ALGUMAS HISTÓRIAS

Paulo José consagrou-se como um grandes ícones do teatro, cinema e televisão no Brasil. São 39 filmes, 21 novelas, 25 minisséries, 31 peças e 22 montagens como diretor. No currículo, personagens marcantes como o divertido Shazan (1972) ou mesmo o doce Orestes, da novela Por Amor (1997). Há 4 meses de completar 80 anos de idade, o ator e diretor recebeu uma homenagem mais do que justa vinda dos palcos: o Monólogo “Algumas Histórias”, que fica em cartaz de 17 de novembro à 15 de dezembro, todas as quinta-feiras, às 21h, no Espaço Satyros 1, reduto de grandes artistas e produções. Os ingressos custam R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada).

Intérprete e idealizador da peça, Bruno Fracchia conta as histórias do célebre gaúcho revezando-se em dois papéis: o do próprio homenageado e o de um jovem aprendiz que segue os passos do ídolo. A transição de um para o outro é feita de maneira sutil, por meio de alguns objetos simbólicos, peças de figurino e os trejeitos e tom de voz que marcaram Paulo José na memória do público. Todos os momentos mais importantes de sua carreira estão na peça, desde os primeiros risos do palhaço no Teatro de Equipe até a descoberta do diagnóstico de Parkinson, em 1992, aos 55 anos. O romance com Dina Sfat, também dá um tom delicado à obra.

“Para mim, ele é o maior exemplo de amor aos palcos. Superou suas limitações e segue brilhando nos palcos, bem como produzindo e dirigindo diversos espetáculos. A ideia do monólogo surgiu a partir da leitura da biografia Memórias Substantivas, escrita por Tânia Carvalho. Senti uma grande necessidade de retratar um pouco dessa linda e rica trajetória de vida e de carreira”, destacou Bruno, que já trabalhou com artistas como Gerald Thomas, Ney Latorraca e Nuno Leal Maia.

Algumas Histórias
Com Bruno Fracchia
Espaço Satyros 1 (Praça Franklin Roosevelt, 134 – Consolação, São Paulo)
Duração 55 minutos
17/11 a 15/12
Quinta – 21h
$40
Classificação 12 anos
 
Interpretação e dramaturgia: Bruno Fracchia
Direção: Bruno Fracchia e Paula d´Albuquerque
Direção musical: Alexandre Birkett
Preparação para canto: Cláudia Rodrigues
Cenografia: Gilson de Mello Barros

MARCONI ARAÚJO IN CONCERT – 30 ANOS

Somando mais de vinte prêmios nacionais e internacionais como cantor, compositor e diretor musical, completa 30 anos de carreira e esse é um dos concertos onde poderemos conhecer mais sobre sua vida dedicada à música, ao ensino e ao prazer de viver da arte.
Maestro Marconi Araujo  foi pioneiro no teatro musical no Brasil, sua paixão pela música contagiou centenas de pupilos e muitos se tornaram grandes estrelas!
 

Nos últimos anos o maestro vem se dedicando à direção musical e vocal de importantes segmentos, sempre aplicando sua técnica específica não só no teatro mas também na TV e Cinema

Desde a primeira montagem brasileira de Les Miséràbles Araújo vem somando títulos à sua carreira, tais quais: You’re a good Man Charlie Brown, Jesus Christ Superstar, High School Musical – O Desafio, Xuxa e as Noviças, Cabaret, New York New York, Crazy for You, além de espetáculos brasileiros que participou como cocriador, dentre eles De Pernas pro Ar, Communittà e Raia 30 

 

Este concerto foi concebido pelo maestro Eduardo Pereira, o Produtor Fabio Hecker e todos os colaboradores do Studio Marconi Araújo, numa homenagem que cria a oportunidade para o público brasileiro conhecer uma pouco mais de sua obra composicional.

Como compositor possui várias peças para piano, piano-voz, quartetos, ensemble vocal, conjuntos orquestrais e trabalhos completos para coro e orquestra. 

