UMA HISTÓRIA DE VIDAS PASSADAS

Baseado em fatos reais e com voz em off de Thiago Lacerda.

Cinco vozes interpretam Fabiana, que quando jovem, sonhava em ser artista, mas impedida e humilhada por sua família que a subjugava incapaz e inferior, entra em depressão. Nesta mesma fase,descobre-se apaixonada por um cantor quando ele vem a falecer.

Em crise, faz regressões de memória que a levam a França no século XVIII e descobre que este amor teve início em sua vida passada. Fabiana tenta encontrar motivos para continuar a viver, mas ainda precisa voltar a acreditar em si mesma. Convidamos você a se emocionar.

uma historia

Uma História de Vidas Passadas
Com Gleiciane Felício, Iara Pereira da Costa, Andressa Marconi, Kamila Mafra e FernandaRusvéer.
Teatro do Ator (Praça Franklin Roosevelt, 172 – Centro, São Paulo)
10/06 até 29/07
Sábado – 20h
$50
Classificação 14 anos

#BORA BALZAQUIAR

A chegada dos 30 anos é considerada um período de mudanças, questionamentos e dúvidas. Esses conflitos cotidianos da chamada “crise dos 30” são discutidos, de forma bem-humorada, no espetáculo “#Bora Balzaquiar”.

A comédia apresenta as histórias de Júlia, Joana e Janaína, personagens que enfrentam os dilemas e as dificuldades inerentes a esta fase da vida. Após a primeira temporada de sucesso no Teatro Santo Agostinho, a montagem dirigida por Paulo Goulart Filho, com texto leve e de fácil identificação (escrito por Nina Ximenes) reestreia em 30 de junho, no Teatro Raposo – Sala Irene Ravache, em meio aos eventos de comemoração do primeiro ano da sala de espetáculos, que se firmou como importante polo cultural da região oeste da capital, e os 21 anos do Shopping Raposo.

A inspiração para o nome do espetáculo surgiu do adjetivo balzaquiana, derivado da obra do escritor francês Honorè de Balzac, que valorizava a beleza, a experiência, os pensamentos, os desejos e as angústias dessa mulher que reivindica o direito de ser feliz.

A mulher de trinta anos, tema da obra de Balzac no século XIX, continua a viver com muitos questionamentos, mesmo hoje em dia, a popular expressão “crise dos 30”. No romance de Balzac a protagonista Júlia vive vários dramas e, entre eles, a relação com um homem mais jovem. Já na peça de Nina Ximenes, a Júlia vive solitária sem acreditar no amor. Este e outros conflitos atuais são parte deste espetáculo, que em vez de uma protagonista, traz ao palco 3 mulheres diferentes, ávidas pela felicidade e com um fator comum: a fase da vida!

Para a autora, as três protagonistas personificam os problemas dessa faixa etária. “A Júlia a Joana e a Janaína têm temperamentos, histórias de vida e reações distintas sobre essa fase da vida”, relata Ximenes. Com um texto escrito por uma mulher, sobre mulheres e com mulheres em cena, a direção coube a Paulo Goulart Filho, que apresenta o seu olhar masculino sensível e repleto de referências femininas. “Sempre vivi rodeado por mulheres e agora minha filha mais velha tem 32, tenho uma com 30 e outra com 29 anos. Então estou vivendo exatamente esse período como pai das balzaquianas”, revela Paulinho Goulart.

Com um texto ágil que dialoga com os roteiros televisivos, a montagem é alinhavada por vídeos que revelam momentos complementares aos episódios apresentados no palco. A estética do espetáculo funde os vídeos, que conduzem os espectadores, às cenas apresentadas ao vivo, como um guia que estabelece as passagens de tempo das personagens. “Estou gostando de experimentar a fusão da arte ao vivo com a gravada. Esse é um dos elementos que mais me instiga no espetáculo”, conclui Paulo Goulart Filho.

Para esta linguagem se estabeler, o cenógrafo Antonio Rodrigues desenvolveu uma caixa “mágica” com 3 módulos. Quando fechada é uma tela em branco que recebe as projeções de vídeo. E quando aberta pelo módulo central, surpreende o público ao virar um supermercado com perspectiva 3D. O apartamento das protagonistas, decorado com cores e elementos que representam as personagens, surge quando as pontas dos módulos são abertas e encantam o público devido a rápida transformação da estrutura cenográfica, como um grande jogo cênico.

#Bora Balzaquiar
Com Bruna Ximenes, Mariana Moraes, Vanessa Goulartt e Patrícia Junqueira (Stand In)
Teatro Raposo Shopping – Sala Irene Ravache (Rodovia Raposo Tavares, km 14.5 – Jardim Olympia, São Paulo)
30/06 até 25/08
Sexta – 21h45
$50

 

 

 

DEU A LOUCA NO MUSEU

Contemplado pela 28ª edição do Programa de Fomento ao Teatro o espetáculo infantil DEU A LOUCA NO MUSEU reestreia dia 17 de junho, sábado, às 16h, no TEATRO ALFREDO MESQUITA, com entrada franca.

