EU SEMPRE QUIS

Voltar para casa, reencontrar as próprias raízes, admitir erros do passado e do presente. Enxergar no próprio espelho o peso do passado dos familiares. Estes são os elementos da comédia “Eu Sempre Quis“. O texto é de Eduardo Ruiz e a direção de Luiz Mario Vicente. A iluminação é comandada por Wagner Pinto, vencedor do prêmio Shell 2016.

O espetáculo estreia dia 8 de outubro no Espaço Elevador, mostra a jornada de duas filhas que, enredadas pelos tropeços da vida, voltam à casa da mãe e se confrontam com uma tia moralista de suposta vida exemplar. Apesar de aparentemente tão distintas, as histórias destas quatro mulheres se repetem de geração em geração.

A obra é calcada fundamentalmente na palavra. No espetáculo, o que essas quatro mulheres deixam de dizer e as consequências deste silêncio são tão importantes quanto aquilo que é pronunciado.

“Eu Sempre Quis” traz para o palco um tema provocante e atual. O texto atemporal conduz o público à reflexão de um problema contemporâneo: estaremos sempre presos numa espiral do silêncio? Dizemos tudo aquilo que queremos? Será que o que falamos realmente é entendido?

Neste jogo do dito e do não dito, um sufocante espaço de único (a casa da mãe) e de comunicação limitada faz com que as frustrações se espelhem e tendam a se perpetuar. Algo precisa ser dito para quebrar este ciclo.

Eu Sempre Quis
Com Almara Mendes, Mirella Tronkos, Mônica Duarte e Priscila Castello Branco
Espaço do Elevador (Rua Treze de Maio, 22 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 75 minutos
08 até 23/10
Sábado – 21h; Domingo – 19h
$30
Classificação 14 anos
Texto: Eduardo Ruiz
Direção: Luiz Mario Vicente
Cenário e Figurino: Telumi Hellen
Iluminação: Wagner Pinto
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

QUEM MATOU EDVARD MUNCH

 

Em Quem Matou Edvard Munch (de 3 a 11/11), Lucas Sancho norteou sua pesquisa a partir da obra O Grito, de Edvard Munch. Com apoio de recurso audiovisual, o público compartilha a trajetória do pintor expressionista norueguês, que na peça está preso dentro de um de seus quadros.

No espetáculo, o pintor Edvard Munch está preso dentro de sua obra mais famosa: O Grito. Sem se lembrar como caiu ali, busca em suas telas as memórias necessárias para entender quem matou sua criatividade e inspiração. Através das leituras que a plateia faz dos quadros, projetados no audiovisual, Munch vai refazendo seu caminho da infância à fase adulta na busca de uma saída. O espetáculo questiona os produtos culturais contemporâneos.

Angustia, depressão, obsessão e desespero ganham formas, cores, e movimento. Nas telas empilhadas e suspensas, único cenário do espetáculo, o ator projeta imagens do pintor norueguês Edvard Munch e suas obras. Diante da imagem de O Grito, o personagem anônimo procura expressar o seu inferno interior e o mal-estar que o atormenta em seu cotidiano.  “O objetivo é que a plateia extravase sua dor junto com esse sujeito que sofre, que sente, que se desespera, que se masturba, que grita“, diz Lucas.

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Quem Matou Edvard Munch
Com Lucas Sancho
Mostra “O Ator Maestro – Solos Urbanos”
Espaço Cia do Pássaro (Rua Álvaro de Carvalho, 177 – Centro, São Paulo)
03 a 11/11
Quinta e Sexta – 21h
$30
Dramaturgia, direção e direção de arte e interpretação:Lucas Sancho.
Trilha sonora: Banda 2Fuzz

DIAS DE SETEMBRO

 

Lucas Sancho define Em Dias de Setembroa partir de 20/10 -, como um espetáculo vivo, em que o personagem troca experiências com a platéia, que fica à vontade para dar sua opinião, interferindo na trama sobre o fim do relacionamento de Henrique com seu namorado.  A participação é voluntária, não há a intenção de constranger o público.

