ROQUE SANTEIRO

Esta é a primeira montagem de Roque Santeiro, em formato musical, em São Paulo. O texto, tornado clássico depois de proibido e adaptado com grande sucesso para a TV, é encenado no Teatro FAAP no formato pensado originalmente pelo autor Dias Gomes – como uma opereta popular.

O elenco desta montagem é composto por 13 atores: Jarbas Homem de Mello é Chico Malta; Livia Camargo faz a viúva Porcina; Flávio Tolezani é Roque Santeiro; Amanda Acosta interpreta Mocinha, filha de Dona Pombinha, vivida pela atriz Patrícia Gasppar, e do prefeito Florindo Abelha, interpretado por Dagoberto Feliz.

Edson Montenegro é Padre Hipólito; Luciana Carnieli vive a dona do bordel da cidade, Matilde, e as duas prostitutas – Rosali e Ninon – são vividas respectivamente pelas atrizes Yael Pecarovich e Giselle Lima. O músico e ator Marco França faz o papel de Toninho Jiló. Samuel de Assis é Zé das Medalhas, e Cristiano Tomiossi faz o papel do General.

A trilha sonora composta por Zeca Baleiro é executada ao vivo pelos atores com o apoio de dois músicos – André Bedurê (baixo e violão) e Érico Theobaldo (guitarra, percussão e eletrônicos). Baleiro musicou algumas letras do autor que já existiam na versão original do texto e compôs outras canções especialmente para a peça.

A trilha traz um toque levemente marcial, um certo tom militar, mas também tem elementos de bolero, tango, baião, valsa, muita brasilidade e brejeirices. Mas é bom deixar claro: a peça é diferente da novela, desde o texto até a música”, comenta Zeca Baleiro.

Roque Santeiro marca a quarta parceria da diretora Debora Dubois com o compositor. Juntos, eles já fizeram “Quem tem Medo de Curupira?”, “Lampião e Lancelote” e “A Paixão Segundo Nelson”. “Essa parceria é longa porque nos entendemos muito artisticamente, o Zeca é um artista muito completo, que entende o teatro e coloca a música a seu serviço de uma forma linda”, conta a diretora. “Optamos por uma trilha musical original. Resistimos à tentação de usar músicas da trilha da novela, que foi muito marcante. Mas, como uma espécie de ‘homenagem’ à novela, incluímos dois trechos de canções de Sá & Guarabyra”, continua Débora.

A direção de movimento é de Fabrício Licursi que, junto com Debora Dubois, optou por coreografias mais orgânicas, que misturam gestos e traços característicos dos personagens com a movimentação coletiva nos números musicais, como se reproduzissem festas populares na fictícia cidade de Asa Branca.

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Ficha Técnica
Texto: Dias Gomes. Direção: Débora Dubois. Direção musical: Zeca Baleiro. Elenco: Jarbas Homem de Melo, Livia Camargo, Flavio Tolezani,  Amanda Acosta, Luciana Carnieli, Edson Montenegro, Dagoberto Feliz,  Patrícia Gasppar, Yael Pecarovich, Giselle Lima, Marco França, Samuel de Assis, Cristiano Tomiossi. Músicos: André Bedurê e Érico Theobaldo. Assistência de direção: Luis Felipe Correa. Direção de movimento: Fabrício Licursi.  Cenário: Débora Dubois. Figurinos: Luciano Ferrari. Iluminação: Fran Barros. Preparação Vocal: Marco França. Produção Executiva: Fabrício Síndice e Vanessa Campanari. Coordenação: Elza Costa. Direção de Produção: Edinho Rodrigues. Realização: Ministério da Cultura e Brancalyone Produções Artísticas.

Serviço
Estreou dia 27 de janeiro de 2017
Teatro FAAP – www.faap.br/teatro
Sextas e Sábados às 21h e Domingos às 18h
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo
Tel. (11) 3662-7233 / 7234
Duração 120 minutos
Classificação indicativa – 14 anos
Até dia 30 de julho.

