HAIRSPRAY LIVE

O canal norte americano NBC apresenta no dia 07 de dezembro a sua versão “ao vivo” do musical “Hairspray“.

O papel de Tracy Turnblad ficou para Maddie Baillio, uma atriz novata no meio do teatro musical, mas que venceu mais de 1.000 candidatas ao papel.

No elenco principal temos nomes importantes do cenário do teatro musical, do cinema e da música como Harvey Fierstein (Edna Turnblad), Kristin Chenoweth (Velma Von Tussle), Jennifer Hudson (Motormouth Maybelle), Ariana Grande (Penny Pingleton), Martin Short (Wilbur Turnblad), Derek Hough (Corny Collins), Garrett Clayton (Link Larkin), Ephraim Sykes (Seaweed J. Stubbs), Rosie O’Donnell (Professora de Ginástica) e Sean Hayes (Mr. Pinky).

O especial contará com a participação das atrizes Ricki Lake e Marissa Jaret Winokur, que interpretaram o papel principal de Tracy Turnblad no cinema e na versão da Broadway.

Hairspray estreou no Brasil no Rio de Janeiro (2009) e no ano seguinte, em São Paulo, no recém inaugurado Teatro Bradesco (Bourbon Shopping). No elenco, nomes como Simone Gutierrez, Edson Celulari, Arlete Salles, Danielle Winits e Jonatas Faro, entre outros.

O elenco do especial televisivo também participou do “Desafio do Manequim” durante um dos ensaios.

CANTANDO NA CHUVA (AUDIÇÃO)

O musical “Cantando na Chuva” está com a estreia prevista para o próximo ano, uma realização da IMM, Raia Produções e EGG Entretenimento. O espetáculo é baseado no clássico filme com Gene KellyDebbie ReynoldsDonald O’Connor nos papéis principais.

As audições ocorrem no mês de março de 2017

Interessados devem enviar: a ficha de cadastro preenchida, currículo, duas fotos (corpo e rosto) e um link de vídeo cantando ou sapateando, até o dia 20/01, para o e-mail audicaocantandonachuva@immbr.com.

Veja abaixo os perfis dos personagens:

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ESMERALDA, O MUSICAL

Esmeralda, O Musical” apresenta a história do conturbado amor da cigana Esmeralda e do fidalgo Dom Carlos. O espetáculo se passa na Espanha no início do século XIX e traz toda magia, encanto e alegria do povo cigano. A trilha sonora é composta por músicas de FÁBIO JR., com suas letras românticas e fortes que receberam um novo arranjo composto com instrumentos ciganos e espanhóis.

O best-seller “Esmeralda” é um livro aclamado da renomada autora ZÍBIA GASPARETTO. A adaptação para o palco ficou a cargo de ANNAMARIA DIAS, dramaturga brasileira, e a adaptação musical e direção geral é assinada por LUCIENNE CUNHA.

Sinopse

Esmeralda era orgulhosa, absoluta! Linda! O mistério maravilhoso de sua dança em meio ao povo arrancava olés e aplausos acalorados. Sempre desejada, despertava paixões, exacerbava sentimentos, era amada. Porém não amava ninguém. Indiferente, pouco se importava com a dor dos seus apaixonados, exigindo tudo deles sem nada dar em troca. Foi em Valença, na primavera, que Esmeralda encontrou o amor. E esse amor arrastou consigo o destino. A vaidade tem um preço que o orgulho cigano sempre paga.

Esmeralda, o Musical
Com André Moreira, Danniel Corrêah, Eduardo Moreno, Fabiana Goddoy, Gabriela Hess, Laura Santini, Luna Milano, Marcelo Iazzetti, Marcos Furtado, Marina Costa, Mayara Evans, Nalin Junior, Rosa Guimarães e Valdir Ramos. Atores convidados: Débora Munhyz e Paulo Perez
Teatro Maria Della Costa (rua Paim, 72 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 150 minutos
27/11
Domingo – 19h
$60
Classificação Etária: 14 anos

50 ANOS DE MPB – A ERA DOS FESTIVAIS

O show “50 anos de MPB – a Era dos Festivais” celebra o repertório que marcou a geração dos anos 1960, quando o país revelou talentos como Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Edu Lobo e vários outros.

Com direção musical do compositor carioca Edu Krieger, a mostra leva ao palco Soraya Ravenle, a primeira-dama dos musicais brasileiros, revivendo o áureo nascimento da MPB, em músicas que mantêm sua força no imaginário brasileiro, e oferecem uma resposta de paz e diálogo aos tempos atuais.

O show, marcado para o dia 23 de novembro, às 21h, no Theatro Net Rio,  revelará a atualidade das canções nascidas há cinco décadas e a importância da preservação desse legado, que se tornou referência matriz para toda a produção da MPB desde então.

No roteiro, destacam-se sucessos como “Arrastão” (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), “A banda” (Chico Buarque), “Disparada” (Geraldo Vandré e Theo de Barros), “Ponteio” (Edu Lobo e Capinam), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso), “Pra não dizer que não falei de flores” (Geraldo Vandré) e “Fio maravilha” (Jorge Ben Jor), entre vários outros. A pesquisa de repertório levou em conta os principais festivais de música realizados nos anos 1960, exibidos pelas TVs Excelsior, Record, Rio e Globo. Destaque para o Festival da Música Popular Brasileira e Festival Internacional da Canção.