Numa noite de setembro, Henrique tenta escrever uma carta para seu ex-namorado, Eduardo. A tempestade separou os dois e, após um ano, Henrique procura entender as razões, refletindo sobre o amor contemporâneo, o amor líquido. Divide seu relacionamento em início, paixão, crise e fim e busca nas experiências da plateia obter respostas para suas questões. Porém, uma nova tempestade está se formando e ele não sabe como lidar com ela novamente.

Em cena, um tapete, um baú, um ator e a plateia. Na comédia dramática ou drama cômico o espectador pode escrever parte da dramaturgia e interferir de forma direta no espetáculo, orientando Henrique na saga para entender o amor contemporâneo. O ator é aqui chamado de Ator Maestro. Ele tem controle sobre a iluminação, sonoplastia, e sua maestria maior vai ser em estar pronto para jogar com a plateia. O improviso será sua grande arma neste jogo.

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Dias de Setembro
Com Lucas Sancho
Mostra “O Ator Maestro – Solos Urbanos”
Espaço Cia do Pássaro (Rua Álvaro de Carvalho, 177 – Centro, São Paulo)
20 a 28/10
Quinta e Sexta – 21h
$30
Dramaturgia, direção e direção de arte e interpretação:Lucas Sancho.
Trilha sonora: Banda Encarne

CANÇÕES PARA NÃO DIZER

 

Na abertura do projeto “O Ator Maestro – Solos Urbanos“, no dia 6 de outubro com Canções para não dizer – o público tem a oportunidade de escrever nas paredes de papel craft do cenário. A ação interfere na identidade do personagem, que é baseada no que a platéia deixou registrado. Com referências estéticas de Tim Burton, a obra tem inspiração no filme Edward Mãos de Tesoura, do diretor americano, além de ecos do poema O Corvo, de Edgar Allan Poe, na criação do pombo com o qual o personagem interage.

 Esquecido pelos outros funcionários, o arquivista Marcelo é obrigado a passar a noite trancado no escritório da repartição pública onde ficou preso. Do diálogo que estabelece com o pombo que está no forro do teto desenrola-se uma reflexão reveladora sobre suas identidades. Trata-se de um espetáculo musical desconstruído, com a música e o improviso como carros-chefes da encenação. A peça usa recursos como a dança, o canto e a inércia como elementos de estranheza, quebrando elementos e lógicas realistas.

O personagem é o arquétipo do novo mundo. Os novos processos de interação humana, caracterizados pela globalização, pela força dos veículos midiáticos e pela sociedade da informação, têm fragmentado o homem e o transformado em ser dissonante e plural, legitimamente em crise”, comenta Lucas Sancho.

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Canções Para Não Dizer
Com Lucas Sancho
Mostra “O Ator Maestro – Solos Urbanos”
Espaço Cia do Pássaro (Rua Álvaro de Carvalho, 177 – Centro, São Paulo)
06 a 14/10
Quinta e Sexta – 21h
$30

Dramaturgia, direção e direção de arte e interpretação:Lucas Sancho.

Trilha sonora: Daniel Groove.

SERESTA DE SEXTA

Segundo Maida Novaes, cantora e  coordenadora do grupo Trovadores Urbanos “Vamos fazer uma linda serenata para as crianças com músicas inesquecíveis como: Alecrim (domínio publico),   A  Casa ( Tom Jobim) ,  Se esta rua fosse minha  entre outras cantigas populares

A público poderá  conhecer a Sala Silvio Caldas, um espaço dedicado  ao maior seresteiro do Brasil, o cantor e compositor  Silvio Caldas, com fotos, vídeos  e  informações sobre a carreira do artista.

Sobre a Seresta de Sexta:  

Promovida  pelos  Trovadores Urbanos,   a  “Seresta de Sexta”  acontece desde 2010, sempre as sextas feiras.

As apresentações, com voz e violão, geralmente realizadas por uma dupla de trovadores, começam na charmosa varanda da casa, que também é o escritório do grupo. Conforme as pessoas vão chegando e se juntando na calçada, com o clima romântico dominando o lugar, os músicos descem para ficarem mais próximos do público e terminam a apresentação com canções que podem ser escolhidas por qualquer dos presentes.

