TURMA DA MÔNICA – O SHOW

Após turnê internacional por Estados Unidos e Japão, o consagrado espetáculo musical Turma da Mônica O Show está de volta a São Paulo para uma curtíssima temporada. Serão 12 sessões, entre os dias 24 de janeiro e 9 de fevereiro, no Teatro Santander.
No espetáculo, Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e Chico Bento resgatam as famosas músicas da turma do bairro do Limoeiro em uma produção da Mauricio de Sousa AO VIVO e OPUS Entretenimento que emociona e encanta a toda a família com mensagens de amor, amizade e respeito.
Com efeitos especiais e muita interação com painel de LED, Turma da Mônica O Show é embalado por músicas famosas da Turma, com novos arranjos, e proporciona momentos engraçados, dinâmicos, lúdicos e interativos. O espetáculo tem 60 minutos de duração, com 15 minutos de intervalo, e foi criado e dirigido por Mauro Sousa, diretor da Mauricio de Sousa AO VIVO, com supervisão do criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa.
Ao longo dos últimos três anos, o musical já foi assistido por milhares de famílias tanto no Brasil quanto fora do país, uma vez que ele percorreu por cidades nos Estados Unidos e no Japão.
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Turma da Mônica – o Show
Teatro Santander (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)
Duração 75 minutos
24/01 a 09/02
24/01 – 16h / 25/01 – 15h e 18h / 26/01 – 16h / 30/01 – 16h / 31/01 – 16h / 01/02 – 15h e 18h / 02/02 – 16h / 08/02 – 15h e 18h / 09/02 – 16h
$75/ $120
Classificação Livre

QUANDO ISMÁLIA ENLOUQUECEU

A comédia dramática musical Quando Ismália Enlouqueceu reestreia dia 25 de janeiro, sábado, às 18 horas, no Teatro Itália, onde cumpre temporada aos sábados até o dia 15 de fevereiro. Com dramaturgia e direção artística de Fernando Cardoso, composição e direção musical de Tato Fischer, cenografia e produção de Marcos Thadeus, coreografia de Sergio Galdino, figurino de Cláudio Tovar, iluminação de André Lemes.  No palco estão as atrizes Cibele TroyanoJô Rodrigues, Maria do Carmo Soares Salete Fracarolli, da Cia As Tias, que interpretam, cantam e dançam ao som do piano de Tato Fischer, que também integra o grupo ao lado do produtor Marcos Thadeus

A peça reúne 40 textos do Parnasianismo e Romantismo brasileiros, interpretados e musicados. A Tato Fischer coube a missão de criar versões musicadas para algumas dessas obras de poetas, como Olavo Bilac, Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e Alphonsus de Guimarães. A montagem resgata parte da memória de uma época lírica, ao mesmo tempo em que mostra a significativa diferença daquele tempo para os dias atuais. De acordo com o diretor Fernando Cardoso, não é um recital de poesias. “Trata-se de um sarau com poemas musicados e encenados/dramatizados, de forma leve e divertida, com ideia de levar o público a uma identificação com esta obra dos séculos 19 e 20, mostrando a poesia de uma forma diferente, sem ser hermética.

O arranjador e instrumentista Tato Fischer buscou inspiração no Teatro de Revista e usou a imaginação para adaptar os textos a ritmos como modinha, valsa, baião, lundu e catira, entre outros. “Tínhamos um vasto universo de textos para musicar, foi preciso escolher entre os 40 textos aqueles que se identificavam mais com a encenação”.

Os Poemas Meus Oito Anos e A Valsade Casimiro de Abreu, por exemplo, ganharam a roupagem de uma valsa. Para o texto Em Louvor de Santa Inês, de José de Anchieta, criamos uma catira. Já para a cantiga de roda Terezinha de Jesus, dança popular dos Açores e Ilha da Madeira, fizemos uma modinha.” A cenografia, assinada por Marcos Thadeus, faz referência ao estilo da época e traz entre os elementos cênicos, um piano, cavaletes, molduras de quadros e chapéus. “Além de aludir à arte, os adereços atendem às necessidades da encenação.”  Para o diretor artístico Fernando Cardoso, foi uma excelente experiência ter à mão o talento de quatro atrizes generosas, versáteis, inteligentes e despudoradas. “A tanto talento, somam-se a música de Tato Fischer, o figurino de Claudio Tovar e a produção atenta de Marcos Thadeus. Espero que este espetáculo possa ajudar a aproximar o público da poesia. Ou a poesia do público.

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Quando Ismália Enlouqueceu

Com Cibele Troyano, Joseli Rodrigues, Maria do Carmo Soares e Salete Fracarolli

Teatro Itália (Av. Ipiranga, 344 – República, São Paulo)

Duração 50 minutos

25/01 até 15/02

Sábado – 18h

$30

Classificação Livre

SAMPA EM FESTA

Em palco montado na esquina da Ipiranga com a São João, encontro de avenidas mais famoso da cidade, imortalizado na música de Caetano Veloso, o evento Sampa em Festa pretende comemorar o aniversário da cidade de São Paulo com música brasileira de qualidade em programação gratuita, entre meio-dia e 19 horas do dia 26 de janeiro, domingo.

Em seis horas de música, Sampa em Festa reunirá a nova geração e nomes mais consagrados. Com 16 artistas no palco, fora o coletivo de dançarinos Hip Hop Dança no Vagão, que encerra a programação, o line-up traz o DJ Pardieiro (Leandro Pardi, do Coletivo Pardieiro, que animou a festa de Réveillon na Paulista em 2019), especializado em música popular brasileira, sonoridades regionais e clima carnaval, abrindo os trabalhos e comandando o show nas trocas de palco.

