CARROSSEL, O MUSICAL

“Embarque neste carrossel, Onde o mundo faz de conta, A Terra é quase o céu,…”

Após ser apresentada em novela e em dois filmes, “Carrossel” se transforma em musical, com estreia prevista para o dia 20 de janeiro no Teatro Santander.

A atriz Rosanne Mulholland interpretará novamente o personagem da Professora Helena, da Escola Mundial, junto com um elenco de treze crianças. Como cenários do musical, além da escola, haverá também passagens secretas e uma casa abandonada de dois andares, além de efeitos especiais.

O espetáculo fica em cartaz até o dia 9 de abril.

(as fotos são meramente ilustrativas)

 

GOD

Quando alguma coisa está errada, pode confiar: Deus toma as devidas providências. E dessa vez, o Todo-Poderoso, Rei do Universo, autor do espaço e do tempo decide vir à Terra pessoalmente… ou quase isso. Cansado dos Dez Mandamentos e de toda a incerteza que eles vêm gerando à humanidade, o criador toma forma através de Miguel Falabella para propor novas leis e esclarecer qualquer mal-entendido a seu respeito.

No espetáculo, ele e seus dois arcanjos dedicados, Miguel (Magno Bandarz) e Gabriel (Elder Gattely), respondem a algumas das questões mais profundas que têm atormentado a humanidade desde a Criação, em apenas 90 minutos. De uma forma muito particular, o Deus de Falabella vem para arrancar muitas risadas do público e desvendar os maiores segredos do universo ou, pelo menos, do Brasil. Afinal, Deus não é brasileiro?

De David Javerbaum, vencedor de Emmy Award Winner, o aclamado e premiado “GOD” fez um enorme sucesso na Broadway, sendo definido pelo jornal The New York Times como “delirantemente, divinamente engraçado”. No Brasil, o espetáculo chega ao público pelas mãos de Miguel Falabella que, além de interpretar o personagem principal, assina a versão brasileira e a direção.

O altíssimo vem aos seus em uma versão bem mais “moderninha”, com direito à Bíblia em formato iPad, sabendo tudo sobre corte de gordura trans e glúten, e sem paciência para política. Dentre os mandamentos repaginados, estão “Honrarás teus filhos”, “Separar-me-ás do Estado” e “Não me dirás o que devo fazer” – todos peculiarmente muito bem explicados e fundamentados.

God
Com Miguel Falabella, Elder Gattely e Magno Bandarz.
Voz em off: Bruno Garcia
Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2823 – Jardins, SP)
Duração 90 minutos
06/01 até 19/02
Sexta – 21h; Sábado – 18h e 21h; Domingo – 18h
$90/$150
Classificação 12 anos
 
Texto: David Javerbaum
Versão Brasileira e direção: Miguel Falabella
Codireção: Fernanda Chamma
Produção Geral: Sandro Chaim
Cenário e Figurino: Marco Pacheco
Iluminação: Adriana Ortiz
Trilha Sonora: Leandro Lapagesse
Visagismo: Dicko Lourenço
Transportadora Oficial: Avianca
Promoção: Globo
Realização: Aveia Cômica e Chaim Produções
Assessoria de Imprensa: Mattoni Comunicação

 

 

 

 

 

 

OVONO

O espetáculo OVONO volta em cartaz no dia 7 de janeiro de 2017 (sábado, às 20 horas) no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em São Paulo, onde permanece em cartaz até o dia 6 de fevereiro. A montagem tem texto e direção assinados pelo artista multimídia Ricardo Karman, reconhecido por montagens ousadas e inusitadas, fundador da Kompanhia Centro da Terra.

A peça é uma aventura de ficção científica, satírica e filosófica, na qual um gigantesco osso vindo do espaço está prestes a destruir a Terra. A única esperança do planeta é Ovono, o mais perfeito cérebro artificial já criado, mas esta “máquina” está aprendendo a pensar, a ter sentimentos, e pode não estar preparada para a difícil missão de destruir o objeto ameaçador e salvar a humanidade.

