ALICE NO PAÍS DOS MUSICAIS (AUDIÇÃO)

A 4 Fun Produções Artísticas está com as inscrições abertas para o processo de audição do seu próximo espetáculo – “Alice no País dos Musicais“.

A procura é por artistas, de ambos os sexos, entre 20 e 30 anos, que sejam bailarinos, atores e cantores, com experiência em sapateado.

A previsão de estreia é para abril de 2017.

Maiores informações podem ser obtidas no banner abaixo ou pelo telefone (11) 2538.7738

img-20161101-wa0126

BOMBOM, O LOBINHO MAU

O Velho Lobo Mau, das histórias infantis tradicionais, entra em pânico e reage de forma muito engraçada quando percebe que seu “filhobinho” tem amigos bem diferentes e anda com ideias bastante liberais”.

Bombom, o Lobinho Mau é um musical infantil muito divertido, feito para crianças de todas as idades. Mostra de forma lúdica e poética, o relacionamento entre pais e filhos. Trata de temas tão caros à nossa atualidade e próximos do cotidiano real das crianças. Procura mostrar por meio de poesia, músicas, coreografias e muita alegria, que por maior que sejam os conflitos entre gerações – ou inseridos nestas – o diálogo é sempre a solução mais inteligente e menos traumática.

Seu objetivo principal é fazê-las sonhar, vibrar, se divertir. Ajudá-las a perceber que, por maior que sejam seus sonhos e desejos de felicidade e de fazer do nosso planeta um mundo melhor, eles pouco significam se não brotarem primeiro e, sinceramente, em nossos corações.

Os protagonistas são lobos (maus?) que entram em cena em sua casa numa clareira no meio da floresta. Lobão, o pai tradicional e Lupércia, a mãe moderna, evoluída, se deparam com seu único “filhobinho” em fase de crescimento. Este, inteligente, esperto, extremamente argumentador e muito sociável, convive de forma normal e pacífica com outros animais que num passado recente seriam considerados seus inimigos.

A vida desta família tradicional vai se transformando com brincadeiras, confusões, músicas e coreografias. Depois de muita confusão e diversão, teremos uma ”nova” família, evoluída e feliz. Ainda um núcleo familiar, mas agora munido de respeito às opções individuais. Convencida de que a melhor solução para se chegar a um consenso é sempre o diálogo.

Bombom, o Lobinho Mau
Com Artur Henrique, Beto Motta Jr, Felipe Rua, Marília Grampa, Natasha Sonna e Rafael Anastasi.
TOP Teatro (Rua Rui Barbosa, 201 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 50 minutos
05 até 27/11
Sábado e Domingo – 16h
$40
Classificação livre
 
Produção: Nosso Grupo de Teatro.
Direção Geral e Dramaturgia: Tony Giusti
Melodias: Lucas Vasconcelos
Administração: Paulo A. Pfeifer
Assessoria de Imprensa: Fora da Chuva
Cenografia e Figurinos: Tony Giusti
Coreografias: Felipe Rua
Designer de Luz: Fernando Azevedo
Adereços: Marília Grampa
Fotografias: Cosmo Anastasi
Estagiária: Bárbara Berta.
Designer Gráfico: Artur Henrique

 

MERGULHO

Formada somente por mulheres, a Companhia Delas nunca buscou tratar de questões exclusivamente femininas em seus espetáculos. Sempre houve, no entanto, a consciência da responsabilidade como artistas e mulheres em pensar a maneira de retratar o mundo (o amor, os conflitos, a morte) a partir da sua própria realidade, que é fatalmente, feminina.

Há um estudo que diz que dentre toda produção de ficção, seja literatura, cinema ou teatro, sempre houve pouca presença feminina e que, quando há duas personagens mulheres conversando, normalmente elas falam sobre um homem. Daí surgiu o chamado Teste de Bechdel, que verifica se uma obra artística satisfaz os seguintes requisitos:

  1. Ter pelo menos duas mulheres.
  2. Elas conversam entre si
  3. Sobre alguma coisa que não seja um homem

MERGULHO é um espetáculo idealizado por uma companhia de atrizes, baseado num livro de uma escritora escocesa (mulher e homossexual), dirigido por uma diretora, Silvana Garcia. Ou seja, as mulheres são o núcleo central da criação artística dessa peça. É uma obra que responde aos três requisitos do teste, claro, mas vai além: conta com graça e leveza uma história sensível sobre quatro personagens femininas vividas pelas atrizes Fernanda Castello Branco, Julia Ianina, Lilian Damasceno, Thais Medeiros. Uma história sobre o despertar do amor entre duas mulheres. Sobre a amizade. E sobre a morte também.

