INAUGURAÇÃO LONDON ESPAÇO CULTURAL & CAFÉ

O ano nem mal começou e já temos novidades da Companhia London de Teatro.

Em breve, será inaugurado o LONDON Espaço Cultural & Café, que servirá também como sede da companhia e local de ensaio para suas produções.

Entre as peças que fazem parte do portfólio, temos “Macbeth, a peça escocesa”, “A casa de Bernarda Alba“,  “Bodas de Sangue“, e as comédias “Manjar dos Deuses“, “Com a Pulga atrás da Orelha” e “Transilvânia“. O último espetáculo em cartaz foi a história do Rei Arthur, em “Avalon“.

cialondon_81350548_171987104136766_6075730165223305617_n

O CANTO DE NINGUÉM

O Canto de Ninguém” conta a história de Samantha, uma cantora lírica, que não tem muita visibilidade. Ela se encontra com Geoffrey, um jovem compositor que é considerado uma revelação da música clássica. Deste encontro de personalidades distintas, muita coisa pode acontecer.

O espetáculo inédito traz aos palcos os talentos de Fabi Bang (“A Pequena Sereia”, “Garota de Ipanema, O Musical da Bossa Nova”, “Wicked”) e Luccas Papp (“O Ovo de Ouro”, “O Último Mafagafo”, “Nunca Fomos Tão Felizes”).

Kleber Montanheiro é o diretor do espetáculo, que tem a trilha sonora original composta pelo Maestro João Carlos Martins. A estreia está programada para 06 de março no Teatro Itália.

Luccas Papp, Fabi Bang e Kleber Montanheiro

Luccas Papp, Fabi Bang e Kleber Montanheiro (crédito foto – divulgação)

LYSON GASTER (1895 – 1970)

Nascida Agostinha Belber Pastor em 2 de setembro de 1895, na Espanha, veio criança com os pais, para o Brasil. Foram morar em Piracicaba. Aos 17 anos, casou-se pela primeira vez e vieram dois filhos.

Quando se separou, mudou-se com os pais para São Paulo. Foi trabalhar em um ateliê de modas. Talvez por ser dona de um borogodó (algo a mais que uma simples beleza, charme ou sensualidade), artistas de teatro que frequentavam o ateliê, a convidaram a ir para os palcos como cantante. Subiu a primeira vez no tablado em 1919, de onde não saiu mais.

Adotou o nome artístico de Lyson Gaster, personagem de um romance francês.

Participou de várias companhias teatrais, como Companhia Cassino Antarctica, a trupe Teatro Novo, e a Cia Zaparolli, ao lado de Manuel Pera, pai da atriz Marília Pera. Com eles, apresentou-se pelo interior do estado de São Paulo.

Casou com o ator e cantor Alfredo Viviane, em 1922, com quem montou a Companhia Lyson Gaster. Viajou se apresentando pelo Brasil todo, chegando a levar o teatro pela primeira vez para muitas cidades.

O Teatro de Revista era o tema principal das peças produzidas. Era um mix de teatro, música, dança, canto, piadas.

Ao todo, foram trinta anos de vida dedicadas ao nosso Teatro. Pela sua importância, foi elogiada por artistas e críticos como Procópio Ferreira, Henriette Morineu, Pedro Bloch, Rachel de Queiroz, Paschoal Carlos Magno, Eva Todor, Mario Lago e Nelson Rodrigues, entre outros.

Faleceu em 1970 na cidade de Teresópolis (RJ), onde está enterrada.

Na sua ‘cidade de coração’, uma rua do bairro Jardim Nova Iguaçu (Piracicaba/SP) recebeu seu nome.

E agora nos palcos, tem um espetáculo em sua homenagem – “Lyson Gaster no Borogodó“, que conta a sua vida. A pesquisa é de Maria Eugenia de Domenico, dramaturgia de Fábio Brandi Torres, direção e figurinos de Carlos ABC, produção e cenários de Marcos Thadeus e direção musical de Tato Fischer.

