PLAYGROUND

Rajiv Joseph, finalista do prêmio Pulitzer de 2010, conta nessa peça a história de um amor pouco convencional vivido por Daniel e Karina que se conhecem na infância e, entre idas e vindas, chegam à maturidade. Com importantes nomes do cenário teatral paulistano, a equipe artística é composta por Cássio Brasil assinando cenário e figurino, iluminação de Aline Santini, trilha sonora de Gregory Slivar e no elenco os atores Mateus Monteiro (indicado ao Prêmio Shell por este trabalho) Lara Hassum. A direção é de Marco Antônio Pâmio, também indicado ao Prêmio Shell.

Depois de temporada de sucesso no ano passado, o espetáculo volta ao cartaz dia 6 de fevereiro de 2017 no  Viga Espaço Cênico.

Sinopse
O primeiro encontro de Daniel e Karina acontece aos oito anos de idade na enfermaria da escola em que estudam. Ela sente dores no estômago e ele acabou de cair de bicicleta de cima do telhado. O que parecia pouco provável a princípio, acontece: já no final da primeira cena a amizade é selada com uma bela e sincera demonstração de empatia.

Essa história é contada no decorrer de trinta anos de forma fragmentada. As cenas se passam em intervalos de ora quinze anos para frente e ora dez anos para trás na vida dos protagonistas. Enquanto os anos passam, a amizade dos dois aumenta e, cena a cena, o espectador pode enxergar o rumo que essa relação toma e o vínculo profundo que se estabelece entre feridas no corpo e na alma dos personagens.

Entre encontros e desencontros, os amigos se distanciam chegando a ficar anos sem se encontrar, mas seus caminhos voltam a se cruzar, sempre em momentos que englobam acidentes graves ou até a morte. Nesta dramaturgia impactante, o público se depara com um humor afiado que, magistralmente, propõe uma percepção ainda mais afiada sobre a condição humana.

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Playground
Com Lara Hassum e Mateus Monteiro
Viga Espaço Cênico (R. Capote Valente, 1323 – Pinheiros, São Paulo)
Duração 80 minutos
06 a 28/02
Segunda e Terça – 21h
$20
Classificação 12 anos
 
Texto: Rajiv Joseph
Tradução: Mateus Monteiro
Direção: Marco Antônio Pâmio
Assistente de Direção: Gonzaga Pedrosa
Cenário e Figurino: Cássio Brasil
Iluminação: Aline Santini
Trilha Sonora: Gregory Slivar
Direção de Movimento: Marco Aurélio Nunes
Criação de Maquiagem: Beto França
Edição de Vídeo: Gian Marco Delle Sedie
Fotógrafo: Leekyung Kim
Assistente de Iluminação e Operação: Pajeú de Oliveira
Operação de Som e Vídeo: Viviane Barbosa
Assistente de Figurino: Junior Santana
Direção de Palco: Jorge Leal
Designer Gráfico: Bruno Gonçalves e Leonardo Miranda
Produção Executiva: Larissa Barbosa
Direção de Produção: André Canto
Produtores Associados: Lara Hassum e Mateus Monteiro
Produção: Canto Produções
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

 

TEMPO DE VIVER

Texto inédito de Carlos Colabone com direção de Gonzaga Pedrosa e Carlos Colabone é uma peça em seis fotografias que fala de amizade, memória e maturidade. Com Lucélia Machiavelli, Selma Luchesi, Suia Legaspe e Valéria Lauand.

Pelas areias de uma praia do litoral, a vida de quatro mulheres é marcada por mais um encontro durante a passagem do réveillon. Carmen, Yara, Alma e Juracy celebram a amizade, recordando momentos especiais de cada uma delas, brindando a possibilidade de viverem intensamente um tempo de felicidade.

Alma tem 66 anos. Viúva. Elegante, polida, perspicaz, amorosa e insegura. Seu olhar revela uma tristeza. Fotógrafa internacional que registrou durante anos o trabalho de um grupo de mergulhadores que buscavam espécies raras pelo mundo marinho.

Carmen tem 73 anos. Viúva. De forte personalidade, vaidosa, despachada, engraçada, criativa, egocêntrica, comunicativa, irônica. Não dispensa adereços exagerados, de cores vibrantes. Usa uma bengala. Empresária bem-sucedida, proprietária de uma grife feminina.

Yara tem 56 anos. Solteira. Franca, aberta, alegre e politizada. Cabeleireira, proprietária de um importante salão de beleza em um bairro nobre da cidade. Juracy tem 54 anos. Casada. Mulher simples, amável, convicta em tudo o que diz e faz. Presta serviço para a comunidade da igreja à qual pertence.

