CARMEN, A GRANDE PEQUENA NOTÁVEL

O musical Carmen, A Grande Pequena Notável – inspirado na obra homônima de Heloísa Seixas e Julia Romeu e com direção de Kleber Montanheiro – volta aos palcos paulistanos, dia 26 de outubro, após temporadas de sucesso com todo o público, principalmente o infantil.

Nessa nova fase, agora no Teatro Tuca, o espetáculo com linguagem de Teatro de Revista tem Antonio Fagundes como produtor. “Há anos eu procurava um infantil para produzir. Carmen foi amor à primeira vista. A história dessa icônica mulher é contada de maneira deliciosa e pode (e deve) ser vista por todos os brasileiros” conta o também ator que segue em cartaz no mesmo teatro com a comédia Baixa Terapia e no ar na novela Bom Sucesso.

Amanda Acosta dá vida à portuguesa radicada no Brasil, que completaria 110 anos em 2019, e que virou símbolo do nosso País para todo o Mundo, em cenas que retratam o Rio de Janeiro daquela época, com as rádios em que se apresentou, o cinema brasileiro, Cassino Urca e os filmes de Holywood – contando essa biografia de maneira leve e colorida, dividindo as cenas com Daniela Cury, Luciana Ramanzini, Maria Bia, Samuel de Assis, Fabiano Augusto e os músicos Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Marco França.

Carmen, A Grande Pequena Notável fica em cartaz no Teatro Tuca, a partir de 26 de outubro, em curta temporada. O musical tem sessões aos sábados e domingos às 15h e os ingressos podem ser adquiridos através do site da Ingresso Rápido ou na bilheteria do Tuca.

Sinopse 

O musical conta a história da cantora Carmen Miranda, de sua chegada ao Brasil ainda criança, passando pelas rádios, suas primeiras gravações em disco, pelo cinema brasileiro e o Cassino da Urca, ao estrelato nos filmes de Hollywood. Inspirado no livro homônimo infanto-juvenil de Heloísa Seixas e Julia Romeu, o espetáculo conta e canta para toda a família os 46 anos de vida dessa pequena notável que levou a música e a cultura brasileira para os quatro cantos do mundo.

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Carmen, A Grande Pequena Notável

Com Amanda Acosta (Carmen Miranda), Daniela Cury, Luciana Ramanzini, Maria Bia, Samuel de Assis, Fabiano Augusto e os músicos Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Marco França

Teatro TUCA (Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo)

Duração 70 minutos

26/10 até 10/11

Sábado e Domingo – 15h

$80

Classificação Livre

CICLO NARRATIVAS URUGUAIAS

Com a missão de difundir a arte e a produção cultural do Uruguai, o Ciclo Narrativas Uruguaias reúne importantes criadores do audiovisual, da literatura e do teatro rio-platense no Centro Cultural B_arco, entre os dias 18 e 28 de outubro. O evento é realizado por esse espaço cultural em parceria com o Consulado Geral do Uruguai em São Paulo e foi idealizado por Jiddu Pinheiro, Yael Steiner Paula Cohen. Todas as atividades (exceto os cursos) têm entrada gratuita.

O espetáculo poético-performático Las Orientales, com dramaturgia da atriz Paula Cohen, abre a programação do evento no dia 18 de outubro, às 21h. Em uma mistura de teatro, música e literatura, a peça traça a jornada de três grandes poetisas uruguaias desde o século 20: Delmira Agustini, Idea Vilariño e Marosa Di Giorgio. Embora pouco conhecidas no Brasil, essas três figuras à frente de seu tempo foram revolucionárias na escrita feminina latino-americana e muito contribuíram para fazer reverberar a voz da mulher.

Outro destaque da programação é o bate-papo O Cinema Uruguaio, que acontece no dia 21 de outubro, às 20h. Participam da conversa Inés Bortagaray (escritora e roteirista), Lucia Garibaldi (diretora e roteirista), Yael Steiner (produtora de cinema), Rodrigo Martirena Beloso (diretor de arte), César Charlone (cineasta) e a atriz Paula Cohen. Esses artistas falam sobre seus trabalhos e compartilham impressões, referências e aspirações.

