OS PRODUTORES

O clássico de Mel Brooks Thomas Meehan, lançado em 1968, ganhou uma versão musical na Broadway em 2001 e remake do filme em 2005, este estrelado por Nathan Lane, Matthew Broderick, Uma Thurman, Will Ferrell, entre outras estrelas de Hollywood. No Brasil, Os Produtores ganhou vida pelas mãos do ator, diretor e produtor Miguel Falabella.

Em 2007, a hilária adaptação, que passou por cidades como São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro, levou mais de 200 mil pessoas ao teatro e contou com nomes de peso como Juliana Paes e Vladimir Brichta. Para a remontagem da versão brasileira em comemoração dos 10 anos de sua estreia em palcos tupiniquins, o musical volta com estrelas de mesma grandeza e terá em cena, além do próprio Falabella (também responsável pela direção geral), Danielle Winits (atriz já consagrada das telas e dos palcos) e o comediante e apresentador Marco Luque (que faz sua estreia no gênero musical e promete arrancar risadas com seu jeito icônico de fazer comédia).

A reestreia de Os Produtores está marcada para 21 de abril de 2018, e ficará em curta temporada no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. A produção segue viagem para o Rio de Janeiro, quando estreia em 13 de julho de 2018, no Vivo Rio. Os ingressos para a temporada paulistana já estão à venda pela www.ingressorapido.com.br e pontos de vendas oficiais.

A versão atual tem um maior número de cenários, além de mais grandiosos do que a edição de 2007. A cenografia procurou retratar todas as atmosferas que envolvem um espetáculo musical ao recriar ambientes como o espaço de audição, o teatro, além de outros lugares que se passam a história como um tribunal, a casa do diretor, escritório de contabilidade, prisão, tribunal, a cidade. Todos os espaços foram reproduzidos nos mínimos detalhes. A riqueza também está inserida nos figurinos que misturam cores e texturas e se transformam em extensões dos personagens.

Além da nova direção de Miguel Falabella, o espetáculo conta com direção musical e vocal de Carlos Bauzys, coreografia de Fernanda Chamma, cenografia de Renato Theobaldo, figurinos de Ligia Rocha e Marco Pacheco, visagismo de Dicko Lorenzo, design de som de Gabriel D’Angelo e design de luz de Guillermo Herrero.

SINOPSE

Primavera de 1959 em Nova York. O produtor Max Bialystock (Miguel Falabella) amarga seu último fracasso no teatro quando chega, em seu escritório, um contador tímido e um tanto nervoso, Leo Bloom (Marco Luque), para revisar a contabilidade. Sem querer, Leo descobre que um produtor pode ganhar mais dinheiro com um fracasso do que com um sucesso. “Você pode juntar um milhão de dólares de investidores, gastar cem mil e guardar o resto!”. A ideia faz brilharem os olhos de Max, que convence o até então honesto contador a se associar a ele.

A dupla então se dedica a encontrar a pior obra jamais escrita, conseguir o mais desastroso diretor de teatro e produzir o maior fracasso da história. A eles junta-se Ulla (Danielle Winits), uma dançarina sueca que conquista seu espaço com algum talento e belas pernas. No entanto, nem tudo sai como planejado: a obra resulta num estrondoso sucesso, o golpe é descoberto e ambos são presos. Mas o que parece o fim acaba virando um novo começo. Após saírem da prisão, Max e Leo voltam à Broadway com o musical “Prisioneiros do Amor”. Desta vez, porém, a ideia é fazer sucesso e a peça é um recomeço para os dois.

