DRAMATURGIA E RELAÇÕES DE PODER

O 8º Ciclo do Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council finaliza no dia 1º de novembro, às 20h, com uma mesa-redonda sobre Dramaturgia e Relações de Poder com a atriz Imara Reis e o diretor Marcelo Lazzaratto. A coordenação do Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council é de Marici Salomão e assistência do diretor e dramaturgo César Baptista, que mediará o encontro de encerramento. O ingresso é gratuito e para participar é preciso fazer reserva pelo site www.sesisp.org.br/meu-sesi.

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O tema desta edição é Dramaturgia e Relações de Poder, uma referência para reflexão sobre os novos modos de produção teatral e aos 400 anos de morte William Shakespeare.

A programação trouxe performances, bate-papo, oficina, mesa-redonda, além de leitura de texto em processo do Núcleo de Dramaturgia, e envolveu nomes como britânico Tim Crouch, Pedro Brício, Leandro Karnal, entre outros.

Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council

O Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council foi lançado em 2007, a partir de uma parceria estabelecida entre as instituições com o objetivo de descobrir novos dramaturgos e desenvolver suas habilidades na escrita.

O projeto estimula a invenção e descoberta de novos paradigmas para a criação de dramaturgias que expressem diferentes visões de mundo, linguagens e experimentações estéticas, livres dos padrões do teatro tradicional e comercial.

Inspirados nessa prática pedagógica, foram criados o Núcleo de Dramaturgia SESI-Teatro Guaíra, no Paraná, em 2009, e o Núcleo de Dramaturgia SESI Cultural, no Rio de Janeiro, em 2014, comprovando a capacidade de replicação de boas práticas em outros centros importantes de produção teatral.

Dramaturgia e Relações de Poder
Com Imara Reis e Marcelo Lazzaratto
Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso (Av. Paulista, 1313 – Jardins, São Paulo) 
01/11
Terça – 20h
Entrada gratuita (reserva pelo site www.sesisp.org.br/meu-sesi)

 

NATURALEZA MUERTA

Inspirado no prólogo do livro Gracias Por El Fuego, do uruguaio Mario Benedetti (1920-2009), o espetáculo Naturaleza Muerta chega ao fim de temporada no dia 30 de outubro, com mais 2 apresentações, sábado e domingo, às 20h.

Com direção de Rodolfo Amorim (do Grupo XIX de Teatro) o elenco é formado por Gabi Costa, Juliana Sanches, Maria Carolina Dressler e Tatiana Ribeiro, que também assina o texto. As sessões acontecem no Armazém, do Grupo XIX de Teatro, na Vila Maria Zélia, com ingressos gratuitos. É possível fazer reservas pelo e-mail reservas.naturaleza@gmail.com.

Ambientada em um restaurante fora do país, quatro mulheres se encontram enclausuradas em um local decadente sem que se saiba por qual motivo, simplesmente não saem pela porta da frente. Na obra de Benedetti, quinze uruguaios, parte deles desconhecidos entre si, jantam num restaurante latino na 5ª Avenida, em Nova York. Enquanto conversam, valorizam a cultura europeia e norte-americana sempre aliada em detrimento da sua própria cultura e de seus desconhecidos vizinhos latinos.

Em Naturaleza Muerta, as mulheres estão resignadas, padronizadas, vestem roupas com as mesmas cores, convivem normalmente com insetos e animais rastejantes, alimentam-se da mesma comida, leem o mesmo livro, embora não entendam o sentido do enredo. Durante a peça, as atrizes cozinham e comem um puchero, ensopado tradicional de vários países latinos onde os ingredientes são cozidos juntos, e com temperos, numa mesma panela.

