“O POÇO” – DOS PALCOS PARA AS TELAS

Gruparteiro de Teatro, criado em 2015, já levou aos palcos as peças “A Ponte“, “Ruindade – o Musical“, “Entre 4 Parentes“, “Poço – o Musical” e “Noites de Sol – o Musical“.

Neste ano, a Borelli Produções (produtora responsável pelo Gruparteiro de Teatro) resolveu levar a história de “Poço – o Musical” para as telas de cinema.

A história aborda a reflexão sobre a depressão no indivíduo e na sociedade. Uma garota chamada “Bo”, misteriosamente acorda em um lugar estranho e escuro, precisa descobrir como sair dali. Aparentemente, ela é a salvação para os habitantes desse lugar, que a recebem como uma espécie de salvadora. A garota parece viver um sonho que se repete, mas será ela a verdadeira salvadora? Quem são os habitantes daquele lugar? Há uma saída?

A premiere vip de “O Poço” (“The Well“) acontece no dia 13 de novembro no cine Belas Artes. O filme tenta uma vaga para participar no ano que vem do Festival Sundance de Cinema, o maior festival de cinema independente.

Este é o segundo filme da Borelli Produções. O primeiro foi “Quase Livres“, lançado neste ano (o filme pode ser visto no canal do youtube da produtora – link). Inicialmente concebido como peça teatral, houve duas tentativas de montagem, mas que foram canceladas. Então, foi transposta diretamente para o cinema. Participou de vários festivais internacionais, sendo premiado no Cult Critic Movie AwardsL’Age d’Or International Arthouse Film Festival e Five Continents International Film Festival.

Agora é aguardarmos para que “O Poço” tenha uma boa recepção também e que alguma distribuidora lance o filme nas telas de cinema nacional.

O Poço (“The Well”)

Trailer oficial do longa-metragem musical independente de André Borelli.

Elenco: Aline Serra, Julia Rosa, Pablo Diego Garcia, Larissa Furtado, Gustavo Ceccarelli, Lucas Bamonte, Marcela Gibo e Tiago Prates

Roteiro, Direção e Produção: André Borelli

Músicas Originais: Vitor Moutte

Direção de Fotografia: Carina Borelli

Design de Produção: André Borelli, Carina Borelli e Melissa Maia

Figurino e Visagismo: Melissa Maia

Direção de Produção: Simone Borelli

Assistência de Produção: Augusto Jordão, Beatriz Oliveira, Mari Sasah, Naty Thyaie e Tallison Oliveira

Produção Executiva: Delduque Martins

Apoio: FAMBRAS, Estúdio 3-4, Recriarte, Jazz Nos Fundos, APRPP, Colégio Albert Sabin

A realização desta obra contou com o apoio da São Paulo Film Commission.

(IN)JUSTIÇA

No dia 15 de novembro, sexta, a Companhia de Teatro Heliópolis reestreia o espetáculo (In)justiça, no Sesc Belenzinho, às 20 horas. A encenação é dirigida por Miguel Rocha, fundador e diretor do grupo. Evill Rebouças assina o texto que foi criado em processo colaborativo com o grupo.

(In)justiça é um ensaio cênico, norteado pela indagação ‘o que os veredictos não revelam?’, para refletir sobre aspectos do sistema jurídico brasileiro. Para tanto, conta a história do jovem Cerol que, involuntariamente, pratica um crime. A partir daí, surgem diversas concepções sobre o significado da justiça, seja a praticada pelo judiciário ou sentenciada pela sociedade.

O espetáculo, que estreou em janeiro de 2019, está indicado aos prêmios ao SHELL, na categoria de Melhor Música, e Aplauso Brasil, como Melhor Espetáculo de Grupo. No 4º FESTKAOS – Festival Nacional Teatro do Kaos, em Cubatão, SP -, conquistou os prêmios de Melhor Atriz (Dalma Régia), Melhor Ator (David Guimarães), Ator Coadjuvante (Danyel Freitas) e Melhor Figurino (Samara Costa), além das indicações à Melhor Trilha Sonora e Melhor Iluminação. Também participou do 34º Festivale – Festival Nacional de Teatro do Vale do Paraíba e da 12ª Mostra Cooperifa. Participa, em novembro, do 41º FESTE – Festival Nacional de Teatro Pindamonhangaba e 14º FENTEPIRA – Festival Nacional de Teatro de Piracicaba.

