MUSICAIS NO CINEMA

Em novembro, o MIS apresenta sua nova exposição: Musicais no Cinema.
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Concebida pelo Musée de la Musique – Philharmonie de Paris e inédita na América, a mostra traça um panorama sobre o universo do gênero musical no cinema nacional e internacional desde os primórdios do cinema musicado até o premiado La La Land (2016).
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A partir de fotografias, vídeos, cartazes, documentos de produção, figurinos e depoimentos, a mostra reúne filmes musicais de diferentes partes do mundo, destacando marcos para o gênero, como Cantando na chuva (1952), Amor, sublime amor (1961) e Dançando no escuro (2000).
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A curadoria do pesquisador N. T. Binh e a adaptação da exposição para o MIS foi desenvolvida pelo jornalista e cineasta Duda Leite, que acrescentou espaços e conteúdos inéditos baseados na cultura brasileira, como Assim era a Atlântida, dedicada ao maior estúdio cinematográfico do Brasil do gênero musical, e uma área que homenageia a atriz e cantora Carmen Miranda.
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O projeto arquitetônico da exposição, realizado pela Caselúdico – parceira do MIS em mostras como O mundo de Tim Burton, Castelo Rá-Tim-Bum – A exposição e Quadrinhos – sugere uma imersão na atmosfera de cada filme.
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Musicais no cinema ainda destaca figuras marcantes do gênero como Fred Astaire, Jacques Demy, Julie Andrews, Cyd Charisse e John Travolta.
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A mostra ocupa os dois pavimentos expositivos do MIS e conta com uma extensa programação paralela que envolve mostras de cinema, cursos, workshops, palestras e atividades infantis.

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Musicais no Cinema
MIS (Av. Europa, 158, Jd. Europa)
13/11 até 16/02/20
Terça a Sábado – 10h às 20h, Domingo e Feriado – 10h às 19h
$30
Classificação Livre
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MIRANDA

Com texto de Vladimir Capella, direção geral de Rafael de Castro e direção musical de Diego Baffi, o novo espetáculo do Grupo Artemis, “Miranda“, já tem sua estreia marcada para o dia 02 de novembro, no Teatro Alfredo Mesquita, em São Paulo.

O musical, com tema medieval, conta a história da jovem Miranda, vivida por Anna Preto, que foi abandonada num cais, quando ainda era um bebê e tem que se disfarçar de homem e seguir mundo a fora em busca de sua verdadeira identidade. Augusto Portes vive o Cavalo Amigo, um cavalo mágico que vai colocar a heroína Miranda em grandes aventuras em sua busca pela verdade da história que se perdeu. Elizabeth Clini vive a mãe que não era mãe, uma mulher que acha a bebê Miranda e cuida como se fosse uma filha, na esperança de alguém viesse procurá-la e pagar uma bela fortuna em troca.

Em sua trajetória, Miranda chega a uma praça onde o povo, à mercê da Rainha Má, a encoraja a salvar o Rei doente. O Príncipe oferece uma fortuna para quem colocar o Rei de pé. A Rainha, porém, condena à morte quem fracassar na tentativa. Miranda encara o desafio e descobre muito mais do que imaginava quando saiu do meio da floresta em busca do seu destino.

Para completar o time, estão no elenco: Márcia Oliveira, Cássio Collares, Fábio Viecelli, Analice Pierre, Augusto Portes, Diógenes Gonçalves, Fernando Maia, Valmir D’Fiamma, Stefani Dourado, Grazielle Angélica e Oliver Egídio.

O Grupo Artemis é um grupo cultural independente e sem fins lucrativos, que trabalha pelo desenvolvimento de pilares fundamentais para um mundo melhor: educação, cultura, meio ambiente e inclusão social. Tem como principais projetos desenvolvidos os espetáculos “Feio, o musical do Patinho” (2018), “Certa Vez Numa Ilha” (2017),  “Vidas Secas, Uma cantata Nordestina” (2016), “A Rainha da Neve, o musical” (2015), “A Flauta Mágica” (2014) e “Uma Luz Cor de Luar” (2012), espetáculo que foi indicado a dez categorias do  IV FESTIVAL DE TEATRO DA CIDADE DE SÃO PAULO e levou oito prêmios, sendo eles: Melhor espetáculo, Melhor direção, Melhor iluminação, Melhor cenografia, Melhor figurino, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Atriz Coadjuvante.