A plateia é acomodada como se fizesse parte do ambiente. “Convidamos o público a dividir a mesa. O histórico resumido e aleatório de cada personagem é servido aos poucos, em meio a tentativas de diálogos para evitar o constrangimento do silêncio diante de um desconhecido. Nesse jantar dançante de gosto duvidoso, percebemos nossas identidades definidas ou condicionadas por padrões e comportamentos que pouco parecem nos pertencer, mas que, ainda assim, definem nosso modo de interagir com a vida”, explica o diretor Rodolfo Amorim.

A dramaturga e atriz Tatiana Ribeiro ressalta que “a falta de reconhecimento da sua própria história perpetua ideias conservadoras, apresentando um povo que se mantém atrasado nas questões sociais, ainda sob uma política patriarcal, machista, misógina, escravocrata, homofóbica e racista”. Para composição do texto, Tatiana buscou outras referências como o manifesto antropofágico de Oswad de Andrade (de 1928) e o livro Moby Dick, do escritor norte-americando Herman Melville (1819-1891.

Contemplados com o edital do Proac Primeiras Obras, a proposta para a montagem surgiu durante o núcleo de pesquisa América Vizinha, coordenado pela atriz Juliana Sanches, do grupo XIX de Teatro, em 2014. “Fizemos a leitura do primeiro capítulo do romance de Mario Benedetti, que nos impressionou pela atualidade (apesar de ter sido escrito em 1965), por tratar de maneira bem contundente sobre o ‘complexo de vira-latas’ da América Latina em relação aos Estados Unidos. Num determinado momento, percebemos que, por se tratar de quatro atrizes em cena, a questão feminina era muito forte e o texto não a abarcava. Então, abrimos o processo e propomos cenas com a temática feminina e latino-americana”, conta a atriz Juliana Sanches.

Juntos, procuramos fazer desse processo, um espaço onde cada participante pôde colocar suas questões e confrontar suas identidades, construídas e contornadas por padrões externos que rejeitamos, mas que definem cada um de nós, como um limite, uma barreira, uma porta quase nunca agradável de ser atravessada”, completa o diretor.

A ação se passa num futuro próximo, onde a negação às suas origens já se consuma absoluta. No final do prólogo do livro de Benedetti, as personagens recebem a notícia de que uma catástrofe natural dizimou o Uruguai e entram em estado de retomada e valorização de seu passado. As mulheres de Naturaleza Muerta, resgatam o que lhes foi suprimido por meio da presença de uma nova estrangeira, que ainda mantém características de suas origens e, pelo anúncio da apresentação, naquele restaurante, de uma banda chamada Las Manzanas, que já em seu nome escancara uma latinidade desprezada e forçadamente esquecida.

Quando essa relação é saturada, e o que de fato inquieta e move cada uma dessas figuras transborda, por meio da dança e da libertação de seus corpos, compartilhamos da liberdade inspiradora, que por vezes escapa em meio a repressão”, conclui o diretor.

Naturaleza Muerta
Com Gabi Costa, Juliana Sanches, Maria Carolina Dressler e Tatiana Ribeiro
Vila Maria Zélia (Rua Mário Costa 13 – Belém, São Paulo)
Duração 60 minutos
08 até 30/10
Sábado, Domingo – 20h
Entrada gratuita (Necessário retirar os ingressos com 1 hora de antecedência).
Reservas pelo e-mail reserva.naturaleza@gmail.com.
Classificação 16 anos
Texto: Tatiana Ribeiro.
Direção: Rodolfo Amorim.
Assistente de direção: Bruno Canabarro.
Produção: Vanessa Candela.
Figurinos: Juliana Sanches.
Cenografia: Cristiano Panzarin.
Iluminação: Daniel Gonzalez.
Preparação de ator: Inês Aranha.
Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli.
Fotografia e arte gráfica: Jonatas Marques.
Provocador de pesquisa: Jean Tible.
Palestrantes: Jean Tible e Carla Cristina Garcia.
Coreografia: Jhennifer Peguim.
Costureira: Noemi Azevedo Costa.
Contrarregragem: Luciano Morgado.
Idealização: Cia La Desdeñosa.

