CRIATÓRIO – RESIDÊNCIA DRAMATÚRGICA

Nos dias 07,14,21 e 28 de Janeiro de 2017, Rhommel Bezerra, dramaturgo e diretor do Grupo Itinerante de Teatro, ministrará no TOP Teatro a residência dramatúrgica intitulada Criatório.

A residência se propõe a auxiliar os participantes a encontrar uma forma singular e criativa de se expressar através da escrita dramatúrgica, buscando dar voz as idéias de todos aqueles que têm vontade de expressar-se através do teatro, oferecendo ferramentas e estratégias dramatúrgicas para que o texto possa ganhar corporeidade e realização teatral.

Serão 04 encontros com duração de 4h, com exercícios práticos de escrita e com leituras dramáticas.

Os roteiros produzidos durante a residência poderão ser montados pelo Grupo Itinerante de Teatro com temporada na programação do TOP Teatro nas segundas-feiras de 2017.

O Criatório é voltado para atores, escritores, estudantes de Artes Cênicas e de Letras Vernáculas, além de interessados em escrever textos para teatro. Deve ser acima de 18 anos e morador na cidade de São Paulo ou região metropolitana.

As inscrições vão até 11 de novembro de 2016.

Maiores informações e a ficha de inscrição  – https://goo.gl/OQksE5

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O CORTE

No ano de 2006, em Londres o espetáculo O Corte de Mark Ravenhill era encenado nos palcos pela primeira vez, com o ator Ian Mckellen como protagonista. A peça recebeu diversas críticas positivas de grandes veículos como The Guardian, Finacial Times e Time Out.

Dez anos depois, o espetáculo estreia na cidade de São Paulo, em uma montagem inédita do texto aqui no Brasil. Para essa produção, o elenco terá o premiado ator Hélio Cícero no papel de Mckellen, além de contar com Felipe Hintze, Adriana Pires e Felipe Ramos, sob a direção de Daniel Lopes.

O Corte na capital paulista fará temporada no Teatro FAAP a partir do dia 19 de outubro.

A peça conta a história de Paul um alto funcionário do Estado. Aparentemente razoável e cioso dos trâmites da administração, Paul aplica o Corte, uma punição cirúrgica ancestral que a opinião pública há muito critica e que a sua própria família combate.

Susan, a sua mulher, vive ensimesmada em dramas domésticos desproporcionados, que amortece com calmantes, enquanto Stephen, seu filho, se envolve em movimentos estudantis pela abolição do Corte. O retrato oblíquo desta família revela uma preocupação latente com o conforto e com a cordialidade, como se fossem o substituto natural do afeto. Quando o poder troca de mãos, perante a força da mudança política e a exigência de que se prestem contas, Paul passa a ser o réu justo, ou o bode expiatório, face a um novo quadro de valores e a um novo modelo de humanidade.

SINOPSE:

Em um futuro não muito distante, o Corte é um procedimento bárbaro imposto aos cidadãos menos favorecidos da sociedade. A população se encontra em um estado de sedação permanente. Paul, um torturador a serviço do Estado totalitário, precisa enfrentar sua própria consciência diante de uma iminente revolução social. O governo está prestes a ser deposto e tudo pode mudar.

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O Corte
Com Adriana Pires, Felipe Hintze, Felipe Ramos, Hélio Cicero, Michelle Sampaio e Priscila Castelo Branco
Teatro FAAP (R. Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo)
Duração 70 minutos
19/10 até 15/12
Quarta e Quinta – 20h
$50
Classificação 14 anos
Texto: Mark Ravenhill
Tradução: Jorge Minicelli
Direção: Daniel Lopes
Assistente de direção: Gi Koyama
Produção: Dan Rosseto e Fabio Camara
Cenógrafo: Luiza Curvo
Figurinista: Michèle Neyret
Assistente de figurino: Mayara Moraes
Ligth designer: Kléber Montanheiro
Trilha Sonora: Pedro Noizyman
Fotos: Daniel Lopes
Operador de luz: Diogo Pasquim
Operador de som: João Jullo
Projeções: Geandre Tomazoni
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

OS DONOS DO MUNDO

Após a montagem de “O Falcão Vingador” e “O Colecionador de Universos” em 2015 e “4Ever – A Última Noite” em 2016, a LP Produções estreia em 5 de novembro no Teatro Augusta sua nova produção: “Os Donos do Mundo”.

