FEIRA DO EMPREENDEDORISMO ARTÍSTICO

Nos dias 25 e 26 de agosto, acontecerá a terceira edição da Feira do Empreendedorismo Artístico (FEA), promovido pela atriz, cantora, sapateadora, dançarina e empreendedora, Fefa Moreira.

O evento, idealizado pela atriz e que teve sua primeira edição em 2016, atrai estudantes e artistas em início de carreira que buscam aperfeiçoar seus conhecimentos e manter contato com grandes nomes e empresas do mercado artístico. “A FEA é para todos do meio artístico: produtores, fornecedores, cenógrafos, atores, músicos, figurinistas, cineastas, produtores musicais e etc”, afirma Fefa Moreira.

O Espaço JK, na zona Sul de São Paulo, foi o local escolhido para receber este evento, que neste ano espera receber um público superior a 450 pessoas. Os ingressos já estão à venda no www.feirafea.com.br

Eu percebi que durante toda minha vida me dei conta da necessidade de um evento de networking do mercado Artístico, um lugar onde a gente pudesse falar de negócios, de prosperidade e trocar contatos e cartões”, ressalta a atriz, que comemora, neste ano, 20 anos de carreira. Nesta edição, a FEA promete ainda mais sucesso, ao repetir as transmissões ao vivo das palestras e também ao trazer mais nomes de peso do mercado. “É maravilhoso observar a evolução de uma edição para a outra”, reitera. “Muitos trabalhos surgiram das duas edições que já realizamos”, pontua a empreendedora.

O evento é composto por palestras no formato TED, com tempo ao final para perguntas e respostas dos participantes e por um circuito com stands de empresas de diferentes segmentos do mercado artístico e do entretenimento. Dentre os palestrantes já confirmados estão Alfredo Soares (VTEX e XTEC), Bia Lucci (Produtora de Elenco), Claudia Wildberger (Gerenciamento de Carreiras – CW Marketing), Dan Rosseto (Dramaturgo), Eduardo Saron (Diretor do Itaú Cultural), Rafael Primot (Ator, cineasta e dramaturgo), Reinaldo Gottino (Jornalista – Record TV), os atores e humoristas da Companhia Barbixas, entre outros.

A terceira edição da Feira do Empreendedorismo Artístico contará, ainda, com apoio institucional do Sebrae SP. No dia 25 de agosto, às 10h, consultores do Sebrae SP ministrarão a palestra “Empreendedorismo Artístico como Opção de Carreira”. Além disso, ao longo de toda a programação da Feira os interessados poderão ser atendidos individualmente pelos consultores do Sebrae SP, com dicas sobre os diversos assuntos relacionados ao empreendedorismo. Os atendimentos e a palestra são gratuitos.

Quem já esteve na FEA

A FEA contou, em suas duas edições anteriores, com as presenças de Tiago Abravanel, Debora Dubois, Luandra Scandura, Bruno Fagundes, Fernanda Chamma, Jonatas Faro, Leonardo Miggiorin, Jayr Sanzone, Marllos Silva, Renata Borges, Ricardo Marques, entre outros nomes.

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Feira do Empreendedorismo Artístico

Espaço JK (Avenida Juscelino Kubitschek, 1327 – Itaim Bibi, São Paulo)

25 e 26/08

Domingo e Segunda – a partir das 10h

$50 (palestra)/$250 (dois dias)

Classificação Livre

 

CHÁ DA ALICE

O Teatro West Plaza, que fica dentro do shopping West Plaza, Zona Oeste de São Paulo, será palco do Chá da Alice. O espetáculo será apresentado todos os sábados de julho, às 16h, com distribuição de brindes. Você compra ingressos com DESCONTO no Passeios Kids.

Com saudades dos seus amigos, Alice volta ao País das Maravilhas. Para tornar esse dia especial prepara, com o Chapeleiro Maluco, um chá para todos. Os convites são entregues, só que a Rainha Vermelha não foi convidada. Muita confusão no chá mais divertido dos últimos tempos!

