PALAVRA CANTADA 20 ANOS

 

Sandra Peres e Paulo Tatit apresentam seu novo show Palavra Cantada ­ 20 Anos, recheado de brincadeiras e canções para crianças e acompanhantes. A dupla faz uma retomada de sua trajetória apresentando as principais canções produzidas ao longo dessas duas décadas, como os hits Sopa, Bolacha de Água e Sal e Vem Dançar com a Gente, além de algumas músicas inéditas.

Sandra Peres (voz e piano) e Paulo Tatit (voz, violão e baixo) envolvem os fãs em uma grande festa com muita dança e interação. No palco, estão ainda os músicos e brincantes Daniel Ayres (baixo e percussão), Julia Pittier (voz e percussão), Michele Abu (bateria) e Wem (guitarra).

Palavra Cantada ­ 20 Anos
Com Sandra Peres e Paulo Tatit
Músicos: Daniel Ayres (baixo e percussão), Julia Pittier (voz e percussão), Michele Abu (bateria) e Wem (guitarra)
Teatro Porto Seguro (Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 70 minutos
03 a 25/09
Sábado e Domingo – 11h e 15h
$50/$100
Classificação livre

JOGO ABERTO

Três casais se reúnem para mais um jantar entre amigos e a noite garante muitas surpresas, segredos e emoções na comédia “Jogo Aberto”, de Jeff Gould, traduzida e dirigida por Isser Korik. A temporada foi prorrogada até 25 de setembro no Teatro Folha.

A versão brasileira da comédia “Jogo Aberto” (It’s Just Sex) tem no elenco os atores André Bankoff, Samara Felippo, Natallia Rodrigues, Eduardo Leão, Pedro Henrique Moutinho e Nina Morena.

Na trama, o que começa como um simples encontro entre amigos, logo se transforma num perigoso jogo de sedução, em que os personagens confessam intimidades e acabam vivendo experiências que vão afetar a ‘estabilidade’ dos casais. Num “Jogo da Verdade Alcoólico”, eles confessam desejos e sentimentos íntimos e  acabam discutindo sobre valores como honestidade e monogamia. O resultado tem efeito cômico, romântico e ao mesmo tempo provocativo.

O diretor Isser Korik comenta sobre a escolha do texto: “Sempre gostei de comédias de situações, de textos em que a força dos acontecimentos é maior que a dos diálogos. Achei o tema muito pertinente e bem tratado. São questões que estão na vida de todos aqueles que vivem um relacionamento de longa duração. Os personagens são muito bem construídos e não há como o público não se identificar com algum deles”.

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O ator André Bankoff faz o personagem Paulo, um executivo de finanças que é flagrado numa traição conjugal pela esposa Evelyn, personagem de Nina Morena. Júlia, interpretada por Samara Felippo, é uma massagista sexy que resiste aos avanços sexuais do insaciável marido Milton, personagem de Eduardo Leão. Natallia Rodrigues vive a advogada Lilian, uma mulher controladora, casada com o tenso André, um profissional da informática, personagem de Pedro Henrique Moutinho.

O encontro entre as personagens acontece na casa de Paulo e Evelyn, logo após a mulher flagrar Paulo com outra mulher. O jantar, cujo pretexto era comemorar a liberdade alcançada com a viagem dos filhos para um acampamento, acaba se tornando o momento em que todos revelam as angústias de seus casamentos. Eles tentam esconder sentimentos em conversas descontraídas, mas as altas doses de álcool liberam fantasias e segredos inconfessáveis. Quando a “mágica” desaparece os três casais precisam encarar o resultado de suas ações, provocando uma reflexão sobre o amor e o compromisso conjugal.

Em todos os lugares onde foi encenada, a peça recebeu ótimas críticas e foi considerada ruidosamente engraçada, provocante, perspicaz, tocante e, finalmente, edificante. Devido ao seu tema universal, as plateias se identificam com as situações da peça ao verem a si mesmas em cada um dos personagens e casais.

Isser Korik diz que para alcançar o resultado cômico, concentra a atenção em todas as nuances oferecidas pelo texto e no trabalho dos atores. “É uma comédia que depende muito da química dos atores entre si e de um ritmo preciso. É esse resultado que buscamos para garantir o efeito cômico”, diz o diretor.