FACE

Miranda

Com Anna Preto, Augusto Portes, Elizabeth Clini, Márcia Oliveira, Cássio Collares, Fábio Viecelli, Analice Pierre, Augusto Portes, Diógenes Gonçalves, Fernando Maia, Valmir D’Fiamma, Stefani Dourado, Grazielle Angélica e Oliver Egídio

Teatro Alfredo Mesquita (Av. Santos Dumont, 1770 – Santana, São Paulo)

Duração não informada

02 a 24/11

Sábado e Domingo – 16h

$40

Classificação Livre

COMMUNE: 15 ANOS

Considerada patrimônio imaterial de São Paulo desde 2015, a COMMUNE celebra sua trajetória com o lançamento do livro “Commune: 15 Anos” .

Sob autoria e organização de Augusto Marin e redação e revisão de Edileuza Pereira, Liniane Haag Brum e Rose Araújo, a publicação registra todo o processo de criação, pesquisa e formação da companhia, além da construção de sua sede, o trabalho de formação de jovens aprendizes e de espectadores e o diálogo com outros grupos do Brasil e do mundo. Com tiragem de 500 exemplares, o livro será distribuído gratuitamente no teatro e enviado para bibliotecas públicas, escolas de teatro, grupos, teatros, órgãos públicos, pontos de cultura e outros espaços culturais.

 “Ao longo de 15 anos de trajetória, a COMMUNE tornou-se um importante núcleo de pesquisa, produção, formação e intercambio teatral na cidade de São Paulo, com foco na linguagem das máscaras, na formação de jovens espectadores, no uso da improvisação, na comicidade física e na montagem e adaptação de obras clássicas. O livro trata da continuidade de uma proposta estética que investiga os cruzamentos e sobreposições entre a tradição da Commedia Dell’Arte e os matizes e personagens do teatro popular brasileiro, que coloca em prática um diálogo entre o saber erudito e o saber popular, na qual a poética resulta de um olhar crítico sobre a realidade”, explica Augusto Marin, diretor da companhia e um dos organizadores da publicação.

Para ilustrar essa história, o livro traz fotografias de André Murrer, Acauã Fonseca, Alexandre Castilho, Alicia Peres, Augusto Paiva, Augusto Marin, Bianca Vasconcellos, Camila Ventura, Éder Pires, Dani Coen, Emerson Natividade, Hamilton Penna, Jamil Kubruk, José Márcio C. Cruz, João Luis de Castro, Lucas Gomes, Maria Cristina Fontão, Marcela Meneguello, Marcelo Apontes, Michelle Mifano, Paulo Henrique, Rui Mendes, Sebastião de Souza, Tamara Simes e outros fotógrafos.

Para a atriz e organizadora Rose Araújo, um dos temas mais importantes apontados pelo livro é o Projeto Teatro Cidadão. “Nele jovens da periferia recebem uma ajuda de custo com transporte e alimentação para estudar teatro no Commune. E é interessante que os jovens não aprendem só a atuar, mas adquirem noções de cenografia, figurino, sonoplastia e iluminação, produção, técnicas de palco, e, no final, montam um espetáculo com um diretor profissional e se apresentam em curta temporada”, acrescenta. “Muitos desses jovens viraram atores, músicos, técnicos e trabalham no Commune ou em outros teatros e companhias pelo mundo a fora.”, acrescenta Augusto Marin.

