ELENCO DE “O HOMEM DE LA MANCHA”

A premiada versão de Miguel Falabella do clássico musical O Homem de La Mancha retorna aos palcos de São Paulo no dia 9 março, no Teatro Alfa, com novidades no elenco.

OS protagonistas da primeira temporada serão mantidos: Cleto Baccic, no papel de Cervantes/Dom Quixote; Sara Sarres como Aldonza/Dulcineia e Jorge Maya interpretando Sancho Pança. Os veteranos Guilherme Sant’Ana (L’ Illustre Molière, Senhor de Poqueral, A Mandrágora) e Carlos Capeletti (Piaf, O Mágico de Oz, O beijo da Mulher Aranha) continuam como Governador e Duque, respectivamente.

Completam o espetáculo outros grandes nomes do teatro musical como André Loddi (de Ghost, o Musical e I love Paraisópolis) no papel de Sansão Carrasco/Quixote cover; Bianca Tadini (de Cinderela de Rodgers e Hammerstein e Jesus Cristo Superstar) na pele de Antônia; Ludmillah Anjos (Ghost, o Musical) como a Criada; Gabriela Rodrigues (Fame – O Musical) como a Cigana; Philipe Azevedo (Rent, Cinderela de Rodgers e Hammerstein) no papel de Anselmo; Frederico Reuter (A Madrinha Embriagada, Alô Dolly!, Hairspray) como o Padre; Ubiracy Paraná do Brasil (Alô Dolly!, Memórias de um Gigolô) como Pedro; e Noedja Bacic (As Ruminantes, Heavy Hamlet) como Maria.

Verdadeiro divisor de águas na qualidade da produção dos musicais montados no Brasil, “O Homem de La Mancha de Falabella recebeu cinco prêmios de melhor espetáculo e sete prêmios Bibi Ferreira em 2014.

A obra-prima de Cervantes, transformada em clássico da Broadway, em 1965, por Dale Wasserman, ganha colorido verde e amarelo, em pleno século XXI, pelo olhar de Falabella, que conquistou sucesso de público e crítica, faturando o APCA de melhor espetáculo de teatro.

Abaixo a lista  completa do elenco:

Cleto Baccic – (Cervantes/Quixote)

Sara Sarres – (Aldonza/Dulcinéia)

Bianca Tadini – (Antonia)

Guilherme Sant’ana – (Governador)

Carlos Capeletti – (Duque)

Jorge Maia – (Sancho)

André Loddi – (Sansão/Cover Quixote)

Frederico Reuter – (Padre)

Gabriella Rodrigues – (Ensemble/Cigana)

Philipe Azevedo – (Anselmo/ Cover Padre)

Noedja Baccic – (Maria)

Anelita Gallo – (Swing/Dance Captain) 

Arízio Magalhães – (Barbeiro)

Brenda Nadler – (Ensemble)

Clarty Galvão – (Ensemble/Criada)

Ditto Leite – (Ensemble)

Edgar Bustamante – (Hospedeiro)

Fernando Mariano – (Ensemble)

Johnny Camolesi – (Ensemble)

Ludmilah Anjos – (Ensemble/Criada)

Marcelo Góes – (Diretor) 

Mariana Hidemi – (Ensemble/Cigana)

Mariana Saraiva – (Ensemble/Cigana)

Rafael Machado – (Ensemble)

Rodrigo Bellini – (Ensemble/Cover Barbeiro)

Rodrigo Garcia – (Ensemble/Cover Anselmo)

Tony Germano – (Ensemble/Cover Sancho)

Ubiracy Paraná – (Pedro)

Ygor Zago – (Ensemble)