 A festa segue com um dos nomes mais em evidência da cena indie brasileira, a cantora e compositora de Goiânia Brvnks, que mostra versões diferentes das músicas do CD Morri de Raiva (Sony, 2019) O show, conta com a participação especial de Emilly Barreto, da banda Far From Alaska, uma das bandas de destaque do rock brasileiro atualmente. No show, Emilly participa de quatro músicas, entre vocais e bateria. O show tem 50 minutos de duração com 12 músicas no repertório. Depois é a vez da cantora e compositora de rap e r&b Drik Barbosa, que abre para canja do músico Fiótique está à frente do coletivo Lab Fantasma com seu irmão Emicida. Luiza Lian apresenta um set list contemporâneo, com repertório dos seus discos  Azul Moderno e Oya Tempo, com a participação da cantora e compositora baiana Josyara.

 O guitarrista, produtor e compositor Walmir Borges, com mais de 25 anos de carreira (tocou com Paula Lima, Seu Jorge, Jeito Moleque, Earth Wind & Fire, Exaltasamba, Alexandre Pires, Grooveria, Roberto Frejat, RapinHood , Max de Castro, Belo, Fernanda Porto, Simoninha, Jair Oliveira, Luciana Mello) sobe ao palco e chama o show inédito dos convidados especiais Luciana Mello e Leo Maia. Os três serão acompanhados de banda de seis músicos da nata da música instrumental, entre eles, Daniel de Paula (baterista do Simoninha, que já tocou com Marcos Valle e Michel Leme), Marcelo Maita (pianista do Clube do Balanço, toca com Paula Lima, Seu Jorge, Liniker) e Márcio Forte (percussionista, toca com Max de Castro, Acadêmicos do Baixo Augusta e no projeto Show dos Famosos, no Domingão do Faustão, na Rede Globo).

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 Com produção e realização do Grupo Fábrica de Bares, responsável pela gestão e operação de casas noturnas com programação musical (como o Bar Brahma, entre outros), direção artística de Anderson de Moraes, curadoria de Anderson de Moraes e Fabrício Nobre, o evento tem apoio do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por meio do Programa de Ação Cultural – PROAC ICMS e patrocínio do Açúcar Guarani. A contrapartida do projeto é a arrecadação de brinquedos a serem doados para instituições. Haverá um ponto no Bar Brahma.

 Além de homenagear São Paulo através da música brasileira, o projeto brinda os empreendedores/programadores da vida noturna da cidade e valoriza o trabalho desenvolvido por músicos que movimentam a noite paulistana em bares com música ao vivo e casas de show. “Estamos fazendo um evento para presentear a cidade de São Paulo. Entendemos nossa missão cultural e nossa localização, que é um marco no Brasil, nos propõe uma responsabilidade muito grande”, afirma Anderson Vinícius de Moraes, diretor artístico do grupo Fábrica de Bares, que assina a curadoria ao lado de Fabrício Nobre.

A opção dos curadores foi mesclar artistas da nova geração com os mais consagrados mas que não fossem totalmente mainstream também. “Luciana Mello é super reconhecida e tarimbada. Já o Leo Maia, que é filho do Tim Maia, nem tanto. Walmir Borges é um dos representantes do samba rock, ritmo reconhecido como patrimônio cultural da cidade de São Paulo, tem parcerias musicais com Earth Wind and Fire e Seu Jorge. Em contraponto a isso, na grade temos a nova geração da música urbana representada por Drik Barbosa e Luiza Lian, que, além de cantora e compositora, é também artista visual, isso para ficar em apenas dois exemplos’, explica Anderson. A ideia de criar o Sampa em Festa foi de festejar o aniversário da cidade com música popular brasileira na esquina mais paulistana de todas. Uma forma de homenagear a cidade, o paulistano, nossa cultura. Esperamos que o evento entre no calendário do paulistano e de quem visita a cidade nessa data. Esperamos repetir com isso anualmente o projeto”, diz Cairê Aoas, diretor do Grupo Fábrica de Bares.

 Sobre as apresentações

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12h – 12h40 DJ Leandro Pardí – Coletivo Pardieiro

Leandro Pardí comantou as pick-ups de um das maiores festas do mundo – o Reveillon 2019 da Av. Paulista, que reuniu mais de 2 milhões de pessoas.  Já se apresentou em outros eventos do calendário cultural da cidade, como a Jornada do Patrimônio, tocou nas principais casas noturnas de São Paulo, é o Dj nas festas de mídia da Rede Globo (Samba na Globo e São Globão) há 3 anos. Mantém a própria festa e o Bloco de Carnaval Lua Vai. Nas festas que produz já passaram Fafá de Belém, Céu, Ney Matogrosso, Liniker, Elza Soares (madrinha da festa). Atuando com produção cultural há quase uma década, hoje possui a própria produtora, a Pardieiro Cultural.

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12h40 – 13h30 Brvnks convida Emily (FFA – Far From Alaska)

Um dos nomes mais comentados cena indie brasileira dos últimos anos, Brvnks é guitarrista, cantora e compositora. Tem referência de bandas clássicas dos anos 90 e grupos atuais como Alvvays, Wavves, Best Coast, Snail Mail e Fidlar. Cresceu envolvida em uma cena de música plural e atuante na sua cidade natal – Goiânia (GO). Bruna Guimarães começou a compor aos 17 anos boa parte das músicas de seu EP de estreia – Lanches – 2016. O disco de estreia, Morri de Raiva, veio em 2019 pela Sony Music. A artista já abriu shows internacionais pelo Brasil, como Courtney Barnett, Wavves, Tigers Jaw e Basement, e participou de neventos como Festival Bananada, Festival Dosol, SIM SP, Popload Festival, além de ter passado pelo palco principal do festival Lollapalooza Brasil. Atualmente, está em turnê do lançamento do seu disco de estreia, que corre por todas as regiões do Brasil até a metade de 2020.

Emily é cantora da banda de rock da Natal (RN) – Far From Alaska, que aposta em riffs pesados, vocais femininos e letras em inglês.

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14h- 14h50 – Drik Barbosa convida Fióti

Drik Barbosa é cantora e compositora de rap e r&b. Para mostrar seu talento com músicas próprias, Drik lançou os single Pra eternizar e Nãé mais você. Em 2013, a convite do Emicida, colaborou na trilha do filme O Menino e o Mundo – uma animação feita por Alê Abreu, filme indicado para o Oscar. Em parceria com o produtor musical Casp (GROU) – que já trabalhou com Emicida, Kamau, Rashid -, lançou em 2015 o single Deixa eu te levar. Participou do cd Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa, de Emicida. Em 2018 lançou 0 EP Espelho, com participação de Rincon Sapiência. Seu primeiro álbum, Drik Barbosa, está disponível nas as plataformas digitais.