A encenação

Permeado por imagens-sínteses (estética característica da Companhia de Teatro Heliópolis) e explorando a performance corporal, o espetáculo coloca em cena a complexidade da justiça no país, deixando a plateia na posição de júri em um tribunal. O embate entre os dois lados da justiça – o da vítima e do o criminoso – se estabelece em um jogo contundente que expõe com originalidade a crua realidade dos jovens pobres e negros. A música ao vivo confere ainda mais densidade poética ao ‘relato’, que foge de qualquer abordagem clichê.

A história de Cerol é contada de forma não linear. Exímio empinador de pipas, o garoto vive com sua avó; a mãe morreu no parto e o pai, assassinado. Depois de uma briga por conta do alto volume da música na vizinhança, Cerol é perseguido e, durante a fuga, dispara um tiro involuntário atingindo uma mulher, que morre em seguida. Ele é preso e submetido ao julgamento da lei e da sociedade.

Com base nesse argumento, a Companhia discute os direitos humanos à luz da Constituição Nacional. A encenação recupera também a ancestralidade do brasileiro em frtes passagens ritualísticas. “Queremos pensar o homem negro e a justiça, desde a nossa origem até os dias de hoje”, afirma o diretor Miguel Rocha.

Cenas impactantes e desconcertantes surpreendem todo o tempo. A encenação de Miguel Rocha, alinhavada pela dramaturgia de Evill Rebouças, mostra como a democracia pode ser manipulada. O crime versus a vítima ou o criminoso versus a justiça aparecem de forma não superficial nem previsível. A abordagem de (In)justiça parte do ponto de vista mais íntimo e segue para o mais coletivo: da comunidade para a sociedade, da moral pessoal às convenções sociais. Isso permite, igualmente, as leituras de um mesmo caso jurídico, como no julgamento (defesa e promotoria), onde ambos os discursos são tão contundentes quanto convincentes. “Para falar de justiça, temos que falar das relações humanas contraditórias, pois a justiça se apresenta pelas contradições”, reflete o diretor.

Com emoções e sensações que fogem da obviedade, o espetáculo tem quadros coreografados que dão o respiro necessário à dinâmica da encenação: cidadãos urbanos, policiais, advogados com suas togas desfilam pela área cênica e hipnotizam o espectador. Os depoimentos inseridos nas cenas humanizam e tornam crível a proposta da montagem, sejam densos, desconcertantes ou lúdicos. Segundo o diretor, os três pontos de vista – o pessoal, o divino e o do homem – são considerados na concepção de (In)justiça, bem como a máxima que diz “só quem passou por uma injustiça sabe o que é justiça”.

O cenário (de Marcelo Denny) situa a força da ancestralidade, presente na terra e no terreiro, na estética religiosa que foge aos estereótipos. Traz também o símbolo da lentidão da justiça: a burocracia em pilhas e pilhas de papéis e processos. Elementos como areia, terra, projéteis de bala e pipas compõem a área cênica, onde predomina a cor cinza. A trilha (de Meno Del Picchia) e os efeitos sonoros são executados ao vivo em sincrona com as cenas. Os atores interpretam também cantos de tradição que reforçam a busca pela humanização e pela ancestralidade propostas pelo espetáculo.

(In)justiça integra o projeto Justiça – O que os Vereditos Não Revelam. Nasceu de um longo processo criativo, iniciado em fevereiro de 2018, disparado por encontros da Companhia de Teatro Heliópolis com pensadores ativistas que falaram sobre os vários aspectos da Justiça. Os convidados foram Viviane Mosé (filósofa), Gustavo Roberto Costa (promotor de justiça), Ana Lúcia Pastore (antropóloga) e Cristiano Burlan (cineasta), tendo Maria Fernanda Vomero (provocadora cênica, jornalista e pesquisadora teatral) como mediadora.

