ERA UMA VEZ… ILUSÃO E MÁGICA!

Em sua temporada de 2017 no Teatro Irene Ravache, do Raposo Shopping, o ilusionista Ismael de Araujo estreia espetáculo interativo para toda a família com enredo infantil e um elenco jovem, divertido e eletrizante

Após fazer sucesso em 2016 com o espetáculo “Truques da Ilusão”, em que mesclou mágica e hipnose, o ilusionista Ismael de Araujo volta ao palco do Teatro Irene Ravache, no Raposo Shopping, com um novo projeto: “Era uma vez… Ilusão e Mágica!”. Entretenimento para toda a família, o espetáculo, dirigido e protagonizado pelo próprio Ismael, conta a história de um cientista que se sentia muito sozinho e resolveu desenvolver uma fórmula secreta para criar um filho para chamar de seu.

Nesta espécie de Pinóquio pós-moderno, o menino, papel de Ismael de Araujo, nasce com poderes mágicos. O público acompanha a saga do pequeno mágico, que foge de casa em busca de uma mãe e se mete em uma sequência de enrascadas, sempre ao lado de sua fiel consciência em forma de fadinha. São também de roer as unhas as façanhas do pai cientista para conseguir proteger sua fórmula secreta de uma terrível bruxa, que quer roubá-la para criar um exército de crianças – não para amá-las, claro, mas sim para escravizá-las!

Com trilha sonora contemporânea, referências a séries de TV atuais e formato muito interativo, “Era uma vez… Ilusão e Mágica!” lembra uma contação de história, em que as crianças participam das mágicas e da construção do enredo, dando palpites, opiniões e conversando com os personagens. Ao lado de Ismael estrela um talentoso elenco de jovens atores – Catarina Torres, Flávia Oliveira, Léo Drummond e Lucas Alves –, que fazem a plateia se divertir e se emocionar do início ao fim.

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Era uma vez… Ilusão e Mágica!
Com Catarina Torres, Flávia Oliveira, Ismael de Araujo, Léo Drummond e Lucas Alves
Teatro Raposo Shopping – Sala Irene Ravache (Rodovia Raposo Tavares, 14,5 – Jardim Claudia, São Paulo)
14/01 até 29/04
Sábado – 16h
$30
Classificação livre

BITA E AS BRINCADEIRAS

Nos tempos em que brincar está cada vez mais associado aos jogos eletrônicos, o Mundo Bita – habitado por seres verdes chamados Plots, o lugar é conhecido por ser a casa do amigão de bigode laranja e cartola na cabeça, o Bita! – apresenta um universo lúdico de brincadeiras saudáveis e divertidas. O espetáculo infantil Bita e as Brincadeiras faz curta temporada de 11 a 26 de março, com sessões aos sábados e domingos, às 15h, noTeatro Porto Seguro.

Dirigido por Maurício Vogue e baseado no álbum homônimo lançado em 2014 (que recebeu DVD de Ouro e de Platina), a peça coloca em cena Bita e seus amiguinhos Lila, Dan e Tito. O texto é do João Henrique Souza com músicas compostas por Chaps Melo. No elenco, Jeff Franco, Nathan Diego Milléo Gualda, Amanda Leal, Vitor Hugo do Amaral, Renato Sbardelotto, Taciane Vieira e Camila Fávero.

O musical infantil criado a partir de um desenho animado, Bita e as Brincadeiras propõe uma viagem pelo universo dos jogos como pega-pega, quebra-cabeça, massinha de moldelar, esconde-esconde e outros temas que muita gente já brincou. Na trama, as crianças Lila, Tito e Dan se deparam com limites estabelecidos pelos pais e mães para o contato com plataformas digitais. Entediados, pensam que não conseguem mais se divertir. É quando Bita surge como um elo entre o real e a imaginação, incentivando-os a descobrir novos mundos no universo das brincadeiras.

