ROUPA SUJA

Com atividades para o público amante da literatura, o Sesc Consolação traz para os meses de março e abril o espetáculo Roupa Suja, da Cia as de fora e a oficina Soltando a Língua, com um ponto em comum: o escritor Marcelino Freire.

Baseado em quatro contos do escritor, Roupa Suja tem dramaturgia de Cesar Ferrário e direção de João Júnior, com temporada de 12 de março a 17 de abril, às 20h, às segundas e terças-feiras, no Espaço Beta.

Os contos escolhidos para a encenação são: Modelo de VidaRoupa SujaVestido Longo e Lavagem a Seco,todos que retratam um Brasil que busca migrar em sua condição de vida e tem na roupa um signo de status e mobilidade social, revelando camadas socioeconômicas, culturais e históricas da relação entre classes.

Roupa Suja é uma teia de narrativas que lança olhos sobre os desejos de vida de personagens que vivem numa linha tênue de desejo e disputa de classes. Personagens marginais buscando ascender socialmente através de um olhar crítico, sensível e bem humorado sobre o país a partir de uma camada da população dita subalterna.  É dessa gente que trata a obra de Marcelino Freire. A peça costura narrativas de vida que vão se entrelaçando a partir de fatos e desejos num jogo temporal com a memória dos personagens numa fricção constante entre narrativo e dramático. Dentro do contexto dramático se sujam as roupas. E a roupa aqui é um emblema social”, diz o diretor João Júnior.

A peça também é resultado do trabalho de pesquisa de três anos da companhia, sobre a transposição de obras literárias para os palcos do teatro.

…Muitas de minhas narrativas foram adaptadas para o teatro. E a minha felicidade é grande quando isto acontece. Celebro, com entusiasmo, essa união entre literatura e teatro. Eis agora, por exemplo, a peça Roupa Suja, reunindo contos meus, assim, que tentam passar a limpo a nossa sociedade. Escancarar, direta e secamente, as sujidades que aí estão. Haja trabalho esse nosso. De lavar, lavar, lavar. Até sobrar o que interessa. A verdade que a arte busca. E que a água, essa fonte de criação, nos revela…” declara  Marcelino.

Além de teatro a programação literária se estende com a oficina Soltando a Língua, realizada por Freire, a partir de 14 de março, quartas e quintas, às 19h.

A ideia é trazer através de exercícios, troca e experiências de cada um, dicas de como “desbloquear” e “enxugar” um texto, concisão, criação de um personagem e organização de um livro. Além de valorizar o repertório e vocabulário, seja em qual gênero literário for.

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Roupa Suja
Com Ana Carolina Marinho, Anna Zêpa, Juão Nin, Rodrigo Sanches e Tatiana Caltabiano
Sesc Consolação – Espaço Beta, (R. Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque, São Paulo)
12/03 até 17/04
Segunda e Terça – 20h
$20 ($6 -credencial plena)
Classificação 16 anos
 
Oficina – Soltando a Língua, na Sala Alfa. Com Marcelino Freire. A partir de 16 anos. Ingressos de R$30 a R$9. Dias de 14/3 a 29/3, quartas e quintas, das 19h às 21h30.
* As inscrições devem ser feitas na Central de Atendimento do Sesc Consolação. Vaga limitadas!

QUARENTA E DUAS

Com texto de Camila Damasceno, o espetáculo Quarenta e Duas – da Cia Artehúmus e do Núcleo Tumulto – estreia no dia 23 de março (sexta, às 21h) na SP Escola de Teatrocom direção conjunta de Daniel Ortega e Emerson Rossini.

O enredo aborda, de forma onírica, desde temas como a opressão do consumo à busca permanente do gozo como sinônimo de felicidade.

A encenação se dá a partir da perspectiva dos últimos momentos de vida de Robson, um adolescente compulsivo que morre após se masturbar 42 vezes. O mundo particular desse garoto é apresentado com suas idiossincrasias e seus desejos tão comuns quanto absurdos, convidando o público a adentrar nos conflitos de uma geração bombardeada por links, likes e imagens editadas.

Em cena, Cibele BissoliCristiano Sales e Daniel Ortega alternam-se nos vários papeis. Álvaro Francoassina os figurinos e divide com Daniel Ortega o cenário e os adereços. A iluminação é de Thatiana Moraes, e a trilha sonora é criação de Vinícius Árabe Penna.

Em ritmos de zapping, flashes de memória e imagens da vida de Robson (vivido por Sales e Ortega) vão expondo questões contemporâneas pelo viés desse adolescente. A relação com o pai ausente, as expectativas idealizadas da mãe, a relação com os padrões sociais e religiosos, o peso de ter que se encaixar em regras, os impulsos primários dos desejos e a solidão nas relações virtuais são como quadros que se alternam no subconsciente de Robson, transbordando tudo que lhe oprime, que lhe consome.