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Os Produtores
Com Miguel Falabella, Marco Luque, Danielle Winits, Sandro Christopher, Edgar Bustamante, Mauricio Xavier, Brenda Nadler, Carol Costa, Fefa Moreira, Giovanna Zotti, Hellen de Castro, Mariana Belém, Maysa Mundim, Renata Vilela, Talita Real, Thais Garcia, Adriano Tunes, Carlos Leça, Daniel Caldini, Fernando Lourenção, Gustavo Klein, Marcel Octavio, Pedro Paulo Bravo, Rafael Machado e Ubiracy Brasil.
Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2.823 – Jardins, São Paulo)
Duração 150 minutos
21/04 até
Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 15h30
$75/$250
Classificação 12 anos

HOJE O ESCURO VAI ATRASAR PARA QUE POSSAMOS CONVERSAR

Em seu primeiro espetáculo infantil, Hoje O Escuro Vai Atrasar Para Que Possamos Conversar, o Grupo XIX de Teatro teve seu processo criativo inspirado pelo romance De Repente, Nas Profundezas do Bosque, do escritor israelense Amós Oz. A peça estreia no dia 10 de março no Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo, onde segue em cartaz até 23 de junho, com sessões aos sábados, às 11h. O elenco conta com a participação de Janaina LeiteJuliana SanchesRodolfo Amorim,Ronaldo Serruya e Tarita Souza.

Com dramaturgia de Ronaldo Serruya e direção de Luiz Fernando Marques e Rodolfo Amorim, a peça se passa em um triste vilarejo onde não vivem mais animais, nem domésticos e nem silvestres. Algo muito estranho aconteceu no passado que provocou a fuga dos bichinhos e os transformou em seres quase mitológicos, lembrados apenas nas aulas da professora Rafaela.

Nesse lugar misterioso, vivem os colegas Santi, Clara e Luna, que, depois de sofrer bullying de seus colegas também desapareceu. Desconfiados de que Luna teria sido raptada pelo Espírito do “não-sei-o-quê” do bosque, Santi e Clara partem floresta a dentro em busca da amiga.

A encenação apresenta ao público delicados temas discutidos pela obra de Amós Oz, como os efeitos da discriminação e do tratamento indesejado, como o bullying isola as pessoas e a consciência de que o “outro” também tem medos, fragilidades e inseguranças. A ideia é fazer com que as crianças entendam a alteridade como uma extensão do eu, desconstruir o processo vicioso de desqualificação de um indivíduo por causa de suas diferenças e mostrar que as pessoas formam juntas as conexões do tecido social de uma comunidade.

Queríamos discutir como desmontar uma estrutura normativa que permite a perpetuação desse mecanismo de opressão social na escola. Eu também me inspirei na minha própria história, pois fui vítima de bullying e vivenciei esse sistema opressor. E, na época, não havia uma estrutura para discutir isso, em nenhuma instância. O bullying era tratado como algo normalizado dentro daquele universo”, comenta o autor Ronaldo Serruya.

PROCESSO CRIATIVO

Quando o Grupo XIX decidiu montar seu primeiro espetáculo infantil, os artistas se reuniram para elencar quais temas gostariam de abordar. A fábula de Amós Oz, cuja literatura adulta já era discutida na companhia, logo veio à tona quando eles escolheram tratar do respeito às diferenças. “Outra coisa bacana é que, embora o autor tenha classificado o livro como uma história infantojuvenil, não faz concessões para tornar sua linguagem mais simples. Isso é muito legal porque mostra que não precisamos menosprezar o poder de ‘metaforização’ do imaginário infantil. A literatura tem muitas narrativas poéticas que permitem que criança possa exercitar seu poder de imaginação”, fala o dramaturgo.

Escolhido o texto que inspiraria à encenação, o desafio passou a ser como os artistas usariam a linguagem desenvolvida pela companhia ao longo de seus 16 anos para montar uma peça infantil. “Pensamos em transformar o espetáculo em uma experiência itinerante, de modo que ela tivesse uma relação com o espaço. Chegamos a ideia de convidar a plateia para um passeio fora do teatro e dentro de sua arquitetura, passando pelo palco, pelos urdimentos, pelas coxias. Outra questão foi a interatividade, ou seja, a tentativa de promover o diálogo direto com as crianças, o que fazemos sempre em nossas peças adultas”, comenta Luiz Fernando Marques.