 

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Marconi Araújo in Concert – 30 anos
Com Orquestra, Ensemble SMA e Solistas Convidados.
Teatro das Artes – Shopping Eldorado (Av. Rebouças, 3970 – Pinheiros, São Paulo)
13/12
Terça – 21h
$50/$200
Classificação livre
 
Direção Geral: Fabio Hecker
Direção Musical: Maestro Eduardo Pereira
Texto: Adriano Disidney

UM SOL CRAVADO NO CÉU DA BOCA

Após a produção de As Palavras da Chuva, o Teatro da Rotina estreia no dia 28 de novembro seu segundo espetáculo: Um Sol Cravado no Céu da Boca. O texto é de Drika Nery e Leonardo Medeiros assina a direção.

A peça trata de como os efeitos colaterais provocados pela vida em uma metrópole entrelaçam a existência de três personagens conectadas por um trágico acidente. A cidade de São Paulo também faz as vezes de um personagem oculto desta fábula urbana.

Pedro é o filho pródigo da cidade grande, um poeta que usa a arte dele para combater a anestesia instalada pela cidade-mãe sobre seus filhos; ele quer desnudá-la e sobre ela executar o sacrifício final, explodir seus alicerces.

Isabel é a celebridade de telejornal que, num surto psicótico provocado pela sensação de vazio e abandono, atropela uma menina e promove uma revolução pessoal em busca da verdade, contra a hipocrisia das relações humanas.

O encontro entre Pedro e Isabel acontece quando a cidade interpõe em seus caminhos a presença iluminada de Marina, uma jovem mulher rejeitada pela doença, impossibilitada da interação social, artista solitária a vagar pelas ruas.

Nas relações permeadas pelo inimigo urbano, com seus ruídos e luzes constantes corroendo as almas, inexiste a possibilidade de viver plenamente qualquer projeto de simplicidade e afeto, no amor ou no trabalho. Talvez a única saída seja escutar a poesia de Pedro e destruir a cidade. Talvez, sobre suas ruínas, as flores ainda possam nascer. Talvez o sol, cravado no grito dos submetidos, possa brilhar num horizonte limpo.

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Um Sol Cravado no Céu da Boca
Com: Bárbara Bonnie, Haroldo Miklos e Larissa Ferrara
Participações em áudio: Yuri Magalhães, Camila Araujo, Raquel Bouchardet e Veronica Valois
Participação em vídeo: Diego Monteiro
Teatro da Rotina (Rua Augusta, 912 – Cerqueira Cesar, São Paulo)
Duração 70 minutos
28/11 até 20/12
Segunda e Terça – 21h
$30
Classificação 14 anos
 
Texto: Drika Nery
Direção: Leonardo Medeiros 
Assistente de Direção: Raquel Bouchadert
Cenografia/Cenotécnico: Alicio Silva e Giorgia Massetani 
Estagiários: Mariana Raia e Natalia Miyashiro
Marceneiros: Cleiton Willy e Lucas Roger
Figurino: Laura Françozo
Estagiário: Lennin Modesto
Desenho de luz: Kuka Batista e Fagner Lourenço
Música Incidental: Igor Souza e Jéssica Melo
Música de agradecimento: Felipe Souza de Albuquerque 
Poster Art: Vânia Medeiros
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara e Mateus Fagundes
Material audiovisual/Fotografia: Luan Cardoso 
Patrocínio: Tokio Marine

A ÁRVORE MÁGICA

Quatro operários são chamados para realizar um trabalho muito especial: acender a Árvore de Natal! Sem saber exatamente quem os contratou, eles se apresentam no local indicado e descobrem que há algo especial nesta árvore que, mesmo com todo o esforço dos trabalhadores, não acende. Ela não responde à eletricidade e só pode ser acesa pelo Espírito de Natal! Transformados em verdadeiros duendes, estes atrapalhados trabalhadores vão contar com a especial ajuda do público para realizarem a tarefa com muitas surpresas até a chegada do chefe: o Papai Noel.

Paz, Amor, Harmonia, Felicidade e muitos outros sentimentos invadem o coração das pessoas na época do Natal e são espalhados pelos nossos duendes da melhor maneira: cantando! “Anoiteceu”, “Noite Feliz”, “Bate O Sino”, “O Papai Noel Vai Chegar” e “Um Feliz Natal para Todos” são convites para que o público cante e se divirta com o show. Além de renovar o Espírito Natalino, os personagens falam da importância de escolher os brinquedos que não são mais usados para doá-los a crianças que não ganhariam nenhum presente de Natal. Plantando essa sementinha de generosidade, “A Árvore Mágica” é um espetáculo para ser desfrutado por toda a família!