Pela sua aproximação do universo feminino, pelo retrato nada estereotipado do amor entre duas delas e pela própria capacidade de produção de uma companhia formada apenas por atrizes, o espetáculo é extremamente relevante em um momento como o atual, quando estão em pauta as discussões sobre gênero, sobre feminismo e homofobia.

No palco estão três personagens femininas afetadas pela morte de Sara Wilby, camareira do Hotel Global. A narrativa é composta pelas vozes dessas personagens: uma jornalista, uma jovem estudante de música, a irmã da camareira, além da própria morta, que trava um diálogo consigo mesma, numa espécie de auto investigação de si e da própria morte.

A montagem foi construída a partir de uma minuciosa pesquisa para a criação de uma espécie de quebra-cabeça dramatúrgico, feito em muitas mãos: das atrizes, da diretora Silvana Garcia e do dramaturgo Cássio Pires. O resultado é um trabalho extremamente tocante, delicado e de grande força poética.

A estrutura dramatúrgica proporciona o encontro com essas quatro personagens. O público, acompanha as descobertas e os mistérios a respeito de um fato, sempre a partir delas, com suas visões únicas de um mesmo acontecimento.

A diretora Silvana Garcia traz uma atmosfera de realismo fantástico para as cenas. A coexistência de situações diversas, os cortes no tempo, a sobreposição dos ambientes habitados pelas personagens e um cenário híbrido fazem parte das opções da encenadora para criar MERGULHO, que é o 10o espetáculo da Companhia Delas, que em 2016 completou 15 anos de atividades.

 “Mergulho” foi produzido graças ao aporte do 1o Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo. O espetáculo estreou em outubro de 2015 no Viga Espaço Cênico em São Paulo, capital. Em junho de 2016 integrou a programação do Itau Cultural, em São Paulo dentro da Mostra Todos os Gêneros e foi apresentado no SESC Campinas – SP.

image001

Mergulho
Com Fernanda Castello Branco, Julia Ianina, Lilian Damasceno, Thais Medeiros
Centro Cultural São Paulo -Sala Jardel Filho (Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, São Paulo)
Duração 80 minutos
11 a 13/11
Horário: a confirmar
Entrada gratuita
Classificação 14 anos
Maiores informações no site do evento – 24o Festival Mix Brasil
 
Direção: Silvana Garcia
Texto: Cássio Pires e Companhia Delas
Assistência de Direção: Maria Tuca Fanchin
Iluminação e Cenografia: Marisa Bentivegna
Figurinos: Mira Haar

Trilha sonora: Arthur Decloedt
Preparação e Desenho de Movimento: Fabricio Licursi
Fotos: Lígia Jardim

Produção: Companhia Delas de Teatro
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

UM DIA QUALQUER

A peça “Um dia qualquer” que estreia na CAIXA Cultural São Paulo em novembro, fala de um encontro inusitado de quatro desconhecidos num banco de praça em pleno centro da cidade, onde revelam dores, amores e revelações de suas vidas de forma emocionante e muito engraçada, tornando o público cúmplice também dessas histórias.

 “Um dia qualquer” repete a parceria bem sucedida do diretor Alexandre Mello e da autora Julia Spadaccini. Este novo trabalho trata das relações humanas através do encontro casual de personagens comuns, que nossos olhos esbarram todo o tempo em grandes cidades como o Rio de Janeiro. O texto põe uma lente de aumento ou empresta um binóculo potente com os quais nos aproximamos destes seres urbanos, e podemos ver suas histórias e suas relações com a vida e com a morte.

O amor e as relações ligeiras e superficiais que vivemos, a competição acirrada no trabalho, a frustração do sonho de genialidade artística e a proximidade cotidiana com a morte são os temas deste “dia qualquer”, que ultrapassa os limites do relógio e das estações do ano, provocando um espaço-tempo ideal de “um dia”, tal vivência e reflexão sobre nossas vidas, que levaríamos alguns anos de terapia pra experimentar.

A cidade e as necessidades de consumo e status que inventamos para nós ou que absorvemos como nossas, nos fazem trabalhar incessantemente e cada vez mais e em todos os lugares, sem descanso, férias ou pausas, produzindo um efeito devastador nas nossas sensibilidades.