Capítulo a Capítulo

O livro está dividido em sete capítulos que contam a história da companhia sem seguir uma ordem cronológica, mas a partir de diferentes temas. O “Ato 1: O Teatro e A Cidade” aborda a inauguração do teatro projetado por Cyro Del Nero em um terreno abandonado na Rua da Consolação e reúne depoimentos de vários amigos da trupe. No “Ato 2: Commune em Cena”, o leitor encontra uma retrospectiva sobre todos os espetáculos apresentados pelo grupo ao longo desses 15 anos, bem como as coproduções internacionais.

O capítulo “Ato 3: Teatro Cidadão: Arte, Cultura e Educação” relata a experiência da companhia com formação teatral gratuita de jovens aprendizes das periferias da cidade no projeto “Teatro Cidadão”. As trocas de experiências e residências com artistas internacionais como Enrico Bonavera (Itália), Donato Sartori (Itália), José Sanchis Sinisterra (Espanha), João Garcia Miguel (Portugal), Sonia Daniel (Argentina) e John Mowat (Inglaterra) são temas do “Ato 4: Projetos Especiais”, que ainda aborda projetos a criação do centro de aprimoramento da Funarte (CAT) para jovens artistas, o programa Escola na Cena para a formação de jovens espectadores na era digital, a criação da REDE de Teatros e Produtores Independentes e outras atividades.

Histórias engraçadas de camarim e imagens da reforma do espaço que abriga o teatro pautam o “Ato 5: Bastidores”. Já o “Ato 6: COMMUNE 15 anos” traça uma linha do tempo da trajetória do grupo ano a ano, desde a criação do grupo, passando pela construção do teatro. Finalmente, o “Ato 7: COMMUNE na Mídia” revela como a mídia brasileira pautou a trajetória da companhia.

O lançamento do livro Commune: 15 anos é possível graças ao projeto “Territórios da Imaginação: 15 anos de Resistência da Commune”, que foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Esta foi a primeira e única vez que o grupo foi contemplado pela lei ao longo de sua trajetória.

O lançamento do livro fecha com chave de ouro esse projeto fomentado, após a inauguração da Sala Adilson Barros e da Galeria Cyro del Nero, em homenagem a dois grandes ícones do teatro paulistano.

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SOBRE A COMMUNE – COLETIVO TEATRAL

Fundada em 2003, a COMMUNE é formada por um grupo de artistas produtores que cria e produz espetáculos a partir da pesquisa sobre a comédia física e visual, da linguagem da Commedia Dell’Arte, envolvendo música ao vivo e a releitura e adaptação de obras clássicas e peças do teatro italiano.

Algumas das principais produções do grupo são: “O Inspetor Geral” (2004), “A Verdadeira história de Adão e Eva” (2006), “Arlecchino” de Dario Fo (2007),  “Nem todo Ladrão vem para Roubar” de Dario Fo (2009), “O Mentiroso de Goldoni” (2010), “3 vezes A Igreja do Diabo” (2011), “A Greve das Pernas Cruzadas” (2012),  “Ton Sur Ton e Dois Pra Lá, Dois Prá Cá” de Mario Viana (2014), “Uma Roça de Verão” (2015 ), “A História do Amor da Donzela Teodora e o Valente Jeremias no Sertão de Lampião” (2015), “Anti-Comics, Descontruindo Super Heróis” de Sonia Daniel (2016), “Revisitando o Teatro de Revista – Oba!” (2016), “Histórias de Verão” (2017), Paulicéia Desvairada” (2018), “Morte e Vida Severina e João Cabral de Melo Neto” (2018), “Otelo” (2018) e “Na Cama com Molière – baseado em O Doente Imaginário” -, ambas com direção de John Mowat.

Em 2014, o COMPRESP e Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo declarou a COMMUNE um Bem Imaterial do Município de São Paulo, ao lado de outros 21 grupos teatrais da cidade.  Desde 2006, é um Ponto de Cultura.

O Teatro Commune é um espaço aberto para receber peças, shows, ensaios, cursos, eventos corporativos, comemorações, entre outros.

