DONNA SUMMER MUSICAL

Como contar a história de uma diva da música mundial com apenas uma personagem? Você cria três!!!

Donna Summer Musical” retrata a vida da cantora em três fases: a pré adolescência (“Patinho Feio Donna”), a criação da música que a transformaria em estrela (“Disco  Donna”), e seus últimos anos (“Diva Donna”).

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O espetáculo – realizado pelas mãos da Atual Produções e Bárbaro Produções – estreia no Teatro Santander no dia 05 de março. Direção é de Miguel Falabella, com assistência de Beatriz Lucci e direção residente de Lívia Dabarian. Direção musical é de Carlos Bauzys. Coreografias são de Bárbara Guerra e assistência de Johnny Camollese.

Encabeçando o elenco temos Karin Kils (fase Diva), Jeniffer Nascimento (fase Disco) e Amanda Souza (fase pré adolescente). Marcel Octávio será Neil Bogart, presidente da Casablanca Records e mentor de Donna, Edson Montenegro será Andrew Gaines, pai da cantora, e André Loddi será Bruce Sudano, seu segundo marido.

O elenco se completa com  Amanda Vicente, André Luiz Odin, Daniel Caldini, Débora Polistchuck,  Joyce Cosmo, Leilane Teles, Letícia Nascimento, Lucas Nunes, Mari Saraiva, Mariana Gomes, Rafael Leal, Rafael Machado, Renato Bellini, Vanessa Mello, Ygor Zago, Andreza Meddeiros e Fernando Mariano como swings.

Para você apreciar mais o musical, vamos contar:

21 fatos sobre a carreira da Diva da Discoteca e da Dance Music.

1. LaDonna Adrian Gaines nasceu em Boston (EUA) em 31/12/48.

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Donna e suas irmãs Linda e Amy, com as pernas da prima Barbara.

2. Começou a carreira aos 10 anos, quando cantou pela primeira vez na sua igreja, e impressionou os fiéis.

3. Mudou-se para a Alemanha para participar da montagem de “Hair” aos 18 anos. Com isso, não terminou o colégio.

4. Casou com o cantor Helmuth Sommer, com quem teve uma filha. Seu nome artístico mudou para Donna Sommer.

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Helmuth, Mimi e Donna

5. Conheceu os produtores Giorgio Moroder e Pete Bellotte, com quem viria a escrever/produzir vários de seus clássicos.

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Pete, Donna e Giorgio

6. Seu debut foi o disco “Lady of the Night” (1974), mas por causa de um erro de impressão, saiu no álbum Donna Summer. O nome pegou.

7. Seu primeiro hit “Love to Love You Baby” foi lançado em 1975. Era uma resposta a um outro hit clássico “Je t’aime… Moi non plus” (1967)

8. Depois vieram os outros hits “Try Me, I Know We Can Make It”, “Winter Melody”, “Love’s Unkind” incluindo…

9. “I Feel Love” (1977). Começa a Era Disco. Donna Summer é a sua rainha.

10. Conheceu Bruce Sudano, da banda ‘Brooklyn Dreams’, também em 1977. Casaram e tiveram duas filhas – Brooklyn e Amanda.

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Mimi, Brooklyn,Amanda e a mãe, Donna.

11. Primeira artista a ter três álbuns duplos “Live and More”, “Bad Girls” e “On the Radio: Greatest Hits vol I & II” no número 1 da Billboard 200.

12. Em um período de doze meses, emplacou 4 singles no topo das paradas “Macarthur Park”, “Hot Stuff”, “Bad Girls” e “No More Tears (Enough is Enough)“, um dueto com outra diva, Barbra Streisand.

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Donna e Barbra

13. “Last Dance” (1978) rendeu um Grammy, um Golden Globe e um Oscar.

14. Além da Disco, ela também passeou pelos ritmos R&B, Gospel, Rock e Dance.

15. Das 18 indicações ao prêmio Grammy, ganhou cinco.

16. Em 1983, conheceu a garçonete Onetta Johnson em Los Angeles. Foi a inspiração para o clássico “She works hard for the money”. Foi o primeiro vídeo clip de uma cantora negra a tocar várias vezes na MTV.