*Ingressos:
Sextas R$ 50 e 80 (inteira) | R$ 25 e 20 (meia).
Sábados e Domingos R$ 50 e 90 | R$ 25 e 45 (meia)

O JOGO DO AMOR E DA MORTE

O Jogo do Amor e da Morte” busca inspiração em diversas obras literárias para contar a história de um homem (interpretado por Eliseu Paranhos) e de uma mulher (interpretado por Juliana Fagundes), fragilizados e paralisados diante de suas dores. A cada noite um jogo é proposto. Assim, “Os Maias” de Eça de Queiroz, “Giovanni” de James Baldwin e “Olhos Azuis – Cabelos Pretos” de Marguerite Duras emprestam seus personagens para que esses “jogos” se estabeleçam, numa expiação incessante que só acontece à noite – durante os dias os personagens somem, como vampiros.

Os espectadores ficam a poucos metros dos atores de forma que uma experiência naturalista é levada às últimas consequências, ainda que elementos distanciadores desafiem esta lógica – como o notebook ligado o tempo todo ou o som de mar intermitente vindo de alto-falantes.

Sinopse

Um homem contrata uma mulher para lhe fazer companhia por cinco noites durante as quais ela não deve fazer perguntas a seu respeito. A cada noite um jogo é proposto no qual eles devem representar papéis diferentes, sempre relacionados a amores frustrados e abandonos.

Os enredos criados remetem a personagens literários de forma que o que é verdade e o que é representação acaba se perdendo em meio aos devaneios e às dores, como num jogo de espelhos.

É certo, no entanto, que uma relação íntima e desesperada se estabelece e se fortalece durante esse período, de forma que um último abandono se torna imperativo sem que nenhum deles possa controlar.

Sobre o texto inédito de Eliseu Paranhos

“O Jogo do Amor e da Morte” é um pastiche cujos autores são, em última análise, os dois personagens da peça. São eles que citam e usam, como inspiração, as obras e autores que lhes convém.

O texto tem como fontes os enredos e personagens dos romances “Olhos Azuis – Cabelos Pretos”, de Marguerite Duras, “Giovanni”, de James Baldwin e “Os Maias” de Eça de Queiroz, bem como referências ao filme “Blade Runner”, de Ridley Scott, à música “La Maison Dieu”, de Renato Russo e à peça “Galileu Galilei”, de Bertold Brecht.

Em nossa fábula um homem está chorando em uma praia quando é abordado por uma mulher de olhos azuis, que também começa a chorar. Por algum motivo, o homem a contrata para lhe fazer companhia por cinco noites durante as quais ela não deve fazer perguntas a seu respeito.

Noite após noite os dois passam a representar papéis com o propósito aparente de entender e purgar os motivos pelos quais os dois se sentem tão abandonados e com tantas dores.

Destes jogos, às vezes lúdicos, às vezes extremamente dolorosos, nasce uma intensa relação fadada a uma interrupção ríspida devido à natureza do contrato que os une”.

Sobre a encenação

Concebida desde o início para ser encenada numa casa, para poucos espectadores, a peça possui inúmeras características que a afastam de uma experiência convencional de teatro.

O cenário é composto pela própria arquitetura e pelos móveis da casa – uma casa da década de 40, localizada em frente ao Instituto Biológico, na Vila Mariana. Nada foi retirado ou colocado. Não há um aparato cênico específico de teatros – equipamento de luz e de som, urdimentos ou nada parecido“, conta Eliseu.

A trilha sonora é composta por três canções compostas por Eliseu para o espetáculo e cantadas “à capela” e por um barulho constante de mar, que vem de um notebook utilizado como um elemento cênico.

A luz é toda feita pelas luminárias e abajures que fazem parte da mobília da própria casa, por aparelhos celulares e “tablets”, num confronto entre o novo e o antigo.

Alie-se isso ao tom poético e literário do texto e não poderíamos deixar de experimentar uma interpretação que não fosse intimista e radicalmente naturalista, com a encenação flertando mais com a linguagem cinematográfica do que a teatral“, completa Eliseu.