Com sete atores em cena, o espetáculo musical traz as onze canções do álbum. “O grande desafio é manter viva a dinâmica e magia dos vídeos de animação nos palcos. Mas como a proposta desta história é de resgatar as brincadeiras lúdicas que vem passando por gerações, a motivação é grande”, explica o diretor Maurício Vogue.

Chaps Melo, cantor e compositor, afirma que a própria experiência como pai o inspirou a compor as músicas. “Tenho duas filhas curiosas e, como a maioria das crianças de hoje, ligadas em tecnologia. Bita e as Brincadeiras vem para estimular descobertas por meio de brincadeiras eletronicamente desconectadas. O curioso é que usamos as plataformas digitais com o desenho animado para estimular a criança a desligar a TV e curtir o mundo lá fora, o que é um desafio. A peça de teatro vem para diversificar essa experiência através da linguagem cênica”.

Esta é a segunda montagem teatral do Mundo Bita realizada pela Cia Regina Vogue de Teatro, que montou em 2013 a peça Bita e os Animais.

Bita e As Brincadeiras
Com Jeff Franco, Nathan Diego Milléo Gualda, Amanda Leal, Vitor Hugo do Amaral, Renato Sbardelotto, Taciane Vieira e Camila Fávero.
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 60 minutos
11 a 26/03
Sábado e Domingo – 15h
$60/$80
Classificação livre

 

 

DZI CROQUETTES

Dando continuidade a temporada Paulista, o espetáculo “Dzi Croquettes” prossegue com as comemorações de 45 anos de história teatral e de vida conjunta do Grupo, que serviu de modelo para toda uma geração de artistas.

Devido ao sucesso alcançado nas suas duas últimas temporadas, o espetáculo voltara em cartaz para quatro únicas apresentações aos finais de semana, dias 11,12,18,19 de março, no Teatro Augusta, aos sábados as 21h30, e aos domingos as 20h00.

Mantendo suas características originais, sua irreverência peculiar e a reafirmação do Teatro Musical Brasileiro, o Dzi Croquettes, é liderado em cena por Ciro Barcelos, integrante da formação original do Grupo (que assina também a autoria, coreografia e direção geral do espetáculo), composto por uma nova geração de bailarinos,cantores e atores.

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Dzi Croquettes
Com Ciro Barcelos, Rogério Nóbrega, Paulo Victor Gandra, Filipe Ribeiro, Julio Aracack, Filipe Azeredo e Dante Paccola
Teatro Augusta Sala Paulo Goulart (Rua Augusta,943; Cerqueira Cesar, São Paulo)
Duração 90 minutos
11 a 19/03
Sábado – 21h30; Domingo – 20h
$80
Classificação 14 anos
 
Realização: ARTE-SE – Estúdio Ciro Barcelos
Concepção, Texto e Direção Geral: Ciro Barcelos
Assistente de Direção: Radha Barcellos
Direção Musical: Demetrio Gil
Trilha Sonora: Demetrio Gil e Flaviola
Percussão: Vitor de Toledo
Coreografia: Ciro Barcelos e Lennie Dale
Figurinos e Adereços: Claudio Tovar
Cenografia: Pedro Valério
Coreógrafos convidados: Elaine Carvalho (Flamenco), Neuza Abbes (Tango) e Rafael Leal( Afro)
Estamparia das asas das Borboletas, calcinhas do Cancan e sapatos de Carmem Miranda: Victor Dzenk.
Figurino do Yê Mele: Ciro Barcelos

TERÇA INSANA – GRACE GIANOUKAS RECEBE

O Theatro NET São Paulo, na Vila Olímpia, será palco do mais novo projeto da Terça Insana Produções Artísticas. Terça Insana – Grace Gianoukas Recebe cumpre temporada às terças-feiras, em março, nos dias 14, 21 e 28 de março. As sessões acontecem às 20h30.