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Onetta e Donna

17. Seu décimo sétimo e último álbum, gravado em estúdio, foi “Crayons” (2008), com os hits número um nas paradas “I’m a fire”, “Stamp your feet” e “Fame (the game)”.

18. Donna Summer nos deixou em 17/05/12, por causa de um câncer no pulmão, aos 63 anos.

19. A artista tem sua estrela na Calçada da Fama (1992), faz parte do Rock and Roll Hall of Fame (2013). Sua canção “I feel love” está no Registro Nacional de Gravaçõs da Biblioteca do Congresso norte americano, eternizada como um clássico (2012).

20.  O musical “Summer: The Donna Summer Musical” estreou em San Diego (2017). No ano seguinte, abriu as cortinas na Broadway.

21. Agora, em 2020 desembarca no Brasil.

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Donna Summer Musical

Teatro Santander (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo)

Duração 100 minutos

05/03 a 28/06

Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 18h e 21h, Domingo – 16h e 19h

$75/$280

Classificação 12 anos

TALENTOS

Novos talentos do Teatro Musical brasileiro serão revelados na segunda temporada do reality show da TV Cultura, que tem estreia prevista para maio.

Jarbas Homem de Mello volta a comandar o programa “Talentos” (“Cultura o Musical”), que revelou na sua primeira edição os atores Aline Serra e Vitor Moresco como os ganhadores.

Para participar da seleção para este ano, é preciso ter entre 16 e 45 anos e se cadastrar no site da emissora até o dia 23 de fevereiro. Ao todo, serão selecionados 24 candidatos, que disputarão as eliminatórias em 12 programas, até chegar a grande final, que será transmitida ao vivo pela TV Cultura.

VEM AÍ EM 2020 – MUSICAIS

O que tem em comum um apresentador popular, a Diva da Discoteca, jovens do século XIX, Romeu e Julieta nova iorquinos e um assassino em série?

Estes são alguns dos temas dos musicais que estarão em cartaz este ano na cidade de São Paulo. Teremos nos palcos as histórias de Silvio Santos e Donna Summer; uma nova montagem de “O Despertar da Primavera” e “West Side Story” e “Sweeney Todd“.

Vamos então conhecer o que vem por aí nos palcos dos teatros paulistanos. (As informações são retiradas da internet. Podem ser alteradas.)

JANEIRO

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“A Cor Púrpura – o musical” – dia 03 – Theatro NET

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“Chaves – Um Tributo Musical” – dia 10 – Teatro Opus

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“O Mágico di Ó” – dia 10 – Teatro Folha

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“O Mágico de Oz” – dia 11 – Teatro Bradesco

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“Diálogos” – dia 13 – Instituto Cultural Capobianco

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“Fadas e Gigantes – O Universo Encantado” – Dia 16 – Teatro Mooca Plaza Shopping

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“Hadassa – o musical” – dia 17 – Teatro Nissi

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“Agnaldo Rayol – A Alma do Brasil” – dia 18 – Teatro União Cultural

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“Lyson Gaster no Borogodó” – dia 18 – Teatro Itália

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“Belchior – Ano Passado EMorri, Mas Esse Ano ENão Morro – O Musical” – dia 18 – Teatro Liberdade

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“Carmen – A Grande Pequena Notável” – dia 19 – Teatro TUCA

Fevereiro

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“Prince Siddhartha – a vida do Buda, The Musical” – dia 19 – Teatro Renault

Março

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“Summer – Donna Summer Musical” – dia 05 – Teatro Santander

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“Silvio Santos Vem Aí – uma comédia musical” – dia 13 –  033 Rooftop

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“K-Pop Dreams – o musical” – dia 14 – Theatro NET

 

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“Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate, o musical” – Teatro Alfa

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“Jackson do Pandeiro” (Barca dos Corações Partidos) – local não informado

Abril

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“Naked Boys Singing” – dia 04 – Centro Cultural da Diversidade (Teatro Décio de Almeida Prado)

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“O Jovem Frankstein” – Teatro Renault

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“O Despertar da Primavera – o musical” – Theatro NET

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“As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão” – Teatro TUCA

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“West Side Story” – Theatro São Pedro

