BASTA ACENAR

Ator, músico, cantor e compositor, Wladimir Pinheiro vem atuando em importantes espetáculos musicais, tais como “Milton Nascimento – Nada Será como Antes”, “Sambra”, “Ataulfo Alves o Bom Crioulo”, “Era uma vez… Grimm”, “Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao Samba”, entre outros.

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Sentindo necessidade de produzir um trabalho próprio, que o identificasse como intérprete, compositor e arranjador, idealizou Basta Acenar: um álbum acústico contendo doze faixas de diferentes autores, entre inéditas e regravações.

O show de lançamento do CD Basta Acenar acontecerá no Teatro Carlos Gomes, no dia 27 de novembro, e contará com participações mais que especiais dos atores e cantores, Lilian Valeska e Claudio Lins.

Wladimir pretende levar ao palco a mesma atmosfera do álbum, com arranjos adaptados para uma banda de onze integrantes.

Abaixo, um video  com o making of da gravação do CD.

Basta Acenar
Com Wladimir Pinheiro
Participações Especiais Lílian Valeska e Cláudio Lins
Banda – Tibor Fittel (Piano e Acordeom), Marcello Sader (Violão e Vocais), Pablo Arruda (Contrabaixo),Leonardo Pagani (Bateria), Felipe Tauil (Percussão), Whatson Cardoso (Clarineta, Clarone e Saxofone Tenor), Arimatéia (Trompete), Leandro Reis (Trompa), Wanderson Cunha (Trombone), Luiz Felipe Ferreira (Violino), Taís Duarte (Cello)
Teatro Carlos Gomes (Praça Tiradentes S/N, Centro, Rio de Janeiro – RJ)
27/11
Segunda – 19h
$40

DOC A.A.A.

No período de 3 de novembro a 17 de dezembro, o Núcleo de Artes Cênicas apresenta, na Sala Arquimedes Ribeiro do Complexo Cultural Funarte SP, o espetáculo DOC. A.A.A.O espetáculo fica em cartaz de sextas a domingos, sempre às 19h. Os ingressos têm preços populares.

Em uma reunião de Adictos de Afeto Anônimos, os membros são livres para compartilhar o que sentem, em um ambiente sem julgamentos. Em comum, o que temos de mais humano: a dependência afetiva, a necessidade de ser amado e de amar, muitas vezes, sem limites. O espetáculo faz um apelo para que o público reconheça e acolha sua condição humana.

Sobre o Núcleo de Artes Cênicas

O Núcleo de Artes Cênicas (NAC) é um espaço de investigação das Artes Cênicas, que oferece gratuitamente um curso anual de atuação teatral tendo em vista questionamentos de paradigmas tanto da linguagem cênica quanto das práticas humanas do nosso tempo.

O NAC é coordenado por Lee Taylor, mestre em Pedagogia do Teatro – Formação do Artista Teatral junto ao Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (PPGAC/ECA/USP).

O curso de atuação do NAC é desenvolvido em três módulos, com duração aproximada de dez meses no total, sendo o primeiro dedicado ao aperfeiçoamento artístico de cada participante (quatro meses), o segundo à construção de uma obra teatral que estimule a criação autoral do elenco (quatro meses) e o terceiro à temporada do espetáculo (dois meses).

O NAC foi criado em 15 de abril de 2013 e desde a sua inauguração tem estabelecido parcerias com diferentes instituições, que apoiam e abrigam as atividades do curso e as temporadas dos espetáculos. Nos anos de 2014 e 2015 o NAC foi selecionado para o programa “Obras em Construção” da Casa das Caldeiras, onde realizou residência artística. A partir de 2016, o NAC estabeleceu uma parceria com o TUSP e com a Funarte SP.

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DOC. A.A.A.
Com Anderson Vianna, Flávia Meyer, Giovanna Siqueira, Livia Matuti, Paulo Victor Gandra, Rebeca Ristoff
Complexo Cultural Funarte SP – Sala Arquimedes Ribeiro (Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo)
Duração 90 minutos
03/11 até 17/12
Sexta, Sábado e Domingo – 19h
$20
Classificação 14 anos

OS ATINGIDOS OU TODA COISA QUE VIVE É UM RELÂMPAGO

Após 2 anos de rompimento da barragem em Mariana, A Ordinária Companhia trata do tema com nova temporada de Os Atingidos ou Toda Coisa que Vive é um Relâmpago no Teatro de ContêinerAs apresentações acontecem sempre terças e quartas, às 20h, até 6 de dezembro. A montagem tem uma linguagem que permeia a relação entre teatro e cinema com direção e dramaturgia de José Fernando Peixoto de Azevedo. 