Além de Ricardo Karman (texto, direção e cenografia), a ficha técnica traz Amir Admoni na direção de animação digital e vídeo, Tito Sabatini como diretor de projeto multimídia, José de Anchieta no figurino, Domingos Quintiliano na iluminação e Otávio Donasci em projeto e consultoria de inflável. O elenco é formado por Gustavo Vaz, Paula Arruda, Paula Spinelli, Fábio Herford, Bruno Ribeiro e César Brasil.

O enredo discute a ambição pelo progresso tecnológico no decorrer da evolução da civilização. Com uma linguagem multimídia inusitada a encenação ousa em técnicas de vídeo maping com projeções em suportes esféricos e infláveis (seres e imagens criadas digitalmente por Adnomi, especialmente para a peça). Ricardo Karman e a Kompanhia do Centro da Terra levam para o teatro uma reflexão fundamental sobre os rumos do progresso e o ônus do desenvolvimentismo irrefreável em nossa época. OVONO é híbrido de teatro, mímica, vídeo e animação computadorizada: as personagens interagem em perfeita sincronia com animações digitais, cujas vozes são dubladas ao vivo pelos atores na coxia, criando uma dinâmica cênica que mistura o real e o virtual – linha mestra da pesquisa de 27 anos da Kompanhia. O cenário é um inflavel, onde fica uma calota (globo) que recebe a projeção de várias cenas, inclusive a “forma sugerida” do cérebro Ovono. Quase todas as cenas ocorrem dentro desta estrutura, quando os atores têm a voz amplificada para que o som seja perfeito.

A criação de Karman foi inspirada, de forma irônica, na corrida espacial dos anos 60 e 70, em filmes de ficção científica como 2001 – Uma Odisseia no Espaço (Stanley Kubrick, 1968) e no livro de Gênesis (Bíblia). O osso arremessado para o alto por um macaco (no filme) como alusão ao brilhante futuro da raça humana, marca a utopia do final do século XX. O eloquente orgulho da inteligência humana, das conquistas tecnológicas e da exploração do espaço contrasta aqui com um futuro perverso, com o ônus do modelo de progresso insustentável. Este é o contexto da parábola de OVONO: o Osso retorna e ameaça quedar-se, gigantesco, sobre nossas cabeças com o efeito devastador de uma bomba atômica.

Ovono é um computador dotado de inteligência artificial; é o paroxismo do intelecto humano, a mais sofisticada idealização da tecnologia, a mimese da inteligência humana (é uma criação digital que contracena com os atores, dublado por Paula Spinelli). Segundo o diretor, a sociedade do consumo confunde evolução tecnológica com desenvolvimento civilizatório. “Há uma certa hipnose gerada pela tecnologia que nos ilude, infla nossa autoestima e nos faz sentir orgulho da nossa raça. Percebemos de forma irrefutável um evolucionismo sempre benéfico. Tecnologia não deveria ser a única referência para o desenvolvimento da civilização. O verdadeiro progresso deveria ser o da evolução humana e dos ganhos sociais de toda a população”, explica Karman.

O espetáculo procura refletir com bom humor sobre essas questões da evolução. Há dois conflitos dramáticos, duas linhas de discussão no texto. Uma crê no progresso e quer manter o Osso no ar: acredita que a humanidade vai conseguir superar seus problemas e continuar evoluindo (e o osso continuará voando no espaço). A outra quer destruí-lo: não acredita na superação dos problemas (e o Osso cairá e nos destruirá). O computador Ovono defende a primeira hipótese, mas, diferentemente do HAL do filme de Kubrick, ele adquiriu fé no Osso. Afinal, ele seria o seu “pai”, a razão única de sua existência. E, contra todas as evidências científicas, “acredita” que ele não destruirá o planeta.