Nessa experiência teatral imersiva, o cenário funcionará como uma instalação inspirada no trabalho da artista mineira Lygia Clark, usando estímulos com o escuro, claro, barulhos e diferentes texturas para provocar os sentidos da plateia. O bosque da história será construído com adereços pela ocupação de cada um dos espectadores.

A encenação brinca um pouco com essa busca pelos animais. Para chegar a esse ponto, eles fazem um passeio pelos corredores, escadas e algumas salas do CCBB. Em um primeiro momento as crianças assistem à peça com um cenário pintado e têm uma experiência. Dentro do bosque, têm outra experiência. Eles podem interagir com os elementos aos quais eles assistiram antes e vivem uma inversão de ponto de vista”, acrescenta o diretor Rodolfo Amorim.

A paisagem sonora da peça, pensada pela diretora musical Tarita Sousa, também contribuirá para essa experiência. Os sons da natureza e dos bichos serão recriados com materiais naturais, como paus de chuva do cerrado brasileiro, folhas secas e de vários tipos de vegetação, bambus e gravetos, combinados com teclado e violão.

Já os figurinos de Juliana Sanches são diferentes quando a história se passa na aldeia e na floresta. No primeiro lugar, os personagens usam roupas que rementem à uma representação tradicional da infância; no segundo, trajes que se transformam, com sobreposições quebrando os paradigmas do masculino e feminino.

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Hoje o Escuro Vai Atrasar Para Que Possamos Conversar
Com Janaina Leite, Juliana Sanches, Ronaldo Serruya, Rodolfo Amorim, Tarita de Souza.
Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo)
Duração 60 minutos
10/03 até 26/05
Sábado – 11h
01 a 22/06
Sexta – 11h
$20
Classificação Livre

LOVE, LOVE, LOVE

Espetáculo que recebeu 12 indicações a prêmios na temporada carioca, estreia no Teatro Vivo dia 23 de março, sob direção de Eric Lenate, com texto inédito no Brasil de Mike Bartlett.

Depois do sucesso da montagem de “Contrações” (premiações: APCA, APTR, Questão de Crítica e Aplauso Brasil), a companhia monta texto inédito do mesmo autor. No texto Love, Love, Love de Mike Bartlett, de 1967 a 2014, uma família conta a história de sua geração abordando, de maneira crítica, o contexto político e social de sua época e demonstra como somos modificados pelo tempo em que vivemos.

O primeiro texto que lemos de Mike Bartlett foi Love, Love, Love, depois de uma imersão de dois anos de leitura de autores contemporâneos, nos conectamos especialmente com esse autor. Ele é contundente com o momento em que vivemos, é profundo e provocador ao mesmo tempo que tem uma escrita clara e objetiva. Para o Grupo 3, o teatro é lugar de revisitar a história e pensar a questão do tempo político e social. E mesmo Mike escrevendo em Londres, cabe muito bem na pesquisa do grupo”. relata Gabriel Fontes Paiva.

Os três ficaram bem impressionados com o tema político revelador de como uma geração é definidora da próxima. Mas, na época, a companhia acabou por decidir montar Contrações. “Era perfeito para o momento do grupo, tratamos o tema de dominação em todas as montagens anteriores. Além disso, “Contrações” foi a peça de maior interlocução direta com o público e decidimos repetir Bartlett porque percebemos como era importante avançar nesse movimento”, conta Débora Falabella.

A escolha foi certa. A peça rendeu 7 prêmios ao grupo, que três anos depois pode montar “Love, Love, Love.” “O texto conta a história de uma família bem peculiar, mas está tratando do conflito geracional mais atual que poderia ser. É um texto político e também psicológico. É tudo junto como costumam ser as grandes obras”, reflete Yara de Novaes.