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O Homem de La Mancha
Com Cleto Baccic, Sara Sarres, Bianca Tadini, Guilherme Sant’ana, Carlos Capeletti,  Jorge Maia, André Loddi, Frederico Reuter, Gabriella Rodrigues, Philipe Azevedo, Noedja Baccic, Anelita Gallo, Arízio Magalhães, Brenda Nadler, Clarty Galvão, Ditto Leite, Edgar Bustamante, Fernando Mariano, Johnny Camolesi, Ludmilah Anjos, Marcelo Góes, Mariana Hidemi, Mariana Saraiva, Rafael Machado, Rodrigo Bellini, Rodrigo Garcia, Tony Germano, Ubiracy Paraná e Ygor Zago
Teatro Alfa (Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)
Duração 105 minutos
09/03 até 02/04
Quinta – 21h; Sexta – 21h30; Sábado – 17h e 21h; Domingo – 17h
$50/$190
Classificação 10 anos

O CLUBE DOS MUSICAIS

A Loja dos Musicais após criar produtos exclusivos que são vendidos nos saguões dos teatros e ter realizado “O Dia dos Musicais“, vem agora com um novo conceito: “O Clube dos Musicais“.

O Clube dos Musicais é um clube de assinaturas, onde mensalmente serão enviados caixas recheadas de surpresas (produtos exclusivos e colecionáveis), desenvolvidos pela equipe da A Loja dos Musicais, de acordo  com o tema do mês.

Os três primeiros temas foram: “Fora de Série“, “Vilões” e “Oz“.

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São 2 modelos de assinaturas: o Box Completão e o Box Nada Básico.

No Nada Básico, é enviado mensalmente um item exclusivo mais um item surpresa; já no Completão, o assinante recebe de 3 a 5 itens, selecionados pela equipe da A Loja dos Musicais.

O box é enviado a partir do dia 20 de cada mês. O prazo de entrega é de acordo com os Correios e ou transportadoras.

O valor investido mensalmente no Box Completão é de R$95,00 + frete e no Box nada básico de R$45,00 + frete. O cancelamento pode ser feito a qualquer momento através do e-mail

Você pode entrar em contato para fazer a sua assinatura, bem como obter mais informações através do site www.oclubedosmusicais.com.br .

Para qualquer duvida entre em contato no email contato@alojadosmusicais.com.br ou no whatsapp 11 42421349.

A BELA E A FERA

Acredite na magia… o trailer final do filme “A Bela e a Fera“, com atores e computação gráfica, está no ar. Mostra, além de trechos inéditos, como ficou a versão para a canção tema interpretada por Ariana Grade e John Legend.

O elenco conta com Dan Stevens (Fera), Luke Evans (Gaston), Emma Watson (Bela), Emma Thompson (Sra. Potts), Kevin Kline (Maurice), Ian McKellen (Cogsworth), Gugu Mbatha-Raw (Plumette), Ewan McGregor (Lumiere) e Stanley Tucci (Cadenza).

O filme estreia no dia 16 de março.

O BOSQUE SOTURNO

O Bosque Soturno, uma das mais recentes comédias dramáticas de Neil Labute, célebre autor americano de sucessos como Na Companhia dos Homens e Razões para ser Bonita, narra o universo particular de dois irmãos que, como eles mesmos afirmam, parecem
não ter saído da mesma barriga, por meio de uma trama que  mistura pitadas de “humor negro” com fortes emoções dramáticas e um mistério a ser desvendado.
A peça  teve sua estreia mundial em Londres no ano de 2011 com Matthew Fox e Olivia Williams, obtendo sucesso de critica e publico, e faz sua estreia brasileira em Fevereiro no Teatro Eva Herz com Guta Ruiz e Pedro Bosnich no elenco e direção de Otávio Martins.
Sinopse
O BOSQUE SOTURNO narra os conflitos entre um casal de irmãos que precisa superar as diferenças de personalidades e feridas antigas para resolver uma situação delicada e cheia de mistérios.
Presos em um chalé no meio de uma floresta, em uma noite fria e chuvosa, Betty e Bobby se mostram adultos repletos de conflitos e traumas não resolvidos, o que contribui para o clima de tensão da narrativa.
Um história sobre segredos, relação familiar, luto e maturidade, O Bosque Soturno é uma exploração da psique humana do célebre dramaturgo americano Neil Labute, reconhecido pela profundidade e intensidade de suas peças, além da sua enorme veia de humor negro que contagia todas suas peças.