Fióti é empresário e produtor de seu irmão mais velho, Emicida. Em 2018, lançou o isco Gente Bonita e ganhou destaque nos palcos. Segue firme à frente do coletivo de música e moda Lab Fantasma.

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15h20 – 16h10 – Luiza Lian convida Josyara–

A cantora, compositora e artista visual Luiza Lian foi  lançada pelo Selo Risco, em 2015, com o álbum homônimo Luiza Lian. Em 2017, lançou o álbum visual Oyá Tempo, que foi acompanhado por um filme de 25 minutos. Oyá Tempo desdobrou dois hits: Oyá e Tucum.

Josyara é cantora e compositora baiana. Em 2012, lançou o disco Uni Versos. Em 2018, veio o segundo álbum, Mansa Fúria, com 12 canções autorais. Abriu shows para Tiê e Elba Ramalho, entre outros artistas.

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Início    Fim      Programação

12h00   12h40   DJ set Pardieiro

12h40   13h30   Show 1: Brvnks convida Emilly (Far From Alaska)

13h30   14h00   troca de palco + DJ set Pardieiro

14h00   14h50   Show 2 : Drik Barbosa convida Fioti

14h50   15h20   troca de palco + DJ set Pardieiro

15h20   16h10   Show 3: Luiza Lian convida Josyara

16h10   16h40   troca de palco + DJ set Pardieiro

16h40   18h00   Show 4 – Guitarrista Walmir Borges + Luciana Melo e Leo Maia e banda

18h00   18h20  Hip Hop no Vagão

19h00   DJ set Pardieiro – Brvnks, Drik Barbosa e Luiza Lian estão com ele

MÚSICA, CINEMA E DANÇA INTEGRAM PROGRAMAÇÃO 2020 DO CENTRO DA TERRA

Desde 2017 o Centro da Terra, espaço cultural independente, sem fins lucrativos, mantido por Keren e Ricardo Karman com o seu teatro subterrâneo instalado em Perdizes, abriu espaço a dezenas de artistas por meio de sua programação realizada por uma equipe de curadores que, a partir de suas pesquisas autorais, trazem trabalhos experimentais de artistas emergentes e/ou consagrados, lançamentos, remontagens, temporadas pós estreia e projetos especiais.

Para 2020, além da continuidade dos shows musicais às segundas e terças-feiras com assinatura do curador Alexandre Matias, o Centro da Terra apresenta novidades em sua programação e time de curadores. Ananda Guimarães, curadora e diretora da MOSCA – Mostra Audiovisual de Cambuquira e especialista em mídia, informação e cultura, fará a programação de cinema com curtas e médias metragens todas quartas-feiras e o bailarino e diretor Diogo Granato será o responsável pelas apresentações de dança, que sobem ao palco todas as quintas e sextas-feiras.

De acordo com a diretora do Centro da Terra Keren Ora Karman, o espaço cultural abre as portas para receber apresentações nas diversas linguagens artísticas que tenham sinergia com a pesquisa da Kompanhia do Centro da Terra, dirigida por Ricardo Karman e que completou 30 anos em 2019. “As experimentações e a pesquisa sempre pautaram o trabalho da Kompanhia, e a programação do Centro da Terra reflete este pensamento artístico”, explica ela.

Música, Cinema e Dança

Funcionando como um laboratório para experimentos musicais, em que artistas testam novas possibilidades e arriscam parcerias, formações e repertórios que nunca foram vistos por seus públicos, a curadoria de música de Alexandre Matias conseguiu estabelecer um vínculo com a cena da música independente brasileira e promete seguir com a mesma “pegada”. As temporadas das segundas-feiras, batizadas de sessão Segundamente, reúnem quatro apresentações de um mesmo artista, que cria uma obra em quatro noites, fracionando sua criação em quatro leituras musicais distintas ou complementares entre si. As terças-feiras abriram para a música a partir de 2018, trazendo shows únicos ou minitemporadas com duas apresentações ou até temporadas inteiras em que artistas diferentes puderam experimentar novas formações para seus trabalhos.

Já a curadora Ananda Guimarães inaugura um espaço dedicado aos curtas e médias metragens a serem exibidos em mostra permanente, valorizando um ângulo da linguagem do Cinema que muitas vezes só é apresentada em festivais. A ideia é que cada sessão (quartas-feiras, às 20h) destaque um profissional do cinema, valorizando funções diversas, para além da direção, como roteiro, montagem, atuação, direção de fotografia, direção de arte, som direto, desenho de som, trilha sonora original e produção. Sempre que possível haverá uma conversa com o artista convidado.

Com apresentações as quintas e sextas-feiras, às 20h, a curadoria de dança do bailarino e diretor Diogo Granato, propõe trazer para o palco inúmeras facetas que a cena autoral paulistana abrange, com o olhar voltado para a diversidade na pesquisa e na criação. Sem se apegar a um recorte específico, uma das ideias é dar visibilidade aos espetáculos de dança finalizados, que apesar de serem resultado de um processo e um trabalho de vários anos, acabam sendo apresentados pouquíssimas vezes. Ao mesmo tempo, sempre haverá espaço para experimentações inéditas e únicas, de acordo com o desejo dos artistas convidados.

Apresentações começam em fevereiro

A programação 2020 do Centro da Terra tem início dia 3 de fevereiro com o show Amostras Emocionais, de Beto Villares (apresentações de 3 de fevereiro a 3 de março, segundas-feiras, às 20h). O compositor e produtor musical, responsável pela produção musical da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e de filmes como Xingu e Bingo: O Rei das Manhas faz uma série de shows, sempre com convidados especiais, antecipando o seu segundo álbum Aqui Deus Andou que será lançado ainda no primeiro semestre de 2020. Já o show do dia 4 de fevereiro, terça-feira, às 20h, marca o encontro de dois grandes guitarristas do cenário rock brasileiro, Fabio Golfetti (Violeta de Outono) e Zé Antonio Algodoal (Pin Ups), representantes de duas bandas que fizeram história.

