O QUARTO ESTADO DA ÁGUA

A água não precisa estar em estado sólido, líquido ou gasoso, como aprendemos na escola. Basta que ela se sinta pressionada o suficiente para surgir uma quarta fase, que a física clássica não é capaz de explicar. A descoberta, feita por pesquisadores americanos quando observaram moléculas de água aprisionadas em um mineral chamado berilo, que compõe as esmeraldas, foi divulgada no fim de 2016. Com esse mote, a diretora Bia Szvat leva aos palcos O QUARTO ESTADO DA ÁGUA, espetáculo que estreia dia 22 de abril, sábado, às 21 horas, no Top Teatro.

Anderson di Rizzi, Kiko Pissolato e Herbert Richers Jr. formam o elenco da montagem, que tem dramaturgia de Flavio Cafiero (Vencedor do Prêmio Jabuti com o livro Dez Centímetros Acima do Chão e finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura com o livro O Frio Aqui Fora). O espetáculo também conta com Fabio Cintra na direção musical e traz ao palco instrumentos tocados ao vivo (violoncelo, acordeão e sax), que, juntos formam um quarto personagem em cena e percorrem diversos ritmos, como valsa, jazz, tango e clássica. Para conseguir dar conta de toda técnica que a peça exige os três atores tiveram aulas extras de balé clássico, dança contemporânea, tango e flamenco.

O QUARTO ESTADO DA ÁGUA é sobre o homem contemporâneo. A história se passa em cima da laje de um prédio, com três homens que fogem de uma festa de ano novo (no andar térreo) e sobem para respirar um pouco. A partir daí, confissões, angustias e memórias surgem e um jogo de memória entre presente, passado e futuro entra em cena. Do alto do arranha-céu, os personagens questionam qual é o lugar do homem neste mundo contemporâneo, onde novas sexualidades e novas formas de amar estão cada vez mais latentes, em contraste a uma crescente onda conservadora.

A diretora Bia Szvat explica que o espetáculo faz uma analogia da vida dos personagens com os quatro estados da água. “Quero abordar os detalhes e sutilezas do homem contemporâneo e as construções da nova masculinidade, mas sem julgamentos e conclusões. O levantamento de questões de forma criativa e leve tenta resgatar a arte como entretenimento, espaço de reflexão e construção artística. O resultado é um espetáculo altamente atraente, uma comédia feita com humor corrosivo, diálogos bem esculpidos cheios de primeiras, segundas e terceiras intenções, repleto de musicalidade, tempos de reflexão para todo mundo que busca algum frescor na forma de se fazer teatro”, conta ela.

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O Quarto Estado da Água
Com Anderson di Rizzi, Kiko Pissolato e Herbert Richers. Stand-in – Francisco Zaiden.
TOP Teatro (Rua Rui Barbosa, 201 – Bela Vista – São Paulo)
Duração 60 minutos
21/04 até 18/06
Sexta – 21h30; Sábado – 21h; Domingo – 19h
$50
Classificação 14 anos
 
Direção Geral – Bia Szvat.
Dramaturgia – Flavio Cafiero.
Assistente de Direção – Élder Idelfonso.
Direção Musical – Fabio Cintra.
Músicos – Thayna Oliveira, Ricardo Venturin e Gerson Silva Jr.
Design de Luz – Cesar Pivetti e Vânia Jaconis.
Cenografia – Luiza Curvo.
Figurinista – Marisa Caula.
Designer Gráfico – Pietro Leal.
Fotos – Pedro Bonacina.
Produção – Andreia Porto.
Assistentes de Produção – Lucas Martins Néia e Priscila Biade.
Assessoria de Imprensa: Nossa Senhora da Pauta

DEDO PODRE

Comédia romântica Dedo Podre estreia no Teatro Porto Seguro, dia 19 de abril, com sessões às quartas e quintas, às 21h.

