BIBI, UMA VIDA EM MUSICAL

Bibi Ferreira, 95 anos de idade e 76 de palco, ganha em janeiro um espetáculo biográfico, com texto original de Luanna Guimarães e Artur Xexéo e direção geral de Tadeu Aguiar.

Bibi, uma vida em musical” tem estreia nacional em 5 de janeiro de 2018, no Teatro Oi Casa Grande. A atriz paulistana Amanda Acosta será Bibi. Mais 18 atores integram o elenco.

A trajetória pessoal e profissional de Bibi Ferreira só poderia ser contada e celebrada levando para o palco o próprio palco, através das companhias de comédia, do teatro de revista, dos grandes musicais, do teatro engajado em que ela atuou.

As músicas originais são de Thereza Tinoco e mais canções do repertório da biografada. O musical é uma realização da Negri e Tinoco Produções Artísticas, apresentado por Ministério da Cultura e Circuito Cultural Bradesco Seguros, através da lei Rouanet.

O elenco é composto por Amanda Acosta, Analu Pimenta, André Luiz Odin, Bel Lima, Caio Giovani, Carlos Darzé, Chris Penna, Fernanda Gabriela, Flavia Santana, Guilherme Logullo, João Telles, Julie Duarte, Leandro Melo, Leo Bahia, Leonam Moraes, Luísa Vianna, Moira Osório, Rosana Penna e Simone Centurione.

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MÁRTIR

O fundamentalismo religioso, os discursos de ódio e a violência provocada pela intolerância, pautas cada vez mais atuais no Brasil, são os temas da peça Mártir, de Marius Von Mayenburg, um dos principais nomes do teatro alemão contemporâneo.

A trama narra a transformação do jovem Benjamin, que, ao começar a ler a Bíblia, para de frequentar as aulas mistas de natação na escola porque elas ferem o seus sentimentos religiosos.

A mãe do protagonista atribui o seu novo comportamento, a um possível envolvimento com drogas ou a conflitos com sua sexualidade. A única que parece se preocupar com ele é Érica, sua professora de biologia, que logo vira alvo dos ataques do menino.

Benjamin mergulha profundamente na Bíblia e usa trechos das escrituras sagradas para combater radicalmente a ciência e qualquer fé diferente da sua. Ele cria para si uma verdade absoluta e inabalável a medida em que vai criando conflitos com os outros personagens. O espetáculo mostra essa trajetória da conversão religiosa até a radicalização do discurso, uma forma de “crucificação” da alteridade.

Com direção de Soledad Yunge, o espetáculo levanta questionamentos: até que ponto as pessoas estão dispostas para aceitar a fé das outras? Em que circunstância elas devem impor as próprias crenças? Como elas se comportam ao se deparar com doutrinas diferentes das suas? Qual é o limite entre um discurso de mudança e um comportamento extremista? O que é a verdade? Como alguém é capaz de transformar uma opinião em “verdade absoluta” para justificar os próprios desejos?

A ideia de pesquisar cenicamente esses temas surgiu em 2015, depois que a Cia. Arthur-Arnaldo ministrou oficinas de teatro em escolas públicas e particulares no projeto #JOVENS contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo. Na ocasião, os artistas perceberam a existência de uma juventude religiosa que tem ganhado força nos últimos anos.

Ao finalizar a leitura de ‘Mártir’, tive o impulso de começar a ensaiar imediatamente e tornar tridimensional as sensações que o texto despertou. A agilidade dos diálogos cortantes e precisos em contraponto aos solilóquios de citações bíblicas me lançou em um redemoinho, no qual vozes e forças se confrontam constantemente. Ao longo das 27 cenas somos convocados o tempo todo a pensar nas nossas crenças e traçar os limites em relação a temas como racismo, sexualidade, machismo, religião, extremismo, deficiência entre outros”, comenta Yunge.

A cenografia de Rafael Souza cria um espaço fictício único a partir de dois elementos simples, cadeiras e mesas, que poderiam ser encontrados em qualquer um dos diversos ambientes da narrativa. Todos atores o ocupam simultaneamente, de forma que as cenas borram seus limites e seguem o fluxo vertiginoso da dramaturgia. A iluminação, por sua vez, fragmenta este espaço híbrido e dá visibilidade às trajetórias.

A montagem é parte do projeto )Entre Jovens( contemplado pela 30a edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo. O elenco conta com a participação dos atores: Ana Andreatta, Carlos Morelli, Edu Guimarães, Georgina Castro, João Bienemann, Júlia Novaes, Taiguara Chagas e Tuna Serzedello.