O repertório apresenta canções brasileiras, serestas, sambas, marchinhas de carnaval, num cardápio variadíssimo e muito animado  .

A Seresta de sexta acontecerá até o final do ano, todas as sextas, de 20h ás 21h30, na Casa dos Trovadores Urbanos .

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www.trovadoresurbanos.com.br

Seresta de Sexta
Com Trovadores Urbanos
Casa dos Trovadores Urbanos (Rua Aimberê, 651 – Perdizes, São Paulo)
22/01 até 23/12
14/10 (sessão especial para as crianças)
Sexta – 20h às 21h30
Entrada gratuita
Classificação livre

LUA DE CHOCOLATE

Com dramaturgia de Adriana Gattermayr e Patrícia Franco – esta última também na direção -, o espetáculo começa no quarto de duas irmãs que tentam fugir da hora de dormir, simbolizada pelo copo de leite que a mamãe traz para elas. Num momento de desatenção, uma delas derruba a bebida. O vovô, que tem o costume de tomar todos os copos de leite para evitar o desperdício, conta uma história que começa lá atrás, na época em que os astecas moravam na América Central, e vem até os dias de hoje, em que o chocolate e os doces feitos a partir dele são industrializados e vendidos em escala industrial mundo afora.

No século XVI, região da civilização Asteca, época em que a lua era reverenciada como um deus e o cacau era matéria-prima do xocoátl – uma bebida voltada para as elites e consumida com pimenta e água -, os espanhóis invadiram a região a fim de colonizar seus povos e ampliar as terras.

Numa dessas incursões, o cacau e a receita do xocoátl foram levados para a Espanha. O cacau não foi bem aceito a princípio e passou anos tendo o acesso restrito ao uso dos monges, sendo terminantemente proibido para o restante da população. Anos depois, o fruto se popularizou e foi utilizado como moeda de troca até cair no gosto da realeza com uma adaptação no sabor que tornou a receita mais próxima do que a que conhecemos hoje: com leite e açúcar em vez de pimenta e água.

Da Espanha para o resto da Europa foi um pulo! Um dos motivos para isso acontecer é que a aristocrata Ana de Áustria, que foi, ao mesmo tempo, infanta da Espanha e Portugal, arquiduquesa da Áustria e mais tarde rainha da França, fez com que a bebida se popularizasse nesses países e em outros em que exercia influência.

Na peça, toda essa história é contada a partir dos objetos do quarto das meninas e com adaptações de nomes e lugares que tornam a narrativa lúdica e compreensível para os pequenos.

Elementos do teatro negro, que fazem aparecer e sumir seres marinhos e pássaros lendários, dividem a cena com bonecos espanhóis e até com o próprio público, que sobe ao palco para brincar de vivo ou morto em referência à guerra que dizimou parte da civilização asteca, na tentativa da Espanha de conquistar seu território.

Além do espetáculo, o teatro receberá também um estande com exemplares à venda do livro em versão literária. Escrito por Patrícia Franco e Adriana Gattermayr, o livro está sendo lançado agora, simultaneamente à estreia do espetáculo.

Lua de Chocolate
Com Patrícia Franco, Eduardo Coutinho, Laila Dawa, Luara Bolandini e Adriana Gattermayr.
Teatro Alfa – Sala B (Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)
Duração 55 minutos
08/10 até 27/11
Sábado e Domingo – 16h
$30
Classificação livre
 
Dramaturgia: Adriana Gattermayr e Patrícia Franco.
Direção: Patrícia Franco.
Criação, Direção e Produção Musical: Ruriá Duprat e Sérvulo Augusto.
Cenografia, Bonecos e Figurino: Márcio Vinícius – Mais Cenografia. 
Direção de Produção: Adriana Gattermayr.
Designer de Luz: Silviane Ticher.
Assessoria de Imprensa: Arteplural Comunicação

 

HOJE É DIA DE MARIA, A FÁBULA MUSICAL (OPINIÃO)

          “Sonhos são o alimento para a alma. Fazem com que consigamos enxergar saídas em momentos onde elas não estão tão visíveis”.