O Centro Cultural B_arco ainda recebe a Oficina de Narrativa Audiovisual, com Inés Bortagaray, e a Master classe de direção de arte para audiovisual, com Rodrigo Martirena.

Para encerrar o ciclo, o espaço recebe a atração Núcleos Criativos Latino-americanos – A transversalidade da literatura e do audiovisual, idealizada por Yael Steiner e Paula Martins, no dia 28 de outubro, às 20h. Na ocasião, as criadoras convidam artistas que estão desenvolvendo um trabalho de escrita ou de atuação nas áreas de teatro, literatura ou cinema para compartilhar seus projetos. Os presentes também terão acesso a livros de vários autores latino-americanos, e a atividade é encerrada com um sarau, para que todos possam ter voz.

 “A ideia de criar o ciclo surgiu da nossa intenção de interagir e trocar com nossos países vizinhos, com os quais, apesar do idioma ser outro, temos muito em comum. Precisamos estreitar o diálogo e viabilizar parcerias artísticas tanto na troca de conhecimento, narrativas e linguagem quanto nas possibilidades de estabelecer mais e mais mecanismos de coprodução. Isso vem acontecendo há alguns anos de maneira mais ativa, por exemplo, no filme A Vida Invisível de Karim Ainouz, que é o indicado pelo Brasil para representar o nosso cinema no Oscar, de cuja roteirista Inés Bortagaray estará presente no ciclo. São fundamentais esses encontros. Temos que construir mais caminhos possíveis, criando pontes e estabelecendo parcerias”, comenta a atriz Paula Cohen.

Las Orientales

Segundo a atriz e dramaturga, a montagem do espetáculo-performance surgiu a partir de um convite feito pelo Sesc para participar de uma atividade na Ocupação Uruguai na Virada Cultural, no qual ela leu trechos de escritores como Eduardo Galeano e Mario Benedetti. “Eu já tinha há muito tempo a vontade de dar voz às escritas femininas uruguaias. Isso porque, além das fronteiras estabelecidas entre os países por conta de diferentes idiomas, existe a desigualdade em relação ao gênero, o que faz com que a voz de muitas autoras mulheres tenham sido caladas ou apagadas ao longo da história, ou até mesmo pouco divulgadas.  Delmira Agustini, Idea Vilariño y Marosa Di Giorgio foram mulheres muito corajosas que atravessaram preconceitos e quebraram com eles para poder sustentar a sua voz e o seu discurso. Agustini, por exemplo, infelizmente pagou com a própria vida e foi assassinada aos 27 anos pelo ex-marido”, revela a criadora.

Paula Cohen divide o palco com a multiartista Natalia Mallo. “Chamei a Natalia para trazer a música para a dramaturgia. Ela criou, a partir de referências musicais rio-platinenses, como milongas, murgas e candombes, um diálogo perfeito para as poesias e para a intensidade dramática da cena. Natalia é argentina e eu nasci no Brasil, mas meus pais são uruguaios. Ou seja, trazemos no DNA e na formação essas veias abertas latino-americanas, essa latência rio-platinense, em diálogo com a brasilidade de onde vivemos”, acrescenta.

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Confira abaixo a programação completa do Ciclo Narrativas Uruguaias:

Espetáculo teatral

Las Orientales, de Paula Cohen

Quando: Dia 18 de outubro, às 21h.

Ingressos: Grátis, distribuídos uma hora antes.

Capacidade: 80 lugares.

Ficha técnica:

Dramaturgia, direção e atuação: Paula Cohen. Criação, produção e realização musical: Natalia Mallo. Criação e operação de luz: Ana Kutner. Produção: Victoria Martinez e Paula Cohen. Realização: Consulado Uruguaio em São Paulo e Centro Cultural Barco.