Ao espectador resta a sensação quase literal de ser um intruso, um “voyeur”, de ter um olhar privilegiado sobre aquelas veias abertas em que se transformam as pessoas à sua frente, cujas dores são tão intensas que fica difícil decifrar o que é mentira e o que é verdade nas encenações propostas pelos personagens.

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FICHA TÉCNICA

Texto e direção – Eliseu Paranhos

Elenco – Eliseu Paranhos e Juliana Fagundes

Cenário – Casa dos Fagundes

Figurino – Luciano Ferrari

Produção de Figurinos – Elen Zamith

Iluminação – Eliseu Paranhos e Juliana Fagundes

Projeto Gráfico – Paula di Paoli

Ilustração Projeto Gráfico – Luciano Ferrari

Ilustração “Casa dos Fagundes” – Pedro Brecheret Fagundes

Fotografia – VagnerClick

Administração – Lena Roque

Agradecimentos: Lena Roque, Julio Pompeo, Beto Magnani, Elaine Bortolanza, Ulysses Fagundes Neto, Claudio Marco Antonio, Mauro Casa dos Fagundes, Clarete Paranhos, Mauro Nemirovsky de Siqueira

SERVIÇO

Casa dos Fagundes: Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, 1239 (em frente ao Instituto Biológico) – próximo à estação Ana Rosa do metrô.

Estreia: dia 27 de maio.

Temporada: sábados  às 21h e domingos às 20h.

Duração: 80 minutos

Classificação Indicativa: 14 anos

Capacidade: 20 pessoas

Ingressos: R$ 60,00 / meia-entrada: R$30,00– reservas pelo telefone: 993319366 (Vivo)

Até: 26 de agosto

PALHAÇOS

Com texto de dramaturgo Timochenco Wehbi (1943 – 1986), Palhaços estreia sexta-feira, 12 de maio às 21h no Parlapatões. O espetáculo conta com direção de Marcio Vasconcelos e atuação de Antônio Netto e Sérgio Carrera, além do sanfoneiro Guilherme Padilha. A montagem tem sessões sextas, às 21h, e sábados, às 22h, até 17 de junho. O projeto é uma realização da Cia das Artes e a Cia Pompa Cômica.

A trama se passa no intervalo de apresentação do palhaço Careta (Antônio Netto) que recebe em seu camarim a visita de um espectador, Benvindo (Sérgio Carrera), um vendedor de sapatos encantado com a performance. Se aproveitando da extrema inocência do visitante, o palhaço Careta expõe as dificuldades e dores de ser um artista, e estabelece um jogo de faz de contas para que Benvindo perceba o sentido de sua própria vida, condicionada aos padrões estabelecidos pela sociedade.

A peça fala sobre a condição humana ao expor os dois lados de um mesmo tipo de fragilidade: a desilusão frente à exploração social somada à uma insciência desta. Nesta versão, a obra de Timochenco Wehbi, ganha um novo integrante: o sanfoneiro.

Este personagem, em meio às músicas, caminha entre as histórias de Benvindo e o palhaço Careta, conduzindo a dramaturgia em um labirinto entre ficção e realidade. A montagem traz elementos que ajudam a trazer a atmosfera do picadeiro para o palco com artistas circenses que fazem números de clown, malabares, mágica.

O espetáculo é uma metalinguagem na questão da dificuldade de se viver de arte pelo país. O texto é um contraponto ao abordar o universo dos artistas, que mesmo diante de muitas barreiras, fazem o que mais gostam na vida. E também representa o mundo em que as pessoas seguem os costumes ditados pela maioria ”, fala Carrera.

O ator viveu uma situação contrária de seu papel na vida real ao desistir da carreira médica e optar pela vida artística. “Definitivamente, trabalhar com arte no Brasil é resistir. Já meu personagem Benvindo abriu mão de seus anseios ao entrar para todos os padrões possíveis”.