O espetáculo tem um formato de talk show teatral, no qual Grace Gianoukas recebe convidados, personagens, espíritos, encomendas, sustos e o público, ao lado dos atores Darwin Demarchi e Rita Murai, que integram o elenco da Terça Insana desde 2015.

Transformando o teatro em avião e o público, em passageiros de um vôo fictício, Terça Insana – Grace Gianoukas Recebe diverte ao fazer uma reflexão bem-humorada sobre o Brasil, enquanto a nave não decola. Tudo com a irreverência que consagrou o projeto Terça Insana.

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Terça Insana – Grace Gianoukas Recebe
Com Grace Gianoukas
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360.- Vila Olimpia, São Paulo)
Duração 90 minutos
14 a 28/03
Terça – 20h30
$40/$100
Classificação 16 anos

ARTAUD, LE MÔMO

O espetáculo “Artaud, le Mômo” estreou em 2016 no Teatro da Aliança Francesa para comemorar o 120º aniversário de Antonin Artaud (1896-1948).   A seguir foi apreciado em curta temporada no Teatro Sérgio Cardoso.

A nova temporada do espetáculo, entre 10 de março e 2 de abril de 2017, na Funarte São Paulo, dará ao público paulista a oportunidade de vivenciar a elaboração meticulosa e abusada do universo alucinatório do poeta surrealista. Inspirado em textos artaudianos selecionados – As novas revelações do ser; Verdadeira história de Artaud, o Momo; Supostos e Supliciações; A face humana; O homem árvore, entre outros – o espetáculo demonstra a atualidade da poética artaudiana diante dos conflitos sócio políticos, econômicos e culturais em tempos globais.

“Artaud, le Mômo” confronta os “mantenedores da ordem do lucro das instituições sociais e burguesas”, os agentes das guerras e todas as formas de “escravidão contemporânea” com um combate em favor da “liberdade autêntica” do ser humano criativo.

Sinopse

“Artaud, le Mômo” é um espetáculo teatrocoreográfico de Maura Baiocchi sobre a vida e obra de Antonin Artaud. A linha mestra da dramaturgia é “o problema da liberdade autêntica”. Mostra a luta do poeta francês contra a institucionalização das formas de vida e sua tentativa de conquistar um corpo soberano. ARTAUD, LE MÔMO mistura dança, voz, música e vídeoarte. A equipe de criação consiste de artistas do Brasil, Alemanha e Argentina.

“Artaud, le Mômo” é uma síntese e um processo antropofágico da coreografia desenvolvida em cARTAUDgrafia, trilogia dirigida por Wolfgang Pannek e que traduz dimensões específicas da produção artaudiana – as crises do espírito, da cultura e da linguagem – relativas ao problema da representação no Ocidente.

Na mitologia grega, Momo é uma divindade nascida de Nix, a noite. Expulso do Olimpo por criticar os outros deuses, Momo é a personificação do sarcasmo, das burlas, da zombaria e das grandes ironias.  Comparável à função do palhaço ou do bufão.

Maura Baiocchi conta com uma equipe internacional e multidisciplinar: o alemão Wolfgang Pannek, co-diretor da Taanteatro, na dramaturgia, os argentinos Onofre Roque Fraticelli e Candelaria Silvestro na criação das vídeo-animações e os brasileiros Gustavo Lemos na trilha sonora e Eduardo Alves no desenho de luz. A encenação integra o projeto Taanteatro 25 Anos e tem o suporte do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

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Artaud, Le Mômo
Com Maura Baiocchi
Funarte São Paulo – Sala Renée Gumiel (Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 90 minutos
10/03 até 02/04
Sexta e Sábado – 19h; Domingo – 18h
$20
Classificação 12 anos
 
Direção, teatrocoreografia, performance e figurino: Maura Baiocchi
Dramaturgia e cenário: Wolfgang Pannek, Maura Baiocchi
Trilha sonora: Gustavo Lemos
Desenho de luz: Eduardo Alves
Videos: Onofre Roque Fraticelli, Candelaria Silvestro, Paula Alves, Bruna de Araujo
Produção: Wolfgang Pannek, Mônica Cristina Bernardes