Caso queira conhecer mais sobre a atriz, há o livro “Lyson Gaster, a Piracicabana que o Brasil Aplaudiu e Nunca Esqueceu“, de Waldemar Iglesias Fernandes, 1978.

lyson_03

Lyson Gaster no Borogodó
Com Bruno Parisoto, Felipe Calixto, Alexia Twister, Tiago Mateus, André Kirmayr, Marcos Thadeus, Giovani Tozi e Patrick Carvalho.
Teatro Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)
Duração 90 minutos
18/01 a 15/02
Quinta, Sexta e Sábado – 21h, Domingo – 19h

$30

Classificação Livre

PÁGINA EM BRANCO

O espetáculo Página em Branco trata do questionamento existencial, vontades, anseios, medos, vícios e coragem!

Retrata a história de Alice, que está dividida em quatro partes, mergulhada em seu universo de loucuras, medo e solidão. E

la se depara com uma cena de crime e ao mesmo tempo enfrenta uma batalha pessoal para finalmente libertar-se das amarras impostas pela sociedade.

A proposta é o mergulho no Universo feminino, onde um instante é um Universo de acontecimentos.

FACE

Página em Branco

Com Alexia Annes, Analice Pierre, Leticia Andréa, Isabela Prado

Teatro West Plaza (Av. Francisco Matarazzo, s/n – Água Branca, São Paulo)

Duração 60 minutos

09 a 30/01

Quinta – 20h30

$50

Classificação 12 anos

ANGELS IN AMERICA

O espetáculo Angels in America, versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de Tony Kushner, faz temporada no Teatro Sérgio Cardoso de 1º a 16 de fevereiro, sábados e domingos. A montagem é dividida em duas partes que serão apresentadas uma em sequência da outra: O Milênio se Aproxima acontece às 17h e Perestroika às 20h.

Considerada por muitos estudiosos como o texto teatral mais importante dos últimos 50 anos, Angels in America é um díptico escrito por Tony Kushner no início dos anos 1990, conquistando os principais prêmios da dramaturgia americana, como o Tony Award, Drama Desk Award e Pulitzer Prize. A montagem de Paulo de Moraes é a primeira que apresenta a peça integralmente no Brasil.

Angels in America se passa na década de 1980, em Nova York, durante a chamada Era Reagan e quando a AIDS assola a cidade como uma espécie de epidemia. Mas Nova York aqui pode ser qualquer um desses lugares densamente povoados, lotados, onde é fácil pensar que a pessoa ao seu lado no metrô ou no elevador, ou mesmo na cama, pode estar do outro lado do mundo.  Há uma pressa, uma urgência, nesse ir e vir constante da grande cidade que parece não permitir o tempo estendido de se conectar ao outro. Mas, apesar e por conta disso, as personagens arrebatadas de Tony Kushner – cheias de dor, medo e uma frágil esperança – tentam fazer contato dentro deste abismo.

É um épico teatral em duas partes. É uma peça especial, imensa, um mergulho no final do século XX, mas que – diante do colapso em que o mundo se encontra hoje – revela uma atualidade esmagadora. Angels in America reflete sobre o mundo ocidental,  sobre religiões, política, relações afetivas, sexo, medo da morte, covardia, crueldade, História. Há um sentido de devastação se alastrando por toda a peça. Mas o resultado cênico é um movimento constante, personagens se fazendo vivos por estarem em movimento”, comenta o diretor Paulo de Moraes.

Embora haja um cheiro de realidade permanente, a nossa montagem não é nada realista. Usamos um espaço nu, aberto. E pairando sobre esse espaço aberto, um grande teto branco, uma espécie de asa geométrica, como um anjo pairando sobre a História. Fora isso, usamos pouquíssimos elementos em cena, para que os corpos dos atores sejam determinantes pra narrativa e a imaginação do publico seja cúmplice e finalizadora do acontecimento estético”, conclui Moraes. Angels in America foi adaptada para a televisão pela HBO em 2003, resultando numa minissérie de sucesso, com um elenco estelar liderado por Al Pacino e Meryl Streep.