 

ÍNTIMO

Com direção de Bruno Rudolf (criador da Cia Solas de Vento), a Cia LaMala estreia o espetáculo Íntimo no próximo dia 27 de outubro, quinta-feira, às 20 horas, no Sesc Belenzinho. Em sua primeira montagem focada no público adulto, a dupla Carlos Cosmai e Marina Bombachini traz para o palco o resultado de uma pesquisa focada em sua principal habilidade, a acrobacia em dupla e sem o uso de qualquer aparelho ou objeto.

O limite da intimidade entre dois corpos e nada mais. Esse é o foco de Carlos Cosmai e Marina Bombachini em Íntimo. O espetáculo abordará este encontro explorando a intimidade de uma dupla de acrobatas, tanto do ponto de vista do relacionamento entre duas pessoas, quanto de dois corpos que se conhecem e trabalham em sintonia.

Íntimo é o resultado de uma necessidade que tínhamos de nos comunicar. Há tempos já pensávamos no tema da intimidade e também como trabalhar a linguagem circense de uma maneira diferente das que já trabalhamos até hoje”, afirma Marina Bombachini.

O espetáculo está em linha com os anseios dos dois artistas, que usam sua principal habilidade circense, a acrobacia, com virtuosismo e sem recursos extras, como aparelhos e objetos. Para a direção, Bruno Rudolf foi escolhido por conta da sua experiência com a linguagem circense.

Além de MariNa e Cosmai, o palco também conta com a presença do músico e compositor Rodrigo Zanettini, que executa a trilha sonora ao vivo, no piano. A ideia é que a música ajude a complementar a cena, assim como a luz e o figurino.

Carlos Cosmai diz que escolheram uma cenografia muito simples, que revele os corpos dos dois artistas em cena. “Optamos por um piso circular, o que nos aponta signos muito fortes: o formato do circo, do picadeiro, bem como a condição de infinitude e igualdade. Já o figurino é  composto de camadas, como se pudéssemos nos despir e revelar aos espectadores nossa essência em cena”, revela Cosmai.

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Íntimo
Com Marina Bombachini e Carlos Cosmai.
Músico (piano) – Rodrigo Zanetti.
SESC Belenzinho – Sala de Espetáculos 2 (Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo)
Duração 50 minutos
27 a 30/10
Quinta, Sexta e Sábado – 20h; Domingo – 17h
$20 ($6 – trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes)
Classificação 14 anos
 
Mostra Cia LaMala
Direção – Bruno Rudolf.
Desenho de Luz – Marcel Alani Gilber.
Trilha Sonora Original – Rodrigo Zanettini.
Preparação vocal – Isadora Canto.
Cenário e figurinos – Bruno Rudolf, Marina Bombachini e Carlos Cosmai.
Coordenação de produção – Cia. LaMala e Cristiani Zonzini.
Assessoria de Imprensa – Adriana Balsanelli

SE CHOVE, NÃO MOLHA!!

A trupe do Circo Vox faz curta temporada no Teatro Porto Seguro com o espetáculo Se Chove, Não Molha!!, de 22 a 30 de outubro, aos sábados e domingos, em duas sessões por dia, às 11h e às 15h.

Uma família de palhaços, o pai e seus dois filhos, chega para apresentar um espetáculo, mas se atrapalha ao fazer os números, que acabam sempre da forma errada. Os três ficam neste “chove não molha” e então percebem no final que, sem querer, apresentaram um espetáculo divertidíssimo.

Nessa montagem, o grupo utiliza esquetes tradicionais circenses adaptadas para a linguagem contemporânea.

Criado em 1996 por Gallo Cerello e Elena Cerântola, o Circo Vox teve sua lona montada na Zona Sul de São Paulo durante sete anos, onde apresentou cinco dos sete espetáculos em seu repertório, além de manter sua escola de circo.Atuam com espetáculos para teatros, montando sua lona de circo em temporadas frequentes.