“A maturidade provoca deslocamentos, diferenças que devem ser compartilhadas. As quatro mulheres desse TEMPO DE VIVER são absolutamente convictas sobre o que pensam e falam. Elas se permitem abrir o baú e remexer o passado. Umas mais, outras menos, sem deixar diluir a forte personalidade de cada uma. Recordam juntas dificuldades e alegrias do passado para celebrar a possibilidade de tornar a vida mais compreensível e prazerosa”comenta o autor e diretor Carlos Colabone.

Além da relação dessas mulheres com a vida, há no texto outras questões paralelas, como a responsabilidade ambiental, o comportamento do ser humano num ambiente de praia. Da ocupação ao acúmulo de dejetos. Afinal, o mar leva, mas também devolve.

A encenação

Carlos Colabone também assina o cenário e o figurino. Uma espécie de instalação convida o público a se sentir na praia. Em diagonal, um praticável sinuoso, inspirado no desenho de um cavalo-marinho, simboliza a enseada: areia e mar; sobre ele um guarda-sol, duas cadeiras. Ao redor cadeiras de praia são espalhadas aleatoriamente pelo público, que as recebe quando entra no espaço.

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Tempo de Viver
Com Lucélia Machiavelli, Selma Luchesi, Suia Legaspe e Valéria Lauand.
CCSP – Centro Cultural São Paulo – Sala Espaço Missão (Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo)
Duração 80 minutos
21/01 até 26/02
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 20h
$20
Classificação 16 anos
 
Texto: Carlos Eduardo Colabone.
Dramaturgismo: Gonzaga Pedrosa.
Direção: Carlos Colabone e Gonzaga Pedrosa.
Cenografia e figurino: Carlos Colabone.
Iluminação: Fran Barros.
Trilha sonora: Ricardo Severo.
Preparação Corporal: Luzia Carion.
Makeup Designer: Beto França.
Fotografia: Bob Sousa.
Designer Gráfico: Victor Iemini.
Vídeos da Internet: Bruno Kott e Ricardo Lisboa e Yantra Imagens.
Produção técnica: Impacto R.
Assistente de produção: Isabella Menezes.
Direção de Produção: Fernanda Moura.
Realização: Palimpsesto Produções Artísticas e Prêmio Zé Renato.
Idealização: Carlos Colabone.
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

MULHERES ÁCIDAS

Realizar Mulheres Ácidas é um sonho antigo das atrizes Marianna e Cristiane. O texto escrito por Cristiane conta a história de diversas mulheres, em diferentes estágios da vida, em épocas distintas. Suas relações, frustrações, medos, anseios e encontros. Suas vidas são narradas também por mulheres, que se identificam, criticam e se emocionam com as vidas das outras. “Eu escrevi para mim e para a Mari fazermos. Nos conhecemos há muito tempo e passamos várias fases da vida juntas. Agora, aos 40, a gente ficou com essa vontade de fazer um humor mais maduro. Acho que essa peça é o resultado de duas atrizes que estão repensando suas carreiras e suas posições dentro da sociedade“, conta a atriz e dramaturga Cristiane Wersom.

Uma peça sobre o feminino feita por três mulheres que tem muito em comum, Quito, Cristiane e Marianna. Cris e Marianna são amigas e parceiras de trabalho há anos, as duas já desenvolveram diversos projetos, como o canal de humor no youtube “Mulheres Ácidas” e a “As Olívias”, grupo de comédia da qual elas fazem parte, junto com as atrizes Renata Augusto, Sheila Friedhofer e o ator Victor Bittow. A diretora Cristiane Paoli Quito foi professora de ambas na Escola de Arte Dramática da USP e desde então, as três acompanham os trabalhos uma das outras. “Eu e Cris somos parceiras de vida e de trabalho. Mesmo quando é difícil, é fácil. Porque tem diálogo, tem o entendimento para além da fala. Só posso agradecê-la por confiar seu primeiro texto a mim. Muito do que ela escreveu é meu já, tem a ver com a minha história, que ela conhece de trás para frente. E ter a Quito como mestra disso é uma sorte!”, comenta Marianna.

As personagens da peça vivem diferentes contextos de vida em diferentes gerações.  Isadora, uma mulher que passa a vida inteira tentando entender um amor. Sofia, uma garota que não aceita os padrões impostos à ela. Otacília, uma senhora que espera a visita de seus filhos. Histórias passadas a limpo com humor, num texto ácido e rápido. “Essas mulheres são a minha mãe, a minha vó, eu, minhas amigas, as mães e filhas das minhas amigas…  Elas são um misto das alegrias, angústias, faltas e desejos que eu observei e vivenciei ao longo desses anos todos”, completa Cristiane Wersom.