Sobre a peça e as personagens
Deus abandonou o paraíso. Na terra – mais especificamente na cidade de Nova York – um novo profeta está para surgir. O ano é 1985, o milênio se aproxima rapidamente, e Prior Walter (Jopa Moraes) é o profeta que se erguerá dos destroços deste terrível século. Mas ele tem problemas maiores. Com apenas trinta anos, acaba de ser diagnosticado com AIDS. Seu namorado, Louis (Felipe Bustamante), é incapaz de lidar com a progressão dos sintomas. O vômito, as feridas, a doença o apavoram de tal modo que ele decide se mudar e deixa Prior. Sozinho no apartamento, Prior – o profeta – tem sonhos febris onde ouve uma voz angelical que chama por ele.

Paralelo a isso, o famoso advogado Roy Cohn (Sérgio Machado) – uma figura que realmente existiu – também recebe de seu médico a notícia de que está com AIDS.  Perverso e ultraconservador, esconde sua homossexualidade e sua doença. Por mais temido e influente que seja em todo o país, é a primeira vez que Cohn se depara com algo que não pode controlar.

O pupilo de Roy, Joe (Ricardo Martins), é mórmon e trabalha no Tribunal de Apelação como chefe de gabinete há cinco anos. Roy oferece a ele um cargo importante no Departamento de Justiça em Washington, para que Joe o beneficie em um processo que visa expulsar Cohn da Ordem dos Advogados. Joe se vê dividido entre a carreira e seus princípios éticos. Além disso, seu casamento com Harper (Lisa Eiras) não vai nada bem. A criação religiosa fez com que Joe nunca assumisse sua homossexualidade e, para aplacar a depressão da relação, Harper ingere quantidades enormes de Valium, buscando refúgio em suas alucinações. Num momento de crise, Joe liga para a mãe, Hannah (Patrícia Selonk), e conta para ela que é gay.

Hannah o repreende veementemente durante a ligação, mas dias depois vende a casa em Salt Lake City, onde morava, e chega em Nova York para descobrir que o filho sumiu. Ele deixa Harper para viver com Louis – que trabalha no tribunal como digitador – a sexualidade que sempre reprimiu. Joe – advogado, mórmon, republicano – personifica a América que Louis abomina, mas um improvável elo se forma entre eles, uma paixão sexual e poderosa.

Prior está desolado sem alguém do seu lado. Perdeu muitos amigos para a AIDS nos últimos tempos e teme ser o próximo. No auge da doença e da febre, um Anjo desce dos céus e aparece em seu quarto. O Anjo (Marcos Martins) é de certa forma assustador. Ele explica que o movimento da espécie humana – sua incapacidade de se manter parada, de não se misturar – seria a causa dos males do mundo e do desaparecimento de Deus. Prior é o escolhido para restabelecer a paz, cessando todos os movimentos migratórios da humanidade. Ele faz de tudo para rejeitar sua profecia, se torna progressivamente mórbido e amargurado, causando preocupação em seu amigo Belize (Zéza), que tenta ajudá-lo a lidar com a rejeição de Louis e a cuidar da saúde debilitada.

Belize é enfermeiro e trabalha no turno da noite no hospital em que Roy é internado. Negro, gay e ex-drag queen, conhece bem as feridas  profundas causadas pelo avanço da política e do pensamento neoliberal defendidos por Roy Cohn. Isolado e enfraquecido, Roy recebe a visita de uma velha conhecida, o fantasma de Ethel Rosenberg (Patrícia Selonk), que foi condenada à cadeira elétrica nos anos 50 graças à influência do advogado nos anos do Macarthismo. O que fazer diante de um sofrimento arrasador? Como sobreviver a uma época monstruosa? É preciso parar ou devemos manter as nossas vidas em constante movimento?

