DISNEY ON ICE – FESTIVAL MÁGICO NO GELO

Entrando em um mundo de maravilhas, em que os heróis e os corações saem triunfantes, Mickey e seus amigos guiam o público por um universo onde a imaginação ganha asas e tudo pode acontecer. Adaptar para o gelo tantos momentos de inspiração dos filmes foi um grande e interessante desafio para a equipe de criação. Cheia de novidades, esta nova edição do Disney On Ice está mais especial, e com muitos efeitos visuais e interatividade com os personagens mais queridos da Disney. “É isso que torna Festival Mágico no Gelo diferente: selecionamos cenas que nunca havíamos feito antes e dedicamos o nosso tempo para os detalhes, para torná-las realmente especiais”, diz a diretora Patty Vincent.

A apresentação de A Pequena Sereia será mágica com um número de tecido acrobático. A sereia Ariel se transforma em um ser humano ao emergir do caldeirão da Úrsula e fica suspensa a mais de 10 metros acima do gelo, exibindo suas pernas novinhas em folha.

Cada aspecto de A Bela e a Fera é incrivelmente fora dos limites para estimular a imaginação do público a entrar na história. Gaston lidera uma multidão de aldeões com tochas com fogo de verdade para perseguir a Fera. Já os habitantes encantados do castelo ganham roupas com tecidos que se desdobram à medida que os artistas erguem os braços, acrescentando peças que ampliam as fantasias.

A icônica rosa vermelha é um espetáculo à parte. A flor é superdimensionada, com pétalas que caem de verdade. O cenário do castelo ganha uma forma caprichada, que dá a sensação de que ele é realmente vivo. Esses elementos de cenário, além de muitos outros, como o deslumbrante lustre que se ilumina à medida que desce; foram criados pelo designer de cenários Walt Spangler, nessa que é sua primeira produção Disney On Ice.

Spangler desenhou diversas peças que se apoiam no gelo para criar um cenário tridimensional, permitindo que os personagens interajam com ele, escalando e patinando sob os elementos. “O cenário não só precisa se destacar no gelo, mas também precisa criar um pano de fundo para cada uma das histórias”, argumenta Spangler. “Conseguimos fazer isso desenhando uma cortina austríaca que mascara o fundo e pode se erguer em seções, recolhendo o tecido a partir da ponta inferior.

Ao ser erguida e descida em seções, a cortina acrescenta uma presença de palco ao espetáculo no gelo. Ela pode ser aberta ou fechada a partir de qualquer uma das pontas para os personagens individuais, sem interromper a cena como um todo. Ela também amplia a tela em branco do gelo e assume os desenhos de iluminação do espetáculo. Isso fica especialmente evidente quando Rapunzel recebe calorosas boas-vindas em seu reino natal.

O cavalo Maximus trota para frente e para o centro à medida que todos se reúnem para saudar Rapunzel e Flynn com um grandioso número com bandeiras e lanternas. As luzes das lanternas flutuantes se refletem tanto no gelo quanto na cortina, que serve como pano de fundo para a cena. A combinação da cortina e do design da iluminação acrescenta profundidade à cena ao multiplicar as lanternas e fazê-las aparecer à distância no céu noturno.

A iluminação também tem um papel fundamental ao dar à produção uma sensação realmente mágica. Além de selecionar cuidadosamente os tons para colorir cada uma das histórias no gelo e na cortina, o designer de iluminação Sam Doty escolheu padrões de luz que empolgarão a plateia. “As cores realmente levam o público aos diferentes mundos das princesas, mas é o modo como as luzes são organizadas que comanda a atenção do público quando os personagens estão se apresentando”, explica Doty. “Por exemplo, quando as Filhas de Tritão são apresentadas, a iluminação destaca cada uma delas individualmente. Os olhos da plateia seguem os holofotes.”

Apesar de todo o aparato visual, a essência das histórias permanece a mesma. Os sonhos de Ariel são libertos do fundo do mar e, em um momento de magia, o Príncipe Eric quebra o encanto submarino de Úrsula para conquistar o seu verdadeiro e único amor. Rapunzel realiza o seu sonho de fugir da torre e ver as luzes flutuantes. Tiana comemora as suas ambições de ter um restaurante em Nova Orleans. Jasmine descobre um mundo totalmente novo com Aladdin. Branca de Neve encontra o seu verdadeiro e eterno amor. Esta linda apresentação também revela os desejos mais profundos de Cinderela e Bela.

Disney On Ice – Festival Mágico no Gelo” se encerra com um número de bastões de luz, com as estrelas da Disney reaparecendo para uma emocionante despedida.

Veja abaixo cenas de três números apresentados durante a coletiva de imprensa.