Para Ricardo Karman “o desafio em OVONO é manter a ‘simplicidade’ teatral sem deixar transparecer o inerente rigor técnico e a sofisticação eletrônica para que a história tenha um curso natural e envolvente, diante de uma dramaturgia que assume meios digitais de comunicação como ponte para a estética contemporânea”. Ele ainda explica o significado do título: “ovon-o” remete a novo, a grafia é o contrário de “o-novo”.

Ovono
Com Gustavo Vaz, Paula Arruda, Paula Spinelli, Fábio Herford, Bruno Ribeiro e César Brasil
Participação/vídeos: Lulu Pavarin, Vivian Bertocco, Beatriz Bianco e Vivian Vineyard.
Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo)
Duração 90 minutos
07/01 até 06/02
Sábado – 20h; Domingo – 19h; Segunda – 20h
$20
Classificação 16 anos
 
Texto e direção geral: Ricardo Karman
Diretor de animação e vídeo: Amir Admoni 
Diretor de projeto multimídia: Tito Sabatini
Assistência de direção: Bernardo Galegale
Figurino: José de Anchieta
Iluminação: Domingos Quintiliano
Cenografia: Ricardo Karman
Dramaturgista: Rui Condeixa Xavier
Projeto e consultoria de inflável: Otávio Donasci
Consultor de imagem: Hugo Mendes e Damian Campos
Equipe de suporte de projeção: Angelo Bag, Damian Campos e Hugo Rodrigues
Trilha sonora: Raul Teixeira e Rodrigo Florentino
Operação de som: Rodrigo Florientino
Operação de luz e vídeo: Leonardo Patrevita
Animação: Amir Admoni e Fabrício Melo
Rigging / verme: Leonardo Cadaval
Animação verme: Diego Souza
Videorreportagem: César Brasil
Assistentes de luz para montagem: Marcos Rogério Fávero e Vinícius Requena 
Adereços: Marcela Donato, Paulo Galvão, Josué Torres
Consultoria de visagismo: Duda Marcondes
Contrarregra: César Brasil, Bruno Ribeiro e Moisés Saron Lopes
Costureira: Lande Figurinos
Confecção de inflável: Juanito Cusicanki
Fabricação da calota: Marcelo Carlos da Macplast
Coordenação de produção e produção executiva: Vivian Vineyard
Administração: Norma Lyds e Emerson Mostacco
Projeto gráfico: Keren Ora Karman
Fotografia: Leekyung Kim
Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação 
Idealização: Kompanhia do Centro da Terra
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Patrocínio: Banco do Brasil
Copatrocínio: Sabesp

 

DEMÔNIOS DA GAROA AO VIVO

 

Um dos conjuntos vocais mais ativos da música brasileira ­ entrou para o Livro Guiness de Recordes, em 1994, como o mais antigo grupo em atividade no mundo ­, nasceu em São Paulo em 1943. Com bom humor, vocais e arranjos bem-estruturados agradam desde os mais antigos que acompanham a carreira, até os mais novos expectadores, que descobriram alegria e a personalidade marcante do grupo, com suas vozes inconfundíveis.

Responsáveis pelos maiores sucessos de Adoniran, os Demônios da Garoa fizeram as gravações originais de Saudosa Maloca, Samba do Arnesto eTrem das Onze, ogrupo acumula prêmios como Troféu Roquete Pinto e Troféu Chico Viola, Prêmio Sharp de Música (1995), Prêmio Ary Barroso (1998), Medalha Anchieta da Câmara Municipal de São Paulo, entre outros.Para o show, os Demônios da Garoa trazem um repertório que conta com os principais clássicos da carreira.

Demônios da Garoa Ao Vivo
Com Demônios da Garoa
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 ­ Campos Elíseos ­ São Paulo)
Duração 70 minutos
28/02
Terça – 21h
$100/$140
Classificação livre

MULTIALMA

lEm seu quarto disco da carreira, Bruna Caram aposta na brasilidade e apresenta o CD Multialma. Bruna abre o show sozinha no palco, tocando acordeon. No setlist diversificado, parcerias com Zeca Baleiro, Chico César, Paulo Novaes, Pedro Luís, Otávio Toledo, Roberta Sá e Duda Brack. Entre as canções, Vou Pra Rua, hino de empoderamento às mulheres, assim como todo o conceito do disco e a canção de trabalho Par, de sua autoria em parceria com Chico César.