Um dos maiores trunfos do texto é fazer um jogo em que nos perguntamos quem é o palhaço de quem durante o encontro entre os personagens. Expurga os conflitos internos, coloca uma outra face do palhaço, além do picadeiro. Em cena, um é complemento do outro”, diz

Assim como o dramaturgo, Netto também nasceu em Presidente Prudente e sua atuação no espetáculo Palhaços na cidade natal foi um fator determinante para sua chegada em São Paulo e continuar sua carreira no início dos anos 90. Os dois atores têm uma longa trajetória de parceria nos palcos, pois já trabalharam juntos em duas montagens da comédia musical Bar D’Hotel e no espetáculo De Um Dia de Pierrot ao Curto-Circuito, obra também de Timochenco Wehbi.

Timochenco Wehbi é um dramaturgo extremamente significativo, contendente, transgrediu a época em que vivia. Estava inserido na era da contracultura, um momento de ebulição na sociedade. Questões que não passaram em branco e ficaram refletidas em sua obra. Era uma pessoa apaixonada pelo circo e acompanhou bem as famílias que viviam dessa arte pelo interior”, diz os Netto.

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FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Marcio Vasconcelos. Assistente de Direção: Jair Aguiar.  Iluminação: Agnaldo Nicoleti e Will Damas. Cenário e Figurino: Marcio Thadeu. Costura: Duda Viana e Suellen Souza Elenco: Antonio Netto, Sérgio Carrera e Guilherme Padilha. Percussão: Alt Garcia Artistas Circenses: Caio Solano, Gabriela Santana, Gabriel Felizardo e Victória Marcelino. Produção: Contorno Produções. Direção de Produção e Produção Executiva: Jessica Rodrigues e Victória Martinez. Assistente Geral: Aline Prado. Realização: Cia das Artes e Cia Pompa Cômica. Fotografia: Alexandre Diniz. Design Gráfico: Alt Garcia. Assessoria de Imprensa: Renato Fernandes.

SERVIÇO:

Espaço Parlapatões: Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, São Paulo – SP

Telefone: (11) 3258-4449. Capacidade: 98 lugares. TemporadaSextas, às 21h, e Sábado, às 22h até 17 de junhoPreço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).https://www.ingressorapido.com.br/ Classificação: 12 Anos. Duração: 70 minutos.

RUINDADE O MUSICAL

“Ruindade – O Musical” reestreia nesta sexta-feira, dia 5 de maio, no Teatro Viradalata, em São Paulo, às 21h. Em sua segunda temporada em cartaz o musical tem apresentações todas as sextas-feiras até o dia 30 de junho.
O que você faria se vivesse em uma cidade onde o sentimento fosse proibido? É assim que vive o povo de “Ruindade”, uma cidade pacata onde tudo é feito no modo “automático”, sem nenhum sentimento ou reflexão.
Mas, tudo isso muda quando uma jovem chega à cidade junto com seu pai e faz com que as pessoas que ali habitam coloquem em xeque as crenças que aprenderam. Beatriz a menina diferente e cheia de sentimentos, desperta, internamente, diferentes coisas na população de Ruindade, em especial a paixão de Pedrinho por ela. Pedrinho, um dos moradores, percebe que também tem sentimentos e começa assim a querer salvar Beatriz do governador da cidade, o Coisa Ruim.
Embalado pelos eternos clássicos da MPB, como “Nada Será Como Antes”, “Meu Caro Amigo”, “Beatriz”, “Samba em Prelúdio”, e muitos outros sucessos, o musical nasce como uma luta em prol da maior e mais intrínseca qualidade humana: a capacidade de amar.
A peça tem como proposta despertar uma reflexão e levar o público a olhar para dentro de si. Estamos nós vivendo como os moradores de Ruindades?! Essa é a questão que o musical busca despertar dentro das pessoas, levando o público a retomar os próprios sentimentos e não apenas viver no automático como muitos de nós vivemos atualmente.
Na correria do dia a dia muitas vezes não paramos para pensar em quem somos e o que realmente queremos. Para o diretor, André Borelli e para a assistente de direção, Bia Malagueta, o musical retrata um pouco do mundo em que vivemos hoje e nos leva a refletir. “Na cidade de São Paulo, por exemplo, quantas pessoas não vivem no modo “automático”, em cima de uma padrão imposto pela sociedade, nunca parando para refletir se é realmente feliz. O espetáculo na sua tragicomédia musical nos faz pensar em tudo isso”, ressaltam.