 Escrita em 2012, a peça ficou em cartaz no Teatro Schaubühne em Berlim com direção do próprio autor. Foi descrita pelo jornal britânico The Guardian como “provocativa e terrivelmente engraçada” por ocasião da montagem britânica do texto em 2015. A tradução do texto alemão para o português, assinada por Christine Röhrig, foi concedida à Cia. Arthur-Arnaldo pelo Goethe Institut.

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Mártir
Com Ana Andreatta, Carlos Morelli, Edu Guimarães, Georgina Castro, João Bienemann, Júlia Novaes, Taiguara Chagas e Tuna Serzedello.
Oficina Cultural Oswald de Andrade (Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo)
Duração 80 minutos
23/11 até 16/12
Quinta e Sexta – 20h, Sábado – 18h
Ingresso Grátis (Distribuição de convites uma hora antes de cada sessão)
Classificação 14 anos

PLUFT, O FANTASMINHA

O Teatro Dr. Botica apresentará o espetáculo, aclamada pelo público infantil, “Pluft, o Fantasminha” entre os dias 25 e 26 de novembro e nos dias 02 e 03 de dezembro.

A peça, encenada pela Cia dos Reis, conta a cômica e inusitada história de Pluft, um fantasma que tem medo de gente. A trama também foca na amizade de Pluft com uma menina que irá ajudá-lo a superar seus medos. Com autoria de Maria Clara Machado, quem assina a direção da montagem é o ator e diretor Ivo Ueter.

Pluft, o Fantasminha começa quando o malvado e temido Pirata Perna de Pau, que está em busca do tesouro perdido do Capitão Bonança Arco-Iris, sequestra a jovem Maribel que é escondida na antiga casa de Bonança. Chegando lá, a menina descobre que a morada abriga uma família muito engraçada de fantasmas, inclusive Pluft, um gentil e bondoso fantasminha que tem medo de pessoas.

Quando os atrapalhados e divertidos marinheiros, amigos de Maribel percebem seu desaparecimento, logo começam a desconfiar que o maldoso Pirata possa ter levado a amiga para a antiga e assombrada residência do Capitão. Juntos, João, Julião e Sebastião vão atrás da garota para salvá-la, passando por momentos onde a coragem de cada um é colocada à prova. Com isso, o Pluft também terá que testar sua bravura e passar por cima do medo para enfrentar seus anseios e construir uma linda amizade entre ele e os humanos.

Com texto leve e simples, a peça leva às crianças a loucura com as trapalhadas de seus personagens.

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Pluft, o Fantasminha 
Com Cia dos Reis
Teatro Dr. Botica – Shopping Metrô Tatuapé (Rua Domingos Agostim, 91. Tatuapé, São Paulo)
Duração 60 minutos
25/11 a 03/12
Sábado e Domingo – 14h
$40
Classificação Livre

O QUEBRA-NOZES

Cisne Negro Cia de Dança já está pronta para entrar em cena novamente com o espetáculo natalino O Quebra-Nozes, criado por Tchaikovsky em 1891. A obra entra em cartaz dia 9 de dezembro, sábado, no Teatro Alfa, com sessões até dia 20 de dezembro, com matinês aos sábados e domingos.

Além do elenco oficial da companhia, participam também solistas que são primeiros-bailarinos das companhias que fazem parte. Tradicional na cidade, o espetáculo recebeu em 2012 o Prêmio Governador do Estado como Melhor Espetáculo de Dança – preferência popular. 

Com direção artística de Hulda Bittencourt e Dany Bittencourt, conta com a colaboração de ensaiadores renomados na área da dança, a ex-primeira bailarina da Ópera de Wiesbaden na Alemanha e maîtreDaniela Severian, e a ensaiadora da Cisne Negro Cia de Dança Patrícia Alquezar. Este ano também contou com a consultoria artística de Ana Botafogo.

História e efeitos especiais

O Quebra-Nozes conta a história de Clara e seu precioso boneco Quebra-Nozes, presente de seu padrinho, o mago Drosselmeyer. Juntos, eles enfrentam uma cruel batalha contra o Rei dos Ratos e seu exército, viajando pelo Reino das Neves até o Reino dos Doces.  A obra produzida pela Cisne Negro foi apresentada pela primeira vez em 1983 sob a direção de Hulda Bittencourt, recebendo naquele ano  o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), como Melhor Espetáculo de Dança. Desde então, foi incorporado ao repertório da Cisne Negro Cia de Dança até os dias de hoje. Uma das marcas do grupo é renovar o espetáculo a cada ano, emprestando a ele um toque de originalidade e inovação sem perder sua essência. A diversidade pode ser vista tanto nas coreografias quanto na montagem cênica.

Nos efeitos especiais circenses e na acrobacia de tecido contará com o Circo Escola Picadeiro, considerada uma das mais respeitadas escolas circenses do país, fundada em 1983 por Wilson Moura Leite, que tem em seu currículo grande número de ex-alunos atuando em importantes companhias no exterior, alguns deles inclusive no Cirque Du Soleil.