Nos últimos anos o Circo Vox ganhou reconhecimento artístico com premiações importantes como o Prêmio Terça Insana Revelação de humor e apresentações e em Lisboa para o Ano Brasil-Portugal.

 

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Se Chove, Não Molha!!
Com Circo Vox (Elena Cerântola, Gallo Cerello e André Farias)
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 60 minutos
22 a 30/10
Sábado e Domingo – 11h e 15h
$30/$40
Classificação livre
 
Texto e direção: Elena Cerântola e  Gallo Cerello.
Cenografia: Circo Vox.
Figurinos e Adereços: Elena Cerântola.
Trilha Sonora: Gallo Cerello.
Operador de som e luz:  Danilo Verrone.
Produção: Circo Vox.  

NOVELAS – MARINA ELALI

A partir de 18 de outubro, terça-feira, o Teatro Porto Seguro abre as vendas para o show Novelas, de Marina Elali, que acontece dia 6 de dezembro, terça-feira, às 21h.

Conhecida por músicas que viraram temas de novelas, filmes e minisséries da Rede Globo, a cantora e compositora Marina Elali, é ganhadora de dois discos de ouro, intérprete de 16 temas globais e já gravou 18 duetos nacionais e internacionais.

Para o show, a cantora reuniu uma coletânea com os seus principais hits, incluindo as músicas One Last Cry, escrita por Brian Mc Knight e tema da novela Páginas da Vida, Eu Vou Seguir (Reach), da novela Sete Pecados, Encontrei, tema de Em Família, Happy, de Araguaia, e Você, música de estreia da cantora na TV, escrita por Roberto Carlos e Erasmo Carlos, da trilha sonora de América.

 

Novelas
Com Marina Elali
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 75 minutos
06/12
Terça – 21h
$60/$80
Classificação 12 anos

#BORA BALZAQUIAR

A chegada dos 30 anos é considerada um período de mudanças, questionamentos e dúvidas. E são estes conflitos cotidianos da chamada “crise dos 30” que são discutidos, de forma bem humorada, no espetáculo “#Bora Balzaquiar”. A comédia apresenta as histórias de Júlia, Joana e Janaína, personagens que estão enfrentando dilemas e dificuldades inerentes a esta fase da vida. A peça, dirigida por Paulo Goulart Filho e com texto de Nina Ximenes, está em cartaz até o dia 29 de outubro, no Teatro Santo Agostinho.

A inspiração para o nome do espetáculo surgiu do adjetivo balzaquiana, derivado da obra do escritor francês Honorè de Balzac, que valorizava a beleza, a experiência, os pensamentos, os desejos e as angústias dessa mulher que reivindica o direito de ser feliz.

A mulher de trinta anos, tema da obra de Balzac no século XIX, continua a viver com muitos questionamentos, a popular expressão “crise dos 30”. No romance de Balzac a protagonista Júlia vive vários dramas e, entre eles, a relação com um homem mais jovem. Já na peça de Nina Ximenes, a Júlia vive solitária sem acreditar no amor. Este e outros conflitos atuais são parte deste espetáculo, que em vez de uma protagonista, traz ao palco 3 mulheres com um fator comum: a fase da vida!

Para a autora, as personagens sintetizam os problemas dessa faixa etária. “A Júlia a Joana e a Janaína têm temperamentos, histórias de vida e reações distintas sobre essa fase da vida”, relata Ximenes. Com um texto escrito por uma mulher, sobre mulheres e com mulheres em cena, a direção coube a Paulo Goulart Filho, que apresenta o seu olhar masculino sensível e repleto de referências femininas. “Sempre vivi rodeado por mulheres e agora minha filha mais velha tem 31, tenho uma com 29 e outra com 28 anos. Então estou vivendo exatamente esse período como pai das balzaquianas”, revela Paulinho Goulart.