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Chá da Alice

Com Julia Costa, Flávio Bueno, Vicente Eduardo, Bella Ramos, Arthur Schug, Giulia Ribeiro, Michel M e Paulo Henrique.

Teatro West Plaza – Sala Nicette Bruno (Avenida Antártica, 408 – Água Branca, São Paulo)

Duração 70 minutos

06 a 27/07

Sábado – 17h

$25

Classificação Livre

Até o dia 03 de agosto de 2019, sempre aos sábados, às 15h, o Circo di SóLadies apresenta o espetáculo Choque-Rosa ou Com que Armas Lutamos? no SESC Vila Mariana. Os ingressos vão de R$ 5,00 a R$ 17,00 e podem ser adquiridos em qualquer bilheteria do SESC.

Choque-Rosa ou Com que Armas Lutamos? conta a história de Augustina, Greice, Úrsula e Xamanga, que encaram mais um dia de rotina de donas de casa. Mas de repente se dão conta do sumiço de uma amiga. As palhaças percebem que precisam sair de sua zona de conforto para encarar um lugar misterioso, para onde nenhuma mulher poderia ir, até então.

A criação do espetáculo partiu da pesquisa do grupo sobre a história de mulheres brasileiras e o impacto de seus feitos na sociedade, lidando com a violência gerada pelo machismo e o patriarcado. Utilizando a palhaçaria feminina, as artistas misturam técnicas circenses com a linguagem lúdica e cômica para refletir e alertar para igualdade de gênero, valorizando o protagonismo, o poder e a força da mulher.

Elas, as que vieram antes, guiaram nossas escolhas e guiarão as palhaças em suas descobertas” – explicam as palhaças feministas integrantes do grupo.

Com uma equipe formada apenas por mulheres, CHOQUE-ROSA, utiliza camadas simbólicas e surpreende o público por tratar de temas que geralmente são considerados complexos, com muita delicadeza e poesia. Através do riso, inspiram reflexões importantes sobre a potência da mulher, dialogando e envolvendo o público de todas as idades, divertindo crianças, jovens e adultos.

Um Circo feito por mulheres para todos os públicos

Idealizado por Lilyan Teles e Tatá Oliveira, o Circo di SóLadies surgiu em 2013 a partir das inquietações em relação a desigualdade de gênero e da percepção de que havia ainda um pequeno espaço dado à mulher tratando-se de comicidade e linguagem do palhaço. Em 2016, juntam-se a elas as artistas Kelly Lima e Verônica Mello, ampliando o repertório do grupo.

Feito por mulheres – palhaças, atrizes, musicistas, pesquisadoras e realizadoras – para todos os públicos, é um circo em que as artistas desenvolvem o repertório através do improviso e do jogo cênico com elementos fundamentais para a conexão e interação com o público, a conquista do estado da graça, do riso e da reflexão sobre o papel da mulher na sociedade.

Mais informações em: www.facebook.com/circodisoladies

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Choque-Rosa ou Com que Armas Lutamos?

Com Circo di SóLadies

SESC Vila Mariana – Auditório (R. Pelotas, 141 – Vila Mariana, São Paulo)

Duração 50 minutos

20 e 27/07, 03/08

Sábado – 15h

$17 ($5 – usuário SESC)

Classificação Livre

MADAME SATÃ – UM MUSICAL BRASILEIRO

Unindo poesia e uma reflexão sobre a luta de invisíveis, espetáculo dos mineiros Grupo dos Dez com direção de João das Neves (In Memoriam) e Rodrigo Jerônimo, Madame Satã – Um Musical Brasileiro, faz temporada de 12 de julho a 8 de setembro de 2019, no Teatro Jaraguá. A dramaturgia é assinada por Rodrigo Jerônimo e Marcos Fábio de Faria.