As sessões de cinema começam quarta-feira, dia 5 de fevereiro, às 20h, com a exibição de cinco curtas metragens dirigidos por Julia Zakia, que participa de bate-papo com o público após a sessão. O destaque da mostra fica por conta da estreia paulista do filme , dirigido por Júlia e Ana Flávia Cavalcanti.

As apresentações de dança começam na semana seguinte com o espetáculo Performances-Observatório (dias 13 e 14 de fevereiro, quinta e sexta-feira, às 20h). Com concepção e direção de Beth Bastos, as performances-observatório foram criadas com o desejo de despertar sentido ao olhar do observador. Trabalhar com a desaceleração, com o silêncio, com o uso da pausa, da repetição, do recomeço do reverso (reconstruir a frase de movimento de trás para a frente), foram estratégias para criar partituras de movimento inspiradas pelo ambiente e a arquitetura local.

Todas as apresentações e sessões do Centro da Terra contam com ingresso consciente, uma parceria entre os espectadores e os artistas para viabilizar as atrações, sem abrir mão da democratização da cultura, onde o público, consciente do trabalho envolvido para realização do espetáculo, e do valor que ele dá para vivenciar esta experiência, escolhe quanto acha adequado pagar pelo seu ingresso, de acordo com sua condição financeira.

Programação

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Música

BETO VILLARES: AMOSTRAS EMOCIONAIS

De 3 de fevereiro a 2 de março, segundas-feiras, às 20h, no Centro da Terra (dia 24 de fevereiro não haverá apresentação).

O compositor e produtor musical, responsável pela produção musical da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e de filmes como Xingu e Bingo: O Rei das Manhas faz uma série de shows antecipando o seu segundo álbum Aqui Deus Andou que será lançado ainda no primeiro semestre de 2020. A cada apresentação Beto Villares recebe convidados especiais.

Duração – 60 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Ingressos – Ingresso consciente.

ZÉ ANTONIO E FÁBIO GOLFETTI

Dia 4 de fevereiro, terça-feira, às 20h, no Centro da Terra.

O show, dividido em três partes, é o encontro de dois grandes guitarristas do cenário rock brasileiro, Fabio Golfetti (Violeta de Outono) e Zé Antonio Algodoal (Pin Ups), representantes de duas bandas que fizeram história. Na primeira, Fabio mostra algumas de suas composições acompanhado da violinista Fernanda Kostchak (Vanguart) e de seu filho Gabriel Golfetti (Stratus Luna) nos sintetizadores. Em seguida, Zé Antonio apresenta algumas composições inéditas, parte de seu novo trabalho, acompanhado de uma banda formada por músicos da cena alternativa paulistana. Ao final, os dois apresentam juntos versões de músicas de suas próprias bandas e também alguns covers de artistas, que os influenciaram ao longo da carreira. A fusão de estilos e das duas bandas finalizam o show.

Duração – 60 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Ingressos – Ingresso consciente.

JOANA QUEIROZ + 6

Dia 11 de fevereiro, terça-feira, às 20h, no Centro da Terra.

Os artistas emaranham seus trabalhos solo, de formações inusitadas e em variadas convergências, com entremeios improvisados. Sopros, violoncelo, eletrônicos, vozes e percussões com uso ou não de loops e efeitos criam sonoridades imprevistas que se intercalam e se misturam.

Músicos – Joana Queiroz (clarinete, clarone e voz), Filipe Massumi (violoncelo e voz), Loreta Collucci, Claudia Dantas e Natalie Alvim (vozes), Bruno Qual (eletrônicos) e Melina Mulazani (voz e percussões). Iluminação – Olivia Munhoz. Duração – 60 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Ingressos – Ingresso consciente.

 LIVIA NERY

Dia 18 de fevereiro, terça-feira, às 20h, no Centro da Terra.

Instrumentista, cantora, compositora e produtora nascida em Salvador, Livia Nery apresenta canções de Estranha Melodia, seu primeiro disco. Produzido pela artista e Curumim, e gravado no Red Bull Studios, o álbum reúne 13 composições. Dessas, apenas Vinte Léguas traz uma regravação (leitura de Livia para a composição de Evinha e Marizinha, registrada em 1974 no álbum  Eva, lançado pela Odeon). As 12 restantes trazem Livia em duas parcerias –  Quem se Imaginou, com Ricardo Santana, e Pra Trabalhar, ao lado de Tatiana Lírio e Johanna Gaschler – e solo nas outras dez.

Duração – 60 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Ingressos – Ingresso consciente.

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Cinema

JULIA ZAKIA

Dia 5 de fevereiro, quarta-feira, às 20h, no Centro da Terra.

Sessão de curtas metragens dirigidos por Julia Zakia, que participa de bate-papo com o público após a sessão. O destaque da mostra fica por conta da estreia paulista do filme , dirigido por Júlia e Ana Flávia Cavalcanti.

Duração – 86 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Ingressos – Ingresso consciente.

Tarabatara, Julia Zakia, Doc, SP, 2007, 23’

O documentário é um chamado ao cotidiano e aos encantos de uma família cigana do sertão de Alagoas. O curta apreende momentos de um período de pausa no nomadismo desses ciganos. Na figura do mais velho e suas memórias, nas mulheres e crianças do grupo, com suas falas e gestos, com seus olhares e afazeres.

O Chapéu do Meu Avô, Julia Zakia, Doc, SP, 2004, 29’

O filme mostra a aproximação entre a documentarista e seu avô chapeleiro. Entre visitas a velhos operários, o revirar de gavetas e armários do avô, roldanas de máquinas e narrações e imagens de histórias antigas, o documentário capta a passagem do tempo, os sentimentos e sutilezas das relações familiares e das relações construídas naquela antiga fábrica.

Pedra Bruta, Julia Zakia, Exp, SP/Mostar- Bósnia, 2009, 8’

Há lugares onde a arte tem que se tornar uma forma de combater a guerra.