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Jogo Aberto
Com André Bankoff, Samara Felippo, Natallia Rodrigues, Eduardo Leão, Nina Morena, Pedro Henrique Moutinho e Elisa Telles
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis, 618 – Consolação, São Paulo)
Duração 90 minutos
06/05 até 25/09
Sexta – 21h30; Sábado – 20h e 22h; Domingo – 20h
$30/$50
Classificação 14 anos
 
Dramaturgia – Jeff Gould
Cenografia – Paula de Paoli
Assistente de Cenografia – Clau Carmo
Cenotécnico – Wagner José de Almeida
Serralheria – José da Hora
Figurinos – Luciano Ferrari
Produção de Figurinos – Elen Zamith
Costureira – Maria de Lourdes Oliveira
Trilha Sonora – Jair Oliveira
Criação gráfica – Agência  LAB 212
Fotografia – João Caldas
Assessoria Internacional – Claudio Erlichman
Equipe Técnica –  Jardim Cabine
Coordenação de Produção – Isabel Gomez
Assistente de Produção – Felipe Costa
Estagiários – Gustavo  Thompon e Pedro Pó
Administração – Isabel Gomez e Felipe Costa
Consultoria em atuação – Márcio Mehiel
Assistentes de Direção – Thiago Ledier e Mariana São João                         
Tradução, Iluminação e Direção – Isser Korik
Realização – RDP Marketing Cultural / Conteúdo Teatral
 

 

 

AS DUAS MORTES DE ROGER CASEMENT

A Cia Ludens e o diretor Domingos Nunez, após três anos de pesquisa estreiam no dia 02 de setembro no Teatro Aliança Francesa o espetáculo As Duas Mortes de Roger Casement. Após sua última direção com Dançando em Lúnassa, Nunez apresenta ao público seu primeiro texto, uma peça-documentário musicada em que conta a vida do cônsul e revolucionário irlandês Roger Casement.

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A peça apresenta ao público essa figura histórica – um dos precursores na luta pelos direitos humanos que, a serviço da coroa britânica, atuou na África e no Brasil no final do século XIX e início do século XX, antes de se envolver integralmente com as lutas pela independência da Irlanda. Envolta em controvérsias, a história instigante de Casement culmina com sua captura, prisão e condenação em 1916.

 Em 2016 são lembrados, portanto, os 100 anos de sua morte e no dia 1° de setembro comemora-se o aniversário de seu nascimento.

Interpretado por Bruno Perillo, Casement terá sua vida retratada em dois atos permeados com composições especialmente criadas para o espetáculo.

Intelectual corajoso, Roger Casement investigou e relatou abusos e atrocidades cometidas no Congo e na região amazônica: negros e indígenas estavam sendo escravizados e forçados a extrair borracha. Por conta de sua atuação, Casement foi sagrado com o título de cavaleiro (Sir) pelo governo inglês, contra quem se rebelou alguns anos mais tarde.

Casement deixou, no entanto, entre outros documentos, diários escritos na África e na Amazônia brasileira e peruana que ficaram conhecidos como “Diários Brancos” e “Diários Negros”. Esses últimos, de autenticidade contestada, foram determinantes no seu processo de condenação e ainda hoje ocupam o centro de debates artísticos, políticos e intelectuais.

O elenco além de Perillo, conta com Amanda Acosta, Chico Cardoso, Eliseu Paranhos, George Passos, Kiko Pissolato, Paulo Bordhin, Taiguara Nazareth e do pianista Demian Pinto.

Sinopse:  Um dos precursores na luta pelos direitos humanos, Sir Roger Casement ocupou o cargo de cônsul da coroa britânica na África e no Brasil no final do século XIX e início do século XX, antes de se envolver integralmente na luta pela independência da Irlanda. A história de sua vida se encontra relatada em centenas de documentos dispersos, cartas e diários escritos em três continentes: Europa, África e América do Sul. Entre os diários que deixou estão aqueles que ficaram conhecidos como “Diários Negros”. De autenticidade contestada, ainda hoje eles ocupam o centro de debates artísticos, políticos e intelectuais.

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As Duas Mortes de Roger Casement
Com Amanda Acosta, Bruno Perillo, Chico Cardoso, Eliseu Paranhos, George Passos, Kiko Pissolato, Paulo Bordhin, Taiguara Nazareth
Pianista: Demian Pinto
Teatro Aliança Francesa (Rua General Jardim, 182 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 120 minutos
02/09 até 09/10
Quinta, Sexta e Sábado – 20h30; Domingo – 19h
$50
Classificação 14 anos
 
Texto e direção: Domingos Nunez
Produtora associada: Beatriz Kopschitz Bastos
Composição musical: Alberto Heller
Letras: Domingos Nunez
Direção musical: Eliseu Paranhos
Cenografia e figurinos: Cassio Brasil
Iluminação: Aline Santini
Preparação de elenco: Inês Aranha
Preparação corporal: Janette Santiago
Direção de Produção: Silvia Marcondes Machado/Mecenato Moderno
Produção executiva: Fabio Camara
Assistente de produção: Marcela Sanchez
Assistente de palco: João Jullo
Fotos: Leekyung Kim
Vídeos: Rodrigo Bueno
Arte gráfica: Eduardo Mitsuru
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Realização: Cia Ludens
Galeria

MY FAIR LADY (COLETIVA)

Hoje foi a coletiva da nova montagem do musical My Fair Lady. Isto porque em 2007, Jorge Takla fez a sua primeira montagem, com os atores Amanda Acosta e Daniel Boaventura como protagonistas.
Nesta montagem de 2016, os escolhidos para interpretarem o casal principal foram os atores Paulo Szot (Prof. Higgins) e Daniele Nastri (Eliza Doolittle). Veja as fotos das quatro cenas apresentadas e da entrevista.
O espetáculo estreia neste sábado, 27 de agosto, no Teatro Santander.

