si mesmas em cada um dos personagens e casais.

Isser Korik diz que para alcançar o resultado cômico, concentra a atenção em todas as nuances oferecidas pelo texto e no trabalho dos atores. “É uma comédia que depende muito da química dos atores entre si e de um ritmo preciso. É esse resultado que buscamos para garantir o efeito cômico”, diz o diretor.

Foto_Joao_Caldas_F_182949_press_1

Jogo Aberto
Com André Bankoff, Samara Felippo, Natallia Rodrigues, Eduardo Leão, Nina Morena, Pedro Henrique Moutinho e Elisa Telles
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis, 618 – Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
06/05 até 25/09
Sexta – 21h30; Sábado – 20h e 22h; Domingo – 20h
$30/$50
Classificação 14 anos
 
Dramaturgia – Jeff Gould
Cenografia – Paula de Paoli
Assistente de Cenografia – Clau Carmo
Cenotécnico – Wagner José de Almeida
Serralheria – José da Hora
Figurinos – Luciano Ferrari
Produção de Figurinos – Elen Zamith
Costureira – Maria de Lourdes Oliveira
Trilha Sonora – Jair Oliveira
Criação gráfica – Agência  LAB 212
Fotografia – João Caldas
Assessoria Internacional – Claudio Erlichman
Equipe Técnica –  Jardim Cabine
Coordenação de Produção – Isabel Gomez
Assistente de Produção – Felipe Costa
Estagiários – Gustavo  Thompon e Pedro Pó
Administração – Isabel Gomez e Felipe Costa
Consultoria em atuação – Márcio Mehiel
Assistentes de Direção – Thiago Ledier e Mariana São João                         
Tradução, Iluminação e Direção – Isser Korik
Realização – RDP Marketing Cultural / Conteúdo Teatral