Planeta Fábrica, Julia Zakia, Doc, SP, 2019, 11’

O documentário registra os últimos vapores de uma tradicional fábrica de chapéu que está sendo demolida e resgata o material de arquivo de Chapeleiros, filmado no auge da produção dessa mesma fábrica. 100 anos em 11 minutos. Um velho planeta está sendo extinto e novos habitantes ganham vida.

, Julia Zakia e Ana Flávia Cavalcanti, Fic, SP, 2019, 15’

Val e suas duas filhas vivem numa casa de 16 metros quadrados. Em uma madrugada, mãe e filhas são subitamente acordadas com palmas e alguém chamando por Val no portão. A voz é de Neném Preto, amigo de Val e funcionário do mercadinho. No portão, Val ouve dele um estranho pedido: usar seu quintal para colocar uma carga exótica. Mãe de família, ela hesita, mas acaba cedendo.

LEANDRO GODDINHO

Dia 12 de fevereiro, quarta-feira, às 20h, no Centro da Terra.

Exibição dos curtas metragens mais recentes dirigidos por Leandro Goddinho. Destaque para Lolo, dirigido na Alemanha por Leandro em parceria com o diretor brasileiro Paulo Menezes e indicado ao Prêmio Unicef em 2019. A sessão terá a presença e bate-papo com o ator Marcos Oliveira, de Antes Que Seja Tarde e o diretor de arte Rafael Blas, de Piscina.

Duração – 87 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Ingressos – Ingresso consciente.

Piscina, Leandro Goddinho, Fic, SP, 2016, 29’,

Claudia decide investigar o passado de sua avó recém falecida. Através de uma carta ela conhece Marlene, uma velha alemã que vive no Brasil e mantém suas memórias dentro de uma piscina desativada. Piscina fala sobre a perseguição aos gays durante o período nazista e as recentes conquistas dos direitos civis da comunidade LGBTQ+.

Positive Youtubers, Leandro Goddinho, Doc, Online (São Paulo, Berlin, Curitiba, Brasilia, Recife), 2017, 15’,

Filmado inteiramente online, o documentário fala sobre quatro youtubers que criaram canais para falar sobre viver com HIV de uma forma positiva.

O Mundo é Redondo para Ninguém se Esconder nos Cantos – Parte I: Refúgio, Leandro Goddinho, Doc, Alemanha, 2017, 10’.

A jornada de um refugiado gay africano que procura asilo em Munique, Alemanha.

O Mundo é Redondo para Ninguém se Esconder nos Cantos – Parte II: O Beijo, Leandro Goddinho, Exp, Alemanha, 2017, 5’.

Um refugiado gay africano visita o Memorial do Holocausto Gay em Berlim.

Antes que Seja Tarde, Leandro Goddinho, Fic, SP, 2019, 15’.

Brasil, primeira semana de 2019. Um novo presidente toma posse num cenário de fanatismo, preconceitos e violência. Trancados em um quarto de hotel, dois jovens decidem mudar o rumo de suas vidas, antes que seja tarde demais.

Lolo, Leandro Goddinho e Paulo Menezes, Fic, Alemanha, 2019, 13’.

Lolo é um menino gay de 11 anos tentando finalmente convencer Max, seu primeiro amor, a tornar público seu namoro.

ANDRÉ BOMFIM

Dia 19 de fevereiro, quarta-feira, às 20h, no Centro da Terra.

Sessão com documentários de André Bomfim, cineasta que está em finalização de Ainda Estou Vivo, seu primeiro longa-metragem como diretor.

Duração – 52 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Ingressos – Ingresso consciente.

 As Incríveis Histórias de um Navio Fantasma, Doc, SP, 2015, 26’.

Los Angeles, 1932. Em meio à Grande Depressão, a terra do cinema prepara-­se para sediar uma Olimpíada dos sonhos. Mas longe dos holofotes uma delegação tropical faz de tudo para entrar em cena. Viagem em um navio carregado de café, falta total de recursos, despreparo técnico e emocional, esforço sobre-humano de superação: eis alguns dos destaques. Mesmo não ganhando a Olimpíada, nossa participação deu muito o que falar.

Seguindo a Linha, a História de Ricardo Prado, Doc, SP, 2016, 26’.

Não existe natação sem dor. Assim Ricardo Prado define o esporte que o tornou ídolo na década de 80. Campeão mundial aos 17, medalha de prata aos 19 nas Olimpíadas de Los Angeles, durante quatro anos ele teve que penar para ser o melhor do mundo. Sozinho e longe de casa, suportando uma disciplina quase militar e dividido entre a natação e o cotidiano de uma universidade americana, não foram raros os momentos de dúvida para o atleta adolescente. Para Ricardo Prado, não foi fácil seguir a linha.

Sessões em 2020: Tila Chitunda, Roney Freitas, Thais Fujinaga, Safira Moreira, Amir Admoni e Ana Julia Travia.

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Dança

 PERFORMANCES-OBSERVATÓRIO

Dias 13 e 14 de fevereiro, quinta e sexta-feira, às 20h, no Centro da Terra.

As performances-observatório foram criadas com o desejo de despertar sentido ao olhar do observador. Trabalhar com a desaceleração, com o silêncio, com o uso da pausa, da repetição, do recomeço do reverso (reconstruir a frase de movimento de trás para a frente), foram estratégias para criar partituras de movimento inspiradas pelo ambiente e a arquitetura local.

Concepção/Direção – Beth Bastos. Dramaturgia – Débora Tabacof. Núcleo Pausa – Isis Marks, Fernanda Windholz, Maíra Mesquita, Emilio Salvetti Cordeiro, Izabel Costa, Maíra Rocha e Daniela Pinheiro. Duração – 60 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Ingressos – Ingresso consciente.

GUME

Dias 20 e 21 de fevereiro, quinta e sexta-feira, às 20h, no Centro da Terra.

Trabalho de performance integrada realizado pela Spio Orquestra e convidados.