Em Madame Satã, o grupo se vale da biografia de um dos mais peculiares personagens brasileiros para dialogar com questões que permeiam a homofobia, o racismo e a homoafetividade. Com trilha sonora inédita, o espetáculo é entrecortado por textos ora poéticos, ora combativos, e traz à tona não apenas a biografia de Satã, mas dá visibilidade às pessoas invisíveis da sociedade que não se enquadraram na heteronormatividade vigente.

A trama apresenta o mundo que rodeia uma das mais peculiares figuras brasileiras, aquele: Madame Satã, uma personagem escolhida para falar de um universo invisível: a prostituição, a pobreza, o racismo, a homofobia e toda a violência de uma sociedade calada frente ao preconceito e à intolerância.

A montagem traz Madame Satã antes mesmo de receber este nome. João Francisco dos Santos, foi um dos 18 filhos de uma família pobre. Trocado por uma égua, tornou-se, a duras penas, uma figura mitológica da Lapa carioca, sendo preto, pobre e homossexual, tudo isso no início do século XX. Analfabeto de pai e mãe, como ele costumava dizer, o artista é símbolo da incorporação de elementos da cultura ocidental europeia à malandragem carioca, com claras referências às manifestações africanas.

Com preparação corporal orientada pelo bailarino e ator Benjamin Abras, a corporeidade das danças afro-brasileiras sutilmente torna-se parte do trabalho, tendo como método principal o treinamento para a capoeira angola, o samba de roda, a dança dos orixás e a dança contemporânea. Dos terreiros de candomblé e das rodas de capoeira, deslocam-se os movimentos de origem afro brasileiros de seus locais originários para o palco, dando a eles significados diversos.

O espetáculo tem direção musical de Bia Nogueira, que conduziu um processo de experimentações sonoras e improvisações de melodias, com bases criadas por instrumentos musicais (harmônicos e percussivos), assim como a elaboração de letras que contribuam efetivamente para a dramaturgia. Neste processo, foi construída a trilha sonora inédita, criada pelos atores do espetáculo.

Especialmente esta temporada traz alguns artistas paulistas no elenco.   A montagem dá continuidade à pesquisa de linguagem do coletivo, desenvolvida desde 2008 sobre os musicais brasileiros, investigando como a ancestralidade e a corporeidade negras podem contribuir para os espetáculos musicais tipicamente brasileiros.

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Madame Satã – um Musical Brasileiro

Com Alysson Salvador, Bia Nogueira, Clarissa Bonvent, Drika Ferreira, Esdras de Lúcia, Gabriel Coupe, Kátia Aracelle, Laiza Lamara, Pedro Leal, Naaya Lelis, Vita Pereira, Rodrigo Jerônimo, Rodrigo Negão, Taiguara Nazareh e Telma Dias.

Teatro Jaraguá – Novotel São Paulo Jaraguá (R. Martins Fontes, 71 – Consolação, São Paulo)

Duração 80 minutos

12/07 até 08/09

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h (Em Setembro espetáculo será apresentado de segunda a domingo)

$60

Classificação 16 anos

 

ENTREVISTA COM PHEDRA

Baseado em fatos reais, o espetáculo Entrevista com Phedra marca a estreia do jornalista e crítico de arte Miguel Arcanjo Prado como dramaturgo. A peça conta a vida da icônica diva trans cubana do teatro brasileiro, Phedra D. Córdoba (1938-2016). A obra estreia dia 8 de julho, segunda-feira, às 21h, no Espaço dos Satyros.

A encenação é dirigida a quatro mãos pelo argentino Juan Manuel Tellategui e o brasileiro Robson Catalunha, além de ter figurino e visagismo assinados pelo estilista Walério Araújo e direção de produção de Gustavo Ferreira.