 

O Bosque Soturno
Com Guta Ruiz e Pedro Bosnich
Teatro Eva Herz – Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – Bela Vista, São Paulo)
Duração 70 minutos
02/02 até 24/03
Quinta e Sexta – 21h
$40
Classificação 16 anos
Texto: Neil Labute
Direção: Otávio Martins
Tradução: Flavio Moraes
Adaptação: Otávio Martins
Cenário: Mirtis Moraes
Figurino: Pedro Bosnich
Desenho e Operação de luz: César Pivetti
Fotografia: Gustavo Arrais
Design Gráfico: Osiris Junior
Produção: 4us e WST Produções
Assistente de Produção: Cora Valentini
Assessoria de Imprensa: Vicente Negrão Assessoria

O QUE TERÁ ACONTECIDO A BABY JANE?

O clássico O Que Terá Acontecido a Baby Jane?com Eva Wilma e Nicette Bruno faz nova temporada a partir de 15 de fevereiro, com sessões às quartas e quintas-feiras, às 21h, no Teatro Porto Seguro. A montagem tem direção da dupla Charles Möeller & Claudio Botelho, que pela primeira vez assina um espetáculo que não é musical.

Eva e Nicette interpretam as irmãs Jane e Blanche Hudson, lendárias personagens vividas por Bette Davis e Joan Crawford no cinema. Após ser uma estrela mirim do teatro de vaudeville, Jane Hudson (Eva Wilma) precisou lidar com a decadência de seu prestígio e o posterior sucesso de sua irmã, Blanche (Nicette Bruno), que se transformou em uma estrela do cinema hollywoodiano. Após um trágico e misterioso acidente que encerrou definitivamente a carreira de ambas, elas se encontram confinadas – e abandonadas – em uma mansão, onde dividem um cotidiano recheado de mágoas e ressentimentos.

É o cenário perfeito para o embate entre as irmãs e para uma vingança perversa de Jane, que passara boa parte da vida renegada ao papel de coadjuvante nos filmes da irmã. Disposta a voltar aos palcos, Jane tenta retomar o personagem da infância, passando por cima de tudo para atingir o seu objetivo. ‘Além da rivalidade entre as irmãs e todas as questões que passam por este tema, ‘Baby Jane’ também é sobre o embate entre o teatro de vaudeville e o cinema. A convivência entre os gêneros durou até o cinema se tornar falado, o que levou ao fim do vaudeville’, analisa Charles.

A adaptação teatral embaralha os acontecimentos da vida das irmãs e mistura passado, presente e fantasia em cena. Jane e Blanche serão vividas pelas crianças Sophia Valverde e Duda Matte e também por Rachel Rennhack e Juliana Rolim, na juventude. Paulo Goulart Filho, Nedira Campos e Teca Pereira completam o elenco. ‘Os tempos são sobrepostos, como na construção dramatúrgica de Nelson Rodrigues em ‘Vestido de Noiva’. A atmosfera é também rodrigueana, mas existe uma inspiração no universo de Tennessee Williams, completa o diretor.

Mais de cinco décadas após o lançamento cinematográfico, o mítico longa-metragem O Que Terá Acontecido a Baby Jane? ganhou sua primeira versão teatral. Para completar, a montagem traz o encontro inédito nos palcos das duas atrizes com quase seis décadas de trajetórias marcantes no Teatro Brasileiro.

Traumas, ressentimentos, solidão e loucura

A fama de O Que Terá Acontecido a Baby Jane? rendeu incontáveis histórias e polêmicas de bastidores, que ultrapassaram décadas. Inimigas na vida real, Bette Davis e Joan Crawford protagonizaram uma série de desentendimentos no set, o que ajudou a aquecer ainda mais o clima de rivalidade entre as personagens. Pela primeira vez, as atrizes experimentavam um gênero novo, algo entre o terror psicológico e o suspense, em uma trama repleta de viradas e cenas emblemáticas.