E se um dia dissermos: – “NÃO! Não vou agora, preciso parar e pensar”, ou simplesmente “parar e não fazer nada!” Se isso é uma decisão individual, o.k., ela pode ser suportada por cada um de nós. Mas quando você fica, lado-a-lado com diferentes personagens, que como você decidem parar, por razões que nunca lhe ocorreram, num mesmo lugar, à mesma hora, um panorama divertido e patético se forma e a cidade ganha ares de picadeiro. O Rio de Janeiro é palco desta comédia de Julia Spadaccini, que propõe um diálogo direto com a plateia, divertido e ao mesmo tempo profundo, fazendo com que o público se identifique de imediato.

Julia nos faz viajar pela alma humana, num reconhecimento da nossa sensibilidade e capacidade de identificação e compaixão, tudo isso escrito com muito humor. Território perfeito para Alexandre Mello, que se destaca como um encenador delicado e experiente na direção dos atores e na pesquisa de linguagem cênica, que trabalha criando belas imagens em efeitos muito simples e teatrais.

Um Dia Qualquer
Com Anna Sant´Ana, Dida Camero, Leandro Baumgratz e Rogério Garcia
Caixa Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo)
Duração 70 minutos
10 a 20/11
Quinta, Sexta, Sábado e Domingo – 19h15
Entrada gratuita (ingressos distribuídos a partir das 9h no dia do espetáculo)
Classificação 12 anos
 
Texto: Julia Spadaccini
Direção: Alexandre Mello
Iluminação: Renato Machado
Cenografia: Daniele Geammal
Figurinos: Ticiana Passos
Trilha sonora: Leandro Baumgratz
Direção dos vídeos: Felipe Bretas e Paula Sattamini ( Multifocus)
Programação visual: Humberto Costa Ribeiro
Direção de Produção: Anna Sant’Ana e Rogério Garcia
Assistência de direção e produção executiva: Paula Loffler
Uma realização Usina D’Arte Produções Artísticas
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

4xBIBI (RIO DE JANEIRO)

Devido ao grande sucesso, Bibi Ferreira retorna ao palco do Theatro Net Rio para duas apresentações nos dias 8 e 9 de novembro, às 21h. O show 4XBIBI marca a comemoração dos seus 75 anos de carreira da artista e no repertório estão grandes sucessos de Amália Rodrigues, Carlos Gardel, Frank Sinatra e Edith Piaf.

Em fevereiro de 1941, o grande ator Procópio Ferreira apresentava ao público carioca sua filha, Bibi Ferreira, como uma das atrações do espetáculo “La Locandiera”, de Goldoni. O que ele não imaginava é que aquela jovem se tornaria a artista mais importante dos palcos brasileiros. Em fevereiro Bibi Ferreira deu início às comemorações dos 75 anos de carreira. No espetáculo “4XBIBI” a intérprete reúne as principais canções de seus últimos trabalhos que inclui Amália Rodrigues, Carlos Gardel, Frank Sinatra e Edith Piaf.

Entre uma canção e outra, Bibi revela histórias curiosas e inéditas sobre os bastidores dessas produções, matando a saudade do público e dela própria ao interpretar canções tão marcantes em sua carreira. Uma das histórias é sobre a maior fadista de todos os tempos, Amália Rodrigues, que declarou que se alguém fosse interpretar sua vida seria a artista brasileira. Amália assistiu Bibi cantando Piaf nada menos que 14 vezes em Lisboa.

O show 4XBIBI foi preparado especialmente para as comemorações do Jubileu de Diamante da intérprete, que teve início no Rio de Janeiro. Em seguida Bibi volta com a turnê pelo país e apresentações em Nova Iorque e Lisboa com o show “Bibi Canta Frank Sinatra”. Neste período haverá o lançamento de uma nova fotobiografia, além de uma caixa com seis CD’s e um novo portal na internet, onde será disponibilizado um extenso material sobre a vida e obra de Bibi Ferreira.

No show, Bibi se apresenta acompanhada por seis músicos e sob a regência do maestro Flávio Mendes, responsável também pelos arranjos e direção musical. A narração e a idealização do show ficam à cargo de Nilson Raman, que assina o roteiro ao lado de Flávio e Bibi.

 

 

 

4xBibi
Com Bibi Ferreira
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro)
Duração 60 minutos
08 e 09/11
Terça e Quarta – 21h
$100/$200
Classificação 12 anos

 

CACHORRO URUBU

O Casarão, palco do espetáculo Cachorro Urubu, agora é Casa de Cultura Vila Guilherme. E o Núcleo Tumulto quer realizar uma nova temporada do seu espetáculo em dezembro.
Para isso, criaram uma campanha no Catarse para que isto aconteça.
Para ajudar – e saber mais – entra no link – https://www.catarse.me/cachorrourubu

SINOPSE – “Futebol, violência, política e religião articulados de forma cotidiana a partir do encontro de dois personagens com trajetórias e visões de mundo distintas, mas um objetivo comum: tumultuar o sistema”.