UM PASSEIO NO BOSQUE

Na atual época de intolerância e violência vivida no Brasil, o espetáculo Um Passeio no Bosque, do autor norte-americano Lee Blessing, propõe a ideia de “desarmamento” entre os homens. O texto ganha uma nova montagem dirigida por Marcelo Lazzaratto que estreia no dia 20 de setembro, na sede da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, e segue em cartaz até 22 de dezembro. O elenco é composto pelos atores Gustavo Merighi e Beto Bellini, que participou de uma montagem da mesma peça no começo dos anos 2000. Na época Beto fazia o papel do personagem mais jovem e Emílio Di Biasi (vencedor do Prêmio Shell naquele ano) fazia o papel do mais velho. Nesta montagem Bellini tem a oportunidade de fazer o papel com o qual contracenava em 2000.

Escrita em 1988, a peça revela o encontro entre dois diplomatas representantes de potências adversas em um bosque na Suíça, uma terra de neutralidade e perfeição cívica. Um deles é um russo com larga experiência diplomática e cético em relação ao próprio trabalho; o outro, um jovem americano idealista, com firme crença no poder da diplomacia e em sua habilidade pessoal.

O mais velho dos diplomatas está mais propenso a uma relação sem formalidades e usa os mais variados recursos para vencer os obstáculos em seu caminho. Já o jovem e menos experiente prefere o argumento direto e objetivo e um conhecimento menos íntimo e mais protocolar com o companheiro. As grandes questões da política internacional – a guerra ou a paz – são tratadas permanentemente pelos dois diplomatas, frustrando a ambos, pois o poder prefere utilizar-se delas em seu próprio benefício e segundo as conveniências do momento.

Gosto do modo como Blessing escreve que te deixa preso às palavras. É um texto da década de 1980, que discute a questão da Guerra Fria, do desarmamento nuclear. É impressionante como essa circunstância básica se mostra tão atual. É claro que não temos mais a Guerra Fria, mas, devido à polarização tão crônica que estamos vivendo sem o menor esforço a peça dialoga com o contemporâneo”, comenta o diretor Marcelo Lazzaratto.

A encenação é pautada no jogo entre os dois intérpretes. “É um jogo de atores. “Trabalhamos para fazer com que eles elaborem o texto lindamente para que consigam dizê-lo com bastante sutileza e clareza e com os contornos específicos de cada personagem. Um deles é um  russo mais velho, que está muito tempo nessa lida, e o outro é um jovem idealista americano. Um já tem o entendimento de que as coisas não são exatamente possíveis de ser transformadas, e que a paz é uma constante tentativa e não um êxito a ser alcançado; enquanto o jovem ainda acredita que isso é possível”, comenta o encenador Marcelo Lazzaratto.

O diretor aposta na simplicidade cênica para trazer ao público a complexidade da relação entre os diplomatas. “É uma peça muito simples no sentido da visualidade, mas essa simplicidade está ali para conter ou expor a complexidade do jogo, das relações e do quanto essa relação binária coloca quase em xeque mate a humanidade. Então, mais do que tentar reproduzir um bosque da Suíça, vou me apropriar de todo o espaço cênico para dar a poética da coisa. A dinâmica entre os atores vai se dando dentro da concretude daquela arquitetura. Isso oferece um dado de realidade que fortalece o jogo dos atores. E o imaginário fica por conta das palavras que nos remetem à Suíça, ao bosque, à Rússia, aos Estados Unidos e ao Brasil”, acrescenta.

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Um Passeio no Bosque

Com Beto Bellini e Gustavo Merighi

Cia Elevador de Teatro Panorâmico (Rua Treze de Maio, 222, Bela Vista, São Paulo)

Duração 90 minutos

20/09 até 22/12

Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$40

Classificação 14 anos

MUSICAL SOBRE AYRTON SENNA RODA POR RIO E SÃO PAULO

Uma caravana composta por um caminhão-palco exclusivo, além de outros veículos de produção, repletos de artistas se prepara para pegar a estrada pelo interior do país. A Stone, fintech de serviços financeiros, selou uma parceria com a Tenente Mendes e a Aventura, na qual fundaram uma nova companhia de teatro. Uma plataforma itinerante se apresentará a partir de novembro nas cidades de São José dos Campos, Taubaté e Guaratinguetá, em São Paulo, além de Resende e Volta Redonda, no Rio de Janeiro. O projeto é apresentado pelo Ministério da Cidadania e Stone, com produção da Tenente Mendes e coprodução Aventura.