Assistimos “Hoje é dia de Maria, a Fábula Musical” ontem (03/10) na sessão para convidados. E já entregando spoilers, amamos o que vimos (mas leia a nossa opinião inteira, você irá gostar).

Esqueça a minissérie transmitida pela rede Globo em 2005. O espetáculo assemelha-se mais ao texto original, escrito por Carlos Alberto Soffredini, adaptado por Francisca Braga.

Como diz o título, uma fábula brasileira descortina-se no palco do Teatro Cetip, desde o dia 30 de setembro, em sessões de sexta a domingo. Mas como as fábulas, ela não deve ser vista com os olhos materiais, mas sim com o olhar da imaginação e da pureza das crianças. “Quem tiver olhos para ver, que veja.

Sinopse

O musical conta a história de Maria. Uma menina como qualquer outra. Vive no interior do estado de São Paulo com sua família, ou o que restou dela. Órfã de mãe, mora apenas com o pai num sítio humilde. Seus irmãos foram todos embora para lutar pelo sustento numa outra fazenda. Em mais um infortúnio da vida, ela sofre um abuso pelas mãos do pai.

É quando chega no sítio uma senhora viúva, vinda com sua filha. Cuida de Maria e casa com seu pai. Mas a madrasta não é tão boa assim. Quando o pai sai de casa para cuidar dos negócios, a senhora transforma Maria em sua empregada. Para fugir dos maus tratos, Maria inicia uma viagem a procura das “franjas” do mar. Esta jornada será decisiva para o seu crescimento pessoal.

“A Jornada de Maria”

Soffredini ao escrever sua peça, bebeu dos contos de Câmara Cascudo e Silvio Romero (“A Menina da Figueira”, “Lenda do Dia e da Noite” e “Cinderela”). Mas pode-se ir mais além. Foi influenciado pelo que o antropólogo americano Joseph Campbell denominou de “A Jornada do Herói

O conceito criado por Campbell é uma mescla dos arquétipos (Jung), com as forças inconscientes (Freud), com a estruturação dos ritos de passagem (von Gennep). Apresenta uma estrutura própria, que é dividida em três partes: a Partida (ou Separação), a Iniciação e o Retorno.

Esta estrutura está presente em vários mitos (fábulas), como é o caso das histórias de Prometeu, Osíris, Buda, Jesus Cristo, Cinderela, e Hoje é Dia de Maria.

Maria precisa ter o seu crescimento pessoal. Se continuar vivendo no sítio, como uma ‘princesa’, não crescerá, não se tornará mulher dona de si. Será sempre dependente de uma figura masculina (pai, marido). As coincidências da vida fazem com com que ela parta (Partida) em busca da sua jornada (a ‘busca pelas franjas do mar’).

Durante esta procura, vive uma série de aventuras (Iniciação), pelo país do sol a pino, até o encontro com os índios que guardam a noite dentro de um coco. Mas ela não está só. Como todo bom herói, Maria tem os seus protetores – os Encantados (Água, Fogo, Terra, Ar e Conexão com Deus). Não podendo esquecer o principal, o Pássaro Incomum (a força interna que transforma a dor em renovação, que nos faz prosseguir).

Ao término desta aventura (Retorno), Maria atingiu o conhecimento pleno. Madura e consciente de si, dona de um poder pessoal, perdoa o pai, abandona o destino que se repetirá com o casamento com o príncipe e parte novamente para novas jornadas.

P.S. Quer saber mais? Leia o livro “O Herói de Mil Faces” (editora Pensamento) ou “O Poder do Mito” (editora Palas Athena), ambos de Joseph Campbell.

Opinião

Pode-se dizer que o musical também é um pouco de uma das jornadas da atriz/produtora/coreógrafa/diretora Lígia Paula Machado. A montagem deste texto era um dos seus sonhos. E foi feito no momento certo. Precisou cada peça produzida antes para que chegasse neste resultado apresentado. É a conclusão vitoriosa de sua jornada.