Bruna também aposta em canções que exploram diversos gêneros, como o sertanejo de Chitãozinho e Xororó, em Evidências; Não Aprendi Dizer Adeus, de Leandro e Leonardo e o rock de Los Hermanos, em Último Romance, além de tocar faixas dos discos anteriores como Alquimia.

Bruna Caram será acompanhada por Bernardo Goys (baixo), Norberto Vinhas (guitarras), Ramon Montagner (bateria) e Ivan Teixeira (acordeon e piano), que assina a direção musical do show.

Multialma
Com Bruna Caram
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 -­ Campos Elíseos ­ São Paulo)
Duração 80 minutos
21/02
Terça – 21h
$60/$80
Classificação 12 anos

NOVE EM PONTO

Mistério, suspense e muito humor é o que promete ao público a peça “Nove em Ponto”, que reestreia no Teatro Folha dia 11 de janeiro e permanece em cartaz até 09 de março com sessões às quartas e quintas-feiras. Com elenco encabeçado por Bianca Rinaldi e Leonardo Vieira, o espetáculo reúne quatro personagens que vivem um encontro de potencial explosivo. A direção da montagem é de Isser Korik e o elenco conta ainda com Alex Gruli e Carol Bezerra.

Na trama, dois casais têm um encontro marcado para as nove da noite na casa de um deles. A história é contada a partir de três versões diferentes: o casal convidado chegando 15 minutos antes, o casal chegando no horário marcado, o casal chegando 15 minutos atrasado. A trama se desenrola a partir de um acontecimento misterioso do passado que gera discórdia e tensão entre as personagens, resultando em um espetáculo com muito humor e suspense. O público é levado a observar os personagens sob as diferentes possibilidades, conforme a variação de horários em que os personagens se encontram.

O texto foi feito a partir de uma ideia original do autor de novelas Rui Vilhena, escrito por ele com a colaboração de Joana Jorge e Vinícius Marquez.

Heloísa, personagem de Bianca Rinaldi, é a diretora de uma revista feminina e alvo de constante desconfiança de seu marido, o piloto de aviões Diogo, interpretado por Leonardo Vieira. Alex Gruli faz Henrique Bonaparte, amigo de Heloísa e ator em ascensão que se prepara para trabalhar numa novela. Carol Bezerra interpreta a misteriosa Alice, professora e esposa de Henrique.

O diretor Isser Korik explica que a engenhosidade do texto remete à Teoria do Caos e ao Efeito Borboleta. “O texto nos mostra o quanto a vida de todos nós acaba sendo regida por uma sucessão de acasos e como tudo poderia ter saído diferente graças a aspectos meramente circunstanciais”, comenta. “O desafio da direção é deixar claro ao público qual foi o fato, o acontecimento que deflagra consequências diferentes em cada versão”.

O autor Rui Vilhena conta que a inspiração para a peça partiu de uma experiência pessoal, quando ao dirigir um carro surgiu de repente uma moto na contramão. “A moto bateu no meu carro. Na realidade o motociclista estava fugindo da polícia, olhou pra trás e o acidente aconteceu. Fiquei imaginando que se eu estivesse passado por ali cinco segundos antes ou depois nada disso teria acontecido”, conta.