Com um texto ágil que dialoga com os roteiros televisivos, a montagem é alinhavada por vídeos que revelam momentos complementares aos episódios apresentados no palco. A estética do espetáculo funde os vídeos, que conduzem os espectadores, às cenas apresentadas ao vivo, como um guia que estabelece as passagens de tempo das personagens. “Estou gostando de experimentar a fusão da arte ao vivo com a gravada. Esse é um dos elementos que mais me instiga no espetáculo”, conclui Paulo Goulart Filho

Para esta linguagem se estabelecer, o cenógrafo Antonio Rodrigues desenvolveu uma caixa mágica com 3 módulos. Quando fechada é uma tela em branco que recebe as projeções de vídeo. E quando aberta pelo módulo central, surpreende o público ao virar um supermercado com perspectiva 3D. O apartamento das protagonistas, decorado com cores e elementos que representam as personagens, surge quando as pontas dos módulos são abertas.

Acompanhe as mídias sociais:

Site: www.balzaquiando.com

Facebook: Bora Balzaquiar

Instagram: Bora balzaquiar

#Bora Balzaquiar
Com Bruna Ximenes, Mariana Moraes e Vanessa Goulartt
Teatro Santo Agostinho (R. Apeninos, 118 – Liberdade, São Paulo)
Duração 65 minutos
06/08 até 29/10
Sábado – 20h30
$50
Classificação 10 anos
Direção: Paulo Goulart Filho
Texto: Nina Ximenes
Assistente de Direção: Mariana Moraes
Produção: Bruna Ximenes e Mariana Moraes
Direção musical e trilha sonora: Silvia Goes
Produção musical: Wagner Amorosino
Gravação: Estúdio Azulão, por Roberto Gava
Músicos: Silvia Goes, Alex Braga, Wagner Amorosino e Roberto Gava
Direção de Vídeo: Eduardo Gonzalez
Cinegrafistas: Eduardo Gonzalez e Samuel Santos
Edição e videografismo: Kleber Parra
Cenografia: Antônio Rodrigues
Concepção de Figurinos: Lara Gois
Iluminação: Raphael Felipe
Coreografias: Sil Américo
Assistente de Produção: Amanda Lima
Fotos: Martha Pacce
Elenco dos Vídeos: Amanda Lima, Andreia Araújo, Eduardo Massari, Gustavo Varoli, Ivan Vetorazzo, João Cláudio Valfogo, José Luís Morais, Kátia Gomes, Luciano Strieder, Márcio Santiago, Marley Carvalho, Patrícia Junqueira, Raquel Ximenes, Samuel Santos, Tainan Miguel, Victor Nievas, Valeria Gomes, Valeria Moraes, Wellington Firmino, Wilma Morais.
Operação de Vídeo e Som: Amanda Lima
Operação de Luz: Raphael Felipe, Gabrielle Turquetti ou Tainan Miguel
Contrarregragem: Gustavo Varoli e Vagner Miranda
Camareira: Val Gomes
Social Mídia: Geranium Content
Realização: Laboratório de Artes Teatro e Vídeo

PROIBIDO AMAR (MATÉRIA)

Conversamos com os atores Ferruccio Cornacchia, Paulo Tardivo e Paulo Victor Gandra, da peça ” Proibido Amar“. Eles falaram sobre o espetáculo, que aborda a questão de preconceito e segregação em um mundo não muito distante do nosso.
Proibido Amar está em cartaz, todas as sextas às 23h30, no Teatro Augusta.

Proibido Amar
Com Ferruccio Cornacchia, Paulo Tardivo e Paulo Victor Gandra
Trilha Sonora: Be Asef e Juliano Veríssimo
Teatro Augusta – Sala Paulo Goulart (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 70 minutos
07/10 até 16/12
Sexta – 23h30
$50
Classificação 16 anos

Texto e Direção: Rafael Salmona
Fotos: Maya Morikawa
Iluminação: Douglas Borges
Design Gráfico Rafael Salmona
Assessoria de Imprensa: Willian Rafael