FACE

Angels in America

Com Felipe Bustamante, Jopa Moraes, Lisa Eiras, Marcos Martins, Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Sérgio Machado, Zéza

Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista,  São Paulo)

Duração 140 minutos (1ª parte) / 160 minutos (2ª parte)

01 a 16/01

Sábado e Domingo – 17h (O Milênio Se Aproxima – 1ª parte)

Sábado e Domingo – 20h (Perestroika – 2ª parte)

$40/$60

Classificação 16 anos

OS CAMINHOS DO MARKETING CULTURAL E DA ECONOMIA CRIATIVA

No workshop “Os caminhos do marketing cultural e da economia criativa” serão abordados:

– introdução de conceitos-chave: cultura, marketing, marketing cultural, economia criativa, política cultural, entre outros;
– estudos de caso: apresentação e discussão de casos de empresas como Itaú, Net, entre outras, e também sobre leis de incentivo e políticas públicas;
– realidade brasileira: passado, presente e apontamentos de futuro diante do cenário econômico político.

A proposta é uma imersão de discussão e provocação. Fornecer importantes ferramentas do marketing e comunicação para serem transpostas às realidades profissionais de cada participante. É uma oportunidade de compreender e, então, redimensionar a teoria para vias práticas.

WhatsApp Image 2020-01-23 at 20.23.38

Os caminhos do marketing cultural e da economia criativa

Com Rodrigo Medeiros e Dante Passarelli

Espaço ºAndar (Rua Dr. Gabriel dos Santos, 30 – 2º Andar, Santa Cecília – São Paulo)

Duração 4 horas

01/02

Sábado – 10h às 14h

$130 (Quem indicar um colega, ganha 10% de desconto)

Mais informações e inscrições: (11) 3666-6138 | Link de Inscrição
http://bit.ly/WorkshopMarketingCultural

“CHARLIE E A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE”

Corre um boato pela cidade que um dono de uma fábrica de chocolates colocou cinco bilhetes dourados dentro de suas barras de chocolate. Quem os encontrar, poderá visitar a sua fábrica.

Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate“, a mais nova produção da Atelier de Cultura (“Escola do Rock”, “Billy Eliot”, “Annie”), tem estreia prevista para março no Teatro Alfa. O musical é inspirado no livro homônimo de Roald Dahl.

FACE (1)

O ENREDO

Conta a história de um garoto pobre de onze anos, Charlie Bucket. Ele vive numa casa simples com seus pais e quatro avós. Um dia, seu avô Joe lhe conta sobre Willy Wonka, dono da fábrica de chocolates, que para evitar que concorrentes conhecessem seus segredos, fechou sua fábrica para visitantes. Até que no dia seguinte, os jornais anunciam que a fábrica seria reaberta e Wonka convidaria cinco crianças para visitá-la. Mas para tanto, teriam que encontrar um dos cinco bilhetes dourados escondidos nas suas barras de chocolate.

Os primeiros bilhetes foram encontrados pelo glutão Augustus Bloop; a garota mimada e petulante, Veruca Salt; a garota viciada em chiclete, Violet Beauregard; e o fanático em televisão, Mike Teavee. Ao encontrar uma moeda na rua, Charlie compra a sua barra de chocolate e torna-se o último ganhador do bilhete dourado. Pelas regras do concurso, ele poderá levar um acompanhante. O escolhido é seu avô Joe.

Na fábrica, as crianças e seus acompanhantes encontram os Oompa-Loompas, trabalhadores da fábrica. Durante a visita, as primeiras quatro crianças vão sendo expulsas por não respeitarem os códigos de moralidade e ética da vida (crítica aos pais que estragam seus filhos sendo permissivos). Ao final da história sobra Charlie e seu avô. Com isso, Wonka diz que Charlie será o seu herdeiro sucessor no comando da Fantástica Fábrica de Chocolates.

O AUTOR

220px-Roald_Dahl

Roald Dahl (1916 – 1990)

Roald Dahl nasceu no País de Gales, filhos de imigrantes noruegueses. Além de ser um autor de livros para crianças e adultos, Dahl também foi poeta, roteirista de filmes e piloto de avião na Segunda Guerra. Entre seus livros infantis, temos “James e o Pêssego Gigante“, “Matilda” e “O Fantástico Sr. Raposo“. Já foram vendidos mais de 250 milhões de cópias de seus livros no mundo.