O espetáculo narra a história de jovens que precisam conviver em um supermercado abandonado enquanto buscam a explicação para o sumiço repentino da humanidade. Neste contexto, eles têm seus sensos de justiça e verdade postos à prova.

Dividido em quatro atos – “O fim”, “A ascensão”, “O declínio” e “A redenção” – o espetáculo segue uma linha naturalista de interpretação, deslocando a realidade do ser humano ao seu extremo, como a impotência perante a perda das pessoas amadas, todo tipo de sentimento é despertado, incluindo amor, ódio e cobiça. Os conflitos das personagens no espetáculo, porém, são universais e pertinentes a qualquer idade, permitindo que qualquer espectador possa se interessar pela mensagem e pelas discussões que a peça propõe.

Os Donos do Mundo” conta com uma trilha sonora de grandes clássicos do rock, um cenário dinâmico e interpretações potentes.

Uma experiência sinestésica e de profundo mergulho na alma humana. Este é “Os Donos do Mundo”, um espetáculo divertido, inquietante e com personagens tão viscerais que rompem a barreira da imaginação.

Os Donos do Mundo
Com Bianca Paiva, Camila Senna, Eric Surita, Francis Helena Cozta, Gabriella di Grecco, Luccas Papp, Luma Eckert, Marcelo Arnal, Sâmia Abreu e Victor Sparapane.
Stand-ins: Gabriela Hespanhol, Gabrielly Lioni e Kauê Gibran
Teatro Augusta – Sala Paulo Goulart (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 80 minutos
05/11 até 17/12
Sábado – 19h
$60
Classificação 12 anos
 
Texto: Luccas Papp
Direção: Kleber Montanheiro
Assistência de direção: Larissa Matheus
Assistência de produção: Thais Rangel
Figurino: Isabela Figueira
Cenografia e iluminação: Kleber Montanheiro
Trilha sonora: Emily C
Operação de som: Fernando Aguiar
Operação de luz: Matheus Papp
Contrarregragem: Renato Morinto
Maquiagem e camarim: Daniel Morgado
Assessoria de imprensa: Fabio Camara
Fotos: Fabio Hosoi
Design gráfico: Lucas Cardozo
Produtor associado: Eric Surita
Realização: LP Produções

 

EU SEMPRE QUIS

Voltar para casa, reencontrar as próprias raízes, admitir erros do passado e do presente. Enxergar no próprio espelho o peso do passado dos familiares. Estes são os elementos da comédia “Eu Sempre Quis“. O texto é de Eduardo Ruiz e a direção de Luiz Mario Vicente. A iluminação é comandada por Wagner Pinto, vencedor do prêmio Shell 2016.

O espetáculo reestreia dia 28 de outubro no auditório do MUBE, mostra a jornada de duas filhas que, enredadas pelos tropeços da vida, voltam à casa da mãe e se confrontam com uma tia moralista de suposta vida exemplar. Apesar de aparentemente tão distintas, as histórias destas quatro mulheres se repetem de geração em geração.

A obra é calcada fundamentalmente na palavra. No espetáculo, o que essas quatro mulheres deixam de dizer e as consequências deste silêncio são tão importantes quanto aquilo que é pronunciado.

“Eu Sempre Quis” traz para o palco um tema provocante e atual. O texto atemporal conduz o público à reflexão de um problema contemporâneo: estaremos sempre presos numa espiral do silêncio? Dizemos tudo aquilo que queremos? Será que o que falamos realmente é entendido?

Neste jogo do dito e do não dito, um sufocante espaço de único (a casa da mãe) e de comunicação limitada faz com que as frustrações se espelhem e tendam a se perpetuar. Algo precisa ser dito para quebrar este ciclo.