“Disney On Ice – Festival Mágico no Gelo”
Ginásio do Ibirapuera (Rua Manoel da Nóbrega, 1361 – São Paulo)
31/05 a 08/06
$70/$320
Quarta – 19h30; Quinta – 15h30 e 19h30; Sexta – 10h30, 15h30 e 19h30; Sábado e Domingo 11h, 15h e 19h
Classificação: Livre

 

 

 

PLAYLIST MUSICAL com CAIO GALLUCCI

Quem vem conversar conosco, e mostrar as canções que influenciaram sua vida/carreira, é o fotógrafo Caio Gallucci​. Para ilustrarmos as canções, escolhemos as fotos que ele tirou de cada espetáculo e dos bastidores. Ao final, Caio homenageia o seu amigo, o ator Marcos Tumura.

O Playlist Musical é uma parceria entre Circuito Teatral SP​, Opinião de Peso​ e Perdido in Sampa​.

As canções são:
Bom dia, Baltimore (Hairspray) – https://youtu.be/mywBoCVNgSE
Maybe This Time (Cabaret) – https://youtu.be/06O6alwrVRI
Como Nossos Pais (Elis, a Musical) – https://youtu.be/Yi4DQJReoYo
American Dream (Miss Saigon) – https://youtu.be/kQFDJHpFvUU

BR-TRANS

Idealizado e interpretado por Silvero Pereira e com direção de Jezebel De Carli, o espetáculo tem como interesse temático o universo de travestis, transexuais e artistas transformistas brasileiros.

Traz à cena histórias sobre medo, solidão e morte, que se encontram e se confundem entre si e com a vida e as inquietações do ator. BR-Trans é um trânsito de informações e de fatos reais. Um traço “Brasil-trans” construído a partir da convergência e dos deslocamentos entre os polos nordeste e sul do país.

No sábado 24, às 21h, a peça tem audiodescrição. No domingo 25, às 19h, conta com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Faz parte da IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro.

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BR-TRANS

Com  Silvero Pereira

Auditório Ibirapuera (Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº – Parque do Ibirapuera, São Paulo)

24 e 25 de Junho

Sábado – 21h; Domingo – 19h

duração: 70 minutos (aproximadamente)

ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

[classificação indicativa: 14 anos]

informações: www.auditorioibirapuera.com.br

tel.: 3629-1075 ou info@auditorioibirapuera.com.br

CONTRAÇÕES

 

No premiado espetáculo do Grupo 3, que conta com direção de Grace Passô, a ação ocorre em um escritório de uma grande corporação. A gerente (Yara de Novaes) solicita à sua funcionária, Emma (Débora Falabella), que leia em voz alta uma cláusula do contrato que proíbe aos funcionários qualquer relação com outro empregado da empresa.

Nos encontros seguintes, a gerente, amparada pelo poder que tem, libera suas diferentes facetas para manipular Emma. Para manter seu emprego, a funcionária acaba cedendo e danifica sua vida privada.

No sábado 17, às 16h, a peça tem audiodescrição. No domingo 18, às 19h, conta com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Faz parte da IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro.

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Contrações

Com Yara de Novaes e Débora Falabella

Auditório Ibirapuera (Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº – Parque do Ibirapuera, São Paulo)

17 e 18 de Junho

Sábado – 16h, Domingo – 19h

duração: 80 minutos (aproximadamente)

ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

[classificação indicativa: 14 anos]

informações: www.auditorioibirapuera.com.br

tel.: 3629-1075 ou info@auditorioibirapuera.com.br

BARBATUQUES

 

Há 20 anos o grupo trabalha o corpo como um instrumento musical. No primeiro fim de semana de junho, Barbatuques sobe ao palco do Auditório Ibirapuera para duas noites de comemoração musical em homenagem ao seu fundador, Fernando Barba.

No dia 3, farão parte da apresentação Juçara Marçal, Kiko Dinucci e Thiago França, do Metá Metá, além de André Abujamra e Maurício Pereira, da banda Os Mulheres Negras. Na noite seguinte, o violeiro Ivan Vilela, o músico Stênio Mendes e a Orquestra do Corpo serão os convidados especiais do show.

Barbatuques

03 e 04 de junho

Sábado – 21h; Domingo – 19h

Auditório Ibirapuera (Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº – Parque do Ibirapuera, São Paulo)_

duração: 75 minutos (aproximadamente)

ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

[livre para todos os públicos]

A apresentação conta com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

informações: www.auditorioibirapuera.com.br

tel.: 3629-1075 ou info@auditorioibirapuera.com.br

MARTE, VOCÊ ESTÁ AÍ?