Maio

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“Seu Neyla” – dia 15 – Teatro FAAP

Junho

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“Conserto para Dois” – local não informado

Agosto

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“Sweeney Todd” – local não informado

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“Chicago” – Teatro Santander

Sem data, nem local informados

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“Barnum”

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“A Hora da Estrela” (Sarau Agência de Cultura)

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“Lilás – um musical em tons reais” (MP Produção Cultural)

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“O Pequeno Príncipe” (Teatro Renault)

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“Quarteto Fantasma” (Núcleo Experimental)

 

2020 – O ANO É DELAS

Ano novo se iniciou e parte da agenda cultural da cidade de São Paulo já foi divulgada. E o que percebemos é que em grande parte das atrações são elas que comandarão o espetáculo.

Nas telas dos cinemas, ao invés dos heróis que foram os grandes protagonistas do ano passado, temos a presença de Mulher Maravilha, Mulan, Arlequina e Viúva Negra. Temos também Renée Zellweger, que interpreta Judy Garland, e está cotada para o Oscar como melhor atriz. Não podemos esquecer as novas versões para os clássicos “Mulherzinhas” (Louisa May Alcott) e “Emma” (Jane Austen). Fabiana Karla, Larissa Manoela, Suzana Pires e Regina Casé, entre outras, são as representantes no cinema nacional.

Grandes atrações nacionais e internacionais estarão sob os palcos dos mais variados shows e festivais. Elas estão presentes, levantando a multidão, em todos os ritmos. Uma palhinha? Vamos lá! Começando com Angela Ro Ro e Ana Cañas, passando por Maria Rita e Mc Tha, pedindo as bençãos de Ilú Obá de Mim, seguindo a baianidade de As Bahias e a Cozinha Mineira e Margareth Menezes, além da sofrência de Marília Mendonça. As internacionais Bonnie Tyler, Billie Eilish, Gwen Stefani e Taylor Swift também estarão presentes. Não podemos esquecer do Festival Grls!, com lineup 100% feminino, e presença de Kylle Minogue e Linn da Quebrada.

O novo Paço das Artes abre suas portas no dia do aniversário da cidade. A artista plástica e educadora Regina Silveira foi a escolhida para inaugurar o espaço. Mariana Palma, Ximena Garrido-Lecca, Paz Errázuris, Trisha Brown, Senga Nengudi, Mathilde Rosier, Lygia Pape e Beatriz Milhares são alguns dos nomes que terão seus trabalhos expostos nos museus, galerias e centros culturais paulistanos.

Nos palcos teatrais, vários solos onde elas apresentarão suas divagações, histórias, questionamentos, alegrias, preocupações. Irene Ravache, Miá Mello, Monique Alfradique, Lavínia Pannunzio  e Gizelle Menon são alguns nomes. Bia Lessa é a primeira mulher brasileira a dirigir a montagem da ópera “Aída” no Theatro Municipal. A companhia de Deborah Colker volta aos palcos com “Vero“. E o amor pueril de Romeu e Julieta será contado em “Capuletos e Montéquios“, no Theatro São Pedro, onde os dois protagonistas serão interpretados por mulheres.

Quer saber mais? Segue o link para a matéria feita pelo Guia Folha (03 a 09/01/20) – http://bit.ly/OAnoÉDelas

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CHAVES – UM TRIBUTO MUSICAL

E Zás… Ele está voltando!!! Após temporada de sucesso com público superior a 35 mil pessoas, o espetáculo Chaves – Um Tributo Musical volta para nova temporada no mesmo local, Teatro Opus, localizado no Shopping Villa-Lobos, em São Paulo. O musical homenageia o gênio da comédia Roberto Gómez Bolaños e todo o seu legado, que diverte e emociona diferentes gerações até hoje.

Esta é a primeira grande produção dessa natureza endossada e licenciada pelo Grupo Chespirito, e pelo SBT. A montagem surpreende os fãs do seriado – e o público em geral – com roteiro original da diretora musical Fernanda Maia e direção geral de Zé Henrique de Paula, ambos conhecidos por musicais como Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812 e Urinal – o musical. A coreografia original é de Gabriel Malo. No repertório, o musical foi recheado de canções clássicas da série e composições inéditas.