A Stone sempre teve como um de seus grandes diferenciais a atenção e foco em ajudar pequenos e médios empreendedores do interior do Brasil a vender mais e gerir melhor o seu negócio para crescer sempre. Esse mesmo pensamento nos fez escolher essas cinco cidades que sempre nos acolheram para começarmos esse projeto grandioso, que levará cultura, entretenimento e lições de empreendedorismo”, explica Augusto Lins, presidente da Stone.

Em praças de cada cidade, um caminhão se transformará em palco com tecnologia de elevação de teto e estrutura impecável de iluminação e som para apresentação do espetáculo biográfico inédito “Ayrton Senna – O Musical”. Com dramaturgia de Ana Velloso e direção de Sérgio Modena e Gustavo Wabner, o musical conta a história de vida de um dos maiores pilotos de Fórmula 1 de todos os tempos, embalado por grandes nomes da música brasileira, como Roberto Carlos, Milton Nascimento, Seu Jorge, Paralamas do Sucesso e Caetano Veloso. “A história do Ayrton Senna irá inspirar a todos com sua determinação e resiliência, características essenciais, principalmente para donos de negócios”, conclui Augusto.

A cada semana, a partir do dia 01 de novembro, uma cidade diferente irá receber a Cia. Stone de Teatro, onde serão realizadas quatro apresentações gratuitas, sendo que uma delas será exclusiva para escolas da região.  Durante o final de semana, também serão oferecidas atividades para crianças, como contação de histórias e cinema, com filmes sobre o Senninha. Outro destaque serão os workshops de canto, dança e interpretação, com Reiner Tenente (coordenador pedagógico do projeto) e produção cultural, com Anita Carvalho, oferecendo oportunidades de aprendizados com nomes renomados do mercado de entretenimento. Boas risadas também não vão faltar. Durante a programação estão previstas sessões de stand up com Nelson Freitas, ator, produtor e humorista com 35 anos de carreira.

Sobre “Ayrton Senna, o musical”:

“Ayrton Senna – O Musical” é uma nova montagem, com texto de Ana Veloso, direção de Sérgio Modena e Gustavo Wabner, direção de movimento e coreografia de Roberta Serrado, direção musical de Tony Lucchesi e Cláudia Elizeu e figurino de Karen Brustolin. O elenco é formado por 12 atores/cantores/ dançarinos: Alex Martins, Alina Cunha, Ana Lobo, Augusto Volcato, Caio Lisboa, Gustavo Fagundes, Joana Mendes, Mateus Penna Firme (que interpretará o piloto), Reiner Tenente, Rhuan Santos, Sarah Plutarcho e Vitor Louzada.

A história do brasileiro Ayrton Senna, tricampeão mundial de Fórmula 1, o levou a ser reconhecido como um dos maiores pilotos de todos os tempos, herói nacional e ídolo internacional. A vida desse campeão, mundialmente consagrado, promete encantar a todos, com o elenco de novos talentos cantando clássicos da MPB, como “Johnny Furacão”, de Erasmo Carlos, “Eu Sou Terrível” (de Roberto e Erasmo) e “Calhambeque” (de Roberto Carlos). Não faltará também a música preferida do piloto, cantada por Bituca, “Canção da América”.