Em cena, um jogo ficcional simula o suspense de um filme com o cotidiano de pessoas em luta por reparação e condenação dos criminosos. Esse é o mote do espetáculo gerado a partir da pesquisa sobre as consequências na vida de pessoas daquilo que é o Crime de Mariana. É menos que uma tragédia, resultado da ação criminosa ligada à exploração de minérios e o rompimento da barragem em que a lama encobriu distritos e rios de Minas ao Espírito Santo, chegando ao mar.

A peça procurou usar como propulsores para a construção os desdobramentos e os antecedentes da tragédia. Desde o histórico da rota do ouro e de minérios, além de deslizamentos menores que causaram morte ainda nos anos 80 nessa longínqua exploração da região.

Durante a pesquisa, o grupo foi a cidade de Mariana e nos pequenos distritos em busca de contato direto com os que sofreram e ainda sofrem com o rompimento da barragem. O encontro trouxe a oportunidade de ver de perto todas as camadas que envolvem a tragédia desde os aspectos sociais, econômicos e ambientais, além das rupturas e discriminações que se tornaram a vida dos atingidos. As pessoas foram pulverizadas e classificadas de acordo com a lama que sujou suas vidas na tragédia.

Todos esses elementos foram utilizados de maneira ficcional para criar uma montagem que constrói no palco uma espécie de filme ao vivo calcado pelo suspense. Uma linguagem que permeia o teatro e o cinema, característica que já foi trabalhada no espetáculo Zucco do grupo.

Em cena, a situação é a de um “estúdio”, ao menos em dois sentidos simultâneos, justapostos: estúdio de gravação (atores e técnicos que, diante do público, gravam e editam materiais que são projetados, e este trabalho é também cena), mas também espaço de estudo da cena (atores atuam suas figuras em situação, diante do público).

O resultado é um teatro-filme com um deslizamento entre os pontos de vista e perspectivas. Durante a pesquisa, filmes de Alfred Hitchcock, David Lynch e o recente Corra!, de Jordan Peele, serviram para absorver os artifícios de suspense inseridos na encenação.

A Ordinária Companhia surgiu em 2013, resultando do percurso de uma turma de alunos da Escola de Arte Dramática, a EAD, da ECA-USP, que naquele ano estreia seu trabalho de conclusão de curso, ZUCCO, uma adaptação do texto de Bernard Marie-Koltès, dirigida pelo também professor da Escola, José Fernando de Azevedo. O espetáculo fez temporadas em São Paulo – na EAD (2013), no TUSP e no CIT-ECUM (2014) – e o grupo foi indicado ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro (2014), na categoria revelação.

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Os Atingidos ou Toda Coisa que Vive é um Relâmpago
Com Áurea Maranhão, Conrado Caputo, Juliana Belmonte, Paulo Balistrieri e Rafael Lozano
Teatro Container da Cia. Mungunzá (Rua dos Gusmões, 43 – Santa Efigênia – São Paulo)
Duração 90 minutos
07/11 até 06/12
Terça e Quarta – 20h
$20
Classificação 14 anos

DIA DO PROFISSIONAL DA DANÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

Dia 23 de novembro é comemorado o Dia do Profissional da Dança. Para festejar a data, o Sinddança (Sindicato dos Profissionais de Dança do Estado de São Paulo) realiza nos dias 18 e 19 de novembro, sábado (às 20h) e domingo (às 18h), o Dia do Profissional da Dança do Estado de São Paulo 2017, no Teatro Alfa, em São Paulo.

Com curadoria de Maria Pia Finócchio, o evento tem e ingressos a preços populares: 10 e 20 reais.

O espetáculo é formado por várias apresentações (coreografias) com bailarinos profissionais e grupos de dança de projeção nacional e internacional para festejar a arte da dança, bem como prestar homenagem a todos os bailarinos e profissionais da área. A programação reúne os vencedores do Encontro Nacional de Dança – ENDA 2017 e têm ainda participação de convidados especiais que são referência no campo da dança no Brasil e Exterior.

No dia 18, os convidados são: Cisne Negro Cia. de Dança (com Abacadá), São Paulo Cia. de Dança (com Grand Pas de Deux de O Quebra Nozes) eSopro Cia. de Dança (com Ensaio Sobre a Liberdade), além da participação especial da dupla Nilza y Pablito em número de tango.

Já no dia 19, Luis Arrieta (em O Cisne), Companhia de Danças de Diadema (com Novena) e Teen Broadway (com Mambo West Side Story) são os convidados. E uma apresentação de street dance fecha as duas noites do evento.