My Fair Lady
Com Paulo Szot, Daniele Nastri, Sandro Christopher, Eduardo Amir, Frederico Silveira, Eliete Cigaarini, Daniela Cury, Ana Luiza Ferreira, Ana Paula Villar, Carol Costa, Claire Nativel, Debora Dib, Gisele Jesus, Janaina Bianchi, Luana Zenun, Maria Isabel Nobre, Talitha Pereira, Cadu Batanero, Cayo Caesar, Daniel Cabral, Diego Luri, Elton Towersey, Felipe Tavolaro, Fernando Cursino, Paulo Grossi, Marcio Louzada, Rafael Villar, Leo Diniz, Mariana Barros, Thiago Jansen
Teatro Santander – Complexo do Shopping JK (Av. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 150 minutos
27/08 até 06/11
Quinta – 21h; Sexta – 21h; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 16h e 20h
$50/$260
Classificação livre

COISAS ESTRANHAS ACONTECEM NESTA CASA

A peça, escrita por Pablo Diego, dirigida por Marcio Macena, com supervisão artística de Marisa Orth, gira em torno de um segredo escondido em uma velha mansão nas colinas de Campos do Jordão. Fleury (Bruno Sperança), Kleber (Pedro Bosnich) e Alfredo (Pablo Diego) são três excêntricos e dramáticos homens que moram juntos no casarão que fica no alto da serra, dentro dos limites do município paulista.

Tudo poderia ocorrer bem na vida desses personagens não fosse o fato de eles estarem falidos e se odiarem. Fleury é o mais velho, e está perdendo a memória, Kleber é alcoólatra, mau humorado, fumante compulsivo, e Alfredo – o mais afeminado dos três – é um costureiro sem talento.

Tudo começa quando Fleury esquece a panela de pressão no fogo e explode o jantar que seria servido para a cliente mais importante de Alfredo, a socialite Marcela Vitanozzi (Deo Patricio). A encomenda que Marcela faria ao costureiro poderia salvar os três da miséria. Por isso, o trio se une para preparar o melhor jantar já servido até hoje. Mas algo misterioso acontece e a socialite acaba falecendo durante o jantar.

Desesperados, eles resolvem enterrar o corpo da cliente no jardim, mas são surpreendidos por uma visita inesperada: Caco Mansur (Daniel Aguiar), um jornalista misterioso aparece querendo entrevistar a socialite. E a confusão estará armada porque o trio fará de tudo para provar que a defunta está viva.

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Coisas Estranhas Acontecem Nesta Casa
Com Bruno Sperança, Daniel Aguiar, Deo Patricio, Pablo Diego e Pedro Bosnich
Teatro João Caetano (Rua Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino, São Paulo)
02 a 25/09
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$20
 
TEXTO – Pablo Diego
SUPERVISÃO ARTISTICA – Marisa Orth
DIRETOR – Marcio Macena
ASSISTENTE DE DIREÇÃO – Carol Portes
DIRETORA DE MOVIMENTO – Glaucia da Fonseca
ILUMINAÇÃO – Cesar Pivetti
TRILHA SONORA – André Aquino
CENOGRAFIA – Evandro Vicentini
DIREÇÃO DE ARTE – Osiris Junior
FIGURINO – Malena Russo e Jack Mello
ASSISTENTE DE FIGURINO – Drielly Martins
FOTO – Priscila Prade
PRODUÇÃO DE VIDEO – Paulo Michel
ASSESSORIA DE IMPRENSA – Vicente Negrão
REALIZAÇÃO – 4US Produções

 

NORMAL

O autor Zecarlos de Andrade, baseado em fatos reais, escreveu o texto “Normal“, que ganhou o Prêmio Plínio Marcos na categoria Melhor Texto Adulto, e que estreia no dia 02 de setembro, sexta feira 21h30, no Teatro Augusta.

Cinco jovens entram num apartamento, mas apenas quatro saem de lá.

Em um aparentemente ingênuo final de tarde de domingo, quando a ameaça da rotina paira sobre cinco jovens confinados em um apartamento, sob o pretexto de estudar para a semana de provas, tem início uma trágica viagem sem volta, com consequências indeléveis para todos que viveram a dramática experiência.