A peça protagonizada por Nívea Stelmann e Guilherme Boury aborda uma das principais questões da mulher quando o assunto é relacionamento: o que é ter “dedo podre”? Com direção de Alexandre Contini e adaptação de Caroline Margoni, o espetáculo é baseado em histórias reais vividas por Nívea Stelmann e Lua Veiga, autoras do livro homônimo.

Colocar a minha vida amorosa falida no papel não foi nada fácil, mas perceber que estaria fazendo mais do que uma terapia e transformando um limão em uma deliciosa limonada me fez acreditar que a vida é isso. Altos e baixos, amores e desamores, alegrias e tristezas. O mais importante é a alegria de viver, pois vale a pena. Amar é muito bom e acreditar, mais ainda!”, conta Nívea Stelmann.

A montagem é leve e divertida e, ao mesmo tempo, provoca a reflexão sobre a ausência de “sorte” ao procurar um parceiro ideal e se o tal “dedo podre”, existe mesmo. O texto propõe um misto de emoções que pretendem provocar no público a sensação de estarem diante de um espelho, podendo gerar certa identificação na plateia.

Nívea Stelmann e Guilherme Boury também atuam juntos e estão no ar na novela A Terra Prometida, da TV Record.

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Dedo Podre
Com Nívea Stelmann e Guilherme Boury.
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.)
Duração 60 minutos
19/04 até 18/05
Quarta e Quinta – 21h
$50/$60
Classificação 14 anos

 

A FALECIDA

Comemorando 17 anos, o Grupo Gattu volta à bem sucedida pesquisa das obras de Nelson Rodrigues e estreia o espetáculo “A FALECIDA”,  no dia 25 de abril, às 21h, no Teatro do Sol, em Santana. As apresentações acontecem aos sábados e domingos e os ingressos são gratuitos.

 As outras incursões do Grupo Gattu ao universo rodrigueano lhes renderam o convite para os festivais Ibero Americano de Teatro (com “Viúva, porém honesta”, em 2009, e “Boca de Ouro”, em 2011), de Curitiba (“Dorotéia”, em 2010) e São José dos Campos (“A Serpente”, em 2012), além de figurarem entre os melhores espetáculos em cartaz na cidade de São Paulo pela Revista Bravo e Revista Veja.

“A FALECIDA” é uma obra ousada, emocionante e cheia de humor mordaz. Assombrada pela moral e fascinada por uma ideia fixa de morte purificadora, Zulmira percorre funerárias planejando seu próprio enterro com pompas e cerimônias. A fim de se igualar a castidade de sua prima, desafia sua família e contraria seu marido, um homem desempregado e igualmente fanático, mas por futebol.

Esta montagem foi contemplada com a “IV Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a cidade de São Paulo”. O Grupo Gattu  sentiu-se honrado com este prêmio da Secretaria Municipal de Cultura que contempla trabalhos cujas pesquisas são referências para a cultura do país. “Seguimos com orgulho o trabalho de elevar a memória do nosso maior dramaturgo trazendo aos palcos sua obra repleta de humor cáustico, provocação e sensualidade” comemora Eloísa Vitz, que também é a mulher que mais dirigiu espetáculos de Nelson Rodrigues no Brasil. 

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A Falecida
Com Eloisa Vitz, Miriam Jardim, Daniel Gonzales, Laura Vidotto, Mariana Fidelis, Lilian Peres, Rodrigo Vicenzo e Jailton Nunes. Ator convidado: Darson Ribeiro
Teatro do Sol (Rua Damiana da Cunha, 413 – Santana, São Paulo)
Duração 80 minutos
25/04 até 25/06
Sábado – 21h; Domingo – 19h
Entrada gratuita
Classificação 16 anos
 
Texto: Nelson Rodrigues
Direção: Eloísa Vitz
Assistente de Direção: Miriam Jardim
Crédito das fotos: Claudinei Nakasone
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação

BRANCA DE NEVE AO SOM DOS BEATLES

Com direção de Leandro Mariz e Sabrina Korgut, o espetáculo infantil Branca De Neve ao Som dos Beatles entra em cartaz dia 15 de abril, sábado, às 15h, no Teatro Porto Seguro. A montagem é uma irreverente e divertida versão do clássico Branca de Neve, um dos mais famosos contos de fadas dos irmãos Grimm. A adaptação se vale de trechos da obra de William Shakespeare para ilustrar o romance de Branca de Neve e Encantado, ao som de músicas dos Beatles.