Corais no saguão

Neste ano de 2017, O Quebra-Nozes contará mais uma vez no seu elenco de Anjos com integrantes da Usina da Dança, projeto social desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça – IORM, de Orlândia-SP, presidido pela empresária Josimara Ribeiro de Mendonça que atua pelo desenvolvimento integral de crianças e adolescentes na região Nordeste do Estado de São Paulo e mantém parceria com a Cisne Negro Cia. de Dança.

No saguão do Teatro, haverá a apresentação de corais convidados, interpretando músicas natalinas, uma hora antes do início dos espetáculos, sob a coordenação da pianista Maria Inês Vasconcellos.

O espetáculo tem ainda maquiagem e visagismo especial da Equipe Jacques Janine, sob a supervisão de Chloé Gaya. “É uma obra que nos faz embarcar no sonho de Clara, transportando-nos a um mundo de imagens fascinantes, repletas de magia e beleza, que ficam gravadas para sempre em nossas mentes e em nossos corações“, diz Hulda Bittencourt, fundadora da companhia e diretora artística do espetáculo O Quebra Nozes. O Quebra-Nozes é apresentado pelo Ministério da Cultura, PATROCÍNIO: Banco Alfa / Cristália – APOIO: Camarim Artigos para Dança, Jacques Janine, Rascal, Só Dança, Dica do Chef, Giuliana Flores, Via Sapore.

Grade de solistas convidados

Dias 9 e 10 (todas as sessões).

Cícero Gomes – 1º bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Mariana Paschoal – Solista da CISNE NEGRO CIA. DE DANÇA

De 12 a 15 de dezembro

Nina Queiroz Damian Tório – Solistas do Ballet Nacional de Sodre (Uruguai)

De 16 a 20.12 (todas as sessões)

Aurora Dicke Dmitry Semionov – Solistas do  Staatsballett Berlin (Alemanha)

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O Quebra Nozes
Com Cisne Negro Cia de Dança
Teatro Alfa (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)
Duração 120 minutos
09 a 20/12
Segunda, Terça, Quarta e Quinta – 21h, Sexta – 21h30, Sábado – 17h e 20h, Domingo – 15h e 18h
$50/$140
Classificação Livre

DANIEL BOAVENTURA – ENCERRAMENTO DE TURNÊ

O Theatro NET São Paulo recebe Daniel Boaventura nos dias 1 e 2 de dezembro, sexta-feira e sábado, às 21 horas. O show é o mesmo que o artista apresentou no México, em outubro, onde gravou seu novo DVD com uma homenagem aos 50 anos do álbum Sinatra e Jobim, no Teatro Metropolitan, com a casa lotada.

O repertório do artista é formado por músicas que estão na memória de todos, os maiores hits de segmentos variados, o que torna o show vibrante com a participação ativa do público. No palco, Daniel Boaventura fará uma homenagem a dois de seus ídolos, Frank Sinatra e Tom Jobim.

Ele interpretará canções do álbum clássico Francis Albert Sinatra and Antonio Carlos Jobim. A música I’d Rather Hurt Myself, sucesso nas rádios na voz de Daniel Boaventura, também estará presente na apresentação junto com sucessos de Roberto Carlos, Luiz Miguel, George Michael, Bruno Mars e entre outros.

Estou com certeza na melhor fase da minha carreira: um DVD de pura qualidade em todos os aspectos, especialmente nos arranjos, o momento que vivo no exterior e o fato de ser meu primeiro produto lançado ao mesmo tempo em três países me comprovam isso”, celebra o cantor.

Daniel Boaventura – Encerramento de Turnê
Com Daniel Boaventura
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 80 minutos
01 e 02/12
Sexta e Sábado – 21h
$180/$220
Classificação 12 anos

UM

UM é o título do espetáculo que a Companhia Moderno de Dança encena nos dias 24, 25 e 26 de novembro na Caixa Cultural São Paulo. O grupo, fundado em 2002, é originário de Belém do Pará e tem a “dança imanente” como proposição teórica e prática em dança.

Pautada no compartilhamento de subjetividades para a criação cênica, a Companhia, que também se configura como grupo de pesquisa, valoriza a construção coreográfica pelas trocas estabelecidas entre o individual (unidade) e o coletivo (múltiplo). A programação é totalmente gratuita e os ingressos devem ser retirados na recepção da Caixa Cultural a partir das 9h nos dias do evento.

A obra baseia-se na ideologia Ubuntu, cuja tradução literal significa: “eu sou o que sou pelo que nós somos”. A palavra, originária do vocabulário dos povos Bantu, da África do Sul, em diálogo com o fazer/pensar da dança imanente, alicerça o conceito do espetáculo, que utiliza práticas de matriz africana e afro-brasileira como recursos técnico-corporais para a pesquisa de movimentos.