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Serviço:

Ruindade – O Musical.

Data: 05 de maio a 30 de junho.

Local: Teatro Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré – São Paulo/SP).

Dia e horário: Sexta-feira às 21h.

Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia).

Classificação: 14 anos.

Duração: 100 minutos.

 

Ficha Técnica:

Texto e Direção Geral: André Borelli;

Assistência de Direção: Bia Malagueta;

Direção Musical: Gabriel Furlan & Vitor Moutte;

Direção de Arte: Paulo Rocco;

Elenco: Bia Malagueta, Chico Neto, Cicero de Andrade, Eddy Stefani, Glauco Machado, Gustavo Ceccarelli, Heder Becker, Júlia Sanches, Lorena Vasconcelos, Luis Galves, Marcela Gibo, Marcia Oliveira & Tiago Prates;

Arranjos: Vitor Moutte;

Preparação Vocal: Gabriel Furlan;

Cenotecnia: Mauri Rocco;

Figurinos especiais: José Eli Costa;

Produção de Casting: Heder Becker;

Parceria: Associação Cultural Quintal das Artes;

Assessoria de Imprensa: Unicórnio Assessoria e Mídia;

Realização: Gruparteiro de Teatro.

A ILHA DE OURO

Em 2002 Simoni Boer recebeu os prêmios Panamco no Teatro e o Concurso Nacional de Dramaturgia por seu texto A Ilha de Ouro – Uma Aventura Musical em Alto-mar. Uma nova montagem, dirigida pelo jovem diretor Victor Cantagesso, ocupa a partir do dia 14 de maio a versão Teatro do OLGA 17, espaço multicultural e lounge bar aberto recentemente em São Paulo, na Barra Funda. Em curta temporada, o espetáculo musical ficará em cartaz até o dia 25 de junho, com sessões aos domingos às 16h00.

SOBRE O ESPETÁCULO: O espetáculo tem como tema central o AVENTURAR-SE (desejo inerente a todas as pessoas, sejam crianças ou adultos) mas nos faz refletir também sobre amizade, sonhos, ganância, partidas e chegadas… Cada personagem resolve embarcar em busca de algo. Dinheiro, comida, mistério, família, sucesso. E é o encontro desses desejos que desencadeia as relações e jogos entre eles.

Na música inicial os atores convidam as crianças para acompanhá-los numa aventura em alto-mar. E é através da manipulação de escadas, cavaletes, paletes e objetos cotidianos, que constroem e reconfiguram o espaço cênico, expondo a narrativa fabular em sua natureza lúdica e junto do público atribuem novos sentidos e significados.

SINOPSE: Um velho marujo do mar, Capitão Miromar Salgado, e seus marinheiros de primeira viagem, embarcam para uma aventura em alto-mar em busca da famosa Ilha de Ouro.  Nessa viagem, repleta de músicas interpretadas ao vivo, os atores/marinheiros deverão enfrentar o “cabo da morte”, sereias, monstros marinhos e desvendar muitos outros mistérios.

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FICHA TÉCNICA 

TEXTO: Simoni Boer.

DIREÇÃO: Victor Cantagesso. 

MÚSICA ORIGINAL: Victor Cappa.

DIREÇÃO MUSICAL: Gabriel Furlan. 

ELENCOGabriela Felipe, Jéssika Oliva, Lucas Ferraz, Lucas Ruiz, Luiz Felipe Igreja e Tutty Mendes. 

CENÁRIO: Victor Cantagesso.

FIGURINO: Gabriela Sanches. 

ILUMINAÇÃO: Caio Coppoli.  

DESIGN E ILUSTRAÇÃO: Eduardo Junqueira.  

FOTOS: Osmar Lucas.