Entre os prêmios que recebeu, estão o “Prêmio Fantasia Mundial pela Realização de Vida” (World Fantasy Award for Life Achievementtradução livre), em 1983, e o “Prêmio do Autor Britânico de Livros Infantis do Ano (British Book Awards’ Children’s Author of the Year – tradução livre), em 1990. A revista Times incluiu seu nome na 16ª posição na lista dos 50 maiores autores britânicos desde 1945.

O LIVRO

Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate” foi lançado em janeiro de 1964 nos Estados Unidos e dez meses depois, no Reino Unido. Era para ser uma trilogia. O segundo livro “Charlie e o Grande Elevador de Vidro” (“Charlie and the Great Glass Elevator” – tradução livre) foi publicado em  1972. Mas Dahl não terminou o terceiro livro.

A inspiração para a história foi dos tempos em que o autor estudou na escola cristã Repton School (1929 – 1934). A escola era um lugar de abuso físico e psicológico tanto por parte dos estudantes mais velhos e ricos nos mais novos e pobres, como também pelos professores e direção.

Repton_School_-_geograph.org.uk_-_1303684

Repton School

Estes cinco anos influenciaram sua obra – um texto sombrio, com um humor macabro e personagens vilões adultos que perseguem os personagens infantis.

Mas houve algo que foi positivo. A fábrica de chocolates Cadbury mandava ocasionalmente amostras de seus novos chocolates para serem testados pelos alunos da Repton School. O jovem Dahl sonhava com a possibilidade de criar uma nova receita e, com isso, cair nas graças do dono da fábrica. O chocolate foi um tema recorrente em vários de seus livros.

OS FILMES

Várias de suas obras foram adaptadas para as telas de televisão e cinema.

A primeira versão de “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate” no cinema foi em 1971 com o filme “Willy Wonka e a Fábrica de Chocolates” (“Willy Wonka & the Chocolate Factory” – tradução livre), dirigido por Mel Stuart e com Gene Wilder e Peter Ostrum, nos papéis principais.

Em 2005, o diretor Tim Burton, fã do livro desde criança, lançou sua versão em “Charlie e a Fábrica de Chocolates” (“Charlie and the Chocolate Factory” – tradução livre), com Johnny Depp e Freddie Highmore, como Willy e Charlie.

No Brasil os dois filmes receberam o mesmo nome “A Fantástica Fábrica de Chocolate“, não fazendo referência a nenhum dos dois personagens principais no título.

O MUSICAL

Oito anos se passaram do último filme, e “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate” estreou no Theatre Royal Drury Lane (West End – Londres) em junho de 2013. O enredo é de David Greig, a música de Marc Shaiman e as letras das canções de Shaiman e Scott Wittman. A temporada durou quase quatro anos, encerrando em janeiro de 2017.

A Broadway recebeu o musical no Lunt-Fontanne Theatre, onde ficou em cartaz por nove meses – abril de 2017 a janeiro de 2018. Depois foi apresentado em turnê por cidades norte americanas, Austrália, Itália e Noruega.

DIFERENÇAS ENTRE MUSICAL EM WEST END E NA BROADWAY

Há várias diferenças entre as montagens de Londres e Nova Iorque. Em Londres, o espetáculo era mais voltado para o livro de Dahl, mostrando o relacionamento de Charlie e seu pai; enquanto na Broadway, o filme de 1971 e focando no relacionamento de Charlie e o dono da fábrica de chocolates.

Quanto a aparição de Willy Wonka, o público londrino tinha que aguardar pela metade do primeiro ato; já na Broadway, o musical começa com Wonka recepcionando o público na sua fábrica.

Na versão americana, foram incluídas canções clássicas do filme, bem como novas canções escritas por Shaiman e Wittman.

O grande elevador de vidro – usado no final do espetáculo – também foi adaptado para Broadway, oferecendo um visual mais agradável.

Qual será a versão que veremos no Brasil? Não sabemos! Teremos que esperar até Willy Wonka abrir as portas de sua Fantástica Fábrica de Chocolate no Teatro Alfa, previsto para março.