Com 6 atores no elenco, a montagem dialoga com a atualidade trazendo características contemporâneas e expressionistas. A peça é narrada por uma simpática vovó, a própria Branca de Neve, revivendo seu passado. A rainha conhecida tradicionalmente como perversa e má, revela-se uma figura atrapalhada e engraçada, e o espelho ganha ares divertidos, capazes de proporcionar boas gargalhadas.

A trilha sonora é embalada por canções do quarteto de Liverpool como Help, Yellow Submarine, Here Comes The Sun All We Need Is Love. Os figurinos de Reinaldo Patrício, sugerem uma reinvenção das referências do longa-metragem de animação da Disney. Mesas e telões se movimentam pelo espaço cênico enquanto outros elementos em miniatura contracenam com bonecos que representam os sete anões. Uma floresta, o castelo e a sala de espelhos da Rainha Malvada completam o cenário.

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Branca de Neve ao Som dos Beatles
Com Enrico Verta, Mariana Faloppa, Ferruccio Cornaccia, Sara Marques, Lenon e Karina Mathias.
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo)
Duração 60 minutos
15/04 até 21/05
Sábado e Domingo – 15h
$40/$60
Classificação Livre
 
História: Irmãos Grimm
Texto: Leandro Mariz
Direção: Leandro Mariz e Sabrina Korgut.
Cenografia: Leandro Mariz.
Figurinos: Reinaldo Patrício.
Iluminação: Leandro Mariz.
Trilha Sonora: Tiago Higa.
Programação Visual e Ilustração: Marilena Saito.
Visagismo: Thiago Wanderley.
Direção de produção: Tiago Higa.
Realização: Tesouro da Arte Produções.

QUARANÇA

Em cartaz até o dia 21 de maio no Espaço Cultural A Próxima Companhia, na zona oeste de São Paulo, o espetáculo “Quarança”, nova produção d’A Próxima Companhia em parceria com a Unaluna –  Pesquisa e Criação, propõe uma reflexão sobre a violência contra a mulher.

A palavra “quarança” vem do verbo “quarar a roupa”, do regionalismo brasileiro, que significa clarear a roupa pela exposição à luz do sol. Da mesma forma, o espetáculo “Quarança” expõe à luz do teatro questões referentes à opressão feminina em nossa sociedade, tais como o estupro, o feminicídio, a pedofilia e o controle do macho sobre a mulher, seja ela criança, adulta ou idosa. Tais questões são estendidas à luz de “Quarança”.

“Quarança” é uma fábula dramatúrgica que conta a história de Alereda, uma cidade fictícia onde o sol é insistente e a terra, esturricada. Alereda é feita de caminhos estreitos, uma trama de vida e morte. Ocupada por um exército de jagunços, liderados pelo temido Sô Déo, o lugarejo tem suas mulheres violentadas, mortas e, uma a uma, quaradas ao sol, veladas sem lua, extintas, carbonizando o chão.

Neste contexto surge a guerreira Rosa Ararim, que se posiciona contra este estado falocêntrico de opressão. Luciana Lyra assina dramaturgia, encenação e direção e a peça traz à cena as atrizes Juliana Oliveira e Paula Praia, d’A Próxima Companhia e a atriz convidada Lívia Lisbôa.

O processo de pesquisa da companhia iniciou-se em 2014, mesclando vivências pessoais das atrizes-criadoras e da diretora com referências externas, como filmes, livros, artigos, espetáculos, palestras, documentários etc. Uma das ferramentas que a companhia utilizou para aproximar os mitos pesquisados da realidade vivida foi o levantamento de depoimentos de mulheres comuns. Relatos de familiares e amigas, histórias de notícias de jornal, fábulas urbanas etc.