Phedra é interpretada por Márcia Dailyn, atriz, primeira bailarina trans do Theatro Municipal de São Paulo, musa do bloco Acadêmicos do Baixo Augusta e atual diva da praça Roosevelt, enquanto que o ator Raphael Garcia, um dos fundadores do Coletivo Negro, dá vida a Miguel Arcanjo. Todos foram convidados pelo autor a integrar o projeto com realização de Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez da Cia. de Teatro Os Satyros, fundada por eles há 30 anos.

Escrevi inspirado nas entrevistas que fiz com Phedra em seu apartamento da praça Roosevelt, onde vivia com seu gato Primo Bianco. É uma peça cercada de amor, como forma de homenagear a memória dessa grande abridora de caminhos nas artes da América Latina e que foi minha amiga“, diz Arcanjo.

O diretor Juan Manuel Tellategui conta que o processo começou com “um percurso quase arqueológico” em busca de “desvendar a verdadeira Phedra por trás das várias camadas que já conhecíamos dela: diva da praça Roosevelt, cubana de sotaque carregado e artista multifacetada”.

A peça nos aproxima daquela que deixou marcas nos corações de seus mais chegados e daqueles que a lembram dos palcos e das noites paulistanas”, afirma o artista argentino com experiência no teatro e no cinema de Buenos Aires, onde Phedra morou antes de se mudar para o Brasil.

O diretor Robson Catalunha, que dirigiu o último monólogo da diva, Phedra por Phedra, e trabalhou com o ícone teatral norte-americano Bob Wilson em Nova York, revela que todo o processo foi um “carrossel de emoções”.

Phedrita com sua luz e energia tem nos inspirado e guiado a cada ensaio, a cada lembrança de sua fala, de suas castanholas e até mesmo de como esbravejava quando não gostava de algo. Ela nos inspirava e nos divertia no Satyros. Sua alma está neste espetáculo”, fala.

Márcia Dailyn se emociona ao explicar como é interpretar Phedra. “Ela foi minha amiga e me deu muitos conselhos quando cheguei para dançar no Theatro Municipal de São Paulo. Tinha um carisma único. Interpreto essa grande personagem com muito respeito, carinho e amor. Sinto-me honrada em ter herdado seu título de diva da praça Roosevelt”, conta.

Raphael Garcia fala sobre seu personagem: “Interpretar Miguel Arcanjo, que nos conta diariamente a história do teatro brasileiro contemporâneo, é um prazer, sobretudo, por entrar em contato com esse encanto que ele nutriu por Phedra, essa curiosidade típica do jornalista que o levou a conhecê-la de perto na tentativa de desvendar essa mulher tão marcante”.

Gustavo Ferreira, diretor de produção, diz que a peça “resgata a história de Phedra D. Córdoba para as novas gerações”: “Sinto que minha grande amiga revive com alegria neste projeto”, finaliza.

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Entrevista com Phedra

Com Márcia Dailyn e Raphael Garcia

Espaço dos Satyros Um (Praça Franklin Roosevelt, 222 – Consolação, São Paulo)

Duração 50 minutos

08/07 até 02/09 (não haverá sessão 26/08)

Segunda – 21h

$40

Classificação 14 anos

O QUE É QUE ELE TEM

Escrito por Olivia Byington a partir de suas memórias, ‘O Que é Que Ele Tem’ foi lançado em 2016 e comoveu uma série de leitores, impactados com a história de amor incondicional entre uma mãe e seu filho nascido com a síndrome de Apert. Já prestes a começar um outro projeto teatral, Louise Cardoso foi atravessada pela obra de tal modo que mudou seus planos e se dedicou inteiramente a levar a saga de Olivia aos palcos. Com o texto do livro adaptado pela dramaturga Renata Mizrahi e direção de Fernando PhilbertLouise leva seu monólogo para São Paulo a partir de 6 de julho, para curta temporada no Teatro Eva Herz.