 

2 x 2 = 5 O HOMEM DO SUBSOLO

O ator Cacá Carvalho retoma a obra do russo Fiodór Dostoiévski, em ‘2 x 2 = 5 O Homem do Subsolo’, encenado a partir do clássico ‘Memórias do Subsolo’, em curta temporada no Teatro FAAP, em São Paulo, no período entre 12/04 e 04/05, às quartas e quintas-feiras, às 20h. A turnê, com patrocínio da Petrobras, já passou por Belo Horizonte e Salvador e segue em maio para Vitória.

Cacá Carvalho mergulha novamente no universo subterrâneo de um homem que abandona o convívio social para enfrentar sua própria consciência. Tanto pelo lado da consciência do mal que cada um traz dentro de si, quanto da piedade do homem quando não encontra outras vias de saída, por pura falta de consciência de si mesmo.

O russo Fiodór Dostoiévski (1821-1881) tornou-se alvo de estudo de Cacá há cerca de quatro anos, após as duas décadas de ofício dedicadas à obra de Luigi Pirandello (1867 – 1936): “O Homem com a Flor na Boca” [1994], “A Poltrona Escura” [2004] e “umnenhumcemmil” [2011].

“2X2 = 5 O Homem do Subsolo” é resultado da parceria longeva de mais de três décadas do ator com o Teatro della Toscana da Itália, com o diretor Roberto Bacci, o dramaturgo Stefano Geracci, o cenografista e figurinista Márcio Medina e o iluminador Fábio Retti – equipe que o acompanha em todas as incursões teatrais.

Queríamos falar do homem com uma contundência que nos perturbasse. E encontramos na novela ‘Memórias do Subsolo’, publicada em 1864, um homem que rompe com um sistema lógico e cartesiano de viver e pensar, o 2×2=4, e aciona a chave da fantasia, da loucura e da descrença e resolve ficar isolado num esconderijo para remoer com acidez e amargor tudo aquilo que é fruto de sua lucidez”, diz Cacá. “É quase um espelho negro diante de nós”, completa o ator.

Durante a criação do texto, época em que sua primeira mulher Maria Dmitrievna enfrentava a tuberculose, Dostoiévski dizia “Estou escrevendo um romance que me dá muito sofrimento”. Em outra carta escreve, “Eu tenho nervos fortes, e não consigo ter domínio de mim mesmo””.

Este tormento interior, que parece apertar o escritor russo, revela-se inevitavelmente em todas as páginas de ‘Memórias do Subsolo’. Nunca, como neste conto, Dostoiévski colocou-se tão a nu. Uma autoconfissão, do protagonista-narrador que golpeia com a sua dissecante crueldade as dores de um anti-herói, como ele mesmo se define, e representa perfeitamente a crise do homem moderno, numa época de transição e de conflitos.

Essa montagem de ‘2 x 2 = 5 – O Homem do Subsolo’ é a primeira produção do Teatro della Toscana, uma junção da antiga nomenclatura Fondazione Pontedera com o  atual Teatro de La Pergola, em Firenze, na Itália. O Teatro Della Toscana é hoje considerado um patrimônio cultural em nível nacional. Esse espetáculo é uma coprodução da Casa Laboratório para as Artes do Teatro com o Teatro della Toscana, estreou na Itália em fevereiro de 2016, circulou pela Toscana — foram três anos de adaptação, memorização em italiano e depois em português, — fez curta temporada no Sesc Santo Amaro, em São Paulo, passou pelo Rio de Janeiro e por cidades do interior do estado de São Paulo.

AS OFICINAS

As oficinas “O Subsolo Produtivo do Ator” são destinadas a atores. Cada oficina ministrada pelo próprio ator terá 25 vagas e a forma de inscrição será através da análise de currículo e carta de intenção dos inscritos. E-mail para inscrição:oficina2x2@gmail.com

Objetivos:

Ajudar o desenvolvimento e conhecimento técnico e humano para formação de um ator.