Dos grupos classificados no ENDA, participam no dia 18/11: CEDAN – Cia Estável de Dança, Instituto Gnética, Studio Liria Dourado, Beth Ballet, Ballet Paula Gasparini, Cia. de Dança Regina Acevedo, Ballet Paula Firetti, EDAP – Espaço de Danças e Artes Paulista, Movimento Livre, Cia. de Dança CEU Jaguaré e Grupo La Danse. E no dia 19/11: Grupo Fama, CEDAN – Cia Estável de Dança, OCAC Cia. de Dança, Ballet Paula Firetti, Studio Giselle Danças, Cia. Panteras, Garra Centro de Artes, Grupo La Danse, Ballet Thatiana Orite e Especial Grupo de Ballet.

Segundo Maria Pia Finnóchio, “o objetivo é reunir profissionais da dança, personalidades das artes e da cultura e imprensa especializada para reafirmar a necessidade constante de promover a dança nacional e valorizar nossos bailarinos”. O Sinddança também busca democratizar o acesso à dança, promovendo espetáculos a preços populares. “Queremos que todas as pessoas tenham acesso à cultura e possam conferir ao vivo, no teatro, o que temos de melhor no campo da dança”, declara a curadora.

O Dia do Profissional da Dança foi idealizado pelo Sinddança, cuja homologação ocorreu em 1999. A instituição é também responsável pela criação do Dia Estadual da Dança Clássica (4 de junho), uma conquista mais recente, efetivada em 2013. O Sindicato também promove anualmente o ENDA (Encontro Nacional de Dança), um festival pioneiro no estímulo à dança no Brasil que chegou à 35ª edição, em 2017, além do Grande Gala ENDA. Ambos foram idealizados para estimular a carreira dos bailarinos profissionais e semiprofissionais, bem como a carreira daqueles que estão iniciando na arte da dança.

O Dia do Profissional da Dança do Estado De São Paulo foi viabilizado por meio da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, com patrocínio do Itaú Unibanco. Os apoiadores do evento são: Instituto Alfa de Cultura, Teatro Alfa e Capezio.

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Dia do Profissional da Dança do Estado de São Paulo 2017
Curadoria: Maria Pia Finócchio
Realização: SINDDANÇA – Sindicato dos Profissionais de Dança do Estado de SP
Teatro Alfa (Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo)
18 e 19/11
Sábado – 20h, Domingo – 18h
$20
Classificação Livre
 
Dia 18: Cisne Negro, São Paulo Cia. de Dança, Sopro, Nilza y Pablito, CEDAN, Instituto Gnética, Studio Liria Dourado, Beth Ballet, Ballet Paula Gasparini, EDAP, Cia. CEU Jaguaré e outros.
 
Dia 19: Luis Arrieta, Companhia de Danças de Diadema, Teen Broadway, Grupo Fama, CEDAN, OCAC, Garra, Grupo La Danse, Studio Giselle, Cia. Panteras e outros.

CARNE DE MULHER

Em Carne de Mulher, a peça dos italianos Dario Fo (Prêmio Nobel) e Franca Rame aparece como parte de um manifesto artístico feminista de uma performer, interpretada por Paula Cohen. A peça estreou no Teatro de Arena em julho deste ano, seguindo para uma temporada no Teatro Pequeno Ato e agora volta em cartaz para sua terceira temporada no Cemitério de Automóveis.

Desde as Pitonisas Gregas, que eram sacerdotisas da maior importância, até escritoras, cineastas, alquimistas e outras que tiveram destaque, mas não são mais lembradas por conta do machismo de nossa sociedade”, conta Paula.

A peça escrita por Dario Fo e Franca Rame em 1977 traz a história de uma prostituta que está presa no manicômio judiciário por ter ateado fogo no escritório de um industrial. A personagem conta sua trajetória de vida, revelando uma sequencia de abusos, onde o transbordar torna-se inevitável, fazendo com que encontre forças para reagir diante de seus opressores.

Paula conheceu o texto ‘Monólogo da Puta no Manicômio’ há 20 anos quando saiu da EAD (Escola de Artes Dramáticas da USP) e sempre pensou em montá-lo.“Essa poderosa e emocionante obra voltou para mim quando Dario morreu em 2016. Reli e percebi o quanto é atual e senti a urgência de fazer o espetáculo neste momento. É necessário acabar de uma vez por todas com as práticas de violência, repressão e assassinatos que em muitos casos acontecem dentro dos próprios lares.Com isso é preciso que caminhemos para um despertar de uma consciência cada vez maior através de campanhas, políticas públicas, debates sobre gênero nas escolas e todo tipo de discussão nesse sentido.Muitas vezes estes crimes são tidos como passionais, quando é necessário ir direto à verdadeira nomenclatura do ato, e categorizá-los como feminicídios, violência de gênero, evitando correr o risco de romantizar o ato”, conta Paula Cohen.