O exagero consumista – não só material, mas também humano e psicológico – aparece com dimensões também extremas em Quarenta e Duas: “a metáfora está nas mutilações presentes na encenação, apontando o quanto nos automutilamos diante do mundo, pois o autoconsumo é uma ferramenta para sobrevivermos”, argumenta Rossini.

Para trazer ao palco as reflexões levantadas no texto, os diretores fazem uso da linguagem da performance ao abordar o universo onírico que conduz a trajetória da personagem. A encenação não se propõe a responder as questões, mas ressaltar a relevância dos temas no contexto atual, quando a agilidade da informação e o descarte humano ocupam lugar de destaque no frenesi urbano. A distorção do tempo e a sobreposição de símbolos permitem que o espectador amplie sua percepção diante da cena e da poesia nesses momentos finais de Robson.

A encenação

A dramaturgia foi elaborada a partir de uma notícia veiculada em sites de fake news, em 2012, sobre a suposta morte de um adolescente, no interior de Goiás, após se masturbar 42 vezes, ininterruptamente.

As referências passam pela profusão de informações e pelo ritmo acelerado dos dias atuais. Cenas de filmes, animes, comerciais, redes sociais e situações cotidianas tecem um quadro denso desse “estranho mundo de Robson”, como Ortega costuma se referir, onde não é necessário definir o que é alucinação. “A internet é o universo fake onde se pode ser o que quiser assim como a falsa notícia sobre Robson”, reflete o diretor Emerson Rossini.

Quarenta e Duas quebra a linearidade do tempo onde fantasias e realidades se mesclam no universo das personagens. A opção pela narrativa zapping, pela descontinuidade e fragmentação de imagens e gestos ajuda a revelar o ponto de vista de Robson no momento de epifania diante da morte: uma zona turbulenta onde seu subconsciente se expande.

Os figurinos, objetos de cena e a presença do látex, aplicados sobre algumas peças, trazem a reflexão sobre esse mundo fake em que estamos inseridos. O figurino é composto por peças brancas que fogem ao cotidiano e permitem uma integração maior entre os atores. Com ares nonsense, as personagens vestem saias com tule, reportando ao tutu das bailarinas clássicas. “O contraponto está no figurino e nos traz a leveza do momento onírico, a doçura para essa abordagem densa”, comenta Daniel Ortega.

O cenário segue a linha onírica da encenação. De uma armação suspensa em forma de guarda-chuva surge um emaranhado de fios pretos que envolvem o espaço. Luvas pretas flutuam. Os adereços – máscaras de animais, regadores de plantas, partes de bonecas, moedor de carnes, martelo, serrote, refrigerante – são resignificados e transformados em símbolos para a linha narrativa. Esses elementos dialogam entre si e a cenografia.

A iluminação recortada desenha poeticamente as linhas do caminho de Robson. A trilha sonora criada com base no mundo virtual – é uma referência pop e também é texto. Ela potencializa nossa dependência do consumo enraizado e pincela um quadro cruel de uma realidade quase distópica. Para os diretores, o expectador irá presenciar em Quarenta e Duas um mundo paralelo e individualista, síntese de um aspecto degenerativo da sociedade moderna.

Quarenta e Duas -Cristiano Sales e Daniel Ortega -foto de Cacá Bernardes -b

Quarenta e Duas
Com Cibele Bissoli, Cristiano Sales e Daniel Ortega.
SP Escola de Teatro (Praça Franklin Roosevelt, 210 – Consolação, São Paulo)
Duração 70 minutos
23/03 até 23/04
Sexta, Sábado – 21h, Domingo – 19h, Segunda – 21h
$30
Classificação 14 anos

60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL

Após temporada de sucesso e crítica em São Paulo e Rio de Janeiro, 60! Década de Arromba – Doc. Musical retorna à capital paulista em curta temporada no Theatro NET São Paulo. A reestreia acontece dia 06 de abril, 20h30. As sessões acontecem de quinta a sexta-feiras, 20h30, aos sábados, 17h e 21h, e no domingo, 17h, com temporada até dia 1º de maio.