Lígia uniu-se, como ela diz, de amigos (família) para este projeto, que encerra o ciclo de musicais luso-brasileiros (“O Primo Basílio, o Musical” e “Lisbela e o Prisioneiro, o Musical“). Estão presentes :

Francisca Braga, na adaptação do texto e escolha das músicas. As canções – de grandes artistas (Victor e Leo, Caetano Veloso, Renato Teixeira, Jessé, entre outros) ou de domínio público – parece que foram feitas especialmente para a peça. Suas letras casam perfeitamente com o que os personagens precisam falar naquele momento específico

Já que falamos da música, temos a direção musical e arranjos lindos de Dyonisio Moreno, que escolheu a dedo os músicos que acompanhariam a jornada desta heroína. O som, feito por André Breda, preenche todo o espaço interno do teatro. Realmente uma pena que não teremos o registro em cd deste espetáculo, para podermos ouvir em casa.

Falando de escolha a dedo, temos o elenco: Luiz Araújo, que foi par romântico de Lígia em outras produções, está lá novamente com sua voz e atuação marcante. Kleber Montanheiro que faz uma madrasta má (honrando a tradição), maravilhosa e divertidíssima. Cleto Baccic que se junta a trupe de amigos, com toda sua forma de interpretar e cantar única (bom tê-lo novamente nos palco). Acompanhados de Camila Brandão, Felipe Machado, Alberto Goya, Guilherme Pivetti, João Canedo, Roger Ciel, Vittor Fernando e Hicaro Nicolai, que se multiplicam e ocupam todo o espaço cênico com suas coreografias, canto e atuação.

Kleber também é responsável pelos figurinos e cenários que retratam a simplicidade do interior do país, mas com uma riqueza de detalhes que fica lindo de se ver. Está lá presente a estrutura do circo de Leléu (Lisbela e o Prisioneiro, o Musical), transformado na casa de Maria. É uma estrutura circular, que mostra movimento; que tudo tem um início, meio e fim, e um recomeço; e serve para o caminhar da protagonista.

Para finalizar, tem a presença de Dan Rosseto, que juntamente com Lígia, Kleber e Dyonisio, colocou as peças todas juntas, e formou este espetáculo que é uma linda opção de entretenimento para toda a família. Prevejo várias indicações para os prêmios teatrais do próximo ano.

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Cleto Baccic, Dyonisio  Moreno, Dan Rosseto, Ligia Paula Machado, Francisca Braga, Kleber Montanheiro e Luiz Araújo

Uma música que combina com a jornada da heroína, e faz parte da trilha sonora da peça, é “Tocando em Frente“, de Almir Sater e Renato Teixeira, que diz assim em um trecho:

“Todo mundo ama um dia, todo mundo chora
Um dia a gente chega no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz de ser feliz”

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Hoje é Dia de Maria – A Fábula Musica
Com Ligia Paula Machado, Cleto Baccic, Kleber Montanheiro, Luiz Araújo, Camila Brandão, Felipe Machado, Alberto Goya, Guilherme Pivetti, João Canedo, Roger Ciel, Vittor Fernando e Hicaro Nicolai
Músicos: João Paulo Pardal (guitarra), Murilo Emerenciano (piano), Renan Cacossi (flauta), Guto Brambilla (baixo), Felipe Machado (violão), Jonatan Motta(violino), Mathilde Fillat (violino), Rafael Lourenço (Percussão).
Teatro Cetip (Rua Coropé, 88 – Pinheiros, São Paulo).
Duração 145 minutos
30/09 até 27/11
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$60 / $120
Classificação 12 anos
Texto: Carlos Alberto Soffredini
Adaptação do roteiro original: Francisca Braga
Equipe de Direção: Dan Rosseto, Ligia Paula Machado e Kleber Montanheiro
Direção Musical: Dyonisio Moreno
Cenografia e Figurinos: Kleber Montanheiro
Coreografias: Ligia Paula Machado
Designer de Som: André Breda
Designer de Luz: Wagner Pinto
Supervisão Circense: Circo Garcia
Técnicos de palco: Jackson Oliveira e Beto Boing.
Assistentes de produção: Tiago Queiroz e Wallace Toledo
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara
Realização: MP Produção Cultural