Outros clássicos da nossa música também poderão ser entoados pelas plateias que lotarem as praças, como “Tempo Rei” e “Andar com Fé”, de Gilberto Gil, “Coragem”, sucesso na voz de Diogo Nogueira, “Desesperar Jamais”, de Ivan Lins, “Alma de Guerreiro”, de Seu Jorge, “Velocidade”,  que foi cantada pelo Jota Quest, “Será que vai chover”, hit dos Paralamas do Sucesso e “Oração ao Tempo”, de Caetano Veloso, ajudam a abrilhantar a trilha sonora desse espetáculo musical, que promete emocionar a todos.  Não poderá faltar ainda o “Tema da Vitória”, com direito a imagens da primeira vitória de Ayrton Senna no Brasil.

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Cidades e datas:

São José dos Campos (SP) – 01 a 03 de novembro

Taubaté (SP) – 08 a 10 de novembro

Guaratinguetá (SP) – 15 a 17 de novembro

Resende (RJ) – 22 a 24 de novembro

Volta Redonda (RJ) – 29 de novembro a 01 de dezembro

Programação

Sexta-feira

Abertura

15H – Ayrton Senna, o musical – espetáculo especial para escolas

20H – Ayrton Senna, o musical – estreia para o público

Sábado

14H – Início das atividades infantis

15H – Cine Senninha

16H – Workshop produção cultural: Anita Carvalho

17H – Contação de histórias: Senninha

18H – Stand-up: Nelson Freitas, com Vida de Artista

20H – Ayrton Senna, o musical

Domingo

10H     – Início das atividades infantis

             – Workshop canto

11H     – Cine Senninha

11H30 – Workshop Dança

12H30 – Contação de histórias: Senninha

14H      – Cine Senninha

14H30  – Contação de histórias: Senninha

              – Workshop Interpretação

17H      – Show de artista local

19H      – Ayrton Senna, o musical

WAKATTA-GENSÔ

Mesmo falado em japonês durante os 50 minutos de duração de Wakatta-Gensô, o espetáculo vai ser entendido por crianças e adultos. A criação do grupo Oculto do Aparente reestreia dia 2 de novembro para temporada até 1º de dezembro no Teatro Alfa aos sábados e domingos, às 17h30. A nova montagem do grupo vem depois de Wakatta-Tejina: Mágica e Japão, montada pela companhia em 2018.  Wakatta (que significa entendi na língua japonesa) nasceu como uma performance, apresentada em japonês, com o ator Célio Amino empurrando um carrinho de chá, enquanto oferecia números de mágica. Chegou a ser apresentado no Sesc Belenzinho, durante uma edição da Virada Cultural, há quatro anos. Depois ganhou corpo e transformou-se em um espetáculo de mágica.

A nova versão de Wakatta,  Wakatta-Gensô , reúne 15 números de mágicas e um conceito delineado em referências a elementos da cultura japonesa, como o mangá Naruto, a tecnologia, o estilo Wazuma de mágica, o Teatro Nô e o Kabuki, mas combinados de uma maneira muito diferente do que os japoneses fariam.  “Todos  combinados de uma maneira bem diferente dos costumes japoneses“, informa o ator e criador Célio Amino.  Em japonês, Gensô, quer dizer fantasia, ilusão. “Usa-se esta palavra para dizer, por exemplo, que a realidade é ilusória. Wakatta-Gensô, além de ser um espetáculo de mágica falado em japonês, há uma segunda camada, refletindo sobre a natureza do que é diferente, usando como ponto de referência a peça de teatro Nô Takasago“, explica Célio Amino .

Será que aquilo que é diferente é uma forma de ilusão? E de que tipo, pois sabemos que a diferença existe em algum nível. Um trecho de Takasago é tradicionalmente cantado nos casamentos japoneses, pois conta a história de dois  pinheiros diferentes, um que um está na baía de Takasago e outro na baía de Suminoe, e que, apesar de diferentes, formam algo único: Aioi-no-Matsu. Para mostrar a própria diferença do Japão, Wakatta- Gensô tem também dois personagens tirados de tradições japonesas antagônicas, o Kabuki e o Teatro Nô.