Os arranjos são assinados por Marcelo Caldi, um dos mais reconhecidos da nova geração brasileira. Soraya Ravenle, por sua vez, se vale não somente do talento vocal, mas também da maestria cênica para “passear” pelas intérpretes da MPB dos anos 1960, como Elis Regina, Gal Costa e Maria Alcina.

O show “50 anos de MPB – a Era dos Festivais” revela como as letras e melodias desse repertório calam fundo na alma das pessoas, pois são constituintes de nossa identidade cultural. Ao provocar emoção, também evocam diálogo – um diálogo de gerações, pois os artistas presentes no palco são filhos diretos da geração dos anos 1960.

Apesar da diversidade temática das canções, é possível notar um traço comum entre os versos, os quais alude a uma espécie de devir-Brasil, um sentimento tácito de otimismo e luta por um país e uma sociedade mais democrática e igualitária. Em seu nascedouro, a MPB embalou um sonho modernista, de unir o Brasil através de sua cultura, num franco diálogo antropofágico. O caráter político, de protesto e conscientização, também é marca do cancioneiro. Destaca-se ainda a excelência musical dos artistas do espetáculo e o envolvimento afetivo com o universo temático, além das intervenções teatrais, buscando aproximar os vários campos da arte.

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50 anos de MPB – a era dos festivais
Com Soraya Ravenle
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro).
Duração 60 minutos
23/11
Quarta – 21h
$40/$100
Classificação: 12 anos.

O QUEBRA NOZES

A Cisne Negro Cia de Dança já está pronta para entrar em cena novamente com o espetáculo natalino O Quebra-Nozes, criado por Tchaikovsky em 1891. A obra entra em cartaz dia 10 de dezembro, sábado, às 20 horas, no Teatro Alfa, com sessões até dia 21 de dezembro, com matinês aos sábados e domingos. Além do elenco oficial da companhia, participam também solistas que são primeiros-bailarinos das companhias que fazem parte. Tradicional na cidade, o espetáculo recebeu em 2012 o Prêmio Governador do Estado como Melhor Espetáculo de Dança – preferência popular.

Com direção artística de Hulda Bittencourt e Dany Bittencourt, conta com a colaboração de ensaiadores renomados na área da dança, a ex-primeira bailarina da Ópera de Wiesbaden na Alemanha e maître Daniela Severian, a maitre do Teatro Municipal do Rio de Janeiro Tereza Augusta e a ensaiadora da Cisne Negro Cia de Dança Patrícia Alquezar.

O Quebra-Nozes conta a história de Clara e seu precioso boneco Quebra-Nozes, presente de seu padrinho, o mago Drosselmeyer. Juntos, eles enfrentam uma cruel batalha contra o Rei dos Ratos e seu exército, viajando pelo Reino das Neves até o Reino dos Doces.

A obra produzida pela Cisne Negro foi apresentada pela primeira vez em 1983 sob a direção de Hulda Bittencourt, recebendo naquele ano  o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), como Melhor Espetáculo de Dança. Desde então, foi incorporado ao repertório da Cisne Negro Cia de Dança até os dias de hoje. Uma das marcas do grupo é renovar o espetáculo a cada ano, emprestando a ele um toque de originalidade e inovação sem perder sua essência. A diversidade pode ser vista tanto nas coreografias quanto na montagem cênica.

Nos efeitos especiais circenses e na acrobacia de tecido contará com o Circo Escola Picadeiro, considerada uma das mais respeitadas escolas circenses do país, fundada em 1983 por Wilson Moura Leite, que tem em seu currículo grande número de ex-alunos atuando em importantes companhias no exterior, alguns deles inclusive no Cirque Du Soleil.

Neste ano de 2016, O Quebra-Nozes contará novamente no seu elenco de Anjos com integrantes da Usina da Dança, projeto social desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça – IORM, de Orlândia-SP, presidido pela empresária Josimara Ribeiro de Mendonça que atua pelo desenvolvimento integral de crianças e adolescentes na região Nordeste do Estado de São Paulo e mantém parceria com a Cisne Negro Cia. de Dança.

No saguão do Teatro, haverá a apresentação de Corais convidados, interpretando músicas natalinas, uma hora antes do início dos espetáculos, sob a coordenação da pianista Maria Inês Vasconcellos.

O espetáculo tem ainda maquiagem e visagismo especial da Equipe Jacques Janine, sob a supervisão de Chloé Gaya.

É uma obra que nos faz embarcar no sonho de Clara, transportando-nos a um mundo de imagens fascinantes, repletas de magia e beleza, que ficam gravadas para sempre em nossas mentes e em nossos corações”, dizHulda Bittencourt, fundadora da companhia e diretora artística do espetáculo O Quebra Nozes. Hulda completa: “esta 33ª edição presta uma homenagem especial à grande “maestrina da dança” Toshie Kobayashi, in memorian, que participou por 8 anos consecutivos ativa e brilhantemente da produção de O Quebra-Nozes.

