MAIS QUERO ASNO QUE ME CARREGUE, QUE CAVALO QUE ME DERRUBE

Os vícios e costumes da sociedade patriarcal e sua consequente opressão contra o gênero feminino estão na comédia de Carlos Alberto Soffredini.

A peça conta a história da adolescente Inês, que vive com sua mãe para os afazeres domésticos. Assistir ao seu ídolo, o cantor John Braz, na TV, é sua única diversão. Pressionada pelas vizinhas, mãe e madrinha para que se case, Inês é inscrita em um programa de TV que agencia casamentos, ao melhor estilo “Vai dar Namoro”. Porém, ao casar-se, percebe que nem tudo é um mar de rosas, e não aceita a dura rotina imposta, decidindo libertar-se de maneira inusitada.

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Mais quero um Asno que me carregue, que Cavalo que me derrube
Com Ana Carolina Capozzi, Felipe Fonseca, Flora Rossi, Giovana Arruda, Hildit Nitsche, Ian Noppeney, Juliana Leite, Martha Almeida, Yannick Iksvaarzen.
Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosvelt, 158 – Centro, São Paulo)
Duração 70 minutos
09/02 até 24/03
Quinta e Sexta – 21h
$40
Classificação: 12 anos

O ASSALTO

Estreia no dia 14 de fevereiro no Espaço da Cia. da Revista o espetáculo O Assalto, com direção de Gustavo Trestini e com Fabio Santarelli e Rodrigo Caetano no elenco.

Escrito por José Vicente em 1967 e encenado pela primeira vez no Teatro Ipanema no Rio de Janeiro em 1969, com direção de Fauzi Arap e com Ivan de Albuquerque e Rubens Correa em cena, a montagem obteve enorme sucesso tendo recebido uma versão cinematográfica em 1971 com o mesmo elenco da peça e direção de Walter Lima Junior.

O contexto histórico deste período, em meio à ditadura militar, acabou por circunscrever o texto no rol da dramaturgia de resistência ao regime, mas quase cinquenta anos após a sua estreia o texto se mostra revelador da sociedade contemporânea, na qual as relações e as pessoas se mostram cada vez mais coisificadas.

 Em O Assalto, Vitor, funcionário número 5.923.800 de um banco, volta à sua sala, depois do expediente, com o objetivo de encontrar Hugo, um faxineiro responsável pela limpeza do ambiente. O encontro entre esses dois personagens, próximos na insignificância, frente à corporação para a qual trabalham, mas diferentes no extrato social em que cada um ocupa, acaba por produzir uma relação que oscila entre a repulsa e a atração, plena de contradições. A tensão gerada por essa relação mantém o espectador atento do começo ao fim do espetáculo.

 O Assalto é uma daqueles textos que acabam se mostrando muito à frente do seu tempo, capaz de dialogar com muita profundidade com as inquietações e sensibilidade da sociedade contemporânea, tão carente de sentido e de utopias.

 Com uma direção centrada no jogo dos atores, Gustavo Trestini intensifica a violência e a compaixão, propostas pelo autor, revelando a humanidade desses personagens a partir de suas contradições. O espetáculo oferece também uma reflexão sobre nossa condição de cidadãos em relação com a impiedosa estrutura de uma metrópole como São Paulo, carente de vínculos de afeto e vitrine do onipotente e corruptor poder financeiro.

 

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O Assalto
Com Fabio Santarelli e Rodrigo Caetano
Espaço Cia da Revista (Al. Nothmann, 1.135 – Santa Cecília, São Paulo)
Duração 75 minutos
14/02 até 27/04
Terça, Quarta e Quinta – 21h
$40
Classificação 16 anos
 
Texto: José Vicente
Direção: Gustavo Trestini
Assistente de direção: Rita Giovanna
Cenário: Gustavo Trestini
Figurino e produção: Fabio Santarelli
Desenho de luz: Fernando Azevedo
Designer gráfico: Diego Torralbo
Fotos: Leekyung Kim
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