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Victor Cantagesso.

PARA ROTEIRO:

A ILHA DE OURO. De 14/05/2017 a 25/06/2017 – Domingos às 16h00, no Olga 17 Teatro (Alameda Olga, 217 – Barra Funda). INGRESSOS: R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia).

Classificação: Livre. Capacidade: 40 lugares. Duração: 55 minutos.

PROJETO TERÇA INSANA – GRACE GIANOUKAS RECEBE

O Projeto Terça Insana está de volta à cidade de São Paulo, no seu formato original, no Teatro Opus (Shopping VillaLobos): uma apresentação diferente por semana. E as apresentações de maio e junho serão um Festival, a cada terça-feira, um espetáculo diferente com Grace Gianoukas e atores convidados mostrando clássicos e novidades da Projeto Terça Insana.

O Projeto Terça Insana foi idealizado pela atriz e diretora Grace Gianoukas. Desde a estreia, em 2001, a Terça Insana tornou-se um divisor de águas no cenário da comédia no Brasil.

Assistido por mais de dois milhões e setecentas mil pessoas, criou cerca de 380 espetáculos diferentes, mais de 500 personagens criados, mais de 400 atores passaram por este projeto, cenas e textos originais, que hoje compõem um enorme repertório de criações.

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Realização: Opus Promoções

Classificação: 16 anos
Duração: 90 min

Direção: Grace Gianoukas

Elenco: Grace Gianoukas e convidados

Terça Insana

SÃO PAULO (SP)

De 9 de maio a 27 de junho

Terças-feiras, às 21h

Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 – Alto de Pinheiros/ 4o piso – Shopping VillaLobos)

www.teatroopus.com.br

INGRESSOS:

Setor Valor Meia-entrada
Balcão Nobre R$ 60,00 R$ 30,00
Plateia Alta R$ 80,00 R$ 40,00
Plateia Baixa R$ 100,00 R$ 50,00

 

 

ROMANCE VOLUME III

No final de semana que antecede o Dia dos Namorados, nos dias 09 e 10 de junho, Marisa Orth apresenta o show Romance Volume III. Agora vai! –  uma viagem musical através das dores e delícias de uma história de amor – no Teatro J. Safra dividindo o palco com a Banda Romance.

O espetáculo, que teve suas sessões esgotadas em mais de 8 capitais brasileiras, volta a São Paulo mostrando toda a versatilidade de Marisa, com musical eclético e cenas do cotidiano romântico universal. Das canções de amor aos clássicos da MPB e do pop rock mundial, a artista não deixa de lado seu jeito cômico e habilidade de improviso, junto com uma banda tão afiada quanto o humor da própria atriz.

Marisa Orth, que nos próximos meses estará na série Edifício Paraíso (GNT), escrito por Fernanda Young e Alexandre Machado, encanta o público brasileiro desde que ousou pisar num palco. Com uma voz marcante, agrada dos mais jovens aos mais velhos. Neste show, ela aborda desde a leveza do namoro até os relacionamentos mais profundos, interage e divide suas dores e vitórias com a plateia.

Ficha Técnica

Concepção: Marisa Orth e Natália Barros

Direção Artística: Natália Barros

Pesquisas e Textos: Teté Martinho e Juliana Rosenthal

Direção Musical e Teclados: Xuxa Levy

Bateria: Carneiro Sândalo

Sopros: Hugo Hori

Guitarra: Marco Camarano

Baixo Acústico: Paulo Bira

Figurino: Fause Haten e Fabio Namatame

Design e Operação de Luz: Ari Nagô e Natalia Barros

Produção Executiva: Verdura Produções Culturais

SERVIÇO

Marisa Orth – Romance Volume III. Agora vai!

Data: 09 e 10 de junho

Horário: sexta e sábado às 21h30.

Classificação: 14 anos

Duração: 1h 40min

Valores

Plateia Premium: R$70,00

Plateia Vip: R$50,00

Mezanino: R$40,00

Mezanino com visão parcial: R$20,00

Teatro J. Safra (Endereço: Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo)