HEBE, O MUSICAL

O programa “Encontro com Fátima Bernardes” recebeu na manhã de hoje a visita de uma parte do elenco de “Hebe, o Musical” e o diretor Miguel Falabella, para uma conversa.

Foi apresentado o número “Beija Me”, em homenagem aos selinhos que a rainha da televisão dava nos seus amigos e entrevistados.

Não deixe de ver a matéria que fizemos com várias curiosidades sobre Hebe e que estão no musical. Clique aqui.

Hebe, o Musical
Com Adriano Tunes, Brenda Nadler, Carlos Leça, Carol Costa, Clarty Galvão, Daniel Caldini, Debora Reis, Dino Fernandez, Fefa Moreira, Fernando Marianno, Frederico Reuter, Giovana Zotti, Guilherme Magon, Keka Quarterone, Mari Saraiva, Maysa Mundim, Renata Bras, Renata Ricci, Renato Bellini, Renato Caetano e Rodrigo Garcia
Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2.823 – Jardins, São Paulo)
Duração 140 minutos
12/10 até 17/12
Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 18h
$50/$190
Classificação 12 anos

INDISTINTO

O fotógrafo capixaba, Felipe Quintini, veio a São Paulo e convidou atores do teatro musical para realizar o seu novo trabalho fotográfico – “Indistinto

Bruno FragaBruno GadiolDiego MontezGiulia NadruzKiara SassoLaura Lobo e Mateus Ribeiro serviram de modelos e telas vivas para a obra do fotógrafo.

Indistinto” é inspirado nas obras de Paul Jackson Pollock, pintor norte-americano, com referência no movimento do expressionismo abstrato.

Ao nos depararmos com o ensaio, somos convidados a descobrir o universo dos sentimentos dos atores clicados e a própria reação do artista após ter sido impactado pelo trabalho do pintor americano Jackson Pollock, referência do Expressionismo Abstrato“.

O fotógrafo relata que focou sua criação artística nas emoções e expressões da face humana, ora revelada, ora levemente escondida pela interferência das mãos, utilizando-se da magia das cores e das tintas, tão intensamente forjadas por Pollock.

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Felipe Quintini começou a carreira aos 19 anos produzindo ensaios autorais voltados à moda. A paixão pelo cinema foi grande motivação para o envolvimento com a fotografia. Suas fotos buscam uma estética que se aproxime da moda e cinema. 

Muitas vezes quero contar uma história por meio das minhas fotografias, permitindo ao expectador experimentar diferentes emoções e convidando-o a conhecer partes dos meus sonhos”.

Abaixo, veja uma video art do ensaio.

TULIPA RUIZ LANÇA ÁLBUM “TU” NO THEATRO NET RIO (Rio de Janeiro)

Em formato intimista, cantora e compositora paulista reúne canções inéditas e releituras de seu repertório e conta com produção do irmão e parceiro Gustavo Ruiz e de Stéphane San Juan; Gravado em Nova York, TU tem lançamento 100% em formato digital pela ONErpm e aposta em mercado internacional. Tulipa Ruiz sobe ao palco do Theatro Net Rio no próximo dia 21 de novembro, às 21h.

por Tulipa Ruiz

TU, com letra maiúscula. Em capslock para acentuar a grafia da palavra e assim mergulhar em seu significado. TU sou eu e é você. TU é a gente. Tu também é dois. Two. Eu e Gustavo, meu irmão e parceiro musical. Tu é para. É oferenda. A ideia do disco nasceu a partir de uma gira que fizemos voz e violão, formato que eu gosto de chamar de “nude”, porque é como se as músicas estivessem peladas. Tocar as músicas desse jeito nos aproximou da espinha dorsal de cada canção. E fiquei com vontade de gravá-las assim: um violão, uma voz e algumas poucas percussões.

Este é o conceito do disco. Sobretudo em um momento onde a tecnologia nos dispersa e a overdose de informação nos sobrecarrega, quis fazer um disco mais íntimo, mais próximo, mais cru. Em tempos de relações rasas, esse é um disco que me aproxima do ritual da fogueira. Do olho no olho. Dos meus amigos. Os antigos e os novos. Os da floresta e os da cidade. Tu sou eu, Gustavo e Stéphane San Juan. Gustavo no violão e na inventação das músicas junto comigo. Stephane nas percussões. Os dois na produção do disco. Scotty Hard foi o engenheiro de som.

A primeira intuição que tivemos para TU é que seria um disco de releituras, mas durante o processo músicas novas apareceram. Cinco novas e quatro releituras. Ao todo são nove e eu gostei desse número porque o 9 contém a experiência de todos os números anteriores. Tem a ver com o conceito do disco: incorporar em sua atmosfera e existência a experiência dos discos anteriores.