Representante maior da Jovem Guarda, um dos principais movimentos musicais da década de 1960, a cantora Wanderléa é a “cereja do bolo” de 60! Década de Arromba – Doc. Musical, dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. A cantora participa pela primeira vez de um musical, interpretando ela mesma. O espetáculo utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

60 foi uma década muito importante em vários aspectos: nas artes, no esporte, nos movimentos sociais e políticos e no avanço tecnológico. Descobri durante o processo da peça que estávamos fazendo um documentário musical, em que cantamos toda a história sem utilizar nenhum personagem real. A única personagem que trazemos para a cena é a Wanderléa, interpretando ela mesma. Um luxo”, conta o diretor Frederico Reder.

O momento era de grande agitação política, jovens reivindicavam seus direitos pregando a bandeira do amor. Wanderléa embalava os sonhos de milhões de brasileiros com os versos bem apropriados para a época na música “É o Tempo do Amor”.

Fruto de uma extensa pesquisa feita por Frederico Reder e Marcos Nauer, 60! Década de Arromba – Doc. Musical começa com um prólogo, em 1922, contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960.  A partir desse ponto, a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. De Roberto e Erasmo, passando por Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Beatles, Tony e Celly Campello, Bibi Ferreira, Edith Piaf, Tom e Vinicius, Milton Nascimento, Gil e Caetano, Maysa, Geraldo Vandré e tantos outros nomes importantes na música.

Se hoje em dia a discussão em torno do empoderamento feminino está em alta, já em 1960 mulheres marcaram época com frases que deram o que falar. “Ninguém nasce mulher, torna-se mulher”, afirmava a escritora francesa Simone de Beauvoir. Marilyn Monroe fazia sucesso e bradava “mulheres comportadas raramente fazem história”.  Aqui no Brasil, mulheres como Leila Diniz também não ficavam atrás com atitudes e frases que marcaram história, como: “Na minha cama deita quem eu quiser”.

Ícone pop da década de 1960, Wanderléa sempre foi considerada um símbolo de vanguarda. Primeira mulher a posar nua grávida para uma foto e pioneira no uso das minissaias e do silicone, contribuiu para os direitos e a liberdade das mulheres de sua geração.

Fiquei muito emocionada em receber esta homenagem justamente quando a Jovem Guarda completa 50 anos. Nunca havia imaginado integrar um grande musical”, diz Wanderléa.

Produzido pela Brain+ em parceria com a Reder Entretenimento e a Estamos Aqui, “60! Década de Arromba” é uma superprodução com 20 cenários, 10 toneladas de material cênico e mais de 300 figurinos. Além dos 24 atores, conta também com uma orquestra de 10 músicos.

 

60! Década de Arromba – Doc. Musical
Com Wanderléa, Amanda Döring, André Sigom, , Camila Braunna, Deborah Marins, Erika Affonso, Ester Freitas, Fernanda Biancamano, Jade Salim, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Ribeiro, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Raphael Rossatto, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin, Tauã Delmiro 
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas 360 – Vila Olimpia, São Paulo)
Duração 180 minutos
06/04 até 01/05
Quinta e Sexta – 20h30, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 17h
$50/$220
Classificação 12 anos

3 FORMAS DE AMAR

No final de 1994, estreava no Brasil um filme despretensioso que abordava a relação entre três jovens diante de novas possibilidades de amar. O tempo passou e “3 formas de amar” ainda é referência na lista de filmes com temática LGBT e registro marcante na memória de muitos trintões. Depois da temporada de sucesso em 2016, a peça reestreia dia 10 de março no Teatro Augusta.

Nesta versão, livremente inspirada no filme, os papeis de Josh Charles, Lara Flynn Boyle e Stephen Baldwin são vividos respectivamente pelos atores Tiago Pessoa, Thalyta Medeiros e Victor Benain. Eles interpretam três jovens que dividem o aluguel e as despesas de um apartamento em São Paulo. Amor, incertezas e muitos desejos fazem parte do universo desses jovens que ainda se prepararam para a famigerada vida adulta.

Na comédia, dirigida por Renato Andrade, Leo é um rapaz acanhado, recém-chegado do interior, Alexia é uma aspirante a atriz e Vinicius é o vértice divertido e irresponsável do triangulo amoroso que se forma entre eles. São desconhecidos, completamente diferentes, mas que se aproximam em meio às dificuldades de se viver em uma grande metrópole. Aos poucos, surge uma amizade e um imbróglio amoroso, repleto de questionamentos típicos da juventude.

Embora se passe nos anos 90, época em que bissexualidade ainda era um assunto abafado, a história não se foca nos dramas ou discussões sobre o tema. Seu diferencial é apresentar uma relação de poliamor de maneira simples e divertida. É uma história sobre três jovens, que em dado momento, se veem apaixonados uns pelos outros e precisam lidar com esse sentimento e com as infinitas formas de amar. 