Cachorro Urubu
Com Bruno Carboni, Cristiano Alfer, Gustavo Braunstein e Rodrigo Mazzoni
Diretor – Pablo Callazans dos Reis
Dramaturga – Camila Damasceno
Sonoplastia – Devão Sousa
Diretor de Arte – Flávio Morbach Portella
Produção Executiva e Assessoria de Imprensa – Daniele Aoki
Confecção dos Figurinos – Eliana do Prado
Ilustração – Pedro Henrique Ferreira
Design Gráfico – Gustavo Braunstein
Fotografias – Marcelo Simões e Luciano Garcia

O MAMBEMBE

O Mambembe, comédia musical da Cia das Artes, volta com nova temporada no dia 05 de novembro, sábado, às 21h30 no Teatro Paiol Cultural. Dirigida por Jair Aguiar, que também adaptou o texto de Arthur de Azevedo e interpreta Pantaleão na peça, a montagem conta a saga de uma trupe teatral que viaja pelo interior do Brasil e as dificuldades e contrariedades que enfrentam para atrair público. Sem dinheiro e lugar para dormir, o grupo se vê rendido pelas vontades de um político corrupto.

Apesar de ter sido escrito no final do século XIX, a narrativa retrata a realidade de muitos artistas da atualidade. “O Mambembe foi escrachado na época, mas o tempo o fez crescer e ser o sucesso que é”, afirma o ator e diretor Jair Aguiar, referindo-se à genialidade do dramaturgo, um dos precursores da comédia no Brasil.

Em cena durante todo o espetáculo, Leão Lobo interpreta Dona Rita, madrinha da mocinha da história, Laudelina (Gaby Ribeiro), que faz teatro amador e vive às voltas com as investidas duvidosas do empresário da jovem aspirante a atriz, Frazão, interpretado por Antonio Netto. “Ela é uma dona de casa que representa a vontade do povo de ser artista, o deslumbramento por um mundo muitas vezes distante”, comenta o jornalista, que integra pela segunda vez o elenco da peça.

Com uma mistura de linguagens, passando pelo circo e pela farsa, o diretor da montagem mantém a marca registrada da Cia das Artes de dar luz ao trabalho dos atores. “O foco é ser minimalista, com economia de gestos e movimentos”. Por isso, a cenografia e os figurinos de Marcio Tadeu são visualmente limpos. Já a iluminação assinada por Will Damas é aplicada na medida para dar ênfase às atuações cômicas e expressivas. Números musicais completam a encenação que ressaltam a dramaturgia rica em humor satírico com paródias melodramáticas e ácida crítica ao descaso dos governantes com a arte dramática.

O Mambembe
Com Antonio Netto, Caio Solano, Jair Aguiar, Leão Lobo, Gaby Ribeiro, Ananda Ferreira, Tainam Pongelupe, Amanda Bobadilha, Eduardo Salafia, Ubiratan Negrão, Fabio Moreira, Carol Gomes, Bruno Mariani, Duanny Mello, Eduardo Campagnolo, Emerson Leite, Gabriel Silverio, Geria Vasconcelos, Julia Nascimento, Kevin Oliveira, Larissa Cristina, Leandro Coelho, Luana Mello, Marcos Kaczan, Priscilla Gonçalves, Raimundo Oliveira, Wagner Avelino, Leo Silveira.
Teatro Paiol Cultural (R. Amaral Gurgel, 164 – Vila Buarque, São Paulo)
Duração 70 minutos
05/11 até 04/12
Sábado – 21h30; Domingo – 19h30
$26
Classificação livre
 
Autor: Arthur de Azevedo. 
Direção e Adaptação: Jair Aguiar. 
Diretor Assistente: Rubem Alves.
Direção Artística: Antonio Netto.
Direção Musical: Alt Garcia. 
Iluminação: Will Damas 
Produção: Cia. Das Artes. 
Produção Executiva: Keese Contino/Pedro Mashki. 
Cenário/Figurinos: Marcio Tadeu.
Assistentes: Weverton Caria (Direção), Italo Alves (Geral), Figurinos (Tainá Barrionuevo). 
Programação Visual: Jair Aguiar. 
Fotos:Lucas Pereira. 
Costureira: Dona Lucia. 
Assessoria de Imprensa: Corleone Assessoria de Imprensa Cultural