Das regravações, vieram a minha “Pedrinho” e “Desinibida”, parceria com o músico português Tomás Cunha Ferreira, da banda Os Quais. Elas entraram para o disco porque trazem personagens livres e gente livre merece destaque. São praticamente a mesma pessoa. “Algo Maior” (minha, do Gustavo e do meu pai Luiz Chagas) e “Dois Cafés” (minha e do Gustavo) foram relidas porque que precisavam ser ditas de novo. Foram tocadas poucas vezes nos shows com banda e verbalizá-las me fortalece.

Das novas, fiz “Pólen”. “Game” e “Tu” são parcerias com Gustavo. “Terrorista del Amor” é a minha segunda experiência em uma composição coletiva (a primeira foi em Víbora). É uma parceria com Ava Rocha, Paola Alfamor, Gustavo Ruiz e Saulo Duarte.  “Pedra”, que fecha o disco, é uma música feita pelo meu pai, Luiz Chagas, no ano em que nasci e que nunca tinha sido gravada. Tenho dois convidados muito especiais no disco. Mauro Refosco, em “Algo Maior” e Adan Jodorowsky em “Terrorista del Amor”.

Gravamos as músicas no estúdio do Scotty, no Brooklyn, em duas semanas. Incrível o jeito que ele capta e o som. O violão do Gustavo ficou especial. Impressionante a sintonia que se deu entre a gente e a contribuição de cada um. Gustavo na arregimentação de tudo e na percepção da minha musicalidade. Stepháne, com seu olhar estrangeiro de francês radicado no Rio e no Mali, levou nossas músicas para novos lugares e, além de um ar cosmopolita, trouxe ancestralidade para a nossa fogueira.

Este é o nosso primeiro projeto 100% digital. E escolhemos como parceiros a ONErpm, que nos acolheu de braços abertos no Brasil e em Nova York colocando toda sua estrutura à nossa disposição. As parcerias foram fundamentais para que TU se materializasse.

Esse disco também é resultado de nossas andanças. Nos dois últimos anos tocamos muito pela América Latina, sobretudo México, e TU também vem da vontade de dialogar mais com que está ao nosso redor e parece distante pela barreira da língua.

Esse disco me aproxima de todos os meus cordões umbilicais.

 

 

Tulipa Ruiz lança Álbum Tu
Com Tulipa Ruiz
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel (Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro)
Duração 75 minutos
21/11
Terça – 21h
$80/$100
Classificação 12 anos

LAILA GARIN E A RODA

Filha de mãe baiana e pai francês, Laila ensaia sua chegada à cena como cantora e intérprete há algum tempo. Começou a estudar teatro aos 11, canto lírico aos 13 e com 15 anos já integrava um grupo de teatro amador da Casa Via Magia, atuando em várias montagens. Laila estagiou durante seis meses no Théâtre du Soleil, em Paris. “Eu sempre cantei no teatro, mas sempre tive vontade de fazer um trabalho de música, independente do teatro. Cheguei a fazer alguns poucos shows em Salvador, mas precisava encontrar os parceiros certos”, conta. “De São Paulo eu fui para o Rio, em 2009, fazer um musical do João Falcão dedicado à música brasileira, chamado “Eu te Amo Mesmo Assim”. Foi lá que eu conheci Ricco Viana e Rick de la Torre: como os dois já trabalhavam com teatro, entendiam como a música poderia estar à serviço da dramaturgia”, completa Laila.

Escolhida para interpretar Elis Regina em “Elis, a musical”, que a projetou para o grande público, Laila Garin teve na biografia da cantora a inspiração para seguir em frente com seu projeto de intérprete: “Com Elis tive essa rebeldia, essa coragem que aprendi com ela, e decidi que tinha chegado a hora de fazer a minha banda”. Foi com essa determinação que Laila partiu para uma série de shows no lendário Beco das Garrafas, espaço que viu a bossa nova nascer e acabara de ser reativado, no Rio de Janeiro. “Eu tinha conhecido o Beco das Garrafas, um lugar importantíssimo para a música brasileira, então resolvemos fazer o show Rabisco por lá“.  Como o título sugere, a ideia era mostrar algo que estava sendo construído, um rabisco. “Convidamos o Marcelo Müller, baixista, e a cada semana a gente exercitava um repertório diferente, via a resposta do público, mexia nos arranjos, até chegar no que hoje virou o nosso CD”, pontua.

Abaixo o clipe oficial da canção “Não Me Arrependo”.

Laila Garin e A ROda Cantam Elis
Com Laila Garin e A Roda
Paris 6 Burlesque Music Hall & Night Bistro (Rua Augusta, 2809 – Jardins, São Paulo)
Duração: não informada
20 e 27/11
Segunda – 21h
$70/$100
Classificação 14 anos