Por algumas questões burocráticas, a adaptação teatral do filme nunca foi adiante. Apaixonados pelo longa-metragem, Charles Möeller & Claudio Botelho tinham um desejo antigo de encenar a história e foram surpreendidos com a notícia de que finalmente a transposição para o palco tinha acabado de ficar pronta. O próprio Henry Farrell, autor do romance original que deu origem ao filme, se dedicou a escrever a peça pouco antes de morrer, em 2006. Quase dez anos depois, os direitos foram liberados pela família e cedidos para a Möeller & Botelho.

Os diretores levaram toda a sua equipe criativa dos musicais para o novo projeto, que conta com a cenografia de Rogério Falcão – responsável por todos os trabalhos da dupla desde ‘7 – O Musical’ (2007) –, os figurinos de Carol Lobato, recém-premiada com o Cesgranrio e o Reverência por Kiss me, Kate, a iluminação de Paulo César Medeiros (Prêmio Reverência por Nine – Um Musical Felliniano) e a coordenação artística de Tina Salles.

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O que terá acontecido a Baby Jane?
Com Eva Wilma, Nicette Bruno, Paulo Goulart Filho,Teca Pereira, Nedira Campos, Juliana Rolim, Rachel Rennhack e as crianças Sophia Valverde e Duda Matte.
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
15/02 até 30/03
Quarta e Quinta – 21h
$40/$60
Classificação 14 anos
 
Um espetáculo de Charles Möeller & Claudio Botelho.
Autor: Henry Farrell.
Adaptação: Charles Möeller.
Tradução: Claudio Botelho.
Direção: Charles Möeller.
Cenografia: Rogério Falcão.
Figurinos: Carol Lobato.
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros.
Visagismo: Beto Carramanhos.
Design de som: Ademir Moraes Jr..
Coordenação Artística: Tina Salles.
Direção de Produção: Beatriz Braga.
Produção Executiva: Edson Lopes.
Realização: Möeller & Botelho.
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação

ROCKY HORROR SHOW

A comédia musical Rocky Horror Show, montagem de Charles Möeller & Claudio Botelho reestreia no Teatro Porto Seguro dia 10 de fevereiro, com sessões sextas e sábados, às 21h e domingos, às 19h.

No dia da reestreia, o público que for assistir o espetáculo de cosplay (caracterizado de uma das personagens da peça) vai participar de uma promoção. Serão escolhidas as 20 melhores fantasias e os vencedores poderão subir ao palco para dançar a última música Time Warp, com o elenco.

Rocky Horror Show é um fenômeno teatral raro. Após estrear em uma pequena sala do circuito underground londrino em 1973, virou filme, se transformou em ícone pop e nunca mais saiu de cartaz dos palcos e das telas de cinema. Uma verdadeira legião de fãs ajuda a manter a aura do musical, em exibições especiais, encontros e happenings por todo o mundo.

Inspirada nos filmes b de ficção científica e horror dos anos 40 a 70, a comédia musical – com texto e músicas de Richard O’Brien – conta com uma trilha roqueira e um texto que mistura referências da época com um leve toque sexual. Ao procurar ajuda em uma estrada deserta, um jovem casal de noivos, Brad Majors e Janet Weiss, chega a um castelo abandonado, onde são recebidos pelo cientista maluco Frank N Furter (Marcelo Medici) e uma série de criaturas bizarras.