Para esse novo espetáculo, o ator Rodrigo Miallaret foi convidado para viver o papel do bom Velhinho.

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A Árvore Mágica
Com Erondine Magalhães, Fabricio Molinágil, Wagner Lima, Arthur Rozas e Rodrigo Miallaret
Teatro Jardim Sul – Shopping Jardim Sul (Avenida Giovanni Gronchi, 5.819 – Morumbi, São Paulo)
26/11 até 17/12
Sábado – 15h
$40
Classificação livre
 
Direção geral: Fernando Marianno 
Supervisão artística: Max Oliveira. 
Composição Musical e Arranjos: Elton Towersey. 
Execução de Cenografia : Gabriel Gombossy. 
Produtores Jardel Romão e Tais Somaio
Realização: Voir Produções e Valentina Produções.

MILTON NASCIMENTO – NADA SERÁ COMO ANTES

O musical “Milton Nascimento – Nada será como Antes” encerra sua temporada, após quatro anos de sucesso e de ter se apresentado para mais de 300 mil espectadores, com duas sessões gratuitas e ao ar livre.

O espetáculo, uma produção Möeller & Botelho e patrocínio REDE, despede-se com uma apresentação no dia 03 de dezembro na Praça Mauá (Rio de Janeiro) e no dia 10 de dezembro no Memorial da América Latina (São Paulo).

No palco, um grupo de treze artistas dá voz a temas fundamentais da música de Milton Nascimento, como amor, amizade, criação artística, negritude, brasilidade e solidão. “Não há uma divisão entre orquestra e atores: todos são uma única voz a serviço da brilhante obra musical de nosso homenageado”, explica Charles Möeller.

O cenário, de Rogério Falcão, remete a uma tradicional casa mineira e os figurinos, assinados por Charles Möeller, tem um ar de ‘roupa vivida’, como se tivessem saído de um antigo baú.

A simplicidade dá o tom: “Milton fala de temas fundamentais com um despojamento sem igual. É universal ao falar de Minas Gerais e do seu universo particular de amigos e artistas. A ideia central do musical é colocar os atores como se fizessem parte de um grupo antigo, uma espécie de ‘clube da esquina’ que ficou esquecido no interior”, resume Möeller.

O roteiro do musical se divide em quatro atos correspondentes às estações do ano. Enquanto composições que remetem a um solar imaginário interiorano (‘Bola de Meia, Bola de Gude’, ‘Aqui é o País do Futebol’) compõem o Verão, ‘A Cigarra’, ‘Um Girassol da Cor do seu Cabelo’ e ‘Nuvem Cigana’ dão colorido à Primavera. Clássicos que atravessaram gerações (‘Cais’, ‘Caçador de Mim’, ‘Encontros e Despedidas’ e ‘Faca Amolada’) moldam o Outono e continuam pelo Inverno, com ‘Nada Será como Antes’ e ‘O que foi Feito Devera’.

Milton Nascimento – Nada será como Antes
Com Bruno Tessele, Cássia Raquel, Estrela Blanco, Jules Vandystadt, Lui Coimbra, Malu Rodrigues, Marya Bravo, Pedro Aune, Pedro Sol, Rodrigo Cirne, Sérgio Dalcin, Tony Lucchesi e Whatson Cardozo
 
03/12
Sábado – 20h
Praça Mauá (Rio de Janeiro)
10/12
Sábado – 20h
Memorial da América Latina (São Paulo)
Entrada gratuita
Classificação livre
 
Criação e direção – Charles Möeller & Claudio Botelho
Arranjos musicais – Délia Fischer
Arranjos musicais adicionais – Tony Lucchesi
Arranjos vocais = Jules Vandystadt
Cenografia – Rogério Falcão
Figurinos – Charles Möeller
Iluminação – Paulo Cesar Medeiros
Design de som – Marcelo Claret
Coordenação artística – Tina Salles
Direção musical – Claudio Botelho
Direção – Charles Möeller
Assessoria de Imprensa – Factoria Comunicação
Patrocínio – REDE