RISADARIA 2017

Pelo quinto ano, o Teatro APCD integra a programação do Festival Risadaria, o maior festival de humor do mundo e recebe nomes representativos da comédia brasileira em seu palco em julho. A casa, na zona Norte de São Paulo, tem uma programação diversificada e sempre abre espaço para nomes consagrados e revelações da comédia em sua programação. Os ingressos para as sessões já estão à venda na bilheteria do teatro e pelo site www.bilheteriaexpress.com.br

Os espetáculos serão apresentados a partir do dia 1 de julho, sábado, em duas sessões: às 18h e às 21hRafael Cortez, ator, músico e humorista paulistano será o “mestre de cerimônias” e embalará as apresentações de Carioca, do Pânico na Band, Luis Miranda, da TV Globo, e Victor Sarro, roteirista e humorista stand up. O último já trabalhou em diversos programas de televisão em diferentes emissoras e brinca com o fato de ter sido demitido da maioria delas em seu solo O que você não vê na TV, que neste ano está concorrendo no Grande Prêmio Risadaria Smiles do Humor Brasileiro.

No dia 2 de julho , domingo, será a vez de Rodrigo Capella comandar e festa, às 17h e às 20h. O humorista, que é integrante do elenco do Programa da Sabrina, é um dos maiores nomes do stand up da atualidade e será responsável por apresentar um time de peso do estilo neste dia. Rafael Portugal, integrante do Porta dos Fundos, Oscar Filho, que ganhou notoriedade no CQC e hoje integra o elenco de Xilindró, do Multishow, e Cris Pereira, que interpreta personagens que retratam estereótipos com os quais as pessoas convivem diariamente.

 

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Risadaria 2017
Teatro APCD (Rua Voluntários da Pátria, 547 – Santana, São Paulo)
Duração 75 minutos
01/07 (Com Rafael Cortez, Carioca, Luis Miranda e Victor Sarro)
Sábado – 18h e 21h
02/07 (Com Rodrigo Capella, Rafael Portugal, Oscar Filho e Cris Pereira)
Domingo – 17h e 20h
$50
Classificação 16 anos

CURSO DE TEATRO MUSICAL – EncontrART

Sobre o EncontrART

Há onze anos artistas de todo mundo se encontram em Ibiúna, interior de São Paulo, para sete dias de imersão total em um universo, buscando aprimorar seus conhecimentos nas mais variadas formas de expressão da arte.

Com professores totalmente capacitados o EncontrART busca fomentar entre os alunos a vontade da busca profunda em técnicas que levarão seus trabalhos a excelência para que atinjam o alvo que é a transformação do indivíduo chamado “plateia”.

São mais de 15 mil alunos que ao longo desses anos decidiram experimentar a grande experiência de viver EncontrART!

O Curso de Teatro Musical

Sob a coordenação da atriz e cantora Biah Carfig desde 2015, tem o objetivo de preparar o ator/cantor para o mercado dos grandes musicais e desenvolvimento de técnicas específicas. Com profissionais altamente qualificados e com grande experiência no mercado, o curso abrange:

Prática intensiva de Teatro Musical com montagem de números musicais. Direção e Interpretação: Rogério Matias; Direção Musical: Willian Sancar e Coreografias: Vivian Albuquerque Barreira.

Informações no site : www.encontrart.cianissi.com

Inscrições até 5 de julho.

Veja abaixo o depoimento dos atores Marisa Orth e Jarbas Homem de Mello sobre a EncontrART.

CERTA VEZ NUMA ILHA

Certa Vez Numa Ilha é uma adaptação de “Once on This Island” que teve sua estreia na Broadway em 1990 e agora estreia no próximo dia 3 de junho na Sala Guiomar Novaes na Funarte, é uma história de preconceito, ódio, amor e morte.

Com o livro e as letras de Lynn Ahrens, o espetáculo conta a história de uma menina camponesa, que salva um menino rico do outro lado de uma ilha do Caribe. Eles se apaixonam, mas o menino deve se casar dentro de sua própria classe social.

O status social não é a única tensão no relacionamento de Daniel e Ti Moune. O deus da morte, o deus da água e a deusa da terra zombam do amor de Ti Moune por Daniel. A única que os defende é Erzulie, Deusa do Amor.

Ouvimos falar muito sobre o tal do amor, mas será que o amor é mais forte que tudo? Esse… Esse amor verdadeiro, que as vezes vem com sacrifício, mas sempre com esperança. É uma das questões que pretendemos refletir nessa montagem.