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Normal
Com Alessandro Fritzen, Aline Neves, Barbara Lodi, Rodrigo Risone, Vitor Sequeira e Carol Capacle
Teatro Augusta – Sala Experimental (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
02/09 até 28/10
Sexta – 21h30
$40
Classificação 14 anos
 
Autor: Zecarlos de Andrade
Diretor: André Latorre
Divulgação: Cíntia Fer 
Arte Gráfica: Laura Perassi
Fotos: Timenile

 

 

MANTENHA FORA DO ALCANCE DO BEBÊ

Sucesso de público e crítica o espetáculo Mantenha Fora do Alcance do Bebê volta aos palcos da capital paulista. A montagem, com elenco formado por Débora Falabella, Anapaula Csernik, Jorge Emil e Diego Dac, está em cartaz no Teatro Porto Seguro.

A peça, uma das três premiadas na 1ª Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do Centro Cultural São Paulotem texto assinado por Silvia Gomez, dramaturga formada no CPT – Centro de Pesquisas Teatrais, de Antunes Filho e direção de Eric Lenate.

Mantenha Fora do Alcance do Bebê mostra a entrevista de uma mulher (Débora Falabella) com uma assistente social (Anapaula Csernik), parte integrante do processo de adoção de um bebê. Porém, durante a conversa, as coisas fogem de controle e, como medida emergencial, Rubens (Jorge Emil), o marido da entrevistada, segue para o local. Fora dali, uma superpopulação de lobos toma ruas, calçadas e linhas de metrô. Já dentro da sala, um lobo selvagem acompanha em silêncio o desenrolar dessa conversa.

Valorização da dramaturgia e dos atores

Eric Lenate diz que, com a direção de Mantenha Fora do Alcance do Bebê, ele retoma um caminho em sua carreira e foca seu trabalho na valorização da dramaturgia e também no trabalho do ator.

O texto de Silvia é extremamente vigoroso e me dá diversos caminhos para criar uma encenação que flerta com o surrealismo. Foquei minha encenação muito na palavra e as cenas têm uma gestualidade e movimentos diretos e objetivos, deixando os atores livres também para se acharem no palco. O trabalho prévio de leitura do texto e a qualidade dos atores me rendeu algo inédito: em cinco ensaios, estávamos com a peça levantada já”, explica Lenate.

O cenário, também assinado por Lenate, possui poucos elementos, que sugerem ao público que aquele espaço é uma repartição pública. Porém, como o cenário é equipado com rodas, os atores criam outras imagens na cabeça da plateia.

Desde a época do CPT

Essa não é a primeira vez que Lenate e Silvia trabalham juntos. Os dois se conhecem desde a época do CPT e Eric Lenate assinou a direção de outro texto da autora, O Céu cinco minutos antes da tempestade.

Eu sabia da existência dessa peça há algum tempo. Algumas pessoas tinham comentado comigo sobre ela e sempre que pedi para a Silvia mostrar, ela dizia que ainda não era hora. Ano passado, nos encontramos e comentei de novo sobre o meu desejo de ler o material, foi então que ela me enviou e me apaixonei pelo o que li. Coincidentemente, foi na mesma época em que soube do edital do Centro Cultural São Paulo. Conversei com a Silvia e ela inscreveu o projeto que ganhou não por conta da ficha técnica da montagem e, sim, única e exclusivamente, por causa da qualidade e da maneira como a Silvia escreve”, conta o diretor.

Para Silvia Gomez, o longo processo para montar esse texto tem a ver também com a maneira como ela encara dramaturgia. “O dramaturgo tem obrigação de olhar o mundo a sua volta e analisá-lo. Para isso, ele precisa remexer o seu próprio lodo e isso, nem sempre, é algo simples”, explica.

Mantenha Fora_94765 - crédito Leekyung Kim

Mantenha Fora do Alcance do Bebê
Com Débora Falabella, Anapaula Csernik, Jorge Emil e Diego Dac
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
10/08 até 15/09
Quarta e Quinta – 21h
$40/$60
Classificação: 14 anos.
 
Texto – Silvia Gomez.
Direção, Cenografia e Adereços – Eric Lenate.
Assistência de Direção – Janaína Afhonso.  
Assistência de Cenografia–Saulo Santos.
Figurinos e Adereços – Rosângela Ribeiro.
Iluminação e Adereços – Alini Santini. 
Mascareiro – Fábio Pinheiro.
Direção de Palco–Diego Dac e Saulo Santos.
Trilha Sonora, Sonoplastia e Engenharia de Som – L.P. Daniel.
Projeto Gráfico – Laerte Késsimos.
Fotos de Cena e Vídeos – Leekyung Kim.
Direção de Produção – Ricardo Grasson.
Assistente de Produção – Ana Araripe.
Produção – Gelatina Cultural Produções Artísticas.
Idealização – Sociedade Líquida.
Ilustração – Adriana Komura
Assessoria de Imprensa – Nossa Senhora da Pauta