5 X COMÉDIA

Após um hiato de quase 20 anos, o “5 X Comédia”, uma das grandes sensações do teatro brasileiro da década de 90 – concebido por Sylvia Gardenberg, produzido pela Dueto e visto por mais de 450 mil espectadores –, está de volta. Após temporadas de sucesso no Rio de Janeiro,  Brasília, Belém e Curitiba, a nova montagem, dirigida por Monique Gardenberg e Hamilton Vaz Pereira, agora chega a São Paulo, onde fica em cartaz no teatro Frei Caneca, de 10 de março a 30 de abril, com cinco esquetes escritos e interpretados por alguns dos mais incensados nomes do humor e da nova dramaturgia contemporâneos.

Nesta versão do século XXI, Bruno Mazzeo, Debora Lamm, Fabiula Nascimento, Lucio Mauro Filho e Thalita Carauta têm a incumbência de dar vida aos personagens criados, respectivamente, por Antonio Prata, Julia Spadaccini, Jô Bilac, Gregorio Duvivier e Pedro Kosovski. O espetáculo tem cenário de Daniela Thomas e Camila Schmidt, iluminação de Maneco Quinderé e figurino de Cassio Brasil. A BB Seguridade, empresa que concentra as operações de seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos do Banco do Brasil, apresenta e patrocina o projeto, que conta também com o patrocínio da Renner. A venda de ingressos se inicia no dia 22 de fevereiro no site www.ingressorapido.com.br e na bilheteria do Teatro Frei Caneca (mais informações no serviço abaixo).

MAIS UMA VEZ CINCO

Por Isabel De Luca

Percebendo-se ultrapassada pelas princesas contemporâneas, uma Branca de Neve à base de rivotril lê Simone de Beauvoir na tentativa de construir uma nova mulher. Flavio tenta estabelecer regras para uma suruba que começa a rolar durante uma festa no apartamento emprestado da mãe. Um pai de primeira viagem recorre a medidas extremas após meses de privação de sono e precisa se explicar na delegacia. Enquanto aproveita mais um teste de elenco para filar um lanche, uma figurante sem noção tira o diretor do sério. Indignada com a maneira como o pet shop elege os bichos da vitrine, uma arara tem um arroubo de ódio direcionado sobretudo a um Poodle Queen.

Marco do teatro carioca dos anos 1990, o espetáculo “5 X Comédia” está de volta pelas mãos de Hamilton Vaz Pereira, diretor-geral das três versões anteriores, e Monique Gardenberg, produtora da montagem original. Dezessete anos depois da última encenação, uma nova geração entra em cena: Antonio Prata, Jô Bilac, Julia Spadaccini, Gregorio Duvivier e Pedro Kosovski são os autores dos textos interpretados, respectivamente, por Bruno Mazzeo, Fabiula Nascimento, Debora Lamm, Lucio Mauro Filho e Thalita Carauta. Desta vez, Hamilton e Monique dirigem juntos os cinco esquetes.

Assistidas por mais de 450 mil pessoas em dezenas de cidades brasileiras, as versões de 1993, 1995 e 1999 celebrizaram-se por fichas técnicas cujas vidas se entrelaçavam desde a década de 1970, ora no grupo de teatro Asdrúbal Trouxe o Trombone – capitaneado, não por acaso, por Hamilton –, ora no programa “TV Pirata”, que foi ao ar na Rede Globo de 1988 a 1990 e voltou à grade em 1992. Os quadros e os atores foram se revezando nos palcos. Quinze quadros. Doze atores: Andréa Beltrão, Denise Fraga, Diogo Vilela, Pedro Cardoso, Luiz Fernando Guimarães, Débora Bloch, Fernanda Torres, Miguel Magno, Cláudia Raia, Patrycia Travassos, Evandro Mesquita, Totia Meireles.