SINOPSE

Em meio a uma tempestade, 17 atores são os camponeses de uma ilha do caribe que resolvem contar a história de Ti Moune, uma menina pobre que se apaixona por Daniel, um menino rico do outro lado da ilha, que sofre um acidente de automóvel. Quando Daniel é devolvido ao seu povo, os deuses que governam o local guiam Ti Moune numa missão para testar a força do seu amor contra as poderosas forças do preconceito, do ódio e da morte.

 

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Certa Vez Numa Ilha
Com Márcia Oliveira, Léo Machado, Luci Salutes, Renato Albano, Wesley Souza, Thais Morais, Tarcísio Serasso, Stefani Dourado, Wagner Lima, Nina Rodrigues, Valmir D’Fiama, Dandara Ohana, Dagliane Natielle, Matheus Vieira, Matheus Autran, Wellington Santos e Thais Pereira.
Funarte – Sala Guiomar Novaes (Al. Nothman, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 70 minutos
03/06 até 16/07
Sábado e Domingo – 16h
$40
Classificação Livre

A DESPEDIDA

Imersas em um plano etéreo e mítico, Isabel de Orleans e Leopoldina Teresa reencontram-se. Cercadas de flores e lembranças, as princesas visitarão o amor interrompido, a inveja silenciosa, o poder e a família. Leopoldina guiará sua irmã mais velha por momentos vividos e temidos pela herdeira do trono Brasileiro.

A peça recorre a um conto de Daniel Defoe, “A aparição da senhora Veal”, que relata a reaproximação de duas irmãs, separadas pelas circunstancias, em um momento dramático quando uma delas já está morta.

Na versão pensada para esse espetáculo, o encontro das irmãs ocorre em um tempo além da vida das duas princesas. O patriarcado, representado na opinião pública machista e no legislativo ignóbil, faz o contraponto dialético lembrando-nos que certas mazelas não se diluem na história, apenas se sofisticam.

A Despedida
Com Nina Dutra, Giulia Nadruz, Mateus Ribeiro, Rafael Pucca, Bruno Gasparotto. Swings: Juliana David e Iuri Saraiva
Centro Compartilhado de Criação (R. Brg. Galvão, 1010 – Barra Funda, São Paulo)
08/06 até 31/07
Segunda, Quinta e Sexta – 21h (Junho)
Sábado e Segunda – 21h; Domingo – 20h (Julho)
$30

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COLIBRI O ATOR CEGO

Sinopse:

Como se traduz a beleza senão visualmente? Quantos outros atores cegos eu já vi em cena?  Ao entrar no camarim de um teatro, o ator cego, antes de sua sessão, de repente depara-se com algumas pessoas que o observam. O artista dividi com a plateia suas histórias. No decorrer desse monólogo, quase diálogo, Colibri transmuta-se em criatura mitológica, tia velha e esnobe, e faz recitações de textos já apresentados em sua vida no palco.

Abaixo o trailer da peça, que entra em cartaz, hoje, 30 de junho de 2017 no Teatro Décio de Almeida Prado.

Encenação:

O monólogo propõe misturar realidade e ficção. Tal mistura, porém, acontece com tamanha naturalidade que não se consegue diferenciar a vida do ator em cena e da história que ele conta para a platéia. Este efeito, em lugar de confundir, promove a aproximação de quem acompanha o texto com relação a quem o revela.

Paralelamente, lançando mão de um senso estético simples e poético, a direção explora ao máximo as capacidades do ator em questão. Fazendo-o, durante a peça, transformar-se em duas figuras distintas, reforçando assim a meta-realidade estabelecida desde o início. Com isso, demonstra que o poder de comoção de um artista deficiente não está em suas inabilidades. Pelo contrário, está naquilo que ele é capaz de realizar em seu trabalho.

A cenografia e figurino, objetivamente, servem a seus propósitos teatrais lógicos, além de terem sido pensados para favorecer a movimentação de seu personagem, sem que isso signifique a inibição de ações.

O texto, propriamente dito, carrega consigo momentos de lirismo e de humor ácido e até febril. Com o intuito de fazer refletir sobre as condições dos deficientes em nossa sociedade, “Colibri” quer atingir sua meta com inteligência e sagacidade. Conjuntamente, ele também contexta qualquer postura que ratifique o assistencialismo. Questão abordada de modo não direto, mas criticada por dois lados distintos: o de quem é assistido, e o de quem assiste.