Conteúdo Programático:

Neste trabalho, será reafirmado o conceito que o trabalho de um artista é composto por fontes conhecidas, texto, figurino, parceiros de trabalho, objetos e fontes desconhecidas. Um manancial de cultura humana que precisa ser acionado pelo artista para fazer suporte às fontes  conhecidas. A estrutura [partitura física] é a análise combinatória entre essas tantas fontes, conhecidas e desconhecidas, do subsolo das pessoas.

Metodologia:

Palestras e exercícios práticos usando o romance “O Homem do Subsolo” de Dostoiévski.

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2 X 2 = 5 O Homem do Subsolo
Com Cacá Carvalho
Teatro FAAP (R. Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo)
Duração 80 minutos
12/04 até 04/05
Quarta e Quinta – 20h30
$40
Classificação 14 anos
 
Direção Roberto Bacci
Dramaturgia Stefano Geraci
Tradução para o Português Anna Mantovani
Cenário e Figurino Márcio Medina
Criação de Luz Fábio Retti
Música Ares Tavolazzi
Fotos Roberto Palermo
Assistente de direção Silvia Tufano
Montagem e Operação Técnica Fábio Retti
Arte gráfica Maristela Forti
Criação Teatro della Toscana, Teatro Era CSRT e Casa Laboratório para Artes do Teatro
Assessoria de imprensa Ofício das Letras
Produção Local Bandeira Branca
Marketing Cultural e produção Mina Consultoria
Assistente de produção Kelly Kurahayashi
Patrocínio Petrobras

 

INFERO

Contamos a história de quatro desconhecidos: Lucy, uma jovem indiana que sofreu muito preconceito por conta de sua aparência pouco convencional; Belle, uma jovem francesa com uma voz de mel; Luca, um rapaz americano extremamente melancólico e Ya, uma indígena da tribo guarani com problemas com o pai.

Cada um com sua cultura, sonho, crença, costume e vivência. Eles têm, contudo, algo em comum: anseiam viver longe de suas casas e estão viajando pelo mundo para se redescobrir cada um a sua maneira.

Repentinamente, estabelecem uma conexão sensorial após uma experiência tocante de renascimento, na qual conseguem lembrar-se de como foi nascer. Assim, relações começam a ser traçadas e dúvidas aparecem por não saberem ao certo os motivos pelos quais estão conectados.

Conforme a afinidade desenvolve-se, eles vão aproveitando esses momentos de intimidade para criar laços, dando espaço para romances e dramas se desenrolarem numa busca pela sua identidade.

Numa trama politizada, cheia de críticas e banhada pelas artes plásticas, a ação discorre, transforma e potencializa. Nossos quatro heróis nunca mais serão os mesmos. Aqui, há uma sutil e subjetiva observação de que eles, na realidade, não só sempre estarão conectados, como sempre estiveram. Os quatro são, na realidade, a mesma pessoa aprisionada nos mármores eternos do inferno, revivendo eternamente a tortura dos dramas mundanos. O ciclo se repete em uma espiral viciosa até que por motivo de morte de algum deles, o início de tudo é marcado e voltamos ao começo. Um limbo eterno. Nossos personagens estão no inferno e são bons e maus.

Absortos em nossos próprios problemas e perdidos nas várias facetas – boas, más, indefinidas e complexas – trazemos a discussão de que todos os povos e nações devem conversar, conectar e dialogar porque somos o mesmo, somos um só, sem classificar de maneira maniqueísta quem são os bons ou os maus. Uma mandala de almas humanas.

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Infrero
Com Isabela Bustamanti, Isabella de Salignac, Kaé Onofre e Karol Garrett
Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218 – Consolação, São Paulo)
19/03 até 17/06
Sábado – 21h; Domingo – 20h
$50
Classificação 14 anos