Com abordagem experimental, o trabalho abarca uma mescla de métodos de condução expandida, integra as mais diversas modalidades artísticas e desenvolve um trabalho de coesão que vai além de pré-determinações, jogando diretamente com o desconhecido na performance. Toda peça é composta em tempo real. A apresentação conta com a Antônima Cia de Dança e a poeta Beth Brait Alvim.

Duração – 60 minutos. Recomendado para maiores de 14 anos. Ingressos – Ingresso consciente.

Apresentações em 2020: À Mesa, de Henrique Lima e Cabra, de Marina Abib.

A FORMIGA FOFOQUEIRA E O MISTÉRIO DA HORTA

Seu Confusolino (Thiago Hyuga) é dono de uma horta e presenciou um milagre, viu sua Alface receber uma gota de orvalho dourado e ganhar vida. Para cuidar e preservar sua Alface (Beatriz Pfeifer), Seu Confusolino decidi criar um espantalho (Ander Ferraz), que assim, espantaria qualquer passarinho de sua horta. Prestes a ficar pronto, o espantalho também ganha vida. – “Tudo que é feito com amor e carinho, acaba adquirindo vida” (Espantalho). Quando tudo aparentava estar tranquilo, a Alface percebe que suas folhas foram mordidas. Logo, os três tomam coragem para descobrir o mistério da horta: Quem comeu as folhas da Alface. 

Durante a investigação, eles se deparam com uma formiga, Carolina, a Formiga Fofoqueira (Victória Vergamine), que diz ser muito famosa por morder o pé do Neymar, Messi e Cristiano Ronaldo. Apesar de aparentar grande simpatia e cumplicidade, ela esconde algo consigo e esse segredo acaba arrumando uma grande confusão entre todos. 

A peça é ambientada na região do nordeste brasileiro, mais especificamente, no quintal da casa do Seu Confusolino. A iluminação, trilha e cenário remetem a essa roça nordestina, porém, ganha força com a presença do ator Thiago Hyuga, o famoso palhaço Xibiu, que é nordestino.  

O espetáculo “A FORMIGA FOFOQUEIRA E O MISTÉRIO DA HORTA” aborda o verdadeiro valor de uma família tratando do amor, do respeito, da compaixão, da compreensão, do perdão e da amizade. Fala ainda sobre a importância da verdade, o reflexo das mentiras, a depressão e o bullying

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A Formiga Fofoqueira e o Mistério da Horta

Com Ander Ferraz, Beatriz Pfeifer, Thiago Hyuga, Victória Vergamine

Teatro West Plaza – Sala Nicette Bruno (Av. Antártica, 408 – Água Branca, São Paulo)

Duração

09 a 30/01

Quinta – 16h

$40 (14,90 comprado com até uma hora de antecedência)

Classificação livre

SILVIO SANTOS VEM AÍ

image1As comemorações dos 90 anos de Silvio Santos começaram cedo. O apresentador mais conhecido do país recebe um presente inusual e singular no dia 13 de março. É quando estreia o musical “Silvio Santos Vem Aí“.

Primeira produção da Paris Cultural – braço teatral da Paris Filme – o espetáculo biográfico levará recortes da vida pessoal e profissional do homenageado para o palco do 033 Rooftop. O texto é de Emílio Boechat e Marilia Toledo, que assina também a direção com Fernanda Chamma. Marco França além de ser o diretor musical, compôs junto com Fernando Suassuna canções originais para a história. Mas as músicas clássicas cantadas nos programas de Silvio também estarão no espetáculo.

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Velson D’ Souza

Velson D’ Souza foi o escolhido para interpretar Silvio Santos. Ator de mais de 17 espetáculos, Velson tem um bom conhecimento sobre o homenageado e o SBT. Participou de novelas do canal (Cristal, Revelação e Vende-se Um Véu de Noiva) e também do”Jogo dos Pontinhos”, quadro do Programa Silvio Santos.

Bianca Rinaldi e Ivan Parente viverão Íris Abravanel e Pedro de Lara. Para interpretar Wagner Montes, foi convidado seu filho, Diego Montez. Completando elenco temos Adriano Tunes, Andreas Trotta, Bruno Kimura, Daniela Cury, Gigi Debei, Giselle Lima, Gustavo Daneluz, Hellen de Castro, Juliana Bógus, Ju Romano, Léo Rommano, Lucas Colombo, Paula Flaibann, Rafael Aragão, Roney Facchini, Roquildes Junior, Thiago Garça, Verônica Goeldi e Vinícius Loyola.

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Vamos conhecer agora 40 fatos sobre a vida e a carreira de Silvio Santos.

1. Seu nome de batismo é Senor Abravanel.

2. Abravanel é uma das famílias judaicas mais antigas e ilustres. Pode também ser grafada como AbarbanelAbrabanelAvravanelBarbernell, ou Barbanel. Seu significado literal é Ab (pai) Rabban (sacerdote) El (Deus).

3. Nasceu no Rio de Janeiro em 12 de dezembro de 1930 no bairro da Lapa, região central da cidade.

 

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4. Filho primogênito do casal de imigrantes grego e turca, Alberto Abravanel e Rebeca Caro.

5. Possui cinco irmãos: Beatriz (a mais velha), Perla, Sara (Sarita), Leon (Léo) e Henrique (o mais novo).

6. Silvio era o nome que sua mãe lhe chamava. O sobrenome Santos foi adotado quando participou do concurso de calouros do apresentador Jorge Cury.

7. Formado em Técnico em Contabilidade.

8. Seu primeiro produto vendido foi capa para título de eleitor, em 1945, na avenida Rio Branco (RJ).

9. Participou de um concurso para locutor de programa da rádio Guanabara. Ficou em primeiro lugar. Venceu 300 candidatos, entre eles, Chico Anysio, José Vasconcelos, Celso Teixeira e Fernanda Montenegro.

10. Serviu exército como paraquedista (1948).

11. Nos dias de folga do exército, trabalhava como locutor de rádios.

12. Uma delas ficava em Niterói (RJ). Durante os trajetos de ida e volta, assumiu o sistema de som da barca que fazia o transporte entre as duas cidades. Além de colocar música, vendia espaços para anúncios comerciais e até promovia jogos de bingo para os passageiros.