 

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3 Formas de Amar
Com Thalyta Medeiros, Tiago Pessoa e Victor Benain
Teatro Augusta (R. Augusta, 943 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 60 minutos
10/03 até 29/04
Sábado – 22h, Domingo – 20h
$60
Classificação 14 anos

TOTALMENTE DEVANEIO

O que esperar de dois amigos comediantes, uma plateia interativa e um computador online? Maurício Meirelles (criador do Webbullying e dono do melhor show de stund up do Brasil em 2016 e 2017) e Daniel Zukerman (o impostor do programa Pânico na Band) se juntam para a estreia de um show de humor inédito: o Totalmente Devaneio, que começa curta-temporada no Teatro MorumbiShopping dia 1º de março, quinta-feira, às 21 horas.

Essa parceria com o Daniel Zukerman estava amadurecendo há algum tempo e chegou a hora do ‘Totalmente Devaneio’ estrear. A peça é uma mescla de talk show, stand-up, improviso e muitas outras maluquices. Vamos invadir as lives de famosos, analisar os melhores momentos do stories do Instagram de uma blogueira, interagir com a plateia, receber um convidado famoso a cada semana, relembrar e analisar momentos engraçados de nossas vidas, os famosos trotes do Daniel trollando pessoas. Um devaneio total”, destaca Mauricio Meirelles.

Para Zukerman, subir ao palco com o amigo Meirelles será uma grande e hilária doideira. “A galera que for ao show vai ver coisas que jamais viram na vida. O conteúdo que saiu de dentro dessas duas cabeças malucas, criativas e inquietas é surreal”, revela.

A ideia dos humoristas é fazer esses cinco shows na temporada em São Paulo e depois começar a viajar o Brasil.

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Totalmente Devaneio
Com Maurício Meirelles e Daniel Zukerman
Teatro Morumbi Shopping (Av. Roque Petroni Junior, 1089 – Jardim das Acácias, São Paulo)
Duração 90 minutos
01 a 29/03
(Excepcionalmente no dia 22 de março, a sessão será às 21h30)
Quinta – 21h
$60
Classificação 14 anos

IN ROCK

Alírio Netto e banda Noturnall preparam shows inéditos para gravação de DVD. Serão dois shows diferentes e especiais, preparados exclusivamente para este evento. Ao final, as duas bandas se reúnem para uma JAM especial.

Show em comemoração aos 25 anos de carreira, Alírio Netto canta desde músicas dos seus primeiros CDs, até mais recente álbum João de Deus, além de temas dos musicais que protagonizou como We Will Rock You, do Queen, em que viveu o protagonista Galileo e Jesus Cristo Superstar, onde fez o papel de Jesus na produção mexicana e o de Judas na produção brasileira. Seu mais recente projeto foi o espetáculoFreddie Mercury Revisited. A banda que acompanhará Alírio Netto será composta pelos músicos da Noturnall.

A banda Noturnall que conta com mais de 300 mil seguidores, 300 shows na carreira, participação festivais pelo mundo, tours pelo Brasil, América Latina, América do Norte e Europa, agora se reúne para fazer o lançamento do seu primeiro material acústico. Formada pelos músicos Thiago Bianchi (vocal), Fernando Quesada (baixo), Junior Carelli (teclados), Henrique Pucci (bateria) e Bruno Henrique (guitarra), a banda faz versões de grandes sucessos, e ainda comemora 10 anos da formação Immortal da banda Shaman, uma das maiores bandas da história do heavy metal e rock nacional.

In Rock (gravação de DVD)
Com Alírio Netto e Noturnall
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 120 minutos
24/04
Terça – 21h
$40/$60
Classificação Livre

 

 

In Rock (gravação de DVD)
Com Alírio Netto e Noturnall
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 120 minutos
24/04
Terça – 21h
$40/$60
Classificação Livre

ZECA BALEIRO AO VIVO

Zeca Baleiro faz um passeio pela sua discografia, mostrando alguns lados B e arranjos contagiantes de canções já consagradas como Era DomingoTelegrama, Meu Amor Minha Flor Minha Menina e Babylon. O público também pode esperar novidades de Zeca Baleiro, que costuma preparar releituras de músicas de outros artistas.

Nesse show, Zeca Baleiro é acompanhado por dois amigos com quem tem dividido palcos e estúdios em ocasiões diferentes ao longo de sua carreira: Tuco Marcondes (guitarras e vocais) e Adriano Magoo (teclados, samplers, sintetizadores e acordeon).

Ao Vivo
Com Zeca Baleiro
Teatro Porto Seguro (Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos, São Paulo)
Duração 80 minutos
17/04
Terça – 21h
$100/$160
Classificação Livre