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Eu Sempre Quis
Com Almara Mendes, Mirella Tronkos, Mônica Duarte e Priscila Castello Branco
Auditório do MUBE (Rua Alemanha 221 – Jardim Europa, São Paulo)
Duração 75 minutos
28/10 até 20/11
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 18h
$50
Classificação 14 anos
 
Texto: Eduardo Ruiz 
Direção: Luiz Mario Vicente
Cenário e Figurino: Telumi Hellen
Iluminação: Wagner Pinto
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

ROMEU E JULIETA – DE ALMAS SINCERAS A UNIÃO SINCERA NADA HÁ QUE IMPEÇA

Escrita entre 1591 e 1595, Romeu e Julieta se tornou uma das maiores referências da obra teatral de William Shakespeare. Baseado no mito romano de Píramo e Tisbe, tornou-se um dos maiores signos de romantismo da História, sendo quase impossível listar todas as obras que se inspiraram neste clássico. De Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, até a saga Crepúsculo, best seller da escritora americana Stephanie Meyer, passando pela ópera de Gounod, pelo musical da Broadway West Side Story e pelas versões cinematográficas, as leituras se sucedem sempre revelando novos aspectos e refletindo sobre o amor puro (e proibido), capaz de atos de entrega extrema, como a própria morte.

Tão forte quanto o obstáculo que alimenta e potencializa a paixão entre os dois jovens, está a ideia de amor interrompido, que não tem tempo para passar pelas adversidades dos relacionamentos humanos, sejam estes de que época forem. Quais seriam os obstáculos ao amor no século XXI?

Na versão do original montada pelo Núcleo Experimental em 2006 com o título de R&J, quatro atores se revezavam entre todos os papéis da peça, permitindo um olhar sobre a afetividade em todas as suas manifestações.

Nesta remontagem, um elenco jovem de quatro atores e três atrizes aprofunda essa investigação sobre como as questões de gênero influenciam na leitura de uma mesma obra: até que ponto estamos atrelados a papéis e a modelos de comportamento impostos pelo gênero? Como as questões de gênero se relacionam com a construção da afetividade? Como as questões de gênero se relacionam com a descoberta da sexualidade? Como a sociedade encara a homo afetividade e a homofobia?

Sinopse

Num espaço abandonado de uma grande cidade qualquer (pode ser a São Paulo de Marco Feliciano ou a Moscou de Vladimir Putin), sete jovens estudantes de teatro resolvem passar a noite ensaiando Shakespeare e se revezam nos papeis de Romeu e Julieta. Na medida em que a peça avança em direção ao seu desfecho trágico, a ficção e a realidade se misturam; o espaço e o tempo se relativizam, abrindo caminho para a violência, a paixão, o poder e a morte. Ao final, a peça é ainda mais real do que todos poderiam imaginar.

 

Romeu e Julieta – De almas sinceras a união sincera nada há que impeça
Com Cícero de Andrade, Danilo Rosa, Débora Peccin, Lucas Sanchez, Luiza Porto, Natália Foschini, Thiago Sak
Teatro do Núcleo Experimental (Rua Barra Funda 637 – Barra Funda, São Paulo)
Duração 100 minutos
29/10 até 19/12
Sábado – 21h; Domingo – 19h; Segunda – 21h
$40
Classificação 14 anos
 
Direção – Zé Henrique de Paula
Direção Musical e Preparação Vocal – Fernanda Maia
Preparação de Elenco – Inês Aranha
Assistente e Direção – Herbert Bianchi
Cenário – Zé Henrique de Paula
Assistente de Cenografia – João Paulo Oliveira
Figurinos – Zé Henrique de Paula e Cy Teixeira
Iluminação – Fran Barros
Projeto Gráfico – Herbert Bianchi
Coordenação de Produção – Claudia Miranda
Produção Executiva – Mariana Mello
Assistente de Produção – Laura Sciulli
Assessoria de Imprensa – Pombo Correio

MAIS UM HAMLET

A peça dirigida por Pedro Haddad e com dramaturgia de Maria Giulia Pinheiro é uma adaptação cômica da peça “Hamlet”, de William Shakespeare. Nesta adaptação contemporânea a história do príncipe da Dinamarca é contada de forma bem humorada, abusando dos clichês acerca desta figura tão famosa. A ideia de dessa montagem é estabelecer um diálogo com o público, apresentando os conflitos do príncipe dinamarquês como humanos e parte de todos nós.