Agora, sublinha Monique, não é muito diferente. “São atores-criadores que se uniram para a produção de um novo humor, como foi o caso da série ‘Cilada’, que ficou no ar durante seis temporadas, do filme ‘Muita calma nessa hora’, ou do programa ‘Junto e Misturado’. E aos cronistas como Antonio Prata e Gregorio Duvivier se unem a turma da nova dramaturgia de Jô Bilac, Julia Spadaccini e Pedro Kosovski, movimento renovador do teatro carioca”, ela situa. Hamilton classifica a nova montagem de “corajosa”: “Quem viu lá atrás pode querer comparar, e isso é um perigo. Mas a nova versão não se amedronta, é o que se percebe nos textos que recebemos e na vitalidade que está sendo mostrada por cada intérprete.

 Retornar ao “5 X Comédia” era um desejo antigo que só ganhou corpo quando Monique se aproximou de Bruno Mazzeo por intermédio de Augusto Casé, que produz os filmes de ambos. Se em 1993 a peça foi concebida por Sylvia Gardenberg, irmã de Monique, a partir de um encontro com Pedro Cardoso, Bruno foi o catalisador da nova montagem. “Vi nele, esse cara multitalentoso que eu admirava de longe, o parceiro que precisava para me ajudar a trazer a peça de volta, assim como o Pedro ajudou a Sylvinha a escalar autores, atores, diretores”, diz a diretora. “Isso aqui é, também, uma homenagem a ela.”

Unidos esteticamente pelo cenário de Daniela Thomas e Camila Schmidt, pela luz de Maneco Quinderé e pelo figurino de Cassio Brasil, os cinco quadros também dialogam no que trazem de mais atual. Temas e citações se repetem aqui e ali: o novo feminismo, a intolerância que borra os limites entre civilidade e barbárie, o desenho animado “Peppa Pig”, as corruptelas da vez – caso do ubíquo “miga”: “Miga, cê tá bem?”, pergunta a Branca e Neve do esquete de Julia Spadaccini ao encontrar Alice deprimida na cama. 

Desde que o espetáculo foi idealizado – e apresentado em apenas três sessões na primeira encarnação, para comemorar os cinco anos do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) –, 11 autores passaram pelo programa: Luis Fernando Verissimo, Mauro Rasi, Vicente Pereira, Pedro Cardoso, Hamilton Vaz Pereira, Miguel Magno, Ricardo Almeida, Felipe Pinheiro, Miguel Falabella, Patrycia Travassos, Regiana Antonini. Na lista de diretores dos esquetes até agora estavam Hamilton, Mauro Rasi, Marcus Alvisi, Pedro Cardoso, Miguel Magno, Miguel Falabella e Regiana Antonini.

O comando da cena dividido irmãmente entre Monique e Hamilton é, portanto, uma novidade. “O encaixe tem sido perfeito, porque o Hamilton se liga na coisa espacial da encenação, já eu gosto do detalhe da atuação”, conta Monique. O parceiro corrobora: “São duas frentes complementares que se conectam, uma vai precisar da outra”.

Outra singularidade está no processo mais participativo do que nas encenações passadas. “Todos estão conversando sobre as cenas de todos, estamos valorizando o potencial de cada quadro coletivamente. Antes cada um cuidava do seu e eu visitava todo mundo para ver como estava indo, havia uma independência mais radical”, compara Hamilton. “Agora não, tudo junto misturado, com toda a liberdade”, conclui Monique.

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5 X Comédia
Com Debora Lamm, Bruno Mazzeo, Fabiula Nascimento, Thalita Carauta e Mauro Lúcio Filho
Teatro Frei Caneca – Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo)
Duração 80 minutos
10/03 até 30/04
Sexta – 21h; Sábado – 21h30; Domingo – 19h
$50/$120
Classificação 14 anos
 