Na peça, as ruas do país estão em chamas e tempestades espaciais afetam as redes elétricas e os sistemas de comunicação. Neste mundo de asfalto em brasa e sistemas de poder em combustão, uma militante (Michelle Ferreira) se esconde numa casa esquecida, posta à venda. Sua mãe (Selma Egrei), sobrevivente de uma nem tão distante ditadura, a procura há muito tempo, até que um misterioso Intruso (Jorge Emil) a encontra.

Para Silvia Gomez, vencedora dos prêmios APCA e Aplauso Brasil de 2015 pelo texto de Mantenha Fora do Alcance do Bebê, o mundo contemporâneo é sempre inspiração para a construção dramatúrgica. “Quando se está diante de tamanho caos como o que vivemos, dentro e fora do país, com políticas intolerantes e injustas ganhando bizarra aceitação e com tantas visões muitas vezes contraditórias sendo colocadas como verdades absolutas a todo instante, tudo se torna mais irracional do ponto de vista da criação. Bernard-Marie Koltès, dramaturgo francês que admiro, colocou certa vez – Ao descobrir a violência política por dentro, eu não podia mais falar em termos políticos, mas em termos afetivos. Nesse sentido, acho que a peça tenta observar a contradição mais profunda de cada personagem – um olhar que passa por dentro para quem sabe ter alguma pista sobre o que se dá lá fora”.

O texto tem muitas camadas. Quando parece chegar ao fundo, você se surpreende ao perceber que pode ser mais fundo ainda. A Silvia Gomez escreve poesia. É uma peça aberta que abraça instabilidades sem polarizar. A cena propõe uma leitura múltipla em diálogo com o momento que vivemos. Sem apontar certezas – e muito mais levantando perguntas – tentamos entender sob a ordem poética o mundo em carne viva que aí está”, comenta Gabriel Paiva.

Marte, Você Está Aí? celebra muitos reencontros profissionais. Gabriel e Silvia trabalharam juntos pela primeira vez há exatos 20 anos, ainda em Belo Horizonte (MG), quando se conheceram. Silvia e Michelle se conheceram no Centro de Pesquisas Teatrais (CPT), em 2003, e ambas são dramaturgas da mesma geração. A parceria entre Jorge Emil e Gabriel também vem de longa data, quando integraram o elenco de Ricardo III, em 1999, em Belo Horizonte. Recentemente, Jorge atuou em Uma Espécie de Alasca, peça dirigida por Gabriel, em 2015. Silvia Gomez ainda assinou a dramaturgia de O Amor e Outros Estranhos Rumores (a partir da obra de Murilo Rubião) e fez as traduções de Contrações, de Mike Bartlett, e de O Continente Negro, de Marco Antônio de La Parra, projetos do Grupo 3 de Teatro, do qual Gabriel é integrante e fundador, junto com Yara de Novaes e Débora Falabella.

Selma Egrei, que completa 47 anos de uma carreira dedicada ao cinema, ao teatro e à televisão, com muitos prêmios ao longo dessa trajetória (ela acaba de receber o APCA), foi convidada para integrar o elenco. “Selma possui grande expressividade corporal e sofisticada interpretação do texto. Ela contribui a cada palavra. Michelle, Selma e Jorge são o trio precioso para o espetáculo por serem atores propositores da cena: suas interpretações multiplicam as possibilidades de entendimento”, comenta Gabriel Fontes Paiva.

Dr Morris, vencedor do último Prêmio Shell, faz a trilha sonora do espetáculo. O premiado cenógrafo André Cortez assina o cenário e Fábio Namatame, também premiadíssimo, o figurino. Ana Paula Lopez assina a assistência de direção e a direção de movimento. A experiente Marlene Salgado está na direção de produção.

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Texto: Silvia Gomez. Elenco: Selma Egrei, Michelle Ferreira e Jorge Emil. Direção: Gabriel Fontes Paiva. Assistência de direção: Ana Paula Lopez. Trilha sonora: Dr Morris. Cenário: André Cortez. Figurino: Fábio Namatame. Direção de produção: Marlene Salgado.

Serviço

Auditório MASP: Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista

Temporada: de 9 de junho à 30 de julho, sextas e sábados às 21h e domingos às 20h.

Ingressos: 20,00

Duração: 90 min

Censura: 14 anos

SUTIL VIOLENTO

A Companhia de Teatro Heliópolis estreia o espetáculo Sutil Violento no dia 27 de maio (sábado, às 20h), na Casa de Teatro Maria José de Carvalho, no bairro Ipiranga, em São Paulo. Com texto de Evill Rebouças e encenação assinada por Miguel Rocha (diretor e fundador do grupo), a montagem trata da violência sutil – visível ou comodamente invisível – do nosso cotidiano.