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Rocky Horror Show
Com Marcelo Medici, Bruna Guerin, Felipe De Carolis, Gottsha, Thiago Machado, Jana Amorim, Nicola Lama, Marcel Octavio, Felipe Mafra, Vanessa Costa, Thiago Garça.
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 105 minutos
10/02 até 12/03
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$50/$120
Classificação 14 anos
De Richard O‘Brien.
Um espetáculo de Charles Möeller & Claudio Botelho.
Direção: Charles Möeller.
Versão Brasileira: Claudio Botelho.
Direção musical: Jorge de Godoy.
Supervisão musical: Claudio Botelho.
Figurinos: Charles Möeller.
Cenografia: Rogério Falcão.
Coreografia: Alonso Barros.
Iluminação: Rogério Wiltgen.
Design de som: Ademir Moraes Jr.
Vídeos de cena: Kelson Spalato.
Visagismo: Beto Carramanhos..
Coordenação Artística: Tina Salles.
Direção de Produção: Beatriz Braga.
Produção Executiva: Edson Lopes.
Patrocínio: Porto Seguro.
Transportadora oficial: Avianca.
Realização: Möeller & Botelho.
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação

O BEM-AMADO, O MUSICAL

Aproveitando a nova tendência de adaptar novelas para o teatro musical, “O Bem Amado“, de Dias Gomes, tem estreia prevista para o segundo semestre em palco paulistano.

Os Dez Mandamentos“foi a primeira (2016). Este ano, já estão em cartaz “Carrossel, o Musical” e “Roque Santeiro“. “Vamp” estreia em março no Rio de Janeiro.

Por enquanto, as únicas informações divulgadas foram que o prefeito Odorico Paraguaçu será interpretado pelo ator Nelson Freitas; e que duas músicas – “O Bem Amado” e “Meu Pai Oxalá“- que foram usadas na telenovela (1973) serão mantidas no musical.

A Novela

Obra de Dias Gomes (o mesmo autor de “Roque Santeiro”), “O Bem Amado” é inspirada numa peça teatral do próprio autor – “Odorico, o Bem-Amado e Os Mistérios do Amor e da Morte” (1962).

Foi a primeira telenovela em cores da televisão brasileira, transmitida na rede Globo, no horário das 22 horas. Esteve no ar entre 22 de janeiro a 03 de outubro de 1973. Também foi a primeira novela a ser exportada (primeiro para o Uruguai, depois Estados Unidos e depois aos demais países da América Latina -exceto Venezuela – e Portugal).

Apresentou personagens que ficaram eternizados na memória dos brasileiros, como o prefeito  de Sucupira, Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo), o matador Zeca Diabo (Lima Duarte), as irmãs Cajazeiras (Ida Gomes, Dorinha Duval e Dirce Migliaccio), além de Dirceu Borboleta (Emiliano Queiroz).

A novela fez tanto sucesso, que foi reapresentada numa versão mais curta no mesmo horário em 1977; virou seriado de televisão entre 1980 e 1984; foi adaptada para o cinema em 2010, com Marco Nanini dando vida ao prefeito Odorico.

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O enredo

O texto era uma crítica ao Brasil dos tempos do regime militar. Foi desenvolvida uma sátira ao cotidiano de uma cidade fictícia no litoral baiano, Sucupira, e a figura dos coronéis (`políticos e fazendeiros), que dominavam a população local a fim de se perpetuarem no poder.

O “bem-amado” é o prefeito populista e corrupto Odorico Paraguaçu. Ele se elegeu com o slogan “Vote em um homem sério e ganhe um cemitério”, já que não há cemitérios em Sucupira, o que obriga os moradores a enterrarem seus mortos em cidades vizinhas. Odorico tenta a todo custo inaugurar sua obra enterrando alguém. Para tanto, permite que o matador Zeca Diabo volte à cidade, com a promessa de que não será preso, na esperança que ele mate alguém. Só que não podia imaginar que Zeca Diabo queria virar um homem correto. O prefeito também vive às turras com o médico local, que é do partido da oposição, o dr. Juarez Leão. O médico se envolve com a filha do prefeito e com seu bom trabalho, impede que os doentes morram. Ao final da trama, Zeca Diabo, revoltado com as ações de Odorico, mata o prefeito, que então pôde inaugurar o seu cemitério.