A partir de nossas experiências pessoais, queremos ampliar o debate sobre a opressão contra as mulheres. E não pretendemos trazer uma versão da mulher somente como vítima, e sim, como ser histórico – sujeito e objeto destas situações -, trazendo à tona histórias de mulheres comuns, afinal, o universo pessoal também é político”, conta a atriz-criadora d’A Próxima Companhia Juliana Oliveira.

Entre os filmes assistidos, um em especial chamou a atenção da companhia: o documentário sobre a vida de Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, conhecida como o “Anjo de Hamburgo”, uma figura praticamente desconhecida. Uma mulher como outra qualquer (divorciada do primeiro marido, com um filho, que trabalhou para sobreviver, que escrevia diários e mandava cartas de amor), mas que teve feitos heroicos. Poliglota brasileira que prestou serviços ao Itamaraty na Alemanha nazista, Aracy teve um importante papel ao livrar da morte aproximadamente uma centena de judeus, concedendo-lhes vistos para o Brasil.

Segunda esposa do escritor João Guimarães Rosa, há uma hipótese de que a personagem ícone de Grande Sertão: Veredas (obra que o autor dedica à Aracy), a guerreira Diadorim, tenha sido inspirada em Aracy, fato que também serviu de inspiração ao coletivo feminino criador de “Quarança”.

Em pleno século XXI, basta abrir o jornal para vermos ainda hoje meninas de 10 anos (ou menos) sendo obrigadas a casar por acertos de suas famílias, desigualdade gritante de salários, estupros e culpabilização das vítimas, mortes por abortos clandestinos, a obrigatoriedade de abrir mão de sonhos para ser uma ‘esposa perfeita’ ou mãe muito jovem, violência física, moral e verbal. A sociedade em que vivemos ainda acha bastante indigesto ser comandada por uma mulher, seja no plano familiar, empresarial ou político”, conta a atriz Paula Praia.

Estes fatos que nos assolam todos os dias se tornaram um caldeirão muito rico de material para nos posicionarmos política e artisticamente. Estas histórias perpassam nossas vidas também, embora não tenhamos sido as protagonistas de todas elas. Quando percebemos isso, ficou impossível não nos posicionarmos. Nós três, atrizes d’A Próxima Companhia, escolhemos o teatro para este posicionamento. Ou melhor, temos a obrigação de fazê-lo”, conclui.

Além das apresentações no Espaço Cultural A Próxima Companhia até 21 de maio, “Quarança” também vai circular por diversos espaços culturais independentes da cidade de São Paulo. O projeto, aprovado pelo Prêmio Zé Renato 2016 – 4ª edição, é uma parceria entre A Próxima Companhia e a Unaluna –  Pesquisa e Criação.

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Quarança
Com d’A Próxima Companhia
Espaço Cultural A Próxima Companhia (Rua Barão de Campinas, 529, Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 90 minutos
até 21/05
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$20
Classificação 14 anos
 
Dramaturgia, Encenação e Direção: Luciana Lyra
Assistente de Direção: Stella Garcia
Atrizes-Criadoras: Juliana Oliveira, Lívia Lisbôa e Paula Praia
Vozes em off: Caio Marinho, Gabriel Küster, Kerson Formis, Márcio Marconato (Jagunçaria); Walter Breda (Sô Déo)
Direção Musical: Alessandra Leão
Produção Musical: Missionário José
Cenário e figurinos: Marco Lima
Iluminação: Ari Nagô
Preparação corporal: Gabriel Küster
Preparação para manipulação de bonecos: Júnior Siqueira
Costureira: Zezé de Castro
Cenotécnico: Zé Valdir Albuquerque
Fotos e vídeo: Adriana Nogueira
Design gráfico: Rafael Victor
Assessoria de Imprensa: Marcelo Dalla Pria – Rhizome Comunicações
Produção: A Próxima Companhia e Radar Cultural Gestão e Projetos
Direção de Produção: Caio Franzolin e Solange Borelli
Núcleo Artístico A Próxima Companhia: Caio Franzolin, Caio Marinho, Gabriel Küster, Juliana Oliveira e Paula Praia.
Atriz colaboradora no processo de criação: Julia Pires
Realização: A Próxima Companhia e Unaluna – Pesquisa e Criação em Arte