Uma obra que, além de descrever uma família com todas as suas idiossincrasias e personalidades, também demonstra como somos modificados pelo tempo em que vivemos. A ação começa em 1967, na noite da primeira transmissão ao vivo de TV via satélite, em que os Beatles cantaram All You Need Is Love. Sandra, bonita e sedutora, recém-ingressada na universidade, marcou um encontro com Henry. Mas ela se interessa por seu irmão mais novo, Kenneth, também de 19 anos e calouro universitário. Em 1990, eles estão confortavelmente em outra realidade – são da classe média, curiosamente negligentes com os dois filhos, em um casamento prestes a ruir. Mas o grande momento é o último ato, em 2011, em uma reunião de família, quando a filha do casal, Rose, que foi uma violinista promissora, agora com 37 anos e muito decepcionada, arremessa sobre eles e sua geração de paz e amor a responsabilidade pelo fracasso da geração dela afirmando: “Você não alterou o mundo, você o comprou”.

O grupo  que estreou em 2005 na Casa de Cultura Laura Alvim e já teve seus espetáculos dirigidos porYara de Novaes, Aderbal Freire Filho e Grace Passô, desta vez convidou Eric Lenate.

O espetáculo Love, Love, Love tem o patrocínio da Vivo. “Estamos orgulhosos em trazer para o Teatro Vivo mais este espetáculo, marcado pela qualidade e pelo talento do Grupo 3 de Teatro e que certamente será sucesso de público também na capital paulista”, revela André Acioli, curador do Teatro Vivo.

Lovex3 Rio Domingo-326

Love, Love, Love
Com Augusto Madeira, Débora Falabella, Mateus Monteiro, Alexandre Cioletti e Yara de Novaes
Teatro Vivo (Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460 – Vila Cordeiro, São Paulo)
Duração 110 minutos
23/03 até 27/05
Sexta – 20h, Sábado – 21h, Domingo – 18h
$50/$60
Classificação 14 anos

GOLD HERANÇA

Tudo era sol, era ré, mi, fá… ai que saudade me dá…” Como dizem os versos da canção “GoldHerança”, de autoria de Gerard Gambus e Carlos Colla, a família Correa sempre foi um exemplo de musicalidade.

Começaram suas carreiras muito jovens. Por volta de 1958, os primeiros a estrearem oficialmente na música foram os irmãos Ronaldo, Roberto e Renato juntamente com o primo Valdir. Surgia então os Golden Boys, que começaram a carreira cantando versões em português para baladas e rocks internacionais conhecidos do grande público em programas de calouros nas rádios do Rio de Janeiro. Conforme a Jovem Guarda assumia posição de destaque na música brasileira, o grupo aumentava seu prestígio. Os Golden Boys também tiveram nobre participação nos Festivais, excursionaram por países da América do Sul e gravaram diversos discos.

 Mas a família é grande… e os irmãos mais novos Mário, Regina e Evinha observavam atentamente tudo que acontecia com muito brilhantismo com seus irmãos mais velhos dos Golden Boys.

 Foi aí que em 1961, o Trio Esperança iniciou também a sua carreira. O sucesso veio com “Filme Triste”, versão brasileira de “Sad Movies”. Em seguida, outros hits do trio vocal como “O Passo do Elefantinho”, “Festa do Bolinha”, “Gasparzinho” estiveram à frente das rádios e programas de tv da época.

 No fim da década de 60, Evinha partiu para carreira solo, sendo substituída por sua outra irmã, a caçula Mariza, ou Marizinha como é conhecida. Com a nova formação, o grupo lançou outros discos de sucesso.

 Após sua saída do Trio Esperança, Evinha começou mais uma bela trajetória. Seu primeiro sucesso foi “Casaco Marrom”. Em 1969, conquistou o primeiro lugar no IV Festival Internacional da Canção com a música “Cantiga por Luciana”, conquistou tambem o segundo lugar no Festival da Música em Atenas (Grecia) e foi finalista do Festival Yamaha em Toquio (Japão). Juntamente com suas irmãs, gravou músicas brasileiras em um disco de Paul Mauriat em 1977, excursionando com o maestro francês pelo Japão e pela China. Casou-se com Gérard Gambus pianista e diretor musical da orquestra de Paul Mauriat, e passou a viver na França.