FACE

(In)Justiça

Com Alex Mendes, Cícero Junior, Dalma Régia, Danyel Freitas, David Guimarães, Gustavo Rocha, Maggie Abreu e Walmir Bess

SESC Belenzinho – Sala de Espetáculos I (R. Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo)

Duração 105 minutos

15/11 até 08/12 (sessão extra 20/11, quarta feira – 17h)

Sexta e Sábado – 20h, Domingo e feriado – 17h

$30 ($9 – credencial plena)

Classificação 14 anos

NAS 4 ESTAÇÕES

Dos palcos para novos palcos. A relação que já existe há mais de uma década em dedicação aos espetáculos teatrais ganha agora um novo capítulo na carreira do ator, cantor e músico Beto Sargentelli. O paulistano multifacetado, de 30 anos recém completados, se lança ao universo da música POP com seu novo trabalho e apresenta o primeiro single e clipe da canção ‘Nas 4 Estações’, a ser lançado pela distribuidora ONERPM em todas as plataformas digitais nesta sexta, 25. Para celebrar a novidade, o Paris 6 Burlesque, em São Paulo, será palco de um show inédito que acontece dia 12 de novembro, terça-feira, com ingressos já à venda e muitas surpresas previstas.

Antigo conhecido dos musicais, tendo estrelado diversas produções da Broadway e Off-Broadway no país, entre elas a mais recente, “Os Últimos 5 Anos”, que lhe rendeu o reconhecimento de Melhor Ator no 7º Prêmio Bibi Ferreira, o mais importante do Teatro Musical brasileiro, Beto tem história antiga com a música, paixão descoberta na infância e alimentada pela família de veia artística pulsante. Agora ele reúne um repertório eclético, dividido entre o romântico e o dançante, que vai de Tiago Iorc e Vitor Kley passando por Queen, Beatles e Marília Mendonça, imprimindo toda sua personalidade e versatilidade, e sem deixar de fora sucessos conhecidos de grandes musicais como “We Will Rock You”, “Moulin Rouge” e muito mais.

Para costurar tudo de forma harmoniosa e interessante, Beto, que segue ativo em todas as áreas de sua carreira, conta com as diretrizes do renomado produtor Hélio Bernal, vencedor de um Grammy Latino ao lado de Zezé Di Camargo e Luciano, com quem trabalha há 28 anos. O cantor sobe ao palco do seu primeiro show acompanhado da banda completa da famosa dupla sertaneja, formada por músicos que já se apresentaram com outros importantes nomes como Raul Seixas, Roberto Carlos, Fábio Junior e Fafá de Belém.

Responsável também pela direção musical do show, Bernal conheceu Beto durante a temporada do musical “2 Filhos de Francisco”, em 2017, estrelada pelo artista no papel de Zezé. A sintonia musical foi além da produção realizada pela Time For Fun, capaz de render um convite ao artista para essa nova empreitada. Os laços se estreitaram ao longo dos últimos dois anos, período este voltado para o amadurecimento da parceria e a criação da identidade do lançamento, que tem a realização da Lab Cultural no primeiro show de Beto, ‘Nas 4 Estações’, capaz de representar toda a sua pluralidade profissional.