13. O famoso Baú da Felicidade foi comprado de Manoel de Nóbrega (pai de Carlos Alberto e criador da “Praça da Alegria”) em 1958. Era uma empresa que vendia baús de presentes de Natal para crianças mediante pagamento em prestações.

 

14. Recebeu o apelido “Peru que fala” do amigo Ronald Golias, porque ficava vermelho quando se envergonhava. Outra marca registrada é sua risada inconfundível.

15. Casou primeira vez com Maria Aparecida (Cidinha) e depois com Íris. Pai das famosas filhas número um – Cintia, dois – Silvia, três – Daniela, quatro – Patrícia, cinco – Rebeca e seis – Renata.

Cintia, Rebeca, Renata, Daniela, Patricia e Silvia

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16. Silvio é avô do ator, cantor e apresentador, Tiago Abravanel.

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17. Durante suas férias, Silvio vai com a esposa para a casa na cidade de Celebration, Florida (EUA). Lá ele relaxa e faz as tarefas de casa, como qualquer outra pessoa.

18. Quando vai ao cinema ou teatro, costuma entrar na sala somente após iniciado o filme/peça. Mas gosta mesmo é de ficar em casa e ver NETFLIX (ele tem assinatura gratuita vitalícia dada pelo presidente do canal, após uma propaganda espontânea feita pelo apresentador no seu programa dominical).

A Televisão

19. Entrou para a televisão em 1962, com o programa “Vamos Brincar de Forca“, na tv Paulista (que viria a se tornar na tv Globo).

20. O programa dominical começou no ano seguinte, com apenas duas horas (12h às 14h). Era um concurso de calouros.

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21. Veio ter a fama nacional na tv Globo, onde ficou por 14 anos (incluindo os anos da tv Paulista). Seu contrato terminou em 1976, quando a Globo cria seu padrão de qualidade, e encerra contrato com atores/apresentadores de cunho popular.

22. Criou em 1976 sua própria emissora, a TVS, que era transmitida apenas para o público carioca, apesar de sua sede ser em São Paulo, no bairro da Vila Guilherme. Foi o embrião para sua rede de televisão nacional:

23.  Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) foi inaugurado em 1981.

Curiosidades

24. Como a concessão foi dada pelo governo (na época militar), Silvio criou o quadro dominical “A Semana do Presidente“. Começou no governo Figueiredo e durou vinte anos. Citava um resumo dos atos semanais do governo federal.

25. Chegou a ficar por 14 horas apresentando os vários quadros dominicais do Programa Silvio Santos.

26. Apresentou ao grande público nomes como Hebe Camargo, Ronald Golias, Carlos Alberto de Nóbrega, Celso Portiolli, Gugu Liberato, Maísa, Mara Maravilha e Luis Ricardo, entre outros.

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27. O locutor oficial do seu programa foi Luiz Lombardi Neto, que o público só conhecia pela voz. “Apareceu pela primeira vez” quando participou do desfile de carnaval em homenagem a Silvio.

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Lombardi

28. O Troféu Imprensa, criado por Plácido Manaia Nunes em 1958, começou a ser organizado, produzido e apresentado por Silvio Santos a partir 1970.

29. Gravou as marchinhas carnaval “Coração Corintiano” e “A Pipa do Vovô”. No total foram 135 músicas, 4 álbuns e 41 compactos. Gravou também a Série Silvio Santos para Crianças (1977).

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30. Em 1991, a escola de samba carioca Tradição, levou a história de Silvio para a avenida no enredo “Hoje É Domingo, É Alegria. Vamos Sorrir e Cantar!”.

31. Por um pedido de Hebe Camargo e Décio Goldfarb (Lojas Marisa), Silvio criou o Teleton em 1998. Um programa feito para arrecadar fundos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Em 22 anos anos, ajudou a criar e manter 8 centros de reabilitação com os mais de 477 milhões de reais arrecadados.

32. É um homem que não gosta muito de mudar seus hábitos. O cabelo foi cuidado por 40 anos pelo cabeleireiro Jassa. Para se vestir, seus ternos foram feitos pela Camelo ou pelo alfaiate D’Carlos, por muitos anos. Se bem que no tempo livre, Silvio gosta de uma camisa florida ou um T_Jama (marca de roupas do neto, Tiago Abravanel). E não use perfumes ao seu lado, ele é alérgico ao odor forte de perfumes e desodorantes.

33. Diz a lenda que o apresentador não costuma falar com jornalistas e apresentadores, porque uma cigana teria dito que ele morreria no dia seguinte a entrevista.

34. Outra lenda é que Silvio seria careca. A revista Melodias teria divulgado na sua capa uma foto do apresentador careca. Foi apenas uma jogada de marketing para alavancar as vendagens da revista, de propriedade do amigo Placido Manaia – troféu imprensa, que estava com problemas financeiros.

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35. O licenciamento para o programa Big Brother foi oferecido a Silvio Santos. Ele ‘enrolou’ os produtores da ENDEMOL para dar a resposta se ficaria com os direitos ou não. No final, ele declinou. A Globo comprou os direitos e quando iria estrear o programa, Silvio estreou o “Casa dos Artistas” (2001), precursor do gênero reality show no país e que teve três edições.

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36. Silvio tem o seu coringa na programação – Chaves. Seriado de televisão mexicana, criado por Roberto Gomes Bolaños em 1971. Aqui no Brasil estreou no SBT em 1984 e está no ar até hoje.

37. Dentre os seus bordôes mais famosos estão “Má oê”, “Vai pra lá”,

38. Candidatou-se a prefeitura de São Paulo em 1988 e 1989 a presidência da República, pelo PMB. Esteve em primeiro lugar nas pesquisas. Mas teve sua candidatura cassada a pedido de Eduardo Cunha, do PRN.

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39. O Grupo Silvio Santos completou 51 anos, tem 34 empresas e mais de 11 mil funcionários. Entre as empresas a Liderança Capitalização (que opera a Tele Sena), o Hotel Jequitimar e a Jequiti Cosméticos.