O Quebra-Nozes é apresentado pelo Ministério da Cultura, PATROCÍNIO: Banco Alfa – APOIO: Cristália, Deutsch, Balletto, Brasken, Camarim Artigos para Dança, Cecília Dale, Hilton São Paulo-Morumbi, Jacques Janine, Legas Displays, Saracena Produções, Só Dança.

Sinopse

Encenado em dois atos, o ballet conta a fantasia de Clara, uma menina que na noite de Natal ganha muitos presentes, mas se encanta de uma maneira especial por um deles, um boneco quebra-nozes. Quando todos vão dormir, Clara vai à sala para brincar com seu novo presente adormece e entra no mundo da fantasia. Os brinquedos ganham vida, dançam, lutam, viajam para O Reino das Neves e Reino dos Doces, onde Clara e seu príncipe são homenageados com danças típicas de vários países e com um gracioso pas-de-deux da Fada Açucarada.

A criação de O Quebra Nozes foi inspirada em uma adaptação francesa de um trecho do conto Nussknacker und Mauserkonig (Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos), de Hoffmann. Tchaikovsky se encantou com as colorações sinistras e fantásticas que envolvem a história e compôs a música para o ballet. O resultado é uma obra repleta de fantasia e romantismo.

Grade de Solistas

Dias 10, 11, 12 e 14 (todos os horários) – Nadia Muzyca (1ª Bailarina do Teatro Colón, de Buenos Aires, Argentina) e Esteban Schenone (1º Bailarino do Ballet de La Plata, Argentina).

Dias 15, 16, 17 (20h) e 18 (18h) – Svetlana Lunkina (Principal Dancer do Ballet Nacional do Canadá) e Thiago Soares (Principal Dancer do Royal Ballet de Londres).

Dias 17 (17h), 18 (15h), 19, 20 e 21 – Márcia Jaqueline (1ª Bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro) e Cícero Gomes (1º Bailarino do Teatro Municipal do Rio de Janeiro)

O Quebra Nozes
Com Cisne Negro Cia de Dança
Teatro Alfa (Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)
Duração 120 minutos
10 a 21/12
Segunda, Terça, Quarta e Quinta – 21h; Sexta – 21h30; Sábado – 17h e 20h; Domingo – 15h e 18h
$50/$140
Classificação livre

ISADORA

De 17 a 27 de novembro, de quinta a domingo, volta em cartaz no MASP o espetáculo Isadora, que  conta a história da bailarina, pensadora e revolucionária Isadora Duncan (1877-1927). No elenco, Daniel DantasMelissa VettoreRoberto Alencar e Patricia Gasppar. A trilha sonora é executada ao vivo por Jonatan Harold (piano e acordeom). A peça estreou em maio de 2016, no Masp, e já esteve em cartaz no Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Concepção e montagem de Isadora

Idealizado por Elias Andreato em parceria com Melissa Vettore, o espetáculo discute a criação artística. O texto foi desenvolvido por Melissa Vettore, com colaboração de Elias Andreato e Daniel Dantas, por meio de pesquisa realizada a partir da autobiografia da bailarina, de documentos, documentários, discursos, coreografias e cartas. A peça reinventa os últimos dias de Isadora Duncan em Nice, na França, após o retorno de um conturbado período vivendo na Rússia.

Em um quarto de hotel, Isadora (Melissa Vettore) conhece Henry (participação especial do ator Daniel Dantas), um misterioso editor interessado em publicar seu livro de memórias. Estabelecem um jogo de provocações, que faz Isadora se confrontar com a imagem da artista provocante e libertária, revelando uma mulher humana, solitária e frágil. Ao lembrar-se da juventude ao lado dos irmãos que formam o Clã Duncan e recriar algumas coreografias, ela desperta o pensamento sobre o corpo da mulher, o amor, a dança, a educação, os sonhos e o espírito livre.

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A dança, as artes e o amor moveram a caminhada de Isadora Duncan por vários países e levaram à criação do espetáculo, a partir da tradução e adaptação das cartas, biografias e manuscritos da artista; além da linguagem corporal, baseada na releitura de algumas de suas coreografias.

Artista percursora da dança moderna, Isadora Duncan negou-se a comercializar o corpo da mulher na dança. Empenhada em construir uma ‘nova escola’ para crianças, partiu com seus irmãos, dos EUA para a Europa e Rússia. Afirmava que sua dança era símbolo da nova educação e da liberdade e era contra a técnica repressiva do ballet. Para ela a dança era “o movimento do corpo em harmonia com a natureza’.

Libertadora e afirmadora do Éros (o deus do amor) as reflexões de Isadora Duncan, sobre o direitos das mulheres, a arte e a liberdade, ainda permanecem extremamente atuais.

Isadora
Com Daniel Dantas, Melissa Vettore, Roberto Alencar e Patricia Gasppar
Auditório MASP Unilever (Av. Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 75 minutos
17 a 27/11 (dia 24 não haverá espetáculo)
Quinta – 21h30, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 20h
$40
Classificação: 12 anos.