Sinopse: Las Orientales foi escrito por Paula Cohen a partir da vida e da obra das maiores poetas uruguaias: Delmira Agustini, Idea Vilariño e Marosa Di Giorgio. O trabalho traça também a jornada da voz feminina nas artes através do século 20 até a atualidade, por meio dessas três mulheres inquietas e absolutamente singulares que foram revolucionárias na escrita feminina latino-americana e que muito contribuíram para fazer reverberar a voz da mulher. Aqui no Brasil, a escrita dessas mulheres é pouco conhecida, sendo assim, o espetáculo propaga a poética e o pensamento dessas artistas tão à frente do seu tempo.

Bate-papo aberto

O Cinema Uruguaio

Participantes: Inés Bortagaray, Lucia Garibaldi, Yael Steiner, Rodrigo Martirena Beloso, Diego Rosemblat, César Charlone e Paula Cohen.

Quando: Dia 21 de outubro, às 20h.

Ingressos: Grátis, distribuídos uma hora antes.

Capacidade: 80 lugares.

Sinopse: Aproveitando o atual momento de destaque e de produção do cinema uruguaio, em concomitância com a Mostra de Internacional de Cinema de São Paulo, que traz alguns filmes expoentes dessa produção, o ciclo convida alguns dos realizadores para falar dos seus trabalhos, compartilhar impressões, referências e inspirações. Elas e eles contarão um pouco sobre suas trajetórias pessoais em diálogo com o cinema mundial e com as parcerias estabelecidas na própria América Latina, via coproduções.

Arena inspiradora

Núcleos Criativos Latino-americanos – A transversalidade da literatura e do audiovisual

Quando: Dia 28 de outubro, às 20h.

Ingressos: Grátis, distribuídos uma hora antes.

Capacidade: 80 lugares.

Sinopse: O projeto Núcleos criativos latino americanos: A transversalidade da literatura e do audiovisual foi criado por Yael Steiner e Paula Martins. Esta atividade estimula as conexões, trazendo a transversalidade das linguagens artísticas – literatura e audiovisual –, estimulando o hábito da leitura e, a partir desta, embasando as narrativas e a cocriação para o público em geral, seja para a elaboração de roteiros ou quaisquer outros conteúdos. Além da presença das criadoras, elas convidam algumas artistas que estão desenvolvendo um trabalho de escrita ou de atuação nas áreas de literatura, teatro ou cinema. São disponibilizados livros de diversos autores que trazem na voz esse universo latino-americano.

E, assim como os convidados, o público também pode tomar a palavra, ler algum trecho dos livros e criar pontes com as suas realidades e vivências. Propõe-se uma atividade didática e interativa, que integra uma palestra com um sarau, dando aos participantes, a oportunidade de aprendizado e intercâmbio, visando o desenvolvimento do protagonismo de cada um, para que tenham conhecimento, senso crítico, para que sejam autores de suas próprias narrativas.

Durante a atividade, será prestada uma homenagem a grande escritora, poeta uruguaia Ida Vitale, ganhadora do prêmio Cervantes deste ano. Entre as convidadas estão a brasileira Ângela Figueiredo e a uruguaia Gabriela Aguerre, autora do livro Quarto Branco.

Cursos

Com o intuito de aprofundar o intercâmbio e ampliar o conhecimento sobre pesquisa de realizadores uruguaios no campo do audiovisual, o Centro Cultural B_arco elaborou para especialmente para este Ciclo os cursos:

Oficina de narrativa audiovisual com Inés Bortagaray

Roteirista do filme A Vida invisível de Karin Ainouz, que foi premiado em Cannes e é o indicado pelo Brasil para concorrer ao Oscar 2019, além de estrear em São Paulo agora na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Entre os filmes que foi roteirista, destacam-se Minha amiga do parque direção de Ana Katz e Outra história do Mundo de Guillermo Casanova.

Master classe de direção de arte para audiovisual com Rodrigo Martirena

Uruguaio, diretor de arte e arquiteto de formação, é responsável pela direção de arte do filme A vida Invisível de Karin Ainouz, da série O hipnotizador (HBO), entre outros trabalhos.