O processo de criação cênica emprega elementos da capoeira, da cultura de escolas de samba, das danças afro-baianas e do candomblé, entendidos como matrizes mobilizadoras para a concepção do espetáculo.

UM foi contemplado com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2013 e já teve duas temporadas em Belém, além de ter circulado pelo interior do estado do Pará e se apresentado em Macapá.

Para a diretora artística Ana Flavia Mendes, “iniciativas como esta da Caixa são grandes oportunidades para difundir a arte produzida no país, de norte a sul. Para nós é muito caro poder dar visibilidade ao que fazemos em outra localidade, longe de casa, sobretudo pela expectativa de troca com o público de outra cidade“.

Além do espetáculo, três atividades paralelas são contempladas pelo projeto, sendo elas: a realização de uma oficina de compartilhamento dos preceitos criativos da dança imanente; uma palestra reflexiva acerca das relações teórico-metodológicas estabelecidas a partir do espetáculo UM e o lançamento de livros que tratam dos processos coreográficos da Companhia Moderno de Dança.

As inscrições para oficina e palestra têm vagas limitadas e podem ser feitas pelo e-mail ciamoderno@gmail.com.

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UM
Com Companhia Moderno de Dança
CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro, São Paulo)
Duração 50 minutos
24 a 26/11
Sexta, Sábado e Domingo – 19h15
Ingresso grátis (ingressos distribuídos a partir das 9h do dia da apresentação)
Classificação Livre

INTERVENÇÃO DALLOWAY: RIO DOS MALEFÍCIOS DO DIABO

Em seu novo espetáculo o Grupo XIX de Teatro convida o público a caminhar pelas ruas do centro, contemplar espaços públicos e habitar uma estufa promovendo outras formas de ocupar e conviver no cotidiano urbano. Intervenção Dalloway: Rio dos Malefícios do Diabo estreia dia 27 de novembro, segunda-feira, às 16h. A temporada segue até 14 de dezembro, com sessões de segunda a quinta-feira, sempre às 16h. A montagem tem o apoio da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

O espetáculo-performance é itinerante. A peça começa no edifício da SEL (Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo), um prédio histórico na Praça Antônio Prado, no Centro. Depois, o público é convidado para um trajeto até chegar ao local onde será construída uma estufa.

O romance Mrs Dalloway de Virgínia Wolf (1882-1941) norteia a construção da performance. O grupo se inspirou pela fábula de uma mulher de classe alta que sai pela cidade e ao fim do dia dá uma festa em sua casa. “O livro é também sobre olhar e ser olhado. Sobre o que vemos, como vemos e como somos vistos no emaranhando de corpos que desfilam pelos centros urbanos diariamente”, conta o diretor do grupo, Luiz Fernando Marques.

A obra se passa num dia na vida dessa mulher que decide ir comprar as flores para a festa que dará à noite. Ela caminha pela Londres do século 19 imersa em seus pensamentos, cruzando com outras pessoas também em seus próprios pensamentos,  todos ligados por uma rede invisível,  submersa, que os une. Estudantes,  comerciantes, donas de casa, um homem que irá se matar, talvez a rainha, que passa num carro oficial,  todas essas trajetórias individuais unidas na sincronicidade das horas. “Propomos assim, uma experiência de possíveis caminhos pela cidade de São Paulo do século 21, com suas contradições, sua frenética movimentação e todas as vidas individuais que se cruzam nesse espaço coletivo. Lembrando que é muito perigoso viver, por um só dia que seja”, explica a atriz Juliana Sanches.

A ideia de uma estufa, artificial e temporária, invasiva ao mesmo tempo que orgânica, aponta para o desejo de um diálogo físico e metafórico entre os artistas e o público, entre todos e a cidade. “Pretendemos sobretudo transformar o espaço do cotidiano em testemunho, em uma experiência vivida e compartilhada. Proporcionar um estado latente de presença diante de um ato, injetado artificialmente no hábito do cotidiano urbano”, fala Marques.

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Intervenção Dalloway: Rio dos Malefícios do Diabo
Com Janaina Leite, Juliana Sanches, Luiz Fernando Marques, Rodolfo Amorim e Ronaldo Serruya.
Ponto de encontro: Edifício-sede da SELJ – Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo (antigo Banco de São Paulo) (Praça Antônio Prado, nº 9, Centro, São Paulo)
Duração 90 minutos
27/11 até 14/12
Segunda, Terça, Quarta e Quinta – 16h
Ingresso grátis (reservas de ingressos: reservadalloway@gmail.com/ )
Classificação 12 anos