Eu já estava planejando fazer outro espetáculo e comecei a ler o livro da Olivia por indicação do Flávio Marinho. Antes mesmo de terminar, já tinha mudado de ideia e queria encenar aquela história. Mais do que uma história de superação, é uma história de amor, que nos faz refletir sobre conviver em sociedade e lidar com as diferenças’, conta a atriz, que completa 42 anos de carreira e finaliza uma trilogia acidental sobre a maternidade, depois de encenar o épico ‘Mãe Coragem e Seus Filhos’ (2007), de Bertolt Brecht, e a comédia ‘Velha é a Mãe’ (2010), de Fábio Porchat. Assim como na maioria de seus trabalhos no teatro, Louise assumiu também a produção da peça, que conta com o patrocínio da Vivo.

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‘Nada é melhor para alguém com deficiência do que o convívio em sociedade.
Nada é melhor para a sociedade do que o convívio com as diferenças’

Logo que nasceu, em 1981, João foi diagnosticado com a raríssima síndrome de Apert, causada por uma mutação genética que gera acrocefalia (desenvolvimento do crânio anormal) e sindactilia (pés e mãos fundidos total ou parcialmente). Aos 22 anos e mãe de primeira viagem, Olivia Byington viu seu filho sair diretamente da maternidade para o centro cirúrgico, quando iniciou uma verdadeira odisseia, com dezenas de cirurgias, alguns erros médicos e viagens para tratamento em outros países.

Ela precisou interromper a bem-sucedida carreira de cantora que iniciava para se lançar ao enorme desafio que vinha pela frente. Após todo o período inicial, ainda que os problemas de saúde volta e meia voltassem a aparecer, Olivia começou uma outra batalha, ainda mais complexa: a luta pela inclusão de seu filho em um mundo que não está preparado para conviver com a diferença.

À primeira vista, ‘O Que é Que Ele Tem’ pode parecer um drama – e existem, de fato, passagens dramáticas – mas não é somente isso. ‘É uma história de muitas vitórias. Olivia não se faz de coitada em momento algum. Ela vai à luta, enfrenta os problemas com absoluta leveza, coragem e muita determinação. Ela e João são exemplos de otimismo e amor à vida. A adaptação para o teatro privilegia muito a essência desse comportamento e dessa visão de mundo tão importante’, celebra Louise Cardoso.

Desde que foi procurada por Louise, Olivia embarcou de imediato na ideia de transformar seu livro em uma peça. Um dos principais nomes da nova geração de autores teatrais, Renata Mizrahi, vencedora do Prêmio Shell em 2014 por ‘Galápagos’, foi convocada para a missão de transformar o material em teatro. Sempre fiel ao livro de origem, a peça procura aproximar ainda mais o espectador da história que é contada em cena.

Em cena, Louise está cercada de um cenário essencial, assinado por Natália Lana, com poucos objetos e algumas projeções de desenhos feitos por Olivia para o livro. A presença da autora se estende para a trilha sonora, toda feita com registros de canções gravadas por Olivia ao longo de sua trajetória como cantora, também citada em algumas cenas do espetáculo. A iluminação é assinada por Vilmar Olos.

A direção de Fernando Philbert procura valorizar ainda mais a intimidade do relato. Ele vem da direção de outro monólogo, o bem-sucedido solo de Marcos Caruso em ‘O Escândalo de Felippe Dussaert’, ainda em cartaz, além de ter codirigido com Lázaro Ramos ‘O Topo da Montanha’, outra montagem que fala sobre tolerância e diversidade. Ao longo da carreira, ele ainda esteve presente em uma série de trabalhos com Aderbal Freire-Filho, como nas montagens emblemáticas de ‘Hamlet’ (2008) e ‘Incêndios’ (2012).

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O que é que ele tem

Com Louise Cardoso

Teatro Eva Herz – Livraria Cultura (Av. Paulista, 2073 – Cerqueira César, São Paulo)

Duração 70 minutos

06/07 até 25/08

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$70

Classificação 12 minutos