Direção: Hamilton Vaz Pereira e Monique Gardenberg
Cenário: Daniela Thomas e Camila Schmidt
Imagens do Cenário e Projeto Gráfico: Radiográfica
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurino: Cássio Brasil
Fotos: André Gardenberg
Vídeos: Dado Marietti
Assistente de Direção: Mila Portella e Sergio Maciel
Direção de Palco: Ney Silveira
Operador de Luz: Vladimir Freire
Operadora de Som: Joana Guimarães
VJ: Bruno Grieco
Contra Regra: Gabriel Max Serqueira
Caracterização: Sonia Penna
Produção de Figurino: Patricia Sato e Sonja Gradel
Assessoria de Imprensa: Vanessa Cardoso / Factoria Comunicação
Texto Programa: Isabel De Luca
Gerência Comercial: Josy Siqueira e Stefania Dzwigalska
Financeiro: Érica Maia, Marco Aurélio Serqueira, e Monica Lima
Motoristas: João Batista Oliveira e José Luis
Produção Teatro: Selene Marinho
Direção de Produção: Clarice Philigret
Diretores Executivos: Carlos Martins e Jeffrey Neale
Idealização: Dueto
Realização: Nós3

UMA NOITE COM MARCELO MANSFIELD

“Uma noite com Marcelo Mansfield” revive os grandes momentos do ator e traz novos quadros musicais e o momento “Piores Piadas”, que apesar do nome, arranca gargalhadas da plateia.

Aos textos sobre a vida e o cotidiano ele acrescenta criações inesquecíveis, como o Seu Merda, (depois Seu Banana no “Zorra Total”) , o Franklin Silveira, um colunista social que em seu programa de rádio destila o seu veneno em fofocas sobre os “Pobres e Anônimos” e o cantor de Mambo que mais se arruma do que canta.

O espetáculo estreou em Portugal em 2015, circulou pelo interior de São Paulo em 2016 e estreia agora para o grande público da capital  no dia 11 de fevereiro no teatro Renaissance, com sessões aos sábados, ás 23h59.

Marcelo Mansfield foi um dos pioneiros no gênero Stand Up no Brasil, lançando o Clube da Comédia há mais de 10 anos. São dele os solos “Nocaute” e “Como entrar mudo e sair calado”, além de ter integrado o elenco do show de humor “Terça Insana”.

Uma Noite com Marcelo Mansfield
Texto, direção e interpretação: Marcelo Mansfield
Teatro Renaissance – Hotel Renaissance (Alameda Santos 2233 – Jardins, São Paulo)
 Duração 60 minutos
11/02 até 06/05
Sábado – 23h59
$60
Classificação 14 anos

A INOCÊNCIA ESTÁ PERDIDA

Vencedor do quadro “Quem chega lá”, do “Domingão do Faustão” em 2010, há quase cinco anos Matheus Ceará é um dos personagens mais queridos do humorístico “A Praça é Nossa”, onde é responsável por alguns dos picos de audiência do programa.

Socano a Bucha”, seu show de estreia, foi criado em 2015 e rodou todo o Brasil, sempre com sessões lotadas. Em 2016, Matheus Ceará criou o show “Inédito Para Quem Nunca Viu”, com o qual ainda faz turnê pelo país e que permanece em cartaz às terças-feiras, no Comedians, em São Paulo.

Em “A Inocência está Perdida”, Matheus Ceará volta às suas origens, revelando uma realidade muito diferente das dos dias de hoje. O humorista relembra as histórias de sua infância, incluindo os causos de seus avós, Seu Antenor e Dona Leonora, e as experiências vividas com a sua esposa, Maria Caranguejo, e seus filhos,  Waldisney e Disneylandia.

Além das surpreendentes lembranças, que prometem muitas gargalhadas, Matheus Ceará apresentará o novo “Quadro da Máscara”, que contará com a participação da plateia.

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“A Inocência está Perdida”
Com Matheus Ceará
Comedians Comedy Club (Rua Augusta, 1.129 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 80 minutos
21/02 até 28/03
Terça – 21h
Couvert artístico $45
Classificação 16 anos

 

ROSE, A DOMÉSTICA DO BRASIL

Rose, a doméstica do Brasil”, volta a São Paulo para uma temporada no Teatro Itália no mês de março de 2017. Rose é uma mulher batalhadora que ficou famosa por se tornar a doméstica dos gays depois que postou seu vídeo na internet cantando “Grelo”, paródia de “Halo”, da consagrada cantora pop Beyoncé.