No palco, Amino – o intérprete do personagem Amino-san, o mágico que só fala japonês – ganhou o apoio de mais uma colaboradora. Interpretado por Luciana Beloli, o novo personagem é inspirado no Teatro Nô. O papel de Luana Tonetti bebe na fonte do Teatro Kabuki.  “Esta mudança faz com que o espetáculo ganhe um novo sentido, reforçando sua vocação para mostrar a diversidade, mesmo dentro de um país pequeno como o Japão.” Célio comenta que vai apresentar números originais de mágica que surpreenderão até mesmo os mágicos profissionais.

Em um espetáculo de mágica para toda a família, a diferença de línguas, paradoxalmente, é usada de maneira criativa para mostrar que a comunicação é algo muito mais amplo“, fala Amino.  Apesar de Amino-san não falar português, todos o entendem. Esta é a grande mágica do espetáculo. Só não entendem como ele faz seus belos números de mágica. Mas Amino-san guarda outro grande segredo. Será que você é capaz de descobri-lo?” Apesar de Amino-san não falar português, todos o entendem. Esta é a grande mágica desta apresentação. Só não entendem como ele faz seu belos números de mágica. Mas Amino-san guarda um guarda um grande segredo. Será que você é capaz de descobri-lo?

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Wakatta-Gensô

Com Célio Amino, Luana Tonetti e Luciana Beloli

Teatro Alfa – Sala B (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)

Duração 50 minutos

02/11 até 01/12

Sábado e Domingo – 17h30

$40

Classificação 6 anos

CARMEN, A GRANDE PEQUENA NOTÁVEL

O musical Carmen, A Grande Pequena Notável – inspirado na obra homônima de Heloísa Seixas e Julia Romeu e com direção de Kleber Montanheiro – volta aos palcos paulistanos, dia 26 de outubro, após temporadas de sucesso com todo o público, principalmente o infantil.

Nessa nova fase, agora no Teatro Tuca, o espetáculo com linguagem de Teatro de Revista tem Antonio Fagundes como produtor. “Há anos eu procurava um infantil para produzir. Carmen foi amor à primeira vista. A história dessa icônica mulher é contada de maneira deliciosa e pode (e deve) ser vista por todos os brasileiros” conta o também ator que segue em cartaz no mesmo teatro com a comédia Baixa Terapia e no ar na novela Bom Sucesso.

Amanda Acosta dá vida à portuguesa radicada no Brasil, que completaria 110 anos em 2019, e que virou símbolo do nosso País para todo o Mundo, em cenas que retratam o Rio de Janeiro daquela época, com as rádios em que se apresentou, o cinema brasileiro, Cassino Urca e os filmes de Holywood – contando essa biografia de maneira leve e colorida, dividindo as cenas com Daniela Cury, Luciana Ramanzini, Maria Bia, Samuel de Assis, Fabiano Augusto e os músicos Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Marco França.

Carmen, A Grande Pequena Notável fica em cartaz no Teatro Tuca, a partir de 26 de outubro, em curta temporada. O musical tem sessões aos sábados e domingos às 15h e os ingressos podem ser adquiridos através do site da Ingresso Rápido ou na bilheteria do Tuca.

Sinopse 

O musical conta a história da cantora Carmen Miranda, de sua chegada ao Brasil ainda criança, passando pelas rádios, suas primeiras gravações em disco, pelo cinema brasileiro e o Cassino da Urca, ao estrelato nos filmes de Hollywood. Inspirado no livro homônimo infanto-juvenil de Heloísa Seixas e Julia Romeu, o espetáculo conta e canta para toda a família os 46 anos de vida dessa pequena notável que levou a música e a cultura brasileira para os quatro cantos do mundo.

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Carmen, A Grande Pequena Notável

Com Amanda Acosta (Carmen Miranda), Daniela Cury, Luciana Ramanzini, Maria Bia, Samuel de Assis, Fabiano Augusto e os músicos Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Marco França

Teatro TUCA (Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo)

Duração 70 minutos

26/10 até 10/11

Sábado e Domingo – 15h

$80

Classificação Livre