Sobre os convidados

Ângela Figueiredo

Atriz e produtora brasileira. Vai estrear em novembro uma peça chamada 1975, da dramaturga uruguaia Sandra Massera. Ângela Figueiredo traduziu o texto e será a protagonista do solo. O livro com a peça traduzida para o português será lançado também em novembro.

César Charlone

Fotógrafo e cineasta uruguaio radicado no Brasil, Charlone trabalhou como fotografo de filmes como Cidade de Deus de Fernando Meirelles, com o qual foi indicado para o Oscar de melhor fotografia, e Ensaio sobre a cegueira, também de Meirelles. Como diretor trabalhou em El banho del Papa e também na primeira temporada da série 3%. Está lançando agora na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo o seu novo filme como fotografo, chamado Dois Papas.

Gabriela Aguerre

Nascida em Montevidéu, veio para o Brasil aos três anos de idade, sempre mantendo laços e pontes com seu país de origem. Formou-se em Jornalismo, estudou Letras, trabalhou por 17 anos na Editora Abril. Até 2013, ocupou o cargo de diretora de redação da revista Viagem e Turismo. Tem pós-graduação em Ficção pelo Instituto Vera Cruz, onde prossegue dando aulas e oficinas. Publicou sem primeiro romance, O Quarto Branco (editora Todavia) em 2019.

Inês Bortagaray

Roteirista do filme A Vida invisível de Karin Ainouz, que foi premiado em Cannes e é o indicado pelo Brasil para concorrer ao Oscar 2019, além de estrear em São Paulo agora na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Entre os filmes que foi roteirista, destacam-se Minha amiga do parque direção de Ana Katz e Outra história do Mundo de Guillermo Casanova.

Lucia Garibaldi

Estreia o seu primeiro longa-metragem Los Tiburones abrindo a 42ª Mostra Internacional de Cinema. O filme foi premiado em Sundance, onde ganhou melhor direção. Além de ter ganhado melhor filme no Festival de Cinema Latino de Toulouse, assim como no Festival de Guadalajara, onde recebeu premiação para três categorias: melhor roteiro, melhor atriz e prêmio especial do júri.

Paula Martins

Jornalista e empreendedora cultural, atua no mercado de audiovisual há 25 anos. Atualmente, desenvolve projetos e presta consultoria para o setor de audiovisual, para o setor cultural e para programas de arte-educação. Como Facilitadora do Fórum Brasileiro dos Direitos Culturais, atua no desenvolvimento e na proposição de ações e políticas públicas, elaboração de conteúdo e divulgação de conceitos em prol da democratização da cultura brasileira.

Rodrigo Martirena

Responsável pela direção de arte do filme A vida Invisível de Karin Ainouz, da série O hipnotizador (HBO), entre outros trabalhos.

Sobre os idealizadores

Jiddu Pinheiro

Ator, diretor, roteirista e empreendedor cultural. Socio-fundador do Centro Cultural b_arco; é roteirista e co-diretor do filme La Vigança, que tem coprodução Brasil e Argentina. Como ator, em cinema, seu mais recente trabalho é o filme O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida; no teatro, estreará em outubro a peça Os sete afluentes do rio Ota com direção de Monique Gardenberg.

Paula Cohen

Brasileira com pais uruguaios, Paula é atriz e escritora, muito atuante no panorama teatral paulistano assim como na produção audiovisual. Atualmente, circula pelos palcos com o seu solo intitulado Carne de mulher, na televisão estreia este ano Eu a avó e a Boi de Miguel Falabella e a 4ª temporada de Um contra todos de Breno Silveira. No cinema, podemos vê-la em O Silêncio do Céu de Marco Dutra, produção da RT Brasileira, com coprodução do Uruguai, e também em Uma espécie de família de Diego Lerman, produção Argentina com coprodução Brasileira. 

Yael Steiner

Empreendedora cultural e cineasta, fundadora e sócia da Yael Steiner Cine e Cultura desde o ano 2000. Uruguaia naturalizada brasileira, vive no Brasil há 38 anos. Atualmente Yael está engajada no desenvolvimento dos Núcleos Criativos latino-americanos, Punta del Este Film Studios, projeto Protagonistas da Cultura e cinco projetos audiovisuais, entre eles o documentário La Planta, que foi rodado no Uruguai em abril deste ano pelo cineasta Beto Brant e produzido por ela.