Chave – Um Tributo Musical é apresentado por Ministério da Cidadania, tem patrocínio de Grupo Zaffari e apoio de Cometa e Dúo Art Ice. Realização Del Claro Produções e Opus Promoções.

O gênio da comédia Roberto Gómez Bolaños conquistou crianças e adultos do mundo inteiro com seu humor simples e carismático, criando personagens que serviram de inspiração para diferentes gerações de atores, comediantes e escritores. Para isso, teve como referência (e homenageou) nomes clássicos da comédia. É possível encontrar registros do artista mexicano compondo esquetes que fazem alusão a humoristas como Charles Chaplin, Jerry Lewis e à dupla Oliver Hardy e Stan Laurel (O Gordo e o Magro).

Foi assim que surgiu a ideia de se criar um roteiro inédito que não apenas trouxesse de volta aquela atmosfera lúdica, inocente e saudosista da vila da série, mas que também desse pitadas da vida de Bolaños e de sua trajetória como um grande mestre das artes cênicas e do clown.

Mesmo não se tratando de um “episódio do Chaves transposto para os palcos”, e sim de uma homenagem com uma história inédita, o musical reproduz fielmente o cenário mais conhecido da carreira de Bolaños – a Vila do Chaves -, e causa comoção ao público quando aparece em cena pela primeira vez.

Além de Chaves, muitos outros personagens icônicos aparecem em cena para o público se deliciar com as presepadas de Seu Madruga, Quico, Chiquinha, Sr. Barriga, entre outros. Os espectadores também podem esperar boas surpresas durante as apresentações.

Para ambientar o público ainda mais antes do início do espetáculo, uma exposição sobre Chespirito foi criada com o objetivo de oferecer um panorama da vida e da obra de Roberto Gómez Bolaños através de imagens, fotografias e objetos do acervo pessoal do criador do personagem cômico mais icônico do México – e da América Latina também. Inspirada nas cores da Vila e do figurino do Chaves, a exposição ocupará o foyer do Teatro Opus e permanecerá aberta ao público durante toda a temporada de Chaves – Um Tributo Musical.

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Chaves – um Tributo Musical

Com elenco não informado

Teatro Opus – Shopping Villa Lobos (Av. das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros – São Paulo)

Duração 120 minutos (com 15 minutos de intervalo)

10 a 26/01

Quinta – 16h, Sexta – 20h, Sábado – 16h e 20h, Domingo – 16h

$75/$140

Classificação Livre

FESTIVAL DE FÉRIAS DO TEATRO FOLHA

Tradicional no circuito teatral paulistano, com duas versões anuais, o Festival de Férias do Teatro Folha chega a 32ª edição. Realizado desde 2004, soma 200 espetáculos de 90 companhias, aproximadamente. Com uma sessão às 16 horas, de segunda a sexta, e uma dobradinha (às 16h e 17h40) aos sábados e domingos, a programação de janeiro de 2020 do evento reúne sete espetáculos, sendo cinco clássicos do universo infantil, além de uma peça inspirada em texto de Ruth Rocha e outra adaptada da obra de Monteiro Lobato.

A Bela e a Fera e As Desmemórias da Emília – A Marquesa de Rabicó abrem o cardápio no dia 4 de janeiro, respectivamente, sendo apresentadas aos sábados e domingos, às 16 e 17h40, até 26 de janeiroAlice no País das Maravilhas é a atração das segundas-feiras, a partir do dia 6, às 16h, até dia 27. Pinóquio poderá ser visto nas terças-feiras, do dia 7 até 28. Nas quartas-feiras, a criançada pode assistir Dois Idiotas Sentados cada Qual no Seu Barril, de 8 a 29. A Branca de Neve – o Musical estará em cartaz às quintas, do dia 9 até dia 30. Às sextas, a partir de 10 de janeiro, é a vez de O Mágico di Ó – O Clássico em Forma de Cordel, com sessões até dia 31.