O cenário é composto apenas por cinco cadeiras, e cada ator traz consigo todos os objetos que utilizará em cena. Os atores são responsáveis por toda manipulação de adereços, cenário, e parte da iluminação e sonoplastia – tudo acontece aos olhos do público, com o objetivo de trazer os bastidores para dentro da encenação.

Como se trata de teatro, as figuras são colocadas numa situação que as obriga a, da melhor forma possível, trabalhar em grupo – porém se confrontam com modos de fazer diferentes, humores, rixas e outros fatores que dificultam cada vez mais o jogo de cena, todos evidenciados pela ausência de coxias, e espelhados não só no enredo da peça, mas também na personalidade de cada ator. A peça tem como protagonistas a inadequação, o desconforto e, muitas vezes, o nonsense. Todos esses se fazem presentes para que, de forma cômica, seja narrada a história do príncipe Hamlet. O espectador se pergunta e reflete sobre o que se passa em cena e o que é a realidade, de fato – sendo, nesta brincadeira, convidado a entrar no jogo cênico. “, conta o diretor Pedro Haddad.

SINOPSE

Cinco figuras esquisitas são convidadas a contar a história de Hamlet, príncipe da Dinamarca em apenas 70 minutos. Hamlet ainda está de luto pela morte do pai quando sua mãe se casa com Cláudio, seu tio e o novo rei dinamarquês. Hamlet é avisado pelo fantasma de seu pai que ele foi assassinado por Cláudio, e pede ao filho que vingue sua morte. A partir daí o príncipe se vê num conflito entre o agir e o pensar, até ser capaz de concretizar o que lhe foi pedido: matar o rei da Dinamarca. Utilizando-se das frases célebres de Shakespeare e dos acontecimentos da peça original, os atores-personagens “improvisam” o espetáculo, aproveitando toda e qualquer deixa para mostrar o quanto são especia- listas nesta obra-prima.

Mais um Hamlet
Com Beatriz de Miranda, Maria Eugênia Portolano, Ronan Ammirati, Taiguara Chagas, Valérie Mesquita.
Teatro Pequeno Ato (Rua Dr. Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 70 minutos
02 a 23/11
Quarta – 21h
$30
Classificação 12 anos
 
Direção: Pedro Haddad.
Dramaturgia: Maria Giulia Pinheiro.
Assistente de direção: Giulia Fontes.
Cenário e figurinos: Cia dos Tolos.
Iluminação: Taiguara Chagas.
Produção: Contorno Produções.
Direção de Produção: Jessica Rodrigues e Victória Martinez
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

 

SOLIDÃO

Dirigida por Marco Antonio Rodrigues, com dramaturgia de Sergio Roveri e elenco de 12 atores que também se revezam em números musicais, o espetáculo Solidão reestreia no dia 4 de novembro no Galpão do Folias.

Ao longo da história, poucos foram os gêneros literários capazes de estabelecer com determinada região geográfica uma ligação tão umbilical como a que se consolidou entre o realismo mágico e a América Latina da segunda metade do século passado.

Pelas mãos de autores como o colombiano Gabriel García Márquez e os argentinos Julio Cortazar e Jorge Luis Borges, o continente sul-americano pôde exibir ao mundo um cartão de visitas suficientemente espaçoso para acomodar tanto a magia e os mistérios da região quanto suas injustiças e mazelas. Foi neste contexto literário, em que os acontecimentos do cotidiano insistem em desobedecer a qualquer ordem lógica, que o grupo Folias encontrou inspiração para seu mais recente trabalho.