Encenada pelo Grupo Teatro de La Plaza, peça mistura a linguagem do Teatro de Bonecos, Objetos e Animação com a mágica para narrar as aventuras de um guarda de um museu que irá receber uma importantíssima obra de arte. Montagemtem direção de Héctor López Girondo, que assina a dramaturgia junto com Miguel Nigro.

Em DEU A LOUCA NO MUSEU um museu vai receber uma importantíssima obra de arte e o funcionário encarregado terá que usar toda a sua esperteza para evitar que as obras de arte sejam roubadas. Porém, um estranho visitante irá colocar em risco a valiosa coleção artística. O que o visitante nem imagina é que este não é um guarda comum, pois ele conta com uma arma secreta especial: os poderes da mágica e das habilidades para os truques.

Além disso, o guarda não está sozinho no combate ao crime: as próprias obras de arte irão se transformar e interagir com as personagens por meio de artifícios e ilusões. Ao mesmo tempo em que o público se surpreende, conhecerá alguns dos grandes artistas e suas obras (Leonardo da Vinci, René Magritte, Amadeo Modigliani, entre outros), tudo isso de maneira educativa e descontraída.

O espetáculo aprofunda as linhas narrativas do teatro e da mágica, acrescentando as próprias possibilidades expressivas dos elementos plásticos que, no contexto de um museu de arte, irão adquirir uma nova dimensão”, afirma o diretor Héctor López Girondo. “A peça também promove o interesse pelo valor da conservação das obras de arte por meio de uma linguagem original e divertida”, completa o diretor.

 

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Deu a Louca no Museu
Com Afonso Braga, Gustavo Martins e Wagner Dutra Sobrinho.
Teatro Alfredo Mesquita (Avenida Santos Dumont, 1770 – Santana, São Paulo)
Duração 50 minutos
17/06 até 09/07
Sábado e Domingo – 16h
Entrada gratuita
Classificação livre

LÍVIA

Depois de uma temporada de sucesso no Teatro Eva Herz, no Rio de Janeiro, sempre com casa cheia e elogios de crítica, a peça LÍVIA estreia no teatro Parlapatões – Praça Franklin Roosevelt 158, Consolação – no dia 24 deste mês, e fica até o dia 30 de julho, aos sábados (21h) e domingos (20h).
Em LÍVIA, a protagonista é Sol Menezzes, atriz de 21 anos, irmã mais nova de Sheron Menezzes, que, ao lado do jovem ator e autor angolano, Licínio Januário, vai emocionar plateias mundo afora com a história de vida simples e incrível de um casal como qualquer outro.
Lívia e Felipe, personagens criados por Licínio Januário em no seu segundo mergulho em texto de dramaturgia – o primeiro foi Todo menino é um rei, ganhador Fomento Olímpico 2015 no Rio de Janeiro, e o rendeu o prêmio de melhor ator da 19ª Edição do Festival de teatro do Rio de Janeiro – percorrem diversas fases de suas vidas tomados por paixão, família, conflitos, escolhas, encontros e desencontros.
O texto, que recebeu colaboração de Sol Menezzes, resultou na peça LIVIA, primeiro espetáculo oficial do Coletivo Preto, que propõe uma reflexão sobre como os nossos relacionamentos podem modificar e (re)definir as nossas vidas.
A direção é de Drayson Menezzes (ator, diretor e preparador de elenco, atuou em Love Story, Constellation , em novelas da TV Globo e está no elenco do musical Forever Young) e Orlando Caldeira (ator da peça infantil Boquinha…E assim surgiu o mundo, de Lázaro Ramos, no momento faz parte do elenco da supersérie da TV Globo Os dias eram assim). O cenário é de Lorena Lima (cenógrafa indicada ao prêmio Cesgranrio), a iluminação é de Gabriel Prieto e o figurino é de Cristina Cordeiro.
Sobre LÍVIA, nas palavras do crítico teatral Gilberto Bartholo:  “Dois jovens e talentosos atores se reúnem, para escrever um texto de teatro, que eles mesmos interpretariam. São nomes conhecidos no meio artístico? Ainda não, mas o serão, certamente. Convidam dois outros jovens atores, igualmente talentosos, ligados, a eles, por laços afetivos, para dirigir a peça, que recebe o delicado e sonoro título de “LÍVIA”… saio do Teatro Eva Herz completamente encantado com a história que me foi contada e da maneira como o fizeram.
Sinopse
LÍVIA é um retrato poético da trajetória de uma mulher, tão simples e incrível quanto qualquer outra, que vê seus planos serem completamente alterados pelos acontecimentos que sua vida lhe impõe. O espetáculo acompanha a história do casal Lívia e Felipe, do início ao fim de suas vidas, propondo uma reflexão sobre como os nossos relacionamentos podem modificar e (re)definir a nossa vida. Nesta montagem dois atores percorrem diversas fases da vida das personagens e abordam de forma sensível e poética temas como paixão, família, memória, companheirismo e a transição para a vida adulta e velhice. Uma história de parceria e união impulsionada pelo fluxo inexorável do tempo.

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Lívia
Com Licínio Januário e Sol Menezzes
Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo)
Duração 60 minutos
24/06 até 30/07
Sábado – 21h; Domingo – 20h
$40
Classificação 14 anos