Acompanhe o trabalho solo de Beto Sargentelli pelas redes sociais oficiais:
Nas 4 Estações
Com Beto Sargentelli
Paris 6 Burlesque Music Hall & Bistrô (R. Augusta, 2809 – Cerqueira César, São Paulo)
Duração 70 minutos
12/11
Terça – 21h
$60
Classificação 14 anos

AS MÃOS SUJAS

A peça de teatro As Mãos Sujas, escrita pelo filósofo, crítico e escritor Jean Paul Sartre (1905 – 1980) ganha nova montagem dirigida por José Fernando Peixoto de Azevedo que estreia dia 1º de novembro de 2019, sexta-feira, no Sesc Ipiranga. O espetáculo conta a história de um jovem intelectual que decide matar o líder de seu partido após este propor uma aliança com partidos conservadores. No elenco estão Gabriela Cerqueira, Georgina Castro, Paulo Balistrieri, Paulo Vinicius, Rodrigo Scarpelli, Thomas Huszar e Vinicius Meloni. Também estão em cena os músicos Ivan Garro, Rodrigo Scarpelli e Thomas Huszar e o câmera Yghor Boy.

O espetáculo marca desdobramentos na linguagem de José Fernando Peixoto de Azevedo em criar um dispositivo cênico que relaciona o teatro ao cinema. Em um cenário quase vazio, destaca-se um telão em que são projetadas imagens captadas ao vivo. “Em seus deslocamentos espaciais, a câmera de fato contracena com os atores. Ela assume uma função de saturar as suas presenças e intensificar planos“, conta o diretor.

A escolha coloca a peça em diálogo direto com Terra em Transe, uma das obras-primas do cineasta Glauber Rocha, lançada em 1967, cuja estética também inspirou os figurinos e as músicas executadas ao vivo por Guilherme Calzavara. A trilha sonora sobrepõe sonoridades presentes no filme a outras que foram pensadas a partir do texto de Sartre.

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José Fernando Peixoto de Azevedo conta que o desejo de montar esse texto de Sartre surgiu há mais de uma década, em meio a pesquisas feitas em conjunto com a companhia Teatro de Narradores  (1997-2016) sobre engajamento político nas artes, que contemplava textos do francês, de Glauber Rocha, do dramaturgo alemão Bertolt Brecht e do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini.

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A encenação elabora o que o diretor nomeia “deslizamentos temporais”, de modo que a cena transita entre 1943 (ano em que Sartre situa a ação), o presente e  interrogações a um futuro próximo. Com esses deslizamentos temporais, a peça discute questões como o conceito de um partido político, o sentido e as consequências das alianças com forças conservadoras e guerra ideológica que vivemos nos dias de hoje.

O diretor complementa que a reflexão também se estende para as condições que o engajamento político impõem a um indivíduo. “Quais são as alianças necessárias para a sobrevivência da esquerda e qual é a real necessidade disso?“, questiona-se.

FACE (1)

As Mãos Sujas

Com Gabriela Cerqueira, Georgina Castro, Paulo Balistrieri, Paulo Vinicius, Rodrigo Scarpelli, Thomas Huszar e Vinicius Meloni.

Sesc Ipiranga (R. Bom Pastor, 822 – Ipiranga, São Paulo)

Duração 180 minutos

01 a 24/11

Sexta e Sábado – 20h, Domingo e Feriado – 18h

$30 ($9 – credencial plena)

Classificação 14 anos.

PRINCESA FALALINDA, SEM PAPAS NA LÍNGUA

A próxima atração da Sala B do Teatro Alfa, carinhosamente chamada de Alfinha por abrigar espetáculos dedicados ao público infantil, é Princesa Falalinda, Sem Papas na Língua, do grupo O Trem Companhia de Teatro. Com direção de Cynthia Falabella, texto e dramaturgia de Lívia Gaudencio, o espetáculo fica em cartaz de 26 de outubro a 1º de dezembro, aos sábados e domingos às 16 horas e narra a história de uma princesa nada convencional, que fala o que pensa e acaba sofrendo as consequências.

Recomendada para crianças a partir de 5 anos, a peça tem 55 minutos de duração e traz no elenco os atores Bia Brumatti, Daniel Faria, Fafá Rennó, Érica Montanheiro, Giovanna Leão, José Sampaio e Livia Gaudêncio. Direção de movimento e assistente de direção de Ana Paula Lopez, visagismo de Lira Ribas e iluminação de Laura Salerno. Além dos atores em cena, a peça conta com trilha sonora original de autoria de Chuck Hipolitho e Thiago Guerra, no ritmo rock ‘n’ roll. A montagem tem figurinos com toques do período Elisabetano e uma cenografia em pop-up, criação de Kléber Montanheiro.