O diretor artístico do Teatro Folha, Isser Korik, conta que a criação do festival foi uma consequência natural já que, desde a construção do teatro, havia sido traçada uma diretriz de que o teatro infantil teria tanta prioridade quanto o adulto.  Nenhuma peça poderia ocupar o palco com cenários fixos nem ocupar as instalações de luz como quisesse. Tudo teria que ser compartilhado em igualdade de condições.  “Investir no teatro infantil era investir num grande público potencial do bairro, no presente e na formação de público no futuro. Essa atitude atraiu os melhores espetáculos infantis para o Teatro Folha e logo o público compareceu prestigiando. A ideia de um festival com espetáculos diferentes a cada dia se provou uma fórmula acertada.” Isser assina a curadoria ao lado de Claudio Marinho, responsável pela programação. A linha obedece ao critério da qualidade artística, segundo Isser, que procura atender públicos de todas as idades e oferecer variedade de linguagens teatrais, para agradar o máximo de pessoas.

Confira a programação completa:

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A Bela e  a Fera

Adaptado e dirigido por Rafael Junqueira, clássico da Disney, conto de fadas francês originalmente escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot, Dama de Villeneuve, em 1740, apresenta versões variadas do original que se adaptam a diferentes culturas e momentos sociais. Em cena, a história de amor entre uma linda e inteligente jovem (Bela) e um príncipe que foi enfeitiçado e transformado em Fera. Bela vive em um vilarejo francês com seu pai, que é capturado e aprisionado pela Fera em seu castelo. A jovem consegue localizá-lo e se oferece para ficar no lugar dele. Sua bondade a faz enxergar o lado humano da Fera, por quem se apaixona perdidamente, quebrando o feitiço.

Com Rafael Junqueira, Larissa Leal, Marcelo Ayres, Layana Cattoni, Davi Willians, Karla Bonfá, Danilo Martins, Fábio de Carvalho, Fávio Pimenta e Johnny Salvi

Duração: 60 minutos

4 a 26/01

Sábado e Domingo – 16h

$50

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As Desmemórias da Emília – A Marquesa de Rabicó

Concebida e dirigida pelo jovem diretor Muriel Vitória, a história é uma ficção baseada na obra de Monteiro Lobato (cuja obra entrou em domínio público em 2019). O Grupo Trapo traz à cena um espetáculo infanto-juvenil apresentando a famosa boneca da literatura infanto-juvenil brasileira que resolve escrever suas “des-memórias”. São memórias de meias verdades contadas do seu jeito. Para tal missão, ela conta com a ajuda do inseparável sábio Visconde de Sabugosa. Pedrinho, Dona Carochinha, o príncipe Escamado e até mesmo a Cuca ajudam Emília nesta missão de compartilhar suas desmemórias com o mundo.

Com Vitória Rabelo, Diego Britto, Isaque Patrício, Marília Pacheco, Lucas Soares e Priscilla Rosa

Duração 40 minutos

4 a 26/01

Sábado e Domingo – 17h40

$50

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Alice no País das Maravilhas

A Cia. dos Tantos apresenta livre adaptação da obra de Lewis Carroll. Considerado um dos textos mais célebres do gênero, a história parte do sonho da curiosa menina Alice. Ela segue um coelho de colete e relógio e é projetada para um novo mundo. No país das Maravilhas, Alice encontra seres fantásticos como a Lagarta, o Chapeleiro Maluco e a temida Rainha. Alice no País das Maravilhas é uma viagem de ida e volta, mas como diz o personagem principal, você vai sentir saudades quando acordar. Com elementos da cultura hippie dos anos 60 e 70 e da cultura pop, a montagem faz o público questionar e refletir sobre sua função no mundo.

Com Talytha Pugliesi, Thiago Tavares, Fani Feldman, Renan Ferraz e Álvaro Franco

Duração: 50 minutos

6 a 27/01

Segunda – 16h

$50

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Pinocchio

Com concepção e direção de Pamela Duncan, a peça livremente inspirada na obra do italiano Carlo Collodi, narra a história de Pinocchio, um boneco de madeira feito por Gepetto, um homem simples. A madeira é mágica e, depois de pronto, o boneco começa a se mexer e agir como um menino de carne e osso. E, como tantos meninos, Pinocchio não ouve os conselhos do Gepetto – ele prefere divertir-se. Mas, é ingênuo e tem um bom coração. Um dos traços típicos de Pinocchio é que quando mente seu nariz cresce (uma imagem tão acertada de Collodi que é conhecida mesmo por aqueles que nunca leram o texto).