 Com o término do Movimento Jovem Guarda, o Trio Esperança também chegou ao fim. Mário se tornou empresário do ramo de educação e as duas irmãs Mariza e Regina também foram morar na Europa. Por lá, junto à Evinha, voltaram a cantar e criaram uma nova formação do Trio Esperança, gravando 5 álbuns que geraram 3 discos de ouro e sempre com muito sucesso de público e crítica. Paralelamente Evinha continua sua carreira solo e lançou em 2016 com o marido Gérard o álbum “Uma voz, um Piano” . Este disco faz parte dos 100 melhores albuns do ano de 2016.

Já o grupo Golden Boys nunca parou de cantar e faz shows por todo o Brasil. Além disso, compuseram hits que foram cantados não só por ícones da Jovem Guarda, mas também por nomes atuais como Roupa Nova (canção “Anjo”), Xuxa (canção “Doce Mel”), Alcione (“Pode Esperar”), Fábio Jr (também a canção “Anjo”), entre outros artistas. Recentemente o irmão mais novo, Mário Correa (Trio Esperança) passou a caminhar oficialmente com o grupo, ocupando o lugar do saudoso e amado irmão Roberto Correa.

  Gente que se ama, gente que se aninha no mesmo abraço. Gente que se une, gente que caminha no mesmo passo. E em cada veia corre o mesmo sangue … mesmo compasso. Vamos nessa dança nessa gold herança … que nos deixaram nossos pais.” (Gold Herança – Gérard Gambus/ Carlos Colla)

Gold Herança
Com Golden Boys, Evinha e Trio Esperança
Theatro NET SP – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas 360 – Vila Olimpia, São Paulo)
Duração 60 minutos
11/04
Quarta – 21h
$100/$120
Classificação 12 anos

O ASSASSINATO DO PRESIDENTE

Numa noite na Rua do Triunfo, o maior criminoso do Brasil, o rei da Boca do Lixo do século 21, Ulisses, recebe uma prostituta travesti, Penélope, do seu catálogo vip para um encontro antes dele executar, no dia seguinte, o presidente do País. Nessa noite, revelações na vida das personagens as aproximam para sempre, mudando inesperadamente o rumo da história.

Esta é a sinopse do espetáculo da Cia de teatro Pessoal do Faroeste, com texto e direção de Paulo Faria, que retoma temporada no próximo dia 26 de fevereiro, com apresentações sempre às segundas, às 20h. A peça, assim como a maior parte do material produzido pela Cia, segue explorando o entorno da sede do grupo, a região da Luz, onde também está o Memorial da Resistência, que na ficção seria o palco do crime contra o presidente da república.

O espetáculo se desenvolve por meio de diálogos entre as duas personagens, vividos pelo próprio autor/diretor Paulo Faria e a atriz Leona Jhovs. Os diálogos revelam uma relação capaz de mudar o fim da história.

A montagem será apresentada na sede da Cia, que fica na Rua do Triunfo, 301/305, próximo à estação de metrô Luz. A entrada é “pague quanto puder”.

Esta é a segunda temporada. A peça estreou no dia 04 de dezembro de 2017, de segunda a sexta, até o dia 26 de janeiro de 2018 (com intervalo para as festas natalinas), totalizando 25 apresentações. Nesta nova temporada, de 26 de fevereiro a 21 de maio, as apresentações serão somente às segundas-feiras, às 20h.

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O Assassinato do Presidente
Com Leona Jhovs e Paulo Faria
Sede da Cia Pessoal do Faroeste (Rua do Triunfo, 301, Luz, São Paulo)
Duração 60 minutos
26/02 até 21/05
Segunda – 20h
$ – pague quanto puder
Classificação 18 anos