A partir de uma sequência de cenas que se prestam a compor uma narrativa homogênea, mas que também podem ser compreendidas em suas potências individuais, Solidão mostra as transformações sofridas pelos moradores de um pequeno vilarejo, esquecido no tempo e no espaço, após a chegada de forasteiros com suas malas cheias de progresso e também de destruição.

A peça expõe o choque entre duas culturas: a nativa, não necessariamente inocente e ingênua, e a estrangeira, curiosa e extrativista, bem como os desdobramentos deste encontro nas relações de amor, poder e fraternidade. “Solidão é a fratura artística e cênica, resultante de um estado permanentemente febril que coloca o sujeito sempre entre duas pulsões antagônicas absolutamente complementares e paradoxalmente excludentes”, afirma o diretor Marco Antonio Rodrigues, que cita como exemplo desta tese o desejo que toda a sociedade brasileira tem de acabar com a corrupção e ao mesmo tempo a prática deste esporte por todos, no dia-a-dia e nas coisas mais comezinhas.

Para não ser tão abstrato e idealista: o desejo de amar e o impedimento de fazê-lo por medo do outro, da aventura, do desconhecido. O desejo de ter voz, de se fazer ouvir, de afirmar uma identidade emparelhado à submissão a tudo que brilha, a tudo que é estrangeiro e supostamente original”, prossegue o diretor, para quem o espetáculo não está preso a um período específico da história do continente. “Os fatos recentes ocorridos em grande parte dos países latino-americanos comprovam que a história retratada em Solidão continua a ser escrita, às vezes com tintas carregadas”.

SINOPSE
A chegada de um cigano imortal, que abre caminho para a vinda de uma onda de forasteiros, vai provocar mudanças irreversíveis na vida dos moradores de um vilarejo perdido no tempo e no espaço, onde todos os acontecimentos, até mesmo a morte, obedecem a uma lógica muito particular

Solidão
Com Ailton Graça, Bete Dorgam, Clarissa Moser, Joana Mattei, Lui Seixas, Nani de Oliveira, Pedro Lopes, Rafael Faustino, Rafaela Penteado, Rodrigo Scarpelli, Simoni Boer, Suzana Aragão.
Galpão do Folias ( R. Ana Cintra, 213 – Santa Cecília, São Paulo)
Duração 150 minutos
04/11 até 18/12
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 18h
$40
Classificação 14 anos
 
Direção: Marco Antonio Rodrigues
Dramaturgia: Sérgio Roveri
Dramaturgista: Gustavo Assano
Desenho de Luz: Tulio Pezzoni
Composição e Direção Musical: Sonia Goussinsky e Rafael Faustino
Canção Os Reis do Agronegócio: música de Chico César, letra de Carlos Rennó
Movimento Cênico: Joana Mattei
Cenografia e Figurino: Sylvia Moreira
Design Gráfico: Humberto Vieira
Fotografia: Lenise Pinheiro
Assistente de Cenário e Figurino: Sofia Fidalgo
Pintura Artística de Telões: Fernando Monteiro de Barros
Criação de máscaras: Carlos Francisco
Adereços: Luis Carlos Rossi
Costureiro: Otávio Matias
Cenotécnicos: Carlos Ceiro, João Donda
Operador de Som: Adriano Almeida
Contra-Regragem: Marcelo Machado e Giovanna Kelly
Direção de Produção: Ricardo Grasson
Produtor Executivo: Tomás Souza
Produção Geral: Gelatina Cultural
Administração do Projeto: Folias – Dagoberto Feliz e Paloma Rocha
Coordenação de projetos e leis : Patricia Palhares
Coordenação Administrativa: Olivia Maciel e Felipe Costa
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Estagiários: Carlos Marcato, Isabela Fikaris, Fhelipe Chrisostomo, Táiná Viana
Realização:  Folias – Projeto Contemplado pela 27ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo e SESC São Paulo.