Com Jonathan Well, Rogerio Favoretto, Mauricio Madruga, Dulcineia Dibo, Ricardo Aires

Duração: 60 minutos

07 a 28/01

Terça – 16h

$50

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Dois Idiotas Sentados Cada Qual no seu Barril

Realizado pela Borbolina Cia, a comédia Dois Idiotas Sentados Cada Qual no seu Barril é uma livre adaptação do livro de Ruth Rocha, autora conhecida por seus livros infantis. Em clima descontraído, a montagem instiga o público a refletir sobre as disputas que muitas vezes travamos antes mesmo de permitir o diálogo. Em cena, Teimosinho e Mandão são palhaços combatentes de guerra que atuam em exércitos distintos, cada qual com um barril cheio de pólvora. Quando os dois, extremamente egoístas e autoritários, não conseguem dialogar sem brigas, acendem uma vela e colocam em risco toda vida ao redor – incluindo a deles. Nesta versão leve e intrigante, a peça destaca o quanto a polaridade entre ideias pode ser ruim quando o diálogo é deixado de lado. As personagens se alternam entre conflitos e brincadeiras, baseadas em números de palhaçaria.

Com Giuliano Caratori e William Maciel

Duração: 50 minutos

08 a 29/01

Quarta – 16h

$50

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Branca de Neve – O Musical

O conto de fadas originário da tradição oral alemã, que foi compilado pelos Irmãos Grimm, roteirizado e dirigido por Rodrigo Gomes, é o ponto de partida para o musical produzido pela Dos Clássicos Produções. O espetáculo conta com quatro atores cantores (Ella Dalcin, Thiago Lemmos, Simone Luiz e Vitor Moresco), que dão vida ao conto, misturando o mundo fantasioso da famosa história, com músicas ao vivo. No palco, o elenco interpreta as canções trazendo referências à tão conhecida história, mas também dão voz a outros personagens. Para isso, foram acrescentadas três canções do musical Into The Woods: “Witch’s Lament” (“Veja, espelho meu”- solo da Rainha Má), “Agony” (“Ai de mim!” – dueto do Príncipe e Caçador) e “It’s The Last Midnight” (“Sou a mais bela” – solo da Bruxa), versionadas por Rafael Oliveira, especialmente para o espetáculo que conta a história de uma rainha conhecida por sua beleza e maldade. Entre seus segredos e feitiços, havia um espelho mágico que revelava se a malvada continuava sendo a mais bela de todas as mulheres. Certa vez, o misterioso espelho confessou a sua senhora que outra moça crescia em graça e beleza: Branca de Neve, enteada da cruel rainha. Inicia-se então uma bela história envolvendo uma linda princesa, uma mulher invejosa, uma maçã envenenada e um beijo de amor verdadeiro.

Com Ella Dalcin, Thiago Lemmos, Simone Luiz e Vitor Moresco

Duração: 60 minutos

09 a 30/01

Quinta – 16h

$50

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O Mágico Di Ó – O Clássico em Forma de Cordel

Inspirado no clássico O Mágico de Oz, de Frank Baum, o espetáculo escrito pelo dramaturgo Vitor Rocha, narra a saga de retirantes nordestinos a caminho da cidade de São Paulo. A peça traz um olhar abrasileirado dos personagens Dorothy, Espantalho, Leão e Homem de Lata, tendo como ponto de partida o embarque da menina Doroteia e seus tios em um pau-de-arara, rumo à capital paulista em busca de uma vida melhor, fugindo de uma terra sem chuva e sem esperanças. Neste grupo de migrantes está o cordelista e versador Osvaldo, que começa a contar uma história para distrair seus companheiros de viagem. Os versos, baseados em uma história real, dão asas à imaginação da garota, fazendo com que realidade e fantasia se misturem neste divertido enredo, que tem como protagonista uma Doroteia que deseja levar chuva para sua terra e ver um arco-íris cruzar o Cariri.