Ela agora ganha uma versão para o teatro, onde relembra toda a sua história antes de ficar famosa. Sua vida dura na infância, seus filhos e suas desilusões amorosas são contadas com muita música ao vivo e sotaque nortemineiro – que é a marca registrada da personagem -, além de um divertido sonho com seu ídolo Amado Batista.

Sobre o Personagem

Segundo o ator Lindsay Paulino, que criou e vive a personagem, “A Rose já existe faz muito tempo. Mas não se chamava Rose. O personagem era uma dona de casa do interior com seus conflitos típicos de mãe: problema com os filhos, com o marido, com a casa, etc. Ela se chamava Supriana, bem roceira mesmo, caipira. Quando me mudei pra Belo Horizonte tive a ideia de deixá-la mais urbana. Então dei um corte na peruca que era longa, mudei o nome pra Rose e pensei: porque ela não se especializa em faxina gay? Na época eu morava com um amigo e estava rolando uma onda de fazer blog e postar vídeos. Gravamos no nosso apartamento mesmo e postamos no blog sem pretensão nenhuma de fazer sucesso. Fizemos pros amigos mesmo. Só que o personagem foi crescendo e depois de um tempo eu criei a paródia “Grelo” que foi responsável pelo sucesso”.

A história é inventada, mas é tudo verdade!

Sempre tendo como referência a infância, a família, os vizinhos e vários outros personagens que cruzam nossas vidas e nunca mais deixam nossa imaginação, Lindsay Paulino e a diretora Adriana Soares, entre risos escandalosos e profunda identificação com a Rose, enveredaram em descobrir o rumo para onde estas estórias iriam levar. “Rose apresenta uma narrativa simples e descontraída, como se estivéssemos falando com uma velha conhecida que entre uma espanada e outra, um sonho e outro, divide conosco o seu mundo”, diz Adriana. Soares ainda completa: “O espetáculo “Rose, a doméstica do Brasil”, com certeza já estava pronto na cabeça do ator-criador Lindsay Paulino, que com coragem, muita dedicação e confiança deu à personagem, que já existe há tanto tempo, ainda mais sentido e forma”.

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Rose, a Doméstica do Brasil
Com: Lindsay Paulino
Teatro Itália – Sala Drogaria SP (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 75 minutos
04/03 até 02/04
Sábado – 21h; Domingo – 18h
$50
Classificação 10 anos
 
Direção: Adriana Soares
Produção: LP Produções
Texto e atuação: Lindsay Paulino
Cenário e luz: Diego Benicá
Figurino: Lindsay Paulino
Bonecos: Paulo Emílio Luz
Preparação Vocal: Beto Sorolli
Coreografias: Alberto Venceslau e Andressa Corso
Voz em off: Luiz Arthur
Trilha Sonora adaptada: Lindsay Paulino
Gravação, mixagem e masterização: Audioartte e Maria Tereza Costa
Backing vocal: Milene Vianna e Raissa Alves
Maquiagem: Bianca Tocafundo
Projeção: Rafael Bastos
Fotografia: Guto Muniz
Programação Visual: Daniel Augusto
Imagens: Self Produções
Cenotécnica: Companhia Cenográfica
Confecção de Figurino: Sisan confecções
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação

LÍVIA E ALÍRIO EM NOVA YORK

No dia 20 de dezembro de 2016, Livia Dabarian e Alírio Netto estrearam o show “Freddie Mercury Revisited“, no The Triad Theatre (Nova York – EUA).

Durante a estada na cidade, eles gravaram um programa especial para o canal que eles têm no youtube: “12,5% com Alírio Netto e Lívia Dabarian

Além de darem 10 dicas imperdíveis do que se fazer em Nova York, eles incluíram uma filmagem da canção “Who wants to live forever“, gravada durante o show do ano passado.