Quando comprou os direitos para fazer o espetáculo, Paula Cohen convidou Georgette Fadel para dirigir. “É uma poderosíssima artista, inteligente, comprometida com o que faz e com um pensamento crítico maravilhoso. Tínhamos um desejo mútuo de trabalhar juntas um dia e ela foi a primeira pessoa que me veio à cabeça”, conclui a atriz, que também convidou Marisa Bentivegna para assinar a iluminação, Lenise Pinheiro para fazer as fotos e também as produtoras Victoria Martinez e Jessica Rodrigues para completar a ficha técnica de criação composta apenas por mulheres.

SINOPSE

Uma mulher está sendo interrogada por uma médica e sua equipe. A partir do seu depoimento, nos deparamos com a trajetória de alguém que foi alvo de uma sequência de violências de gênero ao longo da vida e que de repente decide colocar em prática, como com a força de um grito, o seu ato de libertação.

Carne de Mulher é o meu manifesto, o meu ato político. Os artistas têm essa responsabilidade de cutucar a sociedade na sua cegueira, na sua burrice, na sua intolerância. Não temos mais como permitir o machismo. A peça é um grito de libertação, um clamor pelos direitos humanos e, portanto, altamente feminista”, diz Paula.

Paula+Gustavo

Carne de Mulher
Com Paula Cohen
Cemitério de Automóveis (Rua Frei Caneca, 384 – Consolação, São Paulo)
Duração 60 minutos
20/11 até 11/12
Segunda – 21h
$40
Classificação 14 anos

MARIA RITA EM “VOZ E PIANO”

Theatro NET São Paulo recebe a cantora Maria Rita com o show Voz e Piano, nos dias 17 e 18 de novembro, sexta-feira e sábado, às 21 horas. O show volta às bases do ofício da artista, que estará acompanhada do músico Rannieri Oliveira. No setlist estão canções como Grito de Alerta, Cara Valente, Pagu, Over The Rainbow e Vida de Bailarina. O espetáculo tem figurino de Fause Haten.

Maria Rita começou a cantar aos 24 anos. Seu disco de estreia, lançado em 2003, vendeu mais de um milhão de cópias. O primeiro DVD, que saiu no mesmo ano, alcançou marca de 180 mil cópias. No total foram 15 indicações ao Grammy Latino e algumas turnês pela Europa, América Latina e Estados Unidos.

Sobre o Theatro NET São Paulo

Dois anos depois de abrirem o Theatro NET Rio (antigo Teatro Tereza Rachel), na capital carioca, os produtores culturais Frederico Reder eJuliana Reder inauguraram o Theatro NET São Paulo, localizado no quinto andar do Shopping Vila Olímpia. Com uma grande festa, a noite do dia 18 de julho de 2014 foi marcada por um inesquecível show de Gilberto Gil. Desde então, o teatro já recebeu em seu palco grandes nomes da música brasileira, além de espetáculos teatrais, musicais e eventos corporativos. Com um pouco mais de dois anos de atividades, a casa realizou mais de 600 sessões, com um público de aproximadamente 370 mil pessoas. Apesar de grandioso, tudo noTheatro NET São Paulo é aconchegante. Com 2.300 m² a estrutura conta com arquitetura moderna e tecnologia de ponta, em um conceito chique-nostálgico.

Maria Rita em Voz e Piano
Com Maria Rita
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo)
Duração 60 minutos
17 e 18/11
Sexta e Sábado – 21h
$120/$240
Classificação 12 anos

HEBE, O MUSICAL

O programa “Encontro com Fátima Bernardes” recebeu na manhã de hoje a visita de uma parte do elenco de “Hebe, o Musical” e o diretor Miguel Falabella, para uma conversa.

Foi apresentado o número “Beija Me”, em homenagem aos selinhos que a rainha da televisão dava nos seus amigos e entrevistados.

Não deixe de ver a matéria que fizemos com várias curiosidades sobre Hebe e que estão no musical. Clique aqui.

Hebe, o Musical
Com Adriano Tunes, Brenda Nadler, Carlos Leça, Carol Costa, Clarty Galvão, Daniel Caldini, Debora Reis, Dino Fernandez, Fefa Moreira, Fernando Marianno, Frederico Reuter, Giovana Zotti, Guilherme Magon, Keka Quarterone, Mari Saraiva, Maysa Mundim, Renata Bras, Renata Ricci, Renato Bellini, Renato Caetano e Rodrigo Garcia
Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2.823 – Jardins, São Paulo)
Duração 140 minutos
12/10 até 17/12
Quinta e Sexta – 21h, Sábado – 17h e 21h, Domingo – 18h
$50/$190
Classificação 12 anos