Princesa Falalinda, Sem Papas na Língua narra a história de uma Princesa que recebeu da Bruxa a maldição de não ter papas na língua. Na infância, Falalinda é vista como uma menina curiosa, inteligente e divertida. Porém, à medida que cresce, Falalinda não é tão bem-vinda com a sua honestidade e começa a ter problemas com o Rei, que afirma que o povo não quer uma Princesa que tem sempre algo a dizer, uma opinião a dar. Então, o Rei resolve fazer o que os reis fazem de melhor: conseguir maridos para as filhas! Assim, Falalinda se casa com um Príncipe que é especialista em colocar papas nas línguas das pessoas. Misturando humor e poesia, a peça reflete sobre o silenciamento feminino através de uma inversão dos arquétipos dos contos de fadas.

Com o passar do tempo, o Príncipe utiliza o som: “Shhh!” para todas as manifestações de fala da princesa. Até que ele a prende no alto de uma torre e Falalinda vai, aos poucos, perdendo a fala, até terminar completamente calada.  Mesmo com o arrependimento do Rei, a situação parece estar perdida. É quando a Bruxa, indignada por terem desfeito a sua maldição, acabou salvando Falalinda da prisão do silenciamento. No final, descobrimos que a Bruxa era na verdade a Rainha, a mãe de Falalinda.  A pedido do povo, Falalinda recebe a missão de governar os dois reinos e se torna a rainha mais honesta e amada das histórias.

Sobre o texto

Ao trazermos uma princesa não convencional, uma protagonista mulher que questiona e transgride as normas (aludindo a mitos como Eva e Pandora), estamos provocando uma reflexão sobre o silenciamento feminino visto como virtude, mas que é a manifestação da posição inferiorizada da mulher na hierarquia social“, analisa a autora e atriz Lívia Gaudêncio. “O fato de a princesa ser presa pelo Príncipe no alto da torre e acabar sendo salva pela Bruxa traz uma subversão dos arquétipos, visando a desconstrução do antagonismo feminino e do homem como única possibilidade de salvação. É importante salientar que, com este novo olhar, não se pretende estabelecer um paradigma reverso, e sim oferecer novas possibilidades narrativas que suscitem a reflexão, mesmo em espectadores tão jovens.

Encenação

A direção de Cynthia Falabella para Princesa Falalinda, Sem Papas na Língua propõe ser coerente com os elementos encontrados no texto de Lívia Gaudencio, como a convivência entre delicadeza e ironia; a alternância entre uma linguagem poética e as expressões idiomáticas coloquiais; a relevância das situações que trazem crítica e reflexão de forma lúdica. A Princesa Falalinda criança é representada por uma atriz mirim na primeira fase da história, a fim de causar uma identificação imediata com o público infantil. A trilha sonora foi feita exclusivamente para a peça, dialogando com a estética visual que remete aos tempos da realeza clássica, fazendo um contraponto com as escolhas de figurino e visagismo de Falalinda que, notoriamente, é uma princesa à frente do seu tempo. Sendo assim, conforme a proposta do grupo, “o espetáculo Princesa Falalinda, Sem Papas na Língua busca proporcionar uma experiência teatral de extrema qualidade para crianças e jovens, trazendo reflexão sem didatismo ou discursos prontos. Ao contrário, há uma busca por formar um público crítico e, portanto, uma sociedade mais consciente de seus valores em um futuro próximo“.

FACE

Princesa Falalinda, Sem Papas na Língua

Com Bia Brumatti, Daniel Faria, Érica Montanheiro, Fafá Rennó, Giovanna Leão, José Sampaio e Livia Gaudencio

Teatro Alfa – Sala B (R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)

Duração 60 minutos

26/10 até 01/12

Sábado e Domingo – 16h

$30

Classificação 5 anos