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Mulheres Ácidas
Com Cristiane Wersom e Marianna Armellini
Teatro Eva Herz – Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073 – Bela Vista – São Paulo)
Duração 80 minutos
14/02 até 29/03
Terça e Quarta – 21h (exceto dia 28/02 sessão será às 18 horas)
$40
Classificação 14 anos
 
Texto: Cristiane Wersom
Direção Geral: Cristiane Paoli Quito
Assistência de direção: Leonardo Devitto
Preparação corporal: Fabrício Licursi
Figurinos: Marianna Armellini
Projeto de luz: Fabrício Licursi
Técnicos de Luz e Som: Cris Souto e Ciro Godoy
Mídia digital: Elemento Cultural
Projeto gráfico: Victor Bittow
Fotos: Vitor Vieira
Produção: Leonardo Devitto
Administração: Joca Pacello
Patrocínio: Eurofarma

 

OS ADULTOS ESTÃO NA SALA

Depois de duas temporadas da sua terceira peça Os Médios, em 2016, a Má Companhia Provoca volta aos palcos paulistanos com sua primeira produção, Os Adultos Estão na Sala com texto e direção de Michelle Ferreira. A peça foi um grande sucesso da companhia, com seis temporadas e apresentações em mais de 20 cidades do interior e outros estados entre 2013 e 2015.  A temporada será de 3 a 26 de fevereiro – sextas e sábados às 21h e domingos às 19h – no Teatro Arthur Azevedo.

Para nós é maravilhoso voltar com nossa primeira peça ao mesmo tempo em que estamos preparando nosso quarto espetáculo, esse é o ideal para nós, conseguirmos manter o repertório ativo e não pararmos de produzir novas obras”, comenta Michelle Ferreira.

Peça que marcou a estreia da A Má Companhia Provoca, Os Adultos Estão na Sala trata de questões do mundo contemporâneo de maneira ácida e divertida. A peça busca inspiração nos desenhos animados para retratar o cenário urbano e utiliza uma linguagem moderna, que flerta com o rock’n roll e transita entre comédia e drama. Os temas de Os Adultos Estão na Sala são colocados pela autora e diretora Michelle Ferreira em uma espécie de “trem desgovernado que corre em todas as direções, inclusive para a plateia, em uma viagem vertiginosa de conflitos e surpresas”

Em uma metrópole de terceiro mundo, uma ponte está sendo construída. Manifestações surgem na cidade enquanto três mulheres adultas se encontram dentro da sala de um apartamento. Lá, elas falam sobre consumo excessivo, preocupação com aparência, fronteiras entre o público e o privado, problema do álcool e crack e manifestações populares. Um menino – que nunca aparece – está no quarto e ouve toda a conversa. Mas algo acontece enquanto os adultos estão na sala. Maura Hayas é Dulce Vicente, uma mãe solteira ativista ex-viciada em drogas; Flávia Strongolli é Ivone Dim,  uma maníaca por cirurgias plásticas e gin; e Martina Gallarza é Clara Day, uma escritora diabética. “O que será que pode acontecer quando uma criança se depara com o mundo dos adultos?”, pergunta Michelle Ferreira, autora e diretora de Os Adultos Estão na Sala.

Segundo as atrizes da A Má Companhia Provoca, o espetáculo “disseca e amplifica as aflições contemporâneas que envolvem a vida nas metrópoles”. O texto, que já foi escrito há cerca de dois anos, é, inclusive, propício ao momento atual do Brasil e mostra como essas personagens se posicionam diante de problemas que envolvem o urbano.

Os Adultos Estão na Sala levanta questões que não são respondidas: “As crianças olham para nós e enxergam nossas dúvidas, nossos anseios. Será que ainda conseguimos mentir pra elas? O mundo adulto parece confuso, inclusive para os próprios adultos. Num mundo onde se tornou provisório e relativo, como uma criança pode se sentir segura?”, questiona Michelle Ferreira.

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Os Adultos Estão na Sala
Com Flávia Strongolli, Maura Hayas e Martina Gallarza
Teatro Arthur Azevedo (Av. Paes de Barros, 955 – Mooca, São Paulo)
03 a 26/02
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$20
Classificação 14 anos
 
Texto e Direção: Michelle Ferreira
Diretora Assistente: Solange Akierman
Direção de Arte: Anne Cerutti
Iluminação: Ariene Godoy
Sonoplastia: Michelle Ferreira
Trilha Sonora Original: André Namur
Desenho Sonoro: Ricardo Bertran
Operador de som e luz: João Delle Piagge
Fotos: Leekyung Kim
Produção: Gelatina Cultural
Idealização e Produção Geral: A Má Companhia Provoca
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

AUDIÇÃO PARA ‘GREASE, O MUSICAL’

Oportunidade para participar da audição para a montagem universitária do espetáculo ‘Grease, o Musical’, na cidade de São Paulo.
O grupo tem o apoio da UFABC e da Universidade Anhembi Morumbi. A temporada está prevista para iniciar em agosto.
Os interessados devem enviar currículo com foto e vídeo cantando, até o dia 09 de março, para o email greaseomusical@gmail.com
Por ser uma montagem independente, sem financiamento direto, a única remuneração dos atores será feita durante a temporada, pela bilheteria.
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