40. Silvio Santos é um dos maiores pagadores de imposto de renda do país.

TOP FIVE quadros lendários do Programa Silvio Santos

Nestes mais de 60 anos de carreira, Silvio criou mais de 115 quadros, entre eles Topa Tudo por Dinheiro, Boa noite Cinderela e Câmera Escondida. Escolhemos o nosso TOP FIVE dos quadros que estão na nossa lembrança.

Domingo no Parque

Destinado ao público infantil. Apresentado entre 1977 e 1988. Era o primeiro quadro do programa e ia ao ar nas manhãs de domingo. Um quadro clássico é da criança no foguete que tinha que responder sim ou não para os prêmios que o apresentador oferecia. Mas sem poder ouvir nada.

É nele que uma criança ‘safadinha’ pergunta para Silvio a diferença entre o poste, a mulher grávida e o bambu. Ah criancinha, deixou o apresentador mudo pela primeira vez.

Qual é a música

Foi ao ar de 1976 a 1991. Um game show com personalidades da televisão e da indústria fonográfica. Servia como divulgação dos atores e cantores, que testavam seus conhecimentos musicais em uma série de provas. Os grandes vencedores foram Ronnie Von, Sílvio Brito, Nahim e Gretchen. No video abaixo, veja Sidney Magal ensinando Silvio o seu molejo. “Maestro, sete notas”.

Namoro na TV

Hora de encontrar a cara metade. Nada melhor do que ir até a televisão então. A partir do final dos anos 70, Silvio tentava aproximar casais. O quadro mudou de nome depois de algum tempo para Em Nome do Amor.

 Porta da Esperança

Quer ter seu sonho realizado? Mande sua carta, torça para ser escolhido e fique em frente a uma porta. Quando ela se abrir, ele se realizará ou não! Quadro exibido entre 1984 e 1996. A garota do vídeo vibrou quando teve seu desejo realizado.

Show de Calouros.

Um dos quadros mais lembrados e longevos. Pela bancada, “passaram diversas figuras do rádio, TV e jornalismo de suas épocas. José Fernandes, o lendário jurado que dava nota zero pra todo mundo, Elke Maravilha, a queridinha do público, Pedro de Lara e seus lírios, Aracy de Almeida e os “dez paus”, Sérgio Mallandro, Wagner Montes, Sônia Lima, Décio Piccinini, Flôr, Luis Ricardo, Leão Lobo, entre outros.

Silvio Santos realmente é coisa nossa!

AS PALAVRAS DA NOSSA CASA

O Núcleo Teatro de Imersão estreia a peça imersiva e itinerante “As Palavras da Nossa Casa”, livremente inspirada em obras do cineasta sueco Ingmar Bergman (1918-2007), no dia 17 de janeiro de 2020, na Casa das Rosas, da Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerenciada pela Poiesis. Sem separação entre palco e plateia, a ideia é que o público seja conduzido por diferentes cômodos dessa mansão histórica na Avenida Paulista para acompanhar a história. A temporada segue até 27 de março (totalizando 20 apresentações), com sessões duplas às sextas-feiras, às 18h30 e às 20h. Os ingressos custam até R$60.

A dramaturgia da peça foi escrita por Adriana Câmara, que também assina a direção, e Glau Gurgel a partir de vários filmes de Bergman. “A principal referência é o ‘Sonata de Outono’ (1978), que tem uma personagem a mais. Fomos reduzindo os personagens, situações e a quantidade de espaços para poder fazer na Casa das Rosas. Mas também fazemos referências a ‘Morangos Silvestres’ (1957), ‘Através do Espelho’ (1961) e ‘Gritos e Sussurros’ (1972). O espetáculo tem elementos de vários longas dele”, revela a diretora.

Situada nos anos de 1960, a trama narra a visita da famosa cantora lírica Charlote (interpretada pela atriz Gizelle Menon) ao casarão que sua filha única, Eva (Adriana Câmara), divide com o marido Victor (Glau Gurgel), que é um pastor presbiteriano. As duas, que não se vêm há bastante tempo, tentam se reaproximar e resolver questões dolorosas do passado, como o fato de que a filha precisou lidar com a perda de seu único filho, enquanto a mãe tentava administrar as demandas de sua carreira internacional.

Para resgatar os sentimentos nobres que ainda existem entre elas, mãe e filha precisam encarar todas as mágoas, e, nesse processo, acabam proferindo palavras muito duras, de que, possivelmente, se arrependerão. A montagem sensível busca a identificação imediata com o espectador, ao tratar de temas como o amor, as cobranças e expectativas na criação dos filhos, as diferenças de geração, a falta de comunicação em relacionamentos, a esperança e os recomeços após dores profundas, em uma abordagem que parte de situações e conflitos parecidos com os que todos já vivenciaram ou testemunharam.

Os espectadores assistem a tudo isso acomodados em cadeiras espalhadas pelos diferentes cômodos da Casa das Rosas, como se estivessem mesmo na residência das personagens, e são obrigados pela própria cena a mudar de ambiente. “Pensamos em fazer a peça para a Casa das Rosas, que foi moldando totalmente a encenação. Nesse tipo de teatro, temos que fazer tudo pensando em um espaço, porque se mudamos de lugar, temos que trocar, por exemplo, todas as marcações”, revela Adriana sobre o processo criativo.

“As Palavras da Nossa Casa” é o segundo espetáculo do Núcleo Teatro de Imersão. A primeira peça do grupo, “Tio Ivan”, ganhou o Aplauso Brasil 2018 na categoria Melhor Espetáculo de Grupo por voto popular.

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As Palavras da Nossa Casa

Com Adriana Câmara, Glau Gurgel, Gizelle Menon

Casa das Rosas (Avenida Paulista, 37, Bela Vista – São Paulo)

Duração 60 minutos

17/01 a 27/03 (exceto dia 21/2)

Sexta – 18h30 e 20h

$60 (Venda de ingressos no local da apresentação é realizada apenas 30 minutos antes de cada sessão)

Classificação 14 anos