 

 

HOTEL MARIANA

Criado a partir de relatos de alguns sobreviventes da tragédia de Mariana (MG) que ocorreu em novembro de 2015, o espetáculo Hotel Mariana estreia dia 6 de maio  de 2017 na Estação Satyros. Com direção de Herbert Bianchi e dramaturgia de Herbert Bianchi e Munir Pedrosa, em cena os atores usam fones de ouvido e reproduzem instantaneamente os relatos que estão ouvindo – coletados pelo idealizador do projeto Munir Pedrosa, que foi até a cidade uma semana depois do desastre.

Sinopse

Eram quase três e meia da tarde de 5 de novembro de 2015, um dia quente, como de costume no vale do Rio Doce, quando a barragem de rejeitos de minérios de Fundão, em Mariana-MG, com cerca de 55 bilhões de litros de lama espessa, rompeu-se sobre os distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo. Depoimentos perturbadores e surpreendentes são colocados no palco e evidenciam a simplicidade de pessoas que perderam tudo ou quase tudo o que tinham. Da criança do grupo escolar ao velho da folia de reis, do ativista de direitos humanos à aposentada que escreve poemas, somos convidados a escutar os sobreviventes que, com suas histórias, traçam um panorama político, histórico e cultural do nosso país.

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Hotel Mariana
Com: Angela Barros, Bruno Feldman, Clarissa Drebtchinsky, Fani Feldman, Isabel Setti, Lucy Ramos, Marcelo Zorzeto, Munir Pedrosa, Rita Batata, Rodrigo Renato Caetano
Estação Satyros. (Praça Franklin Roosevelt, 134 Consolação, São Paulo)
Duração 70 minutos
06/05 até 10/07
Sábado – 20h; Domingo – 18h; Segunda – 20h
$30 (Sábado e Domingo), Grátis (Segunda)
Classificação livre
 
Idealização e pesquisa: Munir Pedrosa 
Direção: Herbert Bianchi 
Edição: Herbert Bianchi e Munir Pedrosa 
Assistente de direção: Letícia Rocha
Designer de luz: Rodrigo Caetano 
Cenário: Herbert Bianchi
Cenotécnico: Marcelo Maffei
Figurinos: Bia Piaretti e Carol Reissman 
Acervo: David Parizotti
Produção executiva e direção de produção: Munir Pedrosa
Apoio: Greenpeace e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo
Realização: Governo do Estado de São Paulo 
Assessoria de Imprensa: Honor Comunicação

 

PLAYLIST MUSICAL com LIVIA DABARIAN & ALÍRIO NETTO

Dessa vez, inovamos. Ao invés de um convidado, são dois.Um casal de atores que se conheceu no musical We Will Rock You. São eles: Livia Dabarian (Scaramouche) e Alirio Netto (Galileo).

Conversamos sobre a paixão pelo Queen; o namoro e pedido de casamento no espetáculo; e também sobre o canal deles no youtube: 12,5% com Alírio Netto e Livia Dabarian.

No dia 13 de maio, acontece o show “Freddie Mercury Revisited” no Teatro Bradesco. Livia e Alírio revisitarão a obra de Freddie Mercury e do Queen, e irão contar com participações especiais. Quer saber duas delas? Veja o vídeo…

As canções escolhidas são:
Love of my lifehttps://youtu.be/p-dqSn8vjkI
Who wants to live foreverhttps://youtu.be/SwPnuLNNBMw
Don’t Stop me Nowhttps://youtu.be/g3sRTfTkXG8
Under pressurehttps://youtu.be/zfOtlDHrjdI
E o pedido de casamento inteiro pode ser visto aqui – https://youtu.be/oTEEs_-9dg4

O Playlist Musical é uma parceria entre o Circuito Teatral SP, o Opinião de Peso e o Perdido in Sampa.