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Colibri o Ator Cego
Com Edgar Jacques
Teatro Décio de Almeida Prado (R. Cojuba, 45 – Itaim Bibi, São Paulo)
30/06 até 30/07 (Audiodescrição e Tradução em Libras (02 e 16 de julho)
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$20
Classificação 10 anos
 
FICHA TÉCNICA
Autor e Intérprete Edgar Jacques
Direção Kleber Góes
Preparação Corporal Jeff Celophane
Fotos Espetáculo Ricardo Tanoeiro
Fotos Mãos Natália Tenório
Vídeo Max Guimarães
Cenografia e Figurino Jeff Celophane
 
AUDIODOC | Vozes
Adriana Fonseca Morello
Eber Anacletto
Lara Souto Santana
Nelson Rodoveri Júnior
Verônica Batista
Victoria Schechter
Roteiro Audiodescrição
Lívia Motta | Ver Com Palavras
APOIO
• Ver Com Palavras – Audiodescrição
• Cenografia Sustentável
• Cia Ballet de Cegos Fernanda Bianchini
• Fundação Dorina Nowill
• Instituto Benjamin Constant
• Memorial da Inclusão | Secretaria dos Direitos da pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo
• Galeria Olido | Centro de Dança Umberto da Silva da Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo
• FESCETE | Festival de Cenas Teatrais (Santos/SP)

COMO É QUE PODE

Visto por cerca de 500 mil espectadores, desde que estreou no Rio de Janeiro há seis anos, o espetáculo Como É que Pode está de volta a São Paulo, a partir do dia 30 de junho, sexta-feira, às 21h, para temporada de um mês no Teatro MorumbiShopping.

Mágico e ator desde a adolescência, Gabriel Louchard fez do seu espetáculo uma vitrine para seus múltiplos talentos ao mesclar números de ilusionismo, esquetes de humor, vídeos e stand-up comedy.

Em Como É que Pode, o humorista brinca com situações cômicas enfrentadas por mágicos durante o trabalho em uma festa infantil, convoca a plateia para participar de truques e realiza números impressionantes de mágica, sempre aliados ao bom-humor de seu texto. Com essa estrutura, a peça, segundo seu criador, tem a intenção de resgatar a mágica e a figura do mágico, aproximar o artista do seu público, divulgando e popularizando esse tipo de arte. A direção é de Leandro Hassum.

Na abertura de Como É que Pode, um vídeo mostra depoimentos de celebridades, como Patrícia Pillar, Bruno Gagliasso e Thiago Lacerda, que falam de forma cômica sobre “o maior artista do mundo”. O espetáculo usa e abusa de números tradicionais desse tipo de show. Um dos pontos altos é quando Gabriel Louchard chama alguém da plateia para participar do número da guilhotina, sempre com muito improviso e bom humor.

É um espetáculo que passeia por todo o universo da mágica. Tem stand-up, esquetes, mas sempre com foco na mágica. Por exemplo, o mágico faz uma mágica que dá errado e tem que ligar para o serviço de atendimento ao mágico para resolver. A gente aproveita e faz uma sátira desse tipo de atendimento”, conta Louchard. “Tem muito improviso e interação com a plateia também. Por isso, o espetáculo tem frescor. Cada dia é um show diferente porque depende da reação da plateia.”

O espetáculo já circulou por várias cidades brasileiras, além das norte-americanas Nova York, Boston e New Jersey. Em São Paulo, já esteve em duas outras ocasiões, mas, segundo Louchard, esta é a primeira vez em horário nobre. “Estou muito animado com essa nova temporada porque o grande público paulista ainda não conhece a peça. Como é uma audiência culturalmente ativa, que consome muito teatro, acho que vamos ser bem-recebidos”.

Eu comecei a perceber que o diferencial de um número de mágica é o mágico. Porque as mágicas são todas iguais. Agora, o jeito de ele se apresentar, a forma como faz para tirar uma moeda da orelha, por exemplo, faz toda a diferença. Então passei a procurar maneiras mais despojadas de fazer isso e vi que o meu maior aliado era o humor”, afirma Louchard, que se apresenta como ator, humorista, apresentador e mágico.

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Como é que Pode
Gabriel Louchard
Teatro MorumbiShopping – Shopping Morumbi (Av. Roque Petroni Júnior – Vila Gertrudes, São Paulo )
Duração 60 minutos
30/06 até 30/07
Sexta e Sábado – 21h; Domingo – 19h
$60
Classificação 12 anos

FALABELLA 2018

O ano de 2018 nem começou e já promete muito trabalho para Miguel Falabella.

Miguel já havia sido anunciado na direção de “J. M. Barrie’s Peter Pan“, produção da Fabula Entretenimento (“Rodgers & Hammerstein’s Cinderella“).

Hoje, o Atelier de Cultura (“O Homem de La Mancha“) divulgou seu novo espetáculo. “Annie, o Musical“, que terá versão e direção de Falabella, cenografia de Matt Kinley e concepção artística de Kobra.

Não podemos esquecer que também foi anunciado que ele escreverá “O Som e a Sílaba“, o novo musical de Alessandra Maestrini (ainda sem previsão de estreia).

E isso, é só o começo…

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