Na peça, a personagem Diogo é maníaca por pontualidade e isto influencia seu humor em relação às outras personagens, de acordo com o horário de chegada dos convidados para o jantar. “Quando os convidados chegam quinze minutos antes nada está pronto para o jantar e isto, para a anfitriã, é uma situação caótica porque ela ainda não está preparada para recebê-los. Quando Henrique e Alice chegam na hora isto causa surpresa em Diogo. Quando chegam quinze minutos atrasados, Diogo já está com um humor insuportável e o suflê que ele preparou passou do ponto”. Todos estes detalhes, de acordo com o momento em que os convidados chegam, influenciam a relação entre as personagens e determinam o que acontecerá.

nove_em_ponto_2

Nove em Ponto
Com Bianca Rinaldi, Leonardo Vieira, Carol Bezerra e Alex Gruli
Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis (R. Dr. Veiga Filho, 133 – Higienópolis, São Paulo)
Duração 80 minutos
11/01 até 09/03
Quarta e Quinta – 21h
$40
Classificação 14 anos
 
Dramaturgia: ideia original de Rui Vilhena
Texto: Joana Jorge, Vinícius Marques e Rui Vilhena
Cenografia: Paula de Paoli
Figurinos: Marichilene  Artisevskis
Expressão corporal: Juliana Sanches                                            
Trilha sonora composta: Rodrigo Zalcberg
Video: Lucas Mendes
Criação gráfica: Winnie Affonso
Fotografia: Gilberto Haider
Equipe técnica: Jardim Cabine
Administração: Isabel Gomez e Iná Schneider
Coordenação de produção: Isabel Gomez
Assistentes de direção: Ian Soffredini e Mariana São João                    
Direção e iluminação: Isser Korik            
Realização: RDP Marketing Cultural Ltda / Conteúdo Teatral

 

 

A BELA E A FERA

Uma adaptação de Tina Mendes sobre o apaixonante conto de fadas francês escrito por Jeanne-Marie LePrince de Beaumont.

Em uma pequena aldeia da França, Bela, uma jovem inteligente e sonhadora é considerada estranha por todos, e seu pai Maurice, um inventor que é visto como um louco. Ela é cortejada por Gaston, o bonitão da aldeia que quer casar com ela. Mas apesar de todas as jovens da aldeia o achar um homem bonito, Bela não o aceita, pois vê nele uma pessoa exibida e arrogante.

Quando o pai de Bela vai para o concurso de Lyon demonstrar sua nova invenção, ele acaba se perdendo na floresta e é atacado por lobos. Desesperado, Maurice procura abrigo em um castelo, mas acaba se tornando prisioneiro da Fera, o senhor do castelo, que na verdade é um príncipe que foi amaldiçoado por uma feiticeira quando negou abrigo a ela.

Quando Bela sente que algo aconteceu ao seu pai vai à sua procura. Ela chega ao castelo e lá faz um acordo com a Fera: se seu pai fosse libertado ela ficaria no castelo para sempre. A Fera concorda e todos os “moradores” do castelo, que também foram transformados em objetos falantes, sentem que esta pode ser a chance do feitiço ser quebrado. Mas isto só acontecerá se a Fera aprender a amar e ser amado.

O que parecia impossível, enfim acontece. Bela consegue enxergar além das aparências e o ensina o verdadeiro significado do amor.

a-bela-e-a-fera-foto-jeronimo-gomes-1

A Bela e a Fera
Com Andresa Gavioli, Mauro Pucca, Aguiberto Santos, Erika Farias, Fernanda Gavioli, Guilherme Costenaro, Thalita Drodowsky, Zé Alberto Martins e Wellington Firmino.
Teatro das Artes – Shopping Eldorado (Avenida Rebouças, 3970– Pinheiros, São Paulo).
Duração 60 minutos
07/01 até 26/02
Sábado e Domingo – 16h
$60
Classificação livre
 
Adaptação: Tina Mendes
Direção: Andresa Gavioli e Mauro Pucca
Assistente de Direção: Guilherme Costenaro
Diretor de Produção: Mauro Pucca
Assistente de Produção: Fernanda Gavioli
Figurinos: Arlete Castro
Cenografia: Rafael Junqueira e Daniel Amaral
Iluminação: Rodrigo Souza
Sonoplastia: Sérgio Luís
Arte Visual: Vicente Queiróz
Realização: OSCARDEPAU Produções Artísticas