Com Diego Rodda; Elton Towersey; Lui Vizotto; Luiza Porto; Renata Versolato; Thiago Sak; Vitor Rocha; Renan Rezende

Duração: 55 minutos

10 a 31/01

Sexta – 16h

FÓSSIL

Após o sucesso de público e imprensa de “Carmem” e “A última dança”, Natalia Gonsales, em constante pesquisa sobre personalidades e fatos que desafiam a ordem imposta, idealiza e atua em “Fóssil” de Marina Corazza. Criado a partir da pesquisa de três anos da atriz e da dramaturga a respeito do povo curdo e da revolução de Rojava, na Síria, a peça tem direção de Sandra Coverloni e estreará no dia 09 de janeiro no Sesc Pompeia. A temporada será de quinta a domingo até 02 de fevereiro.

A peça se passa dentro da sala de Luiz Henrique (Nelson Baskeville),  diretor da maior empresa de gás liquefeito de petróleo. Anna (Natalia Gonsales), uma jovem cineasta, vai ao seu encontro em busca de recursos para a realização de um filme sobre a Revolução de Rojava, no norte da Síria.

A cineasta narra o roteiro de seu filme e a importância político-social deste, cruzando histórias de mulheres curdas torturadas da Síria com memórias de mulheres na ditadura brasileira de 64. “Ao olhar para nós à luz dessa revolução, vemos as mulheres que nos geraram, e antes delas, as que geraram nossas mães, e antes delas, as outras, e as outras, e as outras e todas nós. Ao olhar para nós à luz da Revolução de Rojava, sabemos que queremos e que podemos acreditar em utopias por meio de um trabalho diário que deixe nascer outras formas mais justas e libertárias de se pensar e viver. ” Complementa a dramaturga Marina Corazza.  

A tensão entre os dois personagens vai crescendo durante o espetáculo. Luiz, que viu Anna crescer, tem um olhar paternal para com ela e conforme a cineasta conta sobre o seu projeto e a importância da luta curda, relações dúbias de opressão e falta de escuta são estabelecidas. Em um plano que atravessa o presente, a jovem cineasta fala de sua mãe, presa política na ditadura de 64. O papel contraditório de financiamento das artes por grandes empresas também perpassa toda a peça. Abre-se com isso mais uma camada crítica na peça a respeito da política cultural e as contradições que incluem valores éticos e morais para a realização de um produto altamente desvalorizado no mercado atual.

Encenar a luta curda pela democracia revela contradições do sistema democrático ocidental que se apresenta na forma atual do patriarcado, sustentado pelo Estado e pela hierarquia. A forma de Estado-Nação aliado ao Capitalismo é um modelo baseado nas dominações de classe, gênero, etnia e religião associado à competitividade econômica, impossibilitando assim, que a nação alcance os objetivos de liberdade, igualdade e justiça social” explica Natalia.

A encenação de Sandra Corveloni propõe um encontro entre teatro e audiovisual tendo projeções sensitivas e trilha sonora original, criando um clima de sala de cinema, para falar da Revolução de Rojava ou Confederalismo Democrático do Norte da Síria. “Fóssil possui uma dramaturgia bastante profunda, com camadas de informações e sentimentos que aparecem à medida em que o texto avança. A montagem que é ao mesmo tempo teatral e cinematográfica, nos leva a refletir sobre questões como os direitos das mulheres, a democracia, as fronteiras e a arte“, comenta a diretora. 

Natalia Gonsales finaliza: “hoje é comum ouvir a população curda de Rojava e de outras regiões do Curdistão defender a vida sem um Estado. Os curdos lutam pela autonomia de seu povo e de outras etnias sem representatividade. Buscam a conscientização democrática, o direito à educação na língua nativa, o acesso ao sistema público de saúde, a proteção do meio ambiente e a liberdade de expressão. Uma política que se tornou referência libertária no mundo.

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Fóssil

Com Natalia Gonsales e Nelson Baskerville

SESC Pompéia – Espaço Cênico (R. Clélia, 93 – Água Branca, São Paulo)

Duração 70 minutos

09/01 a 02/02

Quinta a Sábado – 21h30, Domingo – 18h30

$30 ($9 – credencial plena)

Classificação 14 anos