A encenação de Sutil Violento inicia com um frenesi cotidiano, as pessoas correm. Não param. Mal se percebem. Desviam umas das outras, em alguns momentos se esbarram e, em átimos de atenção, reparam que há outros tão próximos e tão parecidos (ou tão diferentes?). Ali, logo ali, há um corpo caído no chão. Será um homem ou um bicho? Apenas se cansou ou não respira mais? Queria comunicar algo, mas será que conseguiu? Um olhar mais atento ao entorno começa a revelar abusos, agressões, confrontos e opressões diárias: formas de coerção privadas ou públicas. Sutis violências do nosso tempo; tão sutis que se tornam invisíveis, naturalizadas.

Segundo o diretor Miguel Rocha, o espetáculo aborda o tema microviolência por meio de uma estrutura fragmentada, tanto na cena quanto no texto. A dramaturgia é composta por um conjunto de elementos: ações físicas, movimentos, música ao vivo e texto. Não há personagens com trajetórias traçadas, mas “figuras” cujas relações com o contexto social em que vivem estão em foco, a exemplo da mulher que é silenciada e do jovem que usa sapatos de salto mediante olhares atravessados. “As microviolências se revelam a partir dessas relações que se estabelecem entre essas pessoas e a sociedade”, argumenta o diretor.

A encenação tem trilha sonora de Meno Del Picchia, executada ao vivo (guitarra, violoncelo e percussão). A música também tem sua carga dramatúrgica em Sutil Violento e ajuda a estabelecer as tensões entre as figuras, muitas vezes a força do discurso está na musicalidade ou na própria canção interpretada. Outro ponto importante é o espaço cênico: a Companhia de Teatro Heliópolis optou por uma instalação (de Marcelo Denny) ao invés de cenografia. Nada convencional, o cenário cedeu lugar a um ambiente todo coberto pela cor vermelha (piso, paredes e arquibancadas) que, no primeiro contato, já propõe sensações diversas. “Queremos que o público integre o espaço, e a monocromia ajuda a inseri-lo dentro da cena. Essa cor vibrante, esse vermelho intenso tem como contraponto a luz fria, que também contribui para a sensação de experimentação do não convencional”, conta o diretor.

Miguel Rocha conclui que o espetáculo quer pontuar as microviolências do nosso tempo, do Brasil de hoje; mostrar que as pequenas ou sutis violências se potencializam mediantes suas naturalizações. “Sutil Violento é muito mais provocação que denúncia. Cada um vai entender o espetáculo pela perspectiva pessoal. Por isso acho importante trabalhar com símbolos em cena, que reverberam sempre de forma diferente para cada pessoa; o espectador vai se deparar com alguns deles em Sutil Violento. É importante fazer o público pensar, e um argumento bom para isto é mesmo a provocação.

Sutil Violento é resultado do projeto Microviolências e Suas Naturalizações, contemplado pela 28ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Uma série de atividades foi realizada, em 2016, durante o processo de pesquisa. Além de entrevistas com pessoas da comunidade de Heliópolis, o grupo promoveu encontros para discutir a “Naturalização da Violência” com importantes pensadores e ativistas: o jornalista e doutor em ciência política Leonardo Sakamoto, a filósofa Marcia Tiburi, a historiadora social Zilda Iokoi e o jornalista Bruno Paes Manso. Os debates, mediados pela crítica teatral Maria Fernanda Vomero (também provocadora), funcionaram como provocações teóricas fundamentais para a construção do trabalho. O projeto teve ainda provocações teatrais com Alexandre Mate e Marcelo Denny, preparação corporal e direção de movimento de Lúcia Kakazu e figurino assinado por Samara Costa, entre outros.

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Espetáculo: Sutil Violento

Encenação: Miguel Rocha.

Texto: Evill Rebouças (criação em processo colaborativo com a Cia de Teatro Heliópolis)

Elenco: Alex Mendes, Arthur Antonio, Dalma Régia, David Guimarães, Klaviany Costa e Walmir Bess.

Estreia: 27 de maio. Sábado, às 20 horas

Casa de Teatro Maria José de Carvalho

Rua Silva Bueno, 1533. Ipiranga/SP. Tel: (11) 2060-0318

Temporada: 27 de maio a 27 de agosto (dia 29 de julho não haverá apresentação)

Horários: sextas e sábados 20h e domingos, às 19 horas

Ingressos: Grátis (bilheteria 1h antes das sessões)

Duração: 90 minutos. Gênero: Experimental. Classificação: 14 anos

Capacidade: 48 lugares. Não possui acessibilidade.

Agendamento para escolas e ONGs: sessões das sextas-feiras.