Ficha técnica:

CICLO NARRATIVAS URUGUAIASConvidados: Inês BortagarayLucia Garibaldi, Rodrigo Martirena, César Charlone, Ângela Figueiredo, Paula Martins e Gabriela Aguerre. Idealização: Jiddu Pinheiro, Yael Steiner e Paula Cohen. Assessoria de impresa: Adriana Balsanelli. Realização: Consulado Geral do Uruguai em São Paulo e Centro Cultural B_arco.

Serviço:

CICLO NARRATIVAS URUGUAIAS – De 18 a 28 de outubro no Centro Cultural B_arco

Ingressos para atrações: grátis, distribuídos uma hora antes de cada atração (sujeito à lotação).

Cursos: pagos, mais informações e inscrições pelo site barco.art.br.

CENTRO CULTURAL B_ARCO – Rua Virgílio de Carvalho Pinto, 426, Pinheiros, São Paulo

EPIFANIA

A Intuição Companhia de Ballet faz única apresentação do espetáculo Epifania, no dia 31 de outubro, ás 21h, no teatro Gazeta.  Em cena 10 bailarinos e trilha ao vivo com a pianista Rosely Chamma. A coreografia é assinada por Vinícius Anselmo, também diretor da Companhia.

Epifania do grego “epiphanéia“, podendo ser traduzido literalmente como manifestação” ou apariçãoé uma súbita sensação de entendimento ou compreensão da essência de algo, também pode ser um termo usado para a concretização de um sonho com difícil realização. O termo é usado nos sentidos, filosófico e literal, para indicar que alguém “encontrou finalmente a última peça do quebra-cabeça e agora consegue ver a imagem.

O propósito de movimento é resgatar a beleza e virtuose de saltos, giros e linhas do ballet clássico em um corpo do século XXI, com uma nova roupagem de vivência e bagagem da dança contemporânea, nesse contexto a pesquisa corporal inclui sincronismo aplicado em movimentos com desarticulação, quebra de linha de rigidez e técnica de chão, dentro de um padrão de continuidade anatômica. Assim, as sapatilhas de ponta se tornam ferramenta para a dança contemporânea.

O cenário é composto por 27 portas brancas com suas respectivas fechaduras, que conforme se encaixam, criam um desenho abstrato com formas e intenções diversas que representam as portas para captação de estímulos externos e acesso interno individual de cada pessoa.

A obra carrega consigo a proposta de investigar os processos pelos quais a epifania, no sentido filosófico, é alcançada, não apenas para compreender a súbita sensação de entendimento em si, mas, especificamente, quando ela se dá com o foco na origem e nos porquês da vida humana.

O coreógrafo reúne o material da pesquisa teórica sobre epifania, juntamente com a técnica clássica, resgatando o virtuosismo e estética, a dança contemporânea e textura, fazendo com que todos esses elementos direcionem a ambientação cenográfica, a movimentação, o formato e a atmosfera da obra.

O desejo é de se comunicar com o público, criar um canal onde as experiências de palco sejam uma troca entre bailarinos e platéia. O intuito é que toda a pesquisa da obra seja experienciada junto aos expectadores.

Epifania é o momento efêmero de súbita compreensão da existência no mundo através de instantes no qual o indivíduo consegue ancorar sua consciência no momento presente, aprimorar os sentidos, e se sentir mais vivo.

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Epifania

Com Alessandro Mesquita, Bruno Lobo, Diana Rosa, Felipe Guedes, Jeison Lopes, Márcio Vittorino, Mariana Massoneto, Nathália Massa, Tayanne Zandonato e Thalita Falk

Teatro Gazeta (Av. Paulista, 900 – Bela Vista, São Paulo)

Duração 50 